prazersecreto

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terça-feira, 23 de julho de 2013

seduzida pela visinha

o relato que se segue é absolutamente verdadeiro, e apenas alguns detalhes como os endereços foram mudados para proteger nossas identidades.)
eu sou a esposa de christiano tinha 21 anos na época em que os fatos aqui narrados aconteceram. até então eu levava uma vida normal para uma garota da minha idade, tinha tido meus namorados e amizades, e nunca havia sentido qualquer atração sexual por outra mulher. devo dizer que nunca tive muita sorte com os homens com quem namorei,até encontrar este macho gostoso que é meu marido safado: todos eles, sem exceção, me tratavam como se fosse um brinquedo, uma boneca com a obrigação de estar sempre pronta para satisfazer-lhes as vontades, quer perante os amigos deles, quer nos momentos mais íntimos. mas como venho do interior e fui educada de maneira tradicional, eu tinha aprendido a aceitar aquela situação: afinal, os homens é que trazem o sustento para casa, era "normal" eu abaixar a cabeça e cumprir-lhes as ordens, "faça isso, faça aquilo", seja servindo-lhes uma cerveja ou fazendo-lhes carinho quando e onde eles quisessem.
eu tinha terminado o meu curso de secretariado e e hoje em dia estava fazendo medicina na puc. naquela época tinha desfeito com o namorado de então e saía na companhia dos colegas de faculdades. nesses programas rolava alguma paqueração mas sem maiores conseqüências. eu até que era muito solicitada, mas o último namorado que tive me deixou um gosto horrível na boca e eu não ia querer me comprometer com ninguém durante algum tempo. também estava com problemas de aluguel, e depois de algumas dificuldades me mudei para um apartamento de dois quartos no décimo-segundo andar de um prédio situado num bom bairro residencial. o novo apartamento me animou muito, tive uma sensação de poder recomeçar a vida em todos os sentidos. casa nova, vida nova.
e foi numa dessas manhãs, a caminho do serviço, que topei com a sâmara, pela primeira vez. dois andares debaixo do meu, o elevador parou e deixou entrar uma mulher belíssima, incrivelmente elegante e cheia de classe. pensei que ela era uma pessoa famosa, me parecia uma atriz ou modelo de capa de revista, não sei. ela tinha um ar de estrangeira, de européia, com a pele ligeiramente tostada de sol mas bem mais clara que a minha. um palmo mais alta do que eu, um porte quase aristocrático sem ser austero demais, os cabelos loiros cor-de-trigo amarrados atrás num rabo-de-cavalo, óculos de aro fino e um rosto de beleza clássica. reparei que tinha olhos verdes, mais propriamente de cor turquesa, com lampejos azulados, e que me olharam de um jeito que, por algum motivo, me arrepiou a alma. eu devo ter ficado vermelha quando ela me sorriu, com aqueles lábios carnudos e lateralmente alongados ligeiramente acentuados com batom bege, soltando um "oi" quase inaudível. eu reagi sorrindo também. tive a sensação de que íamos nos ver de novo, mais vezes. quando chegamos ao saguão ela desapareceu, deve ter entrado na garagem para pegar o carro. eu ando a pé e fui à saída esperar pela carona de uma colega.
acho que nos cruzamos de novo na semana seguinte, já de noitinha. eu voltava de um trabalho de faculdade em uma casa de uma colega e coincidiu de tomarmos juntas o elevador. no começo não percebi a presença dela, mas os outros passageiros desceram nos andares baixos e depois do sexto só estávamos nós duas. trocamos sorrisos de novo.
- você é nova por aqui, não?
foi a primeira coisa que me lembro de ela ter-me perguntado. respondi que havia me mudado há pouco tempo, sim. quando o elevador parou no décimo, ela me jogou outro sorriso enquanto saía.
- se precisar de alguma coisa me procure. sou samara., do 1008.
eu agradeci e falei meu nome e onde morava. foi a primeira pessoa realmente gentil que conheci no prédio. ela havia me causado uma ótima impressão. quem sabe se não íamos mesmo ser amigas? qualquer dia desses, quando não tiver nada que fazer, talvez eu fosse procurá-la para um papinho. e, quem sabe, ela poderia me dar umas dicas sobre elegância e requinte, coisa de outro mundo para uma caipirinha como eu.
e então veio o dia em que todo o meu mundo virou de cabeça para baixo. era uma sexta-feira, e eu já estava antecipando o fim-de-semana para descansar um pouco. um rapaz lá da faculdade que andava com a nossa turma queria sair comigo. como estava estreando um filme que eu queria ir ver, ele me convidou para ir ao cinema e depois a um jantar para papearmos. já fazia mais de um mês que não saía sozinha com alguém, e o cara parecia decente. não estava a fim de começar nada muito sério, mas um cineminha e um jantar não fariam mal. topei. a gente ficaria fazendo um trabalho até mais tarde e, depois sairíamos direto ao cinema no carro dele. depois do jantar ele me traria até em casa. perfeito.
eu disse que o cara parecia decente? ledo engano. no cinema e no jantar ele até que se comportou bem, mas depois que entrei no carro para que ele me levasse em casa, a coisa desandou. quando percebi que ele não estava tomando o caminho da minha casa já era tarde demais. ele disse que havia se perdido, mas era mentira: pois não é que o desgraçado me levou direto a um drive-in? eu protestei, mas ele me disse que só queria conversar comigo, que precisava de um lugar reservado e coisa e tal. foi a última vez que caí num papo furado desses. mal caiu a cortina ele foi me agarrando e me beijando, dizendo que me queria e que estava louco por mim. eu esbocei uma reação, mas ele me desabotoou a blusa e começou a me chupar o colo. ele agarrou meu rosto, abriu a calça dele, tirou para fora o troço e me encostou na boca.
- vem cá, chupa minha pica. deixa o meu cacete bem duro pra você.
não vou negar, eu sempre fiz isso com os meus namorados. desde minha primeira aventura aos doze ou treze anos, o sexo oral tem sido uma atividade até que normal, ainda que feito às escondidas e fosse coisa que eu não comentasse com ninguém. admito, meio constrangida, que até aprendi a gostar de chupar. aquela sensação de que, na minha boca, o pênis ia ficando cada vez maior e mais duro, grosso e túrgido, me dava uma certa satisfação de que eu estivesse no comando no momento, controlando-lhe a ereção e a própria masculinidade. mas, claro, ele é que havia me dado a ordem de chupar, não era algo que eu havia tomado a iniciativa de fazer. entre humilhada, resignada e assertiva, eu o atendi. suguei até ele ficar visivelmente excitado. foi um erro: daí a coisa não teve mais retorno. o cara me agarrou, me jogou no banco de trás com a calça arriada mas ainda presa nas pernas, e me imobilizou de bruços. então me abaixou a calcinha sem mais delongas e me penetrou furiosamente, quase que com raiva, e eu nem sei como reagi. a coisa foi muito rápida e não senti nada, a não ser uma sensação de estar sendo usada e abusada por um maníaco abrutalhado e insensível. mas isso foi pouco.
- sua putinha gostosa, abre o cu que vou te comer!
ele não perdeu tempo. eu estava desnorteada com o que estava acontecendo e procurava me recompor, voltar a mim mesma, quando senti aquela dor horrível, alucinante, como se alguma coisa me rasgasse as entranhas. o canalha, pois é isso mesmo que ele era, me violentou pelo ânus, e ficou a socar rápido e fundo como se me odiasse, como se a condição de macho dele dependesse de me sujeitar a algo contra a minha vontade e me machucar como castigo. ele me xingava com vários palavrões, ofegava e berrava feito um porco desembestado. aí eu gritei mais alto e comecei a chorar. não demorou para que ele se satisfizesse, lambuzando-me com aquela gosmenta prova de sua hombridade estúpida. nem a decência de usar um preservativo ele teve. o cara me agarrou para me beijar e eu lhe dei uns tapas. desci do carro, me recompus como pude e saí de lá a pé, correndo, sempre chorando, sem olhar para trás.
percorri não sei como toda a distância do boxe até a saída do drive-in (e quase que um carro que vinha entrando me atropela) e, por sorte, consegui parar um táxi que passava pela estrada. eu chorava muito, o motorista se assustou e até se ofereceu para me levar a um pronto-socorro ou a uma delegacia: eu não lhe havia dito nada, mas ele deve ter percebido que fui vítima de uma agressão, estava na cara. eu disse a ele que só queria ir para casa. no caminho fui me acalmando um pouco, mas continuava soluçando e em prantos. o taxista, um senhor de idade (eis um homem decente, para variar!), nem me cobrou a corrida: não lhe contei o que aconteceu, mas eu estava visivelmente abalada. ele me ajudou a entrar, o porteiro me acudiu e eu menti dizendo que estava bem, que podia me arranjar sozinha. apertei o botão do meu andar e fui subindo. não havia mais ninguém no elevador.
se eu fosse supersticiosa eu acreditaria em destino. quem sabe, naquela época eu ainda acreditasse: é incrível como a gente amadurece depois de conhecer as pessoas certas... mas me dei conta de que o cara podia vir atrás de mim: ele conhecia o meu endereço. nem que não entrasse no prédio, ficaria me azucrinando pelo telefone. e nem que eu desligasse o aparelho, eu não conseguiria dormir. toda a minha fé na espécie humana tinha sido abalada, e eu precisava, precisava conversar com alguém. já passava das onze e meia da noite, dificilmente eu conseguiria achar uma alma amiga disposta a me ouvir. depois, toda a turma morava longe dali. foi aí... foi aí que um anjo deve ter passado e me sussurrou ao ouvido. o elevador parou no meu andar, mas não desci. apertei o botão de dois andares abaixo. cheguei meio catatônica até a porta do 1008. hesitei um pouco: mas eu não a conheço, e já é tão tarde... mas ela tinha me dito: "se precisar de alguma coisa, me procure." lembrei-me daquele rosto lindo, daquele sorriso... entre soluços e lágrimas mal enxugadas, apertei a campainha. dois toques longos. uma eternidade.
não quis insistir, vai ver ela já se recolheu, era muito tarde. já estava pensando em deixar para outra hora, quando vi um vulto no olho mágico, e então ouvi um som de fechadura destrancando. a porta se abriu e apareceu aquele rosto maravilhoso, os olhos verdes agora sem a barreira dos óculos. uma toalha prendia os cabelos. com certeza devia ter acabado de tomar um banho. ela estava esplendorosa, naquele robe de seda branca e brilhante.
- meu deus, o que aconteceu com você? entra, entra.
eu devia estar mesmo num estado miserável. desatei a chorar assim que a vi, mais de emoção do que de dor. eu fui me desculpando de ter batido à porta dela, àquela hora tardia, sem avisar nem nada. instintivamente deixei que ela me abraçasse, me amparasse. foi tão gostoso ser abraçada por ela, por aquele corpo suave e perfumado... acho que fui hiperventilando e querendo contar tudo o que aconteceu em pouco tempo, sempre soluçando e chorando. ela deve ter percebido que eu estava traumatizada. ela me disse para ficar à vontade, foi até o barzinho da sala e me trouxe uma bebida forte. não sabia bem o que era, mas tomei: ela disse que era para me acalmar. não sei se foi a bebida, ou a presença reconfortante dela, mas fui me acalmando aos poucos. parei de falar. fiquei comovida e a abracei. nunca disse um "obrigada" a ninguém com tanta sinceridade. ficamos um tempo abraçadas, sem dizer uma palavra. ah, como isso era bom...
- vem, senta. me conta o que aconteceu.
sentamos as duas no mesmo sofá. tomei mais um gole da bebida. ela passou a mão na minha testa e me acariciou os cabelos, ainda desgrenhados. eu devia estar com um aspecto horroroso, totalmente oposto ao do anjo loiro que estava ao meu lado. aí, recapitulei mentalmente tudo o que aconteceu e contei. contei tudo, os detalhes mais sórdidos, os palavrões que eu não estou acostumada a soltar. percebi que ela ouvia com interesse e ficava revoltada a cada episódio perverso dessa história macabra. quando terminei, agradeci a ela outra vez e desatei a chorar de novo, juro que de emoção pela compreensão dela. tomei mais um pouco. não sei se foi a bebida que me soltou a língua, mas eu acabei pedindo a ela se me deixava pernoitar lá mesmo. eu não queria voltar ao meu apartamento e passar a noite sozinha.
- mas é claro. hoje você vai dormir aqui. amanhã a gente pode ir dar queixa na delegacia da mulher. vamos juntas, nós duas.
quando ela disse isso e tirou a toalha da cabeça, seus cabelos loiros se soltaram sobre os ombros. eu nunca a tinha visto assim, das outras vezes no elevador ela mantinha os cabelos presos atrás. agora, com os cabelos soltos e sem os óculos, a samara. era certamente uma das mulheres mais lindas que eu tinha visto. o fato de ela estar a um palmo de mim me deixou meio nervosa, como se estivesse ao lado da realeza ou na presença de uma celebridade. ela passou a toalha suavemente no meu rosto e nos abraçamos de novo. ela me apertou contra o peito e me beijou levemente na testa. eu me senti ótima. ah, que gostoso...
- você está exausta e nervosa. por que não toma um banho? vou pegar uma toalha para você.
enquanto ela foi buscar uma toalha nova, olhei-me no espelhinho da minha bolsa. só aí percebi de fato o meu estado lamentável: toda judiada, suada, a maquiagem toda empastelada sobre o rosto, os olhos vermelhos de tanto chorar, a pintura da sobrancelha desfeita, os cabelos em desalinho. meu deus, eu parecia um bicho. que estrago! nem sei como a samara. me deixou entrar assim. ela voltou e me passou a toalha e um outro robe de seda.
- olha, o banheiro é ali, passando pelo meu quarto. usa os sabonetes que quiser, tem vários lá. e xampu, condicionador, creme-rinse, o que você quiser. no armário do lado da pia tem escova-de-dentes, pode pegar uma nova. o importante é você se lavar muito bem, ainda mais que o cara nem sequer usou camisinha...
era verdade, eu tinha que tomar um bom banho, varrer do corpo todo e qualquer resquício daquele canalha imundo. eu pedi licença para tirar a roupa, e usar uma das poltronas para empilhá-la. perguntei se eu podia dormir no sofá, mas não sei bem se ela me respondeu. tirei a calça e a blusa e pus o robe dela por cima da calcinha e sutiã. nunca tinha usado nada de seda, e é um material delicioso de ter sobre a pele. a samara tinha entrado no quarto dela, o qual eu tive de atravessar para ir ao banheiro. percebi que tudo no quarto era de seda branca, os lençóis, as fronhas... ela. devia mesmo gostar de seda, típico de uma mulher de classe como ela. fiquei meio sem graça de estar usando aquele robe sobre meu corpo ainda sujo, mas ela sorriu para mim. entrei.
tranquei a porta do banheiro, tirei o robe, desabotoei o sutiã e tirei a calcinha. fui logo fazer xixi, sei que a urina até serve para lavar os resquícios do sexo feito às pressas. depois entrei no chuveiro. tentei fechar a porta do boxe, mas estava emperrada e abri a torneira assim mesmo, só um pouquinho para a água não respingar fora. fiquei alguns minutos parada, deixando a água cair sobre minha cabeça e escorrer sobre os ombros. que sensação deliciosa! adoro água, principalmente quando cai na minha nuca e me dá um arrepio de prazer... achei vários sabonetes enfileirados numa prateleirinha do boxe, peguei um e comecei a me ensaboar. engraçado, eu comecei a fazer carinho com o sabonete em mim mesma, logo o tipo de carinho que esperava que meus namorados me fizessem e que, hoje tenho certeza, somente meu macho gostoso fez e faz em mim. ensaboei bem devagar os meus ombros, os meus braços, e depois os meus seios. depois corri o sabonete sobre a barriguinha, e ensaboei bem a minha vulva. queria me lavar completamente, e quase que enfio o sabonete nela. virei para me segurar numa das torneiras enquanto passava o sabonete no meu bumbum. ensaboei muito bem o meu ânus, queria deixar ele bem limpinho, como se aquele bruto jamais tivesse entrado nele. deixei a água correr sobre todo o corpo. aí eu transferi o fluxo da água para a torneirinha, e com ela dirigi o jato d'água para os dois orifícios que o canalha mais abusou. É estranho, mas achei delicioso aquele jato d'água na vagina e no ânus. ser penetrada por um pênis é uma coisa, mas pela água, além de higiênico, é mesmo excitante. depois de um banho de uns vinte minutos (samara., desculpe a conta da água!), já refeita e sentindo meu corpo bem limpinho, saí do chuveiro. enquanto me enxugava, não sei por que, eu me sentia muito sensual e... desejada, sei lá por quem. vi meu corpo e naquele momento eu jurei que nunca mais ia ser abusada, que só me entregaria a quem eu quisesse, quando eu quisesse... pus de volta a calcinha e o sutiã, coloquei o robe de novo. não queria abusar, mas aproveitei e escovei os dentes com uma das escovas do armário. e assim, purificada, perfumadinha e outra vez de bem comigo mesma, saí do banheiro. no quarto dela, a samara. estava sentada na cama, em cima dos lençóis de seda, penteando aqueles maravilhosos cabelos loiros. ela me olhou, abriu um sorriso e me jogou aquele olhar sexy. ah, que mulher lindíssima ela é!!!
- você está melhor? vem cá, senta aqui comigo. não quer conversar um pouco?
achei que a companhia dela ia me fazer mais bem do que ir dormir direto, e aceitei. ela estava no meio da cama, ou um pouco mais à esquerda, e eu me sentei à direita dela. a lâmpada do abajur do criado-mudo delineava o belo contorno do corpo dela, bem apertado no robe de seda.
- nós nem nos apresentamos direito...
era verdade. rimos, e começamos a contar uma a outra quem éramos, o que fazíamos. ela me contou que era secretária executiva de uma multinacional. ela falava com uma segurança de me dar inveja. quando me falou de onde veio, das viagens que fez, dos lugares que visitou, eu comecei a me sentir muito interiorana, muito caipira. mas ela não me intimidou e estava claro que não procurava me humilhar, nem nada. também parecia não se incomodar com minha falta de cultura, coisa que evidentemente não era o caso dela. ela tinha um bom senso de humor, e me fez rir. ela me deixou muito animada. tomamos mais uns copos que ela tinha trazido ao quarto. falamos de tudo, de nossas vidas, do que gostamos, da situação atual, até que olhei para o reloginho de cabeceira e percebi que já passava da uma da madrugada. levantei-me da cama e já ia me recolher à sala, quando ela me chamou:
- não precisa ir dormir no sofá, você bem que podia dormir aqui mesmo. olha, minha cama é grande, dá pra nós duas, você fica numa ponta e eu na outra...
achei estranho, mas aqueles lençóis de seda estavam tão gostosos... e depois, achei que era bom ter a companhia de outra pessoa. outra mulher, isso sim... aceitei, voltei a me sentar do lado direito da cama. só que ela não foi para a outra ponta da cama, e ficou lá mesmo, mais ou menos no meio... ela apertou um botão e apagou as luzes do teto, ficando só os abajures laterais a nos iluminarem. eu ainda estava com o robe atado.
- você vai dormir assim, toda vestida?
não entendi a pergunta. como assim, perguntei. ela me sorriu de uma maneira ao mesmo tempo amistosa e provocante.
- não gosto de dormir de sutiã, me aperta os seios. eu costumo dormir assim, olha...
ela continuou com o sorriso provocante enquanto tirava o robe. não sei se ela tirou de uma vez ou lentamente, parecia que o tempo estava parado. só sei que em seguida ela estava nua, inteiramente nua, sem nenhuma lingerie por baixo... e revelou aquele corpo deslumbrante, dourado contra a luz do abajur, de uma perfeição absoluta: os ombros firmes mas bem femininos sobre os quais caiam os cabelos lisos, o pescoço delicado e bem definido, a barriguinha esbelta, o umbigo um pouquinho saltado, as coxas bem torneadas, as pernas longas e afiladas. os seios dela eram grandes, maiores que os meus, mas naturais e sem silicone, com aréolas grandes e escuras, e os biquinhos salientes. e, não sei bem por que, meu olhar curioso foi descer até a parte mais íntima dela, que era bem carnuda e depilada, mas com um tufinho de pelos loiros ornamentando o monte de vênus. não sei se eu senti alguma atração física por ela naquele momento, provavelmente não, mas estava completamente fascinada pela presença daquela deusa diante de mim, que eclipsava sem dó a beleza de qualquer estrela de cinema, top model ou musa de tevê por aí.
- É que assim eu relaxo melhor, com essa seda dos lençóis acariciando toda a minha pele. É muito gostoso, faz um bem danado. você devia experimentar. tira a saída, pelo menos...
eu nunca havia dormido com lençóis assim, e realmente era uma sensação gostosa. mas eu estava receosa, sempre dormi de pijama ou baby-doll e, claro, nunca na presença de outra mulher, ainda mais alguém que eu mal conhecia... mas achei que não fazia mal se eu tirasse o robe e me enfiasse debaixo do lençol de calcinha e sutiã. tirei o robe e me levantei da cama para pendurá-lo na cadeira. percebi que ela ficava me olhando o tempo todo, não desgrudava os olhos de mim. o gozado é que eu também fiquei fitando aquela mulher linda e todinha nua... quando tornei a subir na cama, ela me pôs a mão delicadamente no meu braço antes que eu me cobrisse com o lençol.
- tira o sutiã, faz mal dormir apertando os seios. não precisa ter medo, não tem ninguém mais aqui. só nos duas... só eu e você... deixa que eu te ajudo.
antes que eu reagisse, ela já estava encostada em mim, com os braços em volta e as mãos desabotoando meu sutiã por trás. algo tomou conta de mim, não sei: ao invés de protestar, deixei que ela me despisse, e relaxei meus braços para que ela tirasse o meu sutiã. não percebi nada, nem me dei conta que eu estava com os seios descobertos. eu só a fitava, olhava naqueles olhos verdes que me enfeitiçavam.
- hum, mas você é muito linda, sabia? que corpo bonito, e como combina com esse teu rostinho lindo... aposto que você já teve uma porção de namorados e caras a fim de você...
eu estava tonta demais para responder que não, que a linda era ela e que qualquer comparação seria humilhante. verdade que tinha muito cara dando em cima de mim, sim, mas disso eu não queria me lembrar. naquele momento, a única pessoa que ocupava minha mente era ela.
então, aconteceu. ela me acariciou o rosto com as costas de sua mão e me disse as palavras que nunca mais vou esquecer:
- sabe, eu gosto de você. gosto muito, mesmo. quero te dar um beijo.
nossos rostos estavam praticamente colados, então. eu estava respirando cada vez mais rápido. ela encostou os lábios nos meus e me beijou. pensei que ia ser uma beijoquinha entre amigas, mas eu fechei os olhos e acabei recebendo um beijo ardente, apaixonado, sensual, molhado, delicioso... um beijo como homem nenhum havia me dado antes. senti um arrepio percorrendo meu corpo da cabeça aos pés. por uma fração de segundo ela parou para respirar. nós duas estávamos ofegantes. minha cabeça não sabia o que dizer, mas meu corpo falou mais alto:
- você gosta de mim? então me beija outra vez...
e veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo, que me fez contorcer o corpo de prazer. perdi completamente qualquer acanhamento. aqueles beijos haviam me abalado, sim, mas também havia me libertado da lembrança amarga de todos os namorados que eu tive. agora nos agarrávamos com paixão, nossos braços apertando o corpo uma da outra, e nossas bocas se apertando num frenesi de carinhos entre nossas línguas. ah, que coisa deliciosa! se parávamos de beijar para respirar, logo voltávamos, nossos olhos cerrados, meu espírito totalmente ao abandono do prazer. então ela encostou aqueles seus seios maravilhosos nos meus, e começou a esfregar os biquinhos enquanto nos beijávamos sem parar. entrei no ritmo dela e logo senti as duas com os biquinhos durinhos, bem empinadinhos e cheios de desejo. ela esfregava o corpo todo no meu, ela toda nua e eu ainda de calcinha, nossos sexos loucamente procurando contato. fiquei cada vez mais excitada, e senti que estava toda molhada em baixo. joguei a cabeça para trás e ela tirou momentaneamente a boca dela da minha para depois abocanhar suavemente o meu queixo e descer lambendo o meu pescoço até a curva do ombro. ela soprou no meu ouvido, sussurrou lá dentro alguma coisa que eu estava estonteada demais para entender, depois lambeu e mordiscou o lóbulo da orelha, bem de leve, muito suavemente... os lábios dela agora premiam meu pescoço e me chupavam com a sanha de uma vampira. ela continuava me beijando e chupando, agora os ombros, depois a parte de cima dos braços. abandonei-me totalmente às carícias dela. e aí ela desceu e foi me dando beijinhos e lambidelas nos meus seios, primeiro de um lado, depois do outro. meus biquinhos já estavam duríssimos, e ela esticou a pontinha da língua para passar neles como se fosse um pincel dando os últimos retoques numa obra-prima. aí os lábios apertaram um dos bicos, abriram-se e começaram a chupar meus seios. entreguei-me totalmente e com gosto à minha bela vampira, que me sugava com sofreguidão e me arrastava ao delicioso caminho da perdição... eu delirava e não tardou para que eu chegasse ao orgasmo, o primeiro de muitos que ainda viriam aquela noite...
gemi de prazer enquanto meu corpo se contorcia como uma cobra embriagada. aquelas mãos suaves apalpavam os meus seios, depois a palma das mãos estimulava meus biquinhos com movimentos circulares... e a língua dela não parou lá. foi descendo mais, percorrendo toda a linha do meu ventre, lambendo prazerosamente em volta e depois dentro do meu umbigo. ah, que cosquinha deliciosa... mas aonde ela estava indo? mais em baixo...? ela parou e me deu um beijo, depois um chupão em cima da minha calcinha, que estava toda encharcada. de repente, senti vergonha. ouvi outra vez aquela voz ligeiramente rouca, irresistivelmente sensual:
- a tua calcinha está todinha molhada. É melhor tirar. deixa que eu te ajudo...
ela foi me abaixando a calcinha, e eu relaxei as pernas para facilitar. com que facilidade eu estava me entregando para ela, a uma pessoa que eu mal conhecia, e... mulher ainda por cima! mulher... algo dentro de mim me dizia que aquilo era errado, que não estava certo uma mulher fazer aquilo a outra. mas era tão gostoso... jamais, jamais pensei que um dia estaria nua na cama com outra mulher, deixando que ela tirasse a minha calcinha, revelando a ela toda a minha intimidade, e ainda por cima querendo, desejando, implorando sem dizer palavra que ela me deliciasse mais e mais, sem parar... porque eu queria, sim, e como queria, ainda mais que ela viu minhas partes íntimas, lambeu seus próprios lábios e me sussurrou naquela voz rouca e doce:
- que xaninha linda você tem...
até então eu não gostava que falassem palavras feias, como os homens sempre fizeram comigo e eu achava tão grosseiro. mas desta vez era aquela mulher maravilhosa, aquela deusa de beleza e sensualidade chamando assim essas partes de que gosto mas que sempre evitei falar a respeito, e não me senti insultada. pelo contrário, senti-me desejada e amada, uma sensação já então quase esquecida... ela encostou a boca no meu monte todo peludinho e por um minuto pensei que ela fosse me fazer o que no fundo eu queria mas tinha vergonha de pedir. mas não, ela sorriu marotamente e se sentou sobre a cama, ergueu a minha perna direita e começou a beijá-la e chupá-la. senti um arrepio quando ela me chupou o dedão do pé e passou a língua entre os meus artelhos, e depois desceu pela planta do pé e panturrilha abaixo, sempre lambendo como uma criança chupando sorvete. fiquei excitadíssima quando ela me lambeu a dobra dos joelhos, um lugar que eu não sabia que era tão sensível. aí ela me levantou a outra perna e também me lambeu na dobra desse joelho. minha excitação crescia, eu já estava bem úmida, bem lubrificada... ela ficou sentada de frente para mim, segurou meus joelhos e dobrou minhas pernas para trás, encurvando o meu corpo até encostá-las nos meus seios. estava pronta, prontinha para me entregar completamente a ela, para o ato mais íntimo entre duas mulheres, e eu, que até então nunca tinha tido essa inclinação, agora estava ansiando pelo momento. ela me deu um beijo estranho num lugar inesperado, bem no meu ânus, e foi lambendo mais para cima até chegar à entrada da vagina. depois foi beijando meus lábios maiores já bem tufadinhos, alternando de um lado para outro e me deixando enlouquecida de desejo. tremi toda quando senti aquela língua acariciar meus lábios menores e subir até o clitóris. veio outro orgasmo, mais intenso e arrasador que o primeiro, e mal me recuperava dele quando senti aquela língua fustigando o meu clitóris como um chicotinho carinhoso, enquanto ela enfiava dois dedos na minha vagina, penetrando e retirando ritmicamente sem machucar, tocando-me a parede superior da abertura e perpetuando o meu prazer por mais... quanto tempo, meu deus? minutos? horas? nem sei... segurei a parte interna dos joelhos para abri bem as coxas e fiquei gemendo como um animal no cio, enquanto os dedos e a língua dela não me permitiam relaxar o ritmo. nunca havia sentido tanto prazer em toda a minha vida, o melhor dos namorados que eu tinha tido estava longe, muito longe de se comparar a essa vênus loira em termos de deleite sexual. quando paramos um minuto para tomarmos fôlego, estendi de novo as pernas e percorri com minhas mãos os lados do meu corpo, dos quadris até o busto, e comecei a acariciar meus próprios seios. a m. se deitou de bruços na minha frente, pôs as duas mãos na parte interna das minhas coxas e com os polegares ficou afastando delicadamente os meus lábios maiores.
- tua bocetinha é tão deliciosa, meu amor...
e se pôs a me chupar e lamber novamente, com todo aquele toque mágico dela, me levando outra vez às raias da loucura do prazer. ela me chamou de "meu amor"... e eu estava gostando, gostando muito... e o palavreado vulgar dela, era tão... bom de ouvir! meu deus, o que estava acontecendo comigo? vamos parar antes que seja tarde demais? mas eu não queria parar, eu queria mais, mais, mais - eu queria que ela não parasse de me chupar, lamber, deliciar a minha vagi... não, a minha xana, a minha cona, a minha perereca, a minha xoxota, a minha bocetinha!! eu tinha que dizer a ela o que eu queria, de soltar meu desejo reprimido -
- não pára, não pára... continua me chupando... chupa, chupa, chupa minha bocetinha...!
não sei se foi impressão, um sinal de minha própria liberação ou se provoquei uma maior excitação na samara, mas senti que ela passou então a me chupar com mais vontade, mais ânsia, mais desejo... que coisa mais gostosa, ai, eu me contorcia toda, me contraía da cintura para baixo, e ela acelerou o ritmo das carícias. gozei, gozei novamente, e mais outra vez... aaii... que loucura... se eu tinha antes algum receio de transar com uma mulher, agora a hesitação se dissipava e dava lugar à fome, à sede, à sanha pelo prazer, uma sensação que me fez esquecer por completo que existia mais de um sexo sobre a terra. ahnnn...
de repente, enquanto eu ficava num delicioso devaneio, ela foi subindo com a boca, da minha bocetinha até o umbigo, e depois aos meus peitinhos. era tão gostoso sentir a pele dela roçar na minha... ela subiu sobre mim e me beijou outra vez, aquele beijo profundo e lambuzado, cheio de tesão, que nunca ninguém soube me dar... ela se abraçou a mim e começou a se esfregar, os biquinhos dos seios dela contra os meus, a xana dela contra a minha... nossas pernas se cruzaram como num x atravessado, e nossas bocetinhas se roçaram gostoso, depois os moranguinhos... ah, que delícia, era como se ela estivesse me possuindo - não, me comendo, me fodendo gostoso como um homem faria se tivesse o que não tem: o dom de me dar prazer, de satisfazer meus desejos... ficamos assim algum tempo, agarradas uma à outra, nos beijando e esfregando sempre, de vez em quando rolando nossos corpos para que eu ficasse em cima, depois em baixo de novo... de repente, senti que a m. estava gozando, o que me deixou com mais tesão ainda. meu gozo chegou um pouco mais tarde que o dela, mas foi a primeira vez juntas: com o tempo iríamos aprender a gozar simultaneamente, naquela hora ainda era cedo para tanta proeza...
meu deus, gozei com uma mulher e fiz ela gozar, também... o gostinho de melado passava de uma para outra e me deixava de pernas bambas. ainda em cima de mim, ela me beijou outra vez, enfiou a língua mais fundo, explorou todos os recantos da minha boca. acariciou o meu rosto, fitou-me bem nos olhos e murmurou, visivelmente abalada:
- agora é minha vez. também quero. eu quero...! me chupa, me chupa toda, todinha...
eu estava deitada, com a cabeça sobre o travesseiro, e ela levantou um pouco o corpo, ajoelhou-se em torno da minha barriguinha e encostou aqueles belos seios na minha boca. eu não sabia bem o que fazer... nada disso, sabia muito bem, sim, sabia que tinha que lamber aqueles bicos saltados, abocanhar aquela aréola intumescida e chupar, chupar, chupar aqueles peitos deliciosos, sugar, sorver, mamar... foi o que eu fiz, premendo meus lábios num dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. minha outra mão desceu instintivamente para a minha xana, e ficou massageando lá por uns instantes, até que ela agarrou meus dedos e os aplicou contra sua própria xoxota. era a primeira vez que fazia isso, e deixei-me guiar pelo meu instinto, repetindo mais ou menos as carícias que ela havia me feito. enquanto eu chupava aqueles peitos, ela gemia de prazer e obrigava a minha mão a bolinar aquela bocetinha depilada. ela teve um espasmo e levou os meus dedos que estavam na xana molhada até a boca, e começou a chupar os dedos lambuzados como se fosse um picolé. eu não via mais nada, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me obrigando a descer pelo meio do corpo, na linha vertical do umbigo, mais e mais, fazendo-me beijar e lamber a cada passo. finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. as pernas abertas deixavam escancarada uma racha estupenda, com aqueles lábios maiores tão carnudos e lisinhos, e encimada por um tufo de sedosos pelinhos dourados. ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, tufadinha, com o grelinho inchado e vermelho. ela arfava de expectativa, qualquer carinho agora iria lhe desencadear uma avalanche de prazeres. o próximo movimento daquele jogo era meu.
- ai, chupa, chupa minha boceta, meu amor, chupa... também quero gozar...
era um lamento, um misto de súplica e provocação, entrecortado de suspiros e gemidos. eu também respirava depressa, toda excitada e desejosa de satisfazê-la. novamente fui guiada pela minha intuição feminina, e fiz nela todos os movimentos que senti que iam lhe dar prazer, uma imitação ainda amadorística dos carinhos que ela havia me feito. não esqueci, a provocação é que nos dá aquele "frisson" delicioso, o frêmito que vai escalando até o momento do orgasmo. passei ambos os braços em volta das coxas dela, e fiquei massageando-lhe a virilha com os polegares. como ela havia feito comigo, fiz que ia chupá-la, depois recuei, e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro como se fosse uma borboleta, para depois enfim lamber de frente os lábios menores. depois de algum tempo, minha língua chegava ao final de sua peregrinação sagrada, para penetrar atrevidamente no santo dos santos daquele templo do prazer.
- isso, meu amor... assim...
e aí, quando massageei aquele moranguinho delicioso com a pontinha da minha língua, vi todo aquele corpo maravilhoso de deusa trepidar, como que colhida por um terremoto, estirando-se para trás em movimentos espasmódicos. aquela boceta saborosa tremia na minha boca, toda inchada e corada, secretando mais e mais os sucos íntimos dela, o grelinho todo vermelho, quase roxo. as aréolas dos seios estavam enormes, túrgidas, e os biquinhos saltados ao máximo. ela não gemia mais, agora gritava feito uma louca, com o rosto todo corado, quase vermelho. e outra novidade para mim naquela noite cheia de surpresas: eu não sabia que a visão de uma mulher - vale dizer, uma mulher lindíssima - contorcendo-se de gozo, um gozo que eu havia causado, iria me deixar excitada, cheia de tesão, a ponto de eu mesma sentir um orgasmo logo em seguida, sem qualquer outro estímulo. ela "apagou" um instante e depois virou o corpo, e começou a me chupar também. nem deu tempo de me recuperar daquele clímax, as lambidas e chupadas dela na minha bocetinha me fizeram gozar mais uma vez, e outra e mais outra. ela estava com as coxas em volta da minha cabeça e eu apalpei aquela bunda arrasadora, afastei os lábios maiores com os dedos e continuei chupando a xoxota dela. eu já havia transado naquela posição de "69" antes, mas foi com um homem, e eu ficava por cima dele chupando pica enquanto ele me lambia a xana. agora eu estava por baixo, e só se chupava boceta - sem pressa nem pressão, carinhosamente, intensamente, deliciosamente... hummmm, que coisa mais gostosa... assim era muito melhor... enquanto a minha bocetinha se submetia à língua gulosa dela, eu percorria a xoxota dela com a minha língua, de alto a baixo e subindo de novo, do grelinho até o espaço entre a fenda e o cuzinho. (não, aquela vez eu não lambi o rabinho dela, isso ficaria para o nosso encontro seguinte...) gozamos de novo, alternadamente, ainda sem sincronismo. como era delicioso sentir aquele corpo escultural vibrando e se contraindo de gozo em cima de mim... ai...
depois de mais uma descansada, uma em cima da outra, ela se virou e me beijou longamente. ficamos nos acariciando e sorrindo uma para a outra, como duas amantes de caso antigo.
- eu gosto muito de você, muito mesmo.
- também gosto de você, sâmara. eu nunca, nunca pensei que um dia...
- ... fosse ficar de pernas abertas para outra mulher? pois só diga nunca para uma coisa: que nunca mais você vai ser abusada à força por um canalha daqueles.
ela me acariciou e beijou outra vez, agora um beijo de amizade e ternura mais que de desejo. eu estava de bruços e ela deitada de costas. as mãos dela corriam pelas minhas costas como uma aranhinha apressada, e detiveram-se em carinhos num ponto muito sensível do meu corpo, na parte de baixo da espinha, logo acima do bumbum. ela tinha razão, eu jurei para mim mesma que nunca mais cederia à sanha de um homem contra a minha vontade.
- ainda está doendo, amor, onde ele te forçou? tadinha...
não, a dor tinha passado, os últimos deliciosos momentos que passamos juntos tinham me feito tão bem, e já não sentia mais aquela dor no... mas o que ela estava fazendo, colocando os braços em volta do meu bumbum? ela encostou o rosto e lentamente começou a beijá-lo. olhei para trás e vi a língua dela percorrendo toda a curvatura da minha bundinha.
- pobrezinha, eu vou te passar um remédio para aliviar...
remédio? mas ela não pegou nenhuma pomada ou bálsamo, apenas ficou me lambendo, agora com a língua perigosamente perto do meu rabicozinho. não, ela não vai me... ou será? ela começou a me beijar e a lamber em volta, depois me deu um beijo bem certeiro. então ela me deu uma soprada e o meu rabinho sentiu que devia deixar cair todas as barreiras. a língua dela me tocou de leve, obviamente tentando entrar onde eu dizia não querer...
- não, não faz assim, aí não... aí não...
e naquele exato momento me veio de novo aquele maremoto de prazer. era tão gostoso sentir a língua dela deliciando o meu cuzinho! comecei a tremer outra vez, entrando em convulsões da cintura para baixo. gemi, gritei, berrei... não queria que aquilo acabasse, queria mais e mais...
- não... não pára, continua... mais... mais..."
o maremoto continuava, aquelas ondas gigantescas me varrendo uma depois da outra. os dedos dela brincavam com a minha bocetinha outra vez, e a língua vasculhava fundo o meu cuzinho. ai, que delícia, que prazer incrível! gozei de subir pelas paredes, fiquei me esfregando naqueles deliciosos lençóis de seda, com a cabeça já no sétimo céu... eu gemia, chorava de prazer... e aí, de repente, sem aviso, a samara. como que entrou em transe, começou a arfar e a gemer e caiu em cima de mim, sobre as minhas costas, também aos prantos, também tremendo em convulsões. ela tinha gozado como eu gozei antes, sem se tocar, só de ver a parceira gozar também.
quanto tempo mais ficamos assim, abraçadas? eu estava totalmente esgotada. adormecemos assim, ela sobre minhas costas. acordamos na manhã seguinte, com a luz do sol entrando pela janela. abri os olhos e vi aquele anjo abraçado em mim, sorrindo.
- você está arrependida?
- claro que não, e você?
- só de não nos termos conhecido antes.
e aí eu percebi que estava apaixonada, total e incondicionalmente enamorada. e por uma mulher, que me deu o que não tive de homem algum: amor, carinho e prazer. deixei de lado todos os preconceitos que tinha antes. alias, um dia depois de casada e bem por sinal com o meu macho gostoso, mostrei para ela como é bom ter um macho bem gostoso que saiba tratar uma mulher como ele faz!!
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Comi minha tia

Eu confesso que comi minha tia no carnaval .

Eu tinha acabado de chegar de São Paulo em Natal e ela do Piauí para curtir com a familha aqui . Ela sinceramente é um pouco gordinha , mas que peitões e que bundão que ela tinha meu deus quando olhava ela eu pirava ela era bem bonita também isso também causava a minha excitação as vezes quando eu via ela . Ela é casada e tem dois filhos e tinha ficado lá na minha vó (onde es também estava ficando) e o
marido dela não tinha ido . A gente tinha ido em uma praia e todo mundo tava cansado mesmo assim ai tinha um churrasco la em baixo . Minha tia foi tomar banho com o filho dela . Eu tinha muitas fantasias com ela pois nossa ela mesmo sendo gordinha era muito gostosa . Mas prosseguindo todo mundo tava la em baixo e minha tia tomando banho la encima (na casa) eu fui lá e fiquei um pouco apreensivo de entrar até que chegou um momento não muito tempo que fui e entrei no banheiro e disse "Posso tomar banho com vocês ?" ela disse sem nenhuma malícia "pode" . Eu fui lá e comecei a tomar banho normal , quando o filho dela que ainda era pequeno tinha seus 4 anos saiu do banho. Deixei cair o sabão no chão de propósito e nisso mexi na buceta dela , se levantei e comecei a passar a mão na bunda dela quando falei "Vamos transar" já de cara (minha tia era bem liberal então pra ela , eu acho que isso não foi estranho ) ela me respondeu "Não , eles vão nos ouvir " eu não ligando para isso , fui atrás dela abri bem a bunda dela e comecei a olhar , logo passei pra frente e comecei a chupa-la e ela gemendo bem baixo de tesão , depois não podendo demorar muito no banho senão iriam desconfiar pedi pra ela ficar de 4 ela ficou , e comecei a enfiar meu pau nela não é muito grande 17cm mais dava pro gasto ela olhava pra mim com muito tesão e já gemendo um pouquinho mais alto depois , ela montou em mim e começamos a fazer mais sexo , Depois disso saímos do banho eu já vestido para não desconfiarem (na minha vó eu saio muito por que conheço uma galera de gente por lá , então não desconfiariam), continuamos normal no resto das férias eu ainda com desejo dela. Espero que nós vamos qualquer um dia para minha vó de novo e ela esteja lá para repetir a 'dose' , Minha tia ainda é bem nova tem seus 28 a 34 anos por aí . Mas que férias sensacionais foram .
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casal maravilhosos


Qual não fora sua surpresa quando Sara a convidou para subir ao quarto junto a ela e seu marido. Débora ficara sem reação, boquiaberta. Haviam terminado o delicioso jantar, com uma exótica receita à base de ostras e um vinho do Porto que já fazia o efeito pretendido pela anfitriã. Os três amigos já estavam mais soltos e, como por acaso, a conversa havia entrado em assuntos da intimidade do casal, que se abria cada vez mais com Débora. Os olhos dela brilhavam e seu sorriso denunciava a excitação.

Mas jamais havia imaginado que Sara fosse propor algo assim. Lógico que já tinha pensado na possibilidade. Sara havia sido sua colega de faculdade, por quem ela chegou a sentir-se atraída. Coisas da juventude. E Carlos havia sido seu namorado em uma época distante. Hoje estavam os três reunidos, como que por ironia e capricho do destino. E Sara estava animada com a possibilidade, tascando beijos ardentes em Carlos enquanto contavam suas experiências inusitadas. Em algum momento, ela sacou seu sutiã, tirando-o pelo decote soltando um ar aliviado. Seus seios eram pequenos, mas firmes, e já demonstravam que ela estava pronta para esta nova aventura com sua amiga.

Débora, esquivava, sorria, corava as bochechas. Escondia-se olhando para baixo e levando as mãos ao rosto. Tinha para si que talvez não fosse boa ideia terminar aquela noite do jeito que Sara esperava. Seus sentimentos estavam confusos, não sabendo se por causa do tempo passado ou do vinho. Estava com medo. Medo de apaixonar-se perdidamente, como havia feito em seu último relacionamento que tanto a fez sofrer. E agora, suas possibilidades eram em dobro, pois poderia apaixonar-se por qualquer um de seus amigos. E o sofrimento era certo, pois que, sem dúvidas, não havia espaço para ela naquele feliz casal.

Carlos mais sorria simpaticamente do que qualquer outra coisa. Débora percebeu que ele estava deixando o protagonismo da sedução com Sara. Provavelmente por respeito. Ele sempre fora um cavalheiro. E Sara sempre esse poço de luxúria. Ela falava com Débora enquanto debruçava-se sobre seu marido, desabotoando sua camisa, esfregando-se em sua perna. Mordia os lábios e ria. Débora se consumia na dúvida. Olhava aquele peitoral forte de Carlos, as mãos delicadas de Sara, e sofria. Não queria passar por tudo aquilo novamente, toda aquela dor da perda, aquele sentimento de vazio e de insignificância. Mas, aquelas mãos… aquele peitoral…

Sara, não continha-se mais. Agora Carlos já a acariciava por baixo da saia. Ela jogou suas duas pernas sobre a mesa, com seus sapatos de salto-alto finos e pôs a cabeça para trás. Ele masturbou sua mulher com tanta vontade e técnica que podia ouvir-se. Débora já começara a tocar seu próprio corpo, como que querendo segurar aquelas sensações que a clamavam a cometer uma loucura. Carlos abriu sua braguilha sacando seu pênis já ereto. Levantou-se e colocou-o à boca de Sara, que sugou o membro de seu marido com voracidade. Os olhos de Débora brilhavam, não só pela lembrança do caloroso pênis de Carlos, como pela imagem da habilidosa boca de Sara.

Sara levantou-se e, puxando o marido pelas mãos, foi subindo as escadas e jogando seu vestido pelo caminho. Ao segundo degrau parou, chamou a amiga e então continuou. Carlos foi atrás. Débora não estava segura. Pensou em tudo que passara nos últimos tempos e em sua amizade com eles… Mas pensou rápido, pois logo sua mente foi tomada por aquela imagem da talentosa chupada, do membro rijo e venoso. Subiu decidida, e encontrou Carlos já retribuindo o sexo oral em Sara. Ela estava de quatro à cama, agarrada a um travesseiro, enquanto ele, nu, exibindo um corpo saudável e bonito, perdia o rosto em meio à sua bunda.

Quando Sara gozou gemendo alto e demorado, olhou para Débora ofegante, virou-se de lado batendo a mão ao colchão. Débora despiu-se lentamente enquanto ambos a olhavam. O pênis de Carlos latejava e ele esfregava uma punheta vez ou outra enquanto as peças de roupa iam caindo. Débora deitou-se ao lado de Sara e elas se beijaram. Ela já estava totalmente entregue, sem sentir mais medo. Sara olhou-a e pediu delicadamente para deixar seu marido satisfazer-se com ela. Ela sorriu e, enquanto Carlos a penetrou ávido por trás, sugou os seios joviais, quase adolescentes, de sua amiga. Elas acariciaram-se passionalmente seus clitóris e olhavam-se fixamente. Quando Carlos finalmente ia gozar e Débora sentia seu pênis engrandecido entrar e sair com mais ferocidade, sacou-o, segurando com toda sua força e montou sobre as duas amigas, jorrando seu gozo quente enquanto elas se beijavam. Não houve receio ou medo, apenas orgasmos que levaram a um sono profundo. O que Débora sentiria no dia seguinte não importava. Seria um problema para eles somente amanhã.
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Telma e seu maravilhoso rabo.

Meu nome é Aureliano, tenho 40 anos, sou solteiro (xoxoteiro) e moro na fantástica Belo Horizonte. Durante meses dividi um pequeno apartamento no centro da cidade com um amigo, o Vítor, que era gerente de um banco. Mas essa divisão era um saco, vocês sabem como é, quando um estava com mulher, o outro tinha que ficar esperando lá fora para não atrapalhar a trepada.
Vitor começou a ganhar bem e decidiu mudar para outro apartamento no andar de cima. Eu fiquei sozinho no meu apê para levar mulher quando quisesse.
Um dia combinamos de entornar umas cervas e caçar uma buças. Fazia duas semanas que não dava uma trepada. Estava trabalhando muito e nem punheta eu tinha tempo de bater.
Eu estava esperando ele lá embaixo, dando um tempo. De repente, uma garota desceu do táxi e veio em direção à portaria. Achei que era visita, mas não! Ela morava lá no prédio mesmo, pois vinha com a chave balançando nos dedos. Ela me olhou nos olhos e eu me arrepiei. Devia ter uns 30 anos. Não era muito bonita de cara, mas quando ficou de costas, vislumbrei sua atraente bunda. Uma beleza! Até salivei. Eu adorava uma bela e saliente bunda. Ops! Até parece que só eu gosto de bunda, cerca de 50 milhões de brasileiros dividem esse gosto comigo. E aquela bunda deve ter virado a cabeça de muita gente.
Enfim, ela pegou o elevador e subiu até o quarto andar. Nunca tinha visto uma mulher assim no prédio, mas a imagem daquela bunda sumindo atrás da porta do elevador tomou conta da minha cabeça. Era redonda, arrebitada e firme. O tecido do vestido moldava esse presente da natureza. Fiquei amarradão no rebolado... Tesudo mesmo. Em outras palavras, me apaixonei doidamente por ela, digo, pela bunda dela, porque o rosto nem era muito bonito.
Quando Vitor desceu, comentei o fato, mas ele não a conhecia nenhuma bunda estonteante que morasse no quarto andar. Saímos. Tomamos umas cervas, papeamos sobre mulher, futebol, mulher, política, mulher,emprego mulher e acabamos não faturando nenhuma xota salvadora. De volta pra casa, fiquei rolando na cama. Pensei tanto naquela bunda que acabei batendo uma punheta arrasadora.
Na semana seguinte teve uma festinha no sexto andar. Vítor e eu fomos convidados. Ele morava no nono e eu no oitavo. O apartamento da festa era de frente e bem maior que o nosso, portanto cabia um pouco mais de gente. Pra minha surpresa, aquela bunda, digo, a dona daquela bunda, estava lá, usando uma calça jeans justa e uma camiseta que moldava seus peitinhos pequenos que se mexiam sem sutiã.
Mostrei-a para o Vitor. Ele achou legal, mas preferia as peitudas. Logo saiu à caça de uma morena que estava sentada no braço do sofá. Era uma velha amiga. Eu fiquei ali secando a bunda andando pra lá e pra cá. Eu estava nervoso. Aquela mulher passou duas vezes com uma taça de vinho e me secou. Na terceira vez ela sorriu e me ofereceu um gole de vinho branco.
-        Puxa, você sabe o que eu gosto! - eu disse a ela.
-        Sim. Já percebi do que você gosta.
Então, ainda meio nervoso, aproveitei a chance, entrei com meu papo mole:
-        Meu nome é Aureliano. Você é a mais linda desta festa.
Ela me olhou desconfiada e disse:
-        Meu nome é Telma. Não seja xavequeiro, Aureliano. Você quis dizer simpática, não é? Tenho trinta e cinco anos e sei muito bem o que os homens acham lindo em mim.
Então ela inclinou-se para cumprimentar alguém e eu olhei sua bunda empinada. Fiquei perdido de tesão, distraído, admirando aquele rabo e ela me pegou no flagra. Disfarcei, mas meu cacete me entregou de bandeja. Ela viu minha situação e disse:
-        Puxa, o que aconteceu aí embaixo?
-        Desculpe-me, mas teu corpo me deixa tesudo!
Ela ouviu timidamente e completou:
-        Também sinto algo por você, sabe? Esse seu jeitinho tímido!
Eu engasguei, mas, mesmo meio atrapalhado, convidei-a a ir até a cozinha pegar dois copos de uísque. O meu era duplo e com gelo.
Peguei-a pelo braço, olhei em seus olhos e disse:
-        Pois é, Telma. Não posso negar que estou a fim de você. Mas deve ter uma centena de caras com essa mesma intenção!
Rapidamente ela respondeu:
-        Sim, mas dessa centena eu escolho apenas um que me agrada, sabia?
Engoli seco e respondi:
-        E quem é o felizardo?
-        Era! Estou com ele nesta festa e estou querendo dispensá-lo de uma vez por todas. Ele não passa de um mulherengo cretino, sabe? Você pode me ajudar?
Rapidamente Telma me levou até o sofá e lá tinha um cara maduro bonitão papeando com uma jovem mulata impressionante. Telma olhou pra cara e disse:
-        Você está bem acompanhado e eu já tenho companhia para me levar para casa. Não me procure mais. Adeusinho!
O cara não disse nada. E ela saiu de braço dado comigo.
No elevador ela riu e disse:
-        Vamos para o oitavo ou quarto andar?
-        Bem... Acho que...
-        Vamos para o quarto... Do meu apê, Ok?
Qualquer lugar estava bom pra mim. Afinal, tudo o que eu queria naquela hora era estar com Telma.
Descemos para o apartamento dela pela escada. Foram só dois lances de escada. Ela calçava sandálias. Observei seus pezinhos pequenos e bonitos. Unhas pintadas de rosa. Verdade seja dita: do pescoço pra baixo Telma era um tesão.
Entramos em seu apê. Ela preparou dois uísques e sentamos lado a lado no sofá. Não resisti sua gostosura e comecei a beijá-la. Segurei-a pela cintura, passei a mão pelas ancas e acariciei sua esférica protuberância glútea (em outras palavras: sua bunda redonda). Telma levantou-se rápido e disse:
-        Aquele cara vive dando em cima das garotas de 20 anos. Diz que estou velha e cheia de celulite. O que você acha?
Ela desabotoou a calça e a abaixou. Apenas uma minúscula calcinha cobria as belas nádegas daquela mulher. Fiquei de boca aberta vendo aquele presente. Ela virou a bunda pra mim, baixou a calcinha e arrebitou. Quase desmaiei.
Que bunda magnífica. Linda! Perfeita! Pulei nela. Rasguei o resto da calcinha. Beijei-lhe as nádegas como um louco. Mordi. Apertei. Lambi, babei. Uivei como um cachorro! Entreguei-me àquele esplendoroso monumento da natureza. Ainda tonto, gemi:
-        Sabe Telma? Prefiro você a qualquer garota de 20 anos.
Ela sorriu, ajoelhou-se no sofá e eu beijei-lhe as costas o pescoço, as orelhas e apalpando os seios pequenos (cabiam na palma da mão). Só parei o trato para tirar as roupas. Enquanto isso, Telma se deitou de bruços. Meu coração disparou.
De repente eu estava de cacete duro em frente à bunda mais linda que eu já tinha visto na vida. Ajoelhei e abri suavemente aquelas duas bandas. Ai, só de pensar que eu ia gozar dentro daquele cu, tremi e me arrepiei todo. Uma semana sem bater uma. Mantive as nádegas abertas com as duas mãos e fui mirando o cacete, já pingando, naquele buraquinho tão sonhado.
A pontinha do cacete estava toda melada. Encostei-a no cuzinho quente. Telma gemeu e empurrou a bunda para trás. A cabeça entrou. Senti a rosquinha abrindo e o cacete passando suavemente. Quase desmaiei de prazer. Que delícia! Que loucura! Fiquei olhando o buraquinho me engolindo vagarosamente.
Quando já tinha entrado mais da metade, deitei em cima dela, ajeitei e o resto do cacete afundou suavemente. Não era um cuzinho apertado de garotas de 20 anos. E eu nem me importava com isso. Para mim estava uma delícia.
Telma se contorcia como uma gatinha. Ela gemeu:
-        Nunca ninguém me comeu com tanto carinho. Goza em mim.
Então ela movimentou a bunda como se estivesse me fodendo com o cu. Fiquei parado apreciando. Ela fazia tudo. Meu cacete deslizava em seu reto sob seu controle. Meu tesão era tanto que com apenas alguns movimentos dela eu comecei a ejacular. Eu urrava e ejaculava. Urrava e ejaculava. Nunca tinha sentido um prazer assim. Telma se rebolava e gemia ao sentir os jatos de porra quente.
Caras! Gozei tanto que pensei ter morrido. De repente me senti vivo de novo e tão tesudo quanto antes. Não tirei o cacete de dentro. A emoção de estar deitado em cima daquela bunda era tanta que meu cacete permanecia duro. Telma ainda remexia as nádegas e gemia. Aproveitei o clima e comecei um vaivém suave naquele cu. Agora eu é que estava fodendo. Eu controlava os movimentos. Era tão gostoso que em poucos minutos comecei a ejacular fartamente. Urrei, apertei seus peitos, mordi seu pescoço e quase morri de novo. Telma gostou, mas não gozou. Depois de um tempo, ela afastou a bunda com carinho e meu cacete pulou fora... Muito a contragosto. Telma virou-se de frente e disse que queria dormir comigo abraçadinha como namorados.
Claro que viramos namorados e somos até hoje. Ela está com 40 anos e eu com 45. Adoro essa mulher. Se ela não tem um rosto lindo, tem celulite ou não é mais apertadinha, não importa. Eu quero essa mulher assim mesmo pelo tempo que a vida durar!
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Maravilhosas priminhas..

oi.. vou relatar aqui .. umas experiencia inexquecivel que aconteceu comigo.. e minhas primas.. Tenho 19 anos, sou moreno, 1.81m, 19 cm. Minhas primas, que aqui vou chama-las de Amanda e Maria, sao duas gatas. Quando isso aconteceu, eu tinha 16 anos, e Amanda e Maria tinham 17 e 16 anos respectivamente. Amanda tem mais ou menos 1.63 de altura, uns peitinhos medios lindo e macios, uma bunda gostosa. Maria é muito gata, ela tem 1.70, branca, uns peitinhos maravilhosos e uma bunda de dar inveja a dançaria do Tchan, a cinturinha entao nem se fala. Bom, vamos ao que interessa. Certo dia meu pais tinham viajado, e eu estava sozinho em casa. Eu e minhas primas nos iriamos sair. Amanda tinha almoçado la em casa nesse dia, ja que ela mora longe, e isso iria adiantar as coisas. Ela deitou na minha cama para dormir um pouco, e eu fiquei usando o computador. Amanda nesse dia tava com uma saiazinha e uma businha que valorizam os seus peitos. Estava la mechendo no computador ja a um tempo, esperam que Maria chegasse para que eu acordasse Amanda para sairmos. Foi nessa hora que eu olhei para a cama, e vi a calcinha de Amanda aparecedo. Ela estava deitada de bruços, e com as roladas que ela deu enquanto dormia, o lençol saiu de cima dela deixando tudo a mostra. Aquilo me deixou com o maior tesão, minhas primas sao gostosas e eu sempre tive um tesao por elas. ME aproximei, com medo de ela acordar, e aquela sensação de fazer algo proibido so me deixava com mais tesao ainda. Fui me aproximando com cuidado para nao acorda-la. Mexi um pouco nela para ver se estava dormindo e se realmente tinha um sono pesado. Sorte, ela nao acordou. Entao comecei a ousar mais e puxei a calcinha dela pro lado. Foi ai que revelou-se aquela bocetinha linda com pelinhos ralos. Cada vez mais estava com mais tesão. Comecei a passar os dedos em cima de seus labios e com muito cuidado comecei a enfiar o dedo nela. Ela gemeu. Fiquei paralizado. Olhei para a sua cara, ela ainda dormia. Continuei fazendo aquilo. Ela gemeu de novo, com medo de acordá-la parei. Foi ai que veio minha surpresa: minha prima acorda olha pra mim e pergunta: "Porque parou". No inicio fiquei sem reação. Mas logo depois fui pra cima dela e dei um baita de um beijo nela, enquanto tocava sua bocetinha ja molhada. Estavamos naquilo quando derrepente a porta se abre. Era Maria. Eu tinha esquecido de trancar a porta da frente e ela tinha entrado. Por um momento paralisamos, mas foi ai que veio a segunda surpresa, Maria perguntou: "Opa, posso entrar na brincadeira?". Pronto, naquele momento eu sabia que eu teria uma tarde inesquecivel, princiapalmente depois de descobrir que Amanda e Maria ja haviam transado antes. Maria entrou, estava com um shorts que valorizava ainda mais aquela bunda maravilhosa e um top. Ela entrou no quarto e foi logo me beijando tb, enquanto metia a mao por cima do meu short, a essa altura com o volume enorme enquanto Amanda ficava nos olhando. Joguei Maria na cama, arranque9i seu tope e comecei a mamar naqueles peitos, enquanto Amanda mamava no meu pau. Depois subi em cima de Maria, passei minhas pernas por cima de seu peito e dei meu pau pra ela chupar, enquanto isso amanda Tirou toda a sua roupa, E de maria, e caiu de boca da boceta de maria, que gemia bastante, mas um gemido abafado pelo meu pau que estava enfiado ate na sua garganta. Avisei que ia gozar, e esporrei tudinho na boca de Maria. Sai de cima de Maria, e rapidamente ja estava em ponto de bala de novo, pois as duas começaram um 69 incrivel. Deitei e pedi Para que Amanda subisse em cima de mim, ela sentou no meu cacete engolindo ele todinho com sua boceta. Enquanto isso Maria colocou aquela boceta na minha cara, ficando de frente para Amanda. Enquanto eu lambia seu grelinho, ela chupava os peitos de Amanda. Depois foi a vez de Maria. Ele ficou de quatro e eu entrei por traz, enquanto ela chupava a boceta de Amanda. Eu socava aquela boceta com força e depois de alguns minutos anunciei que ia gozar, as duas se deitaram e eu esporrei tudinho em suas caras.
Maria aproveitou minha porra e começou a lubrificar o rabo de Amanda com a lingua. Amanda ficou de quatro e pediu pra eu arrombar seu cu. Eu comecei a enfiar devagar pra nao machuca-la, começando um vai e vem devagar e logo aumentando o ritimo. Maria deitou-se por baixo de Amanda, em posição de 69. Aquilo foi uma loucura. Trocamos varias vezes de posição e fizemos aquilo durante muito tempo. Mais tarde fomos tomar banho, mas como o banheiro e muito pequeno, so cabiam as duas eu fiquei olhando elas tomarem banho, se esfregando, se chupando, nao aguentei e comecei a bater uma. não deu outra, começamos a fazer tudo de novo dentro do banheiro. Acabou que nem saimos mais, elas dormiram ali em casa mesmo, e fizemos sexo e mais sexo ate de manha. no outro dia elas foram para suas casa, pois nao podiamos dar bandeira. Meus pais demoram mais uns 3 dias pra chegar, e transamos direto durante esses dias. Ate chamei um amigo pra fazer uma festa bacana, mas isso ja e outro conto...
 





   
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Loirinha, tarada e gostosa....

Eu trabalhava de representante comercial em uma empresa da capital e constantemente viajava para o interior de Sao Paulo.Dentre os funcionarios da empresa, formada basicamente por homens, se destacavam algumas mulheres que trabalhavam no setor de Telemarketing. Eram aproximadamente 15 meninas que atendiam aos pedidos de clientes. Havia muitas meninas gostosas nesse setor, porém uma se destacava pela beleza e corpo exuberantes.Tratava-se de Débora uma loirinha linda de 18 aninhos, olhos azuis , 1.70m e que possuia cabelos longos e lisos,era mignon com seios pontudos, super bronzeada, e um bumbum fantástico que por ser arrebitado era objeto de desejo de todos os homens que trabalhavam ali.Frequentemente era cantada por algum engraçadinho, o que era educadamente repelido pela princesa. Eu somente observava, babando de tesão, porém ficava na minha. Confesso que fiquei de pau duro várias vezes e , percebi que a garota varias vezes sorria maliciosamente ao deparar com aquela ereçao que eu inultimente tentava esconder.Muitas vezes tive que ir ao banheiro masturbar-me para aliviar aquele tesão.
A loirinha não tinha namorado, e aproveitando desse fato fui nutrindo uma certa esperança de um dia comer aquela ninfetinha. Esperança essa, aumentada pelo fato dela, sempre convidar-me para almoçar junto, embora com outras meninas. A nossa intimidade foi aumentado a ponto de falar algumas sacanagens, quando não tinha ninguem perto. Dizia coisas como: Pernas lindas, decote provocante e que tal calça a deixava mais gostosa.Ela ria encabulada e me chamava de tarado...
Numa certa ocasião, após um mes de vendas fantásticas e de metas cumpridas, fomos agraciados pelo depto comercial com um churrasco em uma linda chácara . O churrasco ia ser no sabado á tarde e na sexta-feira como eu estava em Jundiai, Debora me ligou no celular p/ confirmar á minha ida, o que fiz de pronto, imediatamente perguntou se eu poderia dar uma carona para ela e uma amiga sua que a acompanharia. Concordei de imediato antevendo a possibilidade de ter aquela safadinha na minha cama, e ao pensar nisto meu membro deu um salto. Combinei que passaria em sua casa e no dia e horário combinado estava tocando a campainha da sua residencia. Após alguns segundos, que me pareceu uma eternidade Debora surgiu na porta vestindo um shortinho curtinho e uma miniblusa que mal cobria aqueles seios redondos, fiquei embascado ao deparar com aquelas coxas bronzeadas com os pelinhos dourados reluzindo no sol. Cumprimentou-me efusivamente, com um beijo e convidou-me para entrar enquanto trocava de roupa. Sentei-me no sofá, imaginando se tinha alguém em casa e Debora logo leu meus pensamentos se apressando a dizer que seus pais tinham viajado.Quase nao acreditei, tinha tirado a sorte grande, pois ficaria sozinho com aquela safadinha que eu sonhava foder a bucetinha. Debora foi ao quarto pegar suas roupas e quando voltou percebeu meu grau de excitação, logo veio em minha direçao onde pude constatar que ela também estava excitadissima, com os biquinhos dos seios espetando a miniblusa. Beijamos-nos demoradamente e delicadamente, desfrutando daquele momento mágico.Sentia através daquele beijo todo o tesão que emanava daquele corpo escultural. Em seguida levantei a sua blusa, e a visào que tive me deixou com um tesao incrivel:um par de seios medios, durinhos e empinadinhos que eu chupava e mordiscava alternadamente, passava a lingua em volta dos mamilos que levavam a loirinha á loucura.Fui descendo com a lingua pela barriguinha, deixando-a toda arrepiadinha, fui tirando seu shortinho, deixando-a somente com uma calcinha cavada, enfiada naquele bumbum delicioso emoldurado com uma marquinha de biquini .Pedi que ficasse de bruços no sofá, colocando uma almofada embaixo da barriga deixando-o arrebitado para as minhas investidas, em seguida enfiei delicadamente um dedo na sua bocetinha que estava encharcada do liquido vaginal. Debora gemia dizendo palavras desconexas, fui passando a lingua na entrada da boceta vagarosamente, sentindo na minha boca aquele cheiro de femea que me embriagava. A cada lambidinha que eu dava no seu clitóris ela se contraia e tremia toda. Resolvi mudar meu alvo e comecei a estocar com a lingua o seu botãozinho, com a lingua molhada abria seu cuzinho deixando-o bastante molhado. Devido a excitaçao total, quando eu passava a lingua em volta do cuzinho ele se abria e fechava sem querer, fiquei um tempao revezando com a lingua no seu botaozinho e na bocetinha. Debora gemia escandalosamente dizendo que eu estava enlouquecendo-a. Enfiei um dedo no seu cuzinho chamando-a de gostosinha e minha putinha,e ao mesmo tempo lambi sua grutinha. Neste momento pude sentir seu cuzinho prendendo meu dedo, gritando de tesão pedia mais e mais. Á essa altura meu pau estava doendo dentro da bermuda de tao duro, sentei-me no sofá e tirei a bermuda, liberando aquele instrumento p/ delirio da ninfetinha que nao pode conter um grito de admiraçao, ao ver o meu pau, apesar de ser de tamanho normal(uns 18cm) é bastante grosso. Tirei todas as roupas, a loirinha de imediato ajoelhou-se no chão fitando-me com aquele olhar safadinho e tomou meu cacete nas mãos. Foi descendo com a boca na direçao do meu pau e beijou a cabeçorra , passando a lingua em volta, deixando-o molhadinho de saliva.Ela beijava e olhava para minha direçao, torturando-me com aquele joguinho, e eu dizia e implorava para enfiar tudo na boquinha, porém ela só fazia charme e ria divertindo-se. A cabeça do meu pau estava incrivelmente inchada de tão dura, e não acreditei que ela ia conseguir abocanha-lo.Fiquei surpreso quando aquela boquinha pequena e delicada abocanhou todo aquele monstro, que mal cabia na sua maozinha. Foram alguns minutos de intensa felaçao, onde a menina demonstrou ser uma expert na arte de chupar um cacete.Subia e descia vagarosamente fazendo aquele barulho caracteristico, como quem chupa um sorvetão. Nao consegui resistir mais, e sentido o gozo próximo tirei o meu pau da sua boca com receio que ela não gostasse que eu gozasse na sua boca. Ledo engano, a loirinha protestou veementemente exigindo que eu acabasse na sua boquinha. Enfiou o meu pau na sua boquinha sem ajuda das maos que estavam no sofá , e neste momento o gozo veio forte e abundante. Mal conseguia engolir tudo, tinha a impressão que tinha gozado um copo inteiro de porra. Ela tentava engolir tudinho, mais escapava pelos cantos da boca molhando seus seios e deslizando pela barriguinha. Aquele rostinho lindo e sapeca ficava maravilhoso com a porra escorrendo pelo rosto.
Descansamos durante algum tempo , e Debora convidou para tomar um banho juntos, durante o banho meu pau deu sinais de vida, e a loirinha decidiu fazer um boquete debaixo dägua.Era excitante a visão de cima, assistindo aquela boquinha engolindo o meu pauzão, e lea dizendo que ficaria ali chupando para sempre. Era surpreendente como ela conseguia agasalhar todo aquele pau na sua boca. Nao desejando gozar novamente, pois eu tinha outros planos, tirei meu pau da sua boca e ato continuo abaixei e iniciei uma chupadinha na boceta molhada de gozo, enfiava a lingua dentro da grutinha e dava leves mordidinhas nos labios vaginais.Minha lingua subia e descia pelas reentrancias, daquela bocetinha. A gatinha arfava com a respiraçao descontrolada. Gozou varias vezes na minha boca, inundando-a com aquele nectar maravilhoso.Quanto mais ela gemia mais eu enfiava a lingua na sua vagina.Sempre gostei de chupar uma bocetinha perfumada e estava deliciado com aquela situaçao, embaixo do chuveiro.
Saimos do banho e fomos até a sala onde finalmente iria desfrutar daquele corpinho provocante. Meu cacete se recusava a amolecer, e permanecia duro como ferro. Debora sentou-se na beirada do sofá com as pernas entreabertas com olhos de desejo louca para levar vara. Ajoelhei-me entre suas pernas, a menina estava com a respiraçao acelerada, peguei meu pau com uma mao e com a outra acariciei seus seios, fui guiando em direçao aquela grutinha que piscava de tesão. Fui introduzindo lentamente sentindo uma certa resistencia daquela bucetinha apertadinha, meu pau estava sendo estrangulado pela sua vagina que agasalhou-o todinho naquele ninho quente e acolhedor que fazia com que eu sentisse um prazer incontrolavel. Debora resfolegava e emitia gemidos de prazer tendo vários orgasmos, e assim que senti o pau todinho dentro dela iniciei um movimento gostoso de vai e vem.Tirava lentamente até a cabeçona sair na portinha, o que fazia com que ela sentisse o vazio deixado pela ausencia do cacete, e puxava violentamente meu corpo de encontro ao seu fazendo com que a preenchesse totalmente. Quando senti que o gozo estava vindo para abruptamente para prolongar aquela sensaçao. Decidi mudar de posiçao e tirei aquele pauzao da sua bocetinha inchada, com ele pingando do suco que transbordava da sua pombinha. Virei-a de quatro no sofa com as pernas abertas, o que possibitava uma visao esplendorosa da sua bocetinha molhadinha e o cuzinho piscando, pedindo o mesmo tratamento dado a boceta. Me detive mais uma vez na sua bocetinha limpando com a boca o mel que escorria pela s coxas. Era um esforço inutil, pos quanto mais sugava sua bocetinha, mais molhadinha ela ficava.Nao resistindo mais, tomei posiçao atras dela apontando meu falo imenso para dentro daquela bucetinha sedenta de ferro. A visão daquela potranca de quatro com meu pau enfiado na sua boceta e aquela bunda magnifica desprotegida me levavam á loucura. Enfiava até o talo naquela grutinha que por ser tao apertadinha no momento que eu tirava lentamente o pauzao alem de vir molhado do seu gozo trazia uma membrana fina que revestia a bucetinha para fora naquele moviemento de entra e sai. Foram minutos interminaveis de prazer, ela chorava e gritava de felicidade dizendo que nunca tinha sido comida de forma tao competente, e daquele dia em diante iria dar só para mim. Eu dizia palavras obscenas para ela , chamando-a de putinha, potranca ...
Após diversas estocadas, onde sua buceta ja estava em carne viva, senti o orgasmo próximo, fui aumentando a velocidade do vai e vem e quando nao consegui mais segurar, tirei o pau da sua vagina esguinchando para os os lados, a loirinha mais que rapidamente virou-se e recebeu as ultimas gotas de semem na sua boca, aproveitando para limpar meu cacete com a lingua.
Caimos exaustos um para cada lado , totalmente banhados de suor.O ar exalava o cheiro embriagante de sexo. Abracei Debora e a beijei apaixonadamente, o que fui correspondido prontamente. Subitamente lembrei do nosso compromisso que era pegar sua amiga e irmos no Churrasco. Levantamos-nos com as pernans bambas da intensa batalha e tomamos uma ducha reparadora.Passamos na casa de Rosangela (um piteuzinho), morena de cabelos lisos e compridos e uma bunda capaz de provocar um engarrafamento, ela maliciosamente com um sorrizinho sacana perguntou porque nos demoramos, dando a entender que sabia muito bem o motivo da demora. Fomos de carro e em 30 minutos chegamos ao local. Lá Chegando pude vislumbrar um lugar belissimo, muito verde e muita gente bonita. Foi lá que fiquei conhecendo melhor a Rosangela, a morena era sensacional, mais tarde descobri que tinha uma tara especial, que tratei logo de colocar em pratica, pois eu tambem curtia muito. Esse relato e a ocasião que arregacei as pregas do cuzinho virgem de Debora eu vou contar na próxima oportunidade.
 
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Enrabando a babá gostosa da minha irmã

Meu nome é João Guilherme, eu tenho 18 anos, sou branco, cabelo preto, olhos azuis, 1,80 de altura, tenho um corpo de academia razoável, não muito bombado e um rola de 23cm da grossura de um pepino. Vou relatar o que acontece entre mim e a babá da minha irmã mais nova a uns meses. Meus pais contrataram uma babá pra minha irmã mais nova, porque eles trabalham, eu estudo a maior parte do dia e minha irmã não pode ficar sozinha porque ela tem só 9 anos. Eu imaginei que seria uma velha, gorda, feia dos infernos, pelo menos minhas babás eram assim, mas a babá é uma loirinha de 18 aninhos, olhos verdes, 1,70 de altura mais ou menos, bundão, seios médios e pele de pêssego. Quando fui apresentado a ela, tive o prazer de poder abraçá-la, ela estava de shortinho e blusinha, eu estava de bermuda, sem camisa, havia chegado em casa na hora do almoço, era sábado e havia acabado de jogar futebol, tava todo suado, ela disse: - Oi, eu sou a Gabriella, a nova babá da Júlia, você deve ser o João Guilherme, prazer. Olhei ela de cima a baixo, dei um sorriso safado e disse: - Prazer. E parti pro abraço, passei um dos meus braços pela cintura dela, ela ficou com um nojinho porque eu tava suado, abraçou meio sem graça, eu percebi e abracei ela mais apertado, fiz o rosto lisinho dela encostar no meu peitoral suado, depois fui tomar banho. Vesti uma bermuda larga, sem cueca pra deixar o bicho solto, sentei no sofá relaxadão, quase deitado, e fiquei passando os canais da TV. Ela botou minha irmã no banho, esquentou o almoço, deu almoço a minha irmã, e antes de sair pra aula de balé, minha irmã veio se despedir de mim, enquanto abraçava minha irmã eu pisquei e sorri pra ela, ela ficou envergonhada e abaixou a cabeça. Ela levou minha irmã pro balé, chegou em casa e foi lavar a louça, eu decidi que tinha que tomar uma atitude com aquela gostosa, mas antes eu ia brincar com ela. Atrás dela tinha a mesa da cozinha, entre ela e a mesa havia pouco espaço, eu espremi ela contra a pia e passei atrás dela, roçando meu pau no bundão redondinho dela, fui até a geladeira, bebi água e voltei roçando nela de novo. Sentei no sofá, ela terminou de lavar a louça e sentou no outro sofá, aquele silêncio estava me perturbando então puxei um assunto: - Minha irmã dá muito trabalho? - Não, ela é um anjo, sempre obedece, me respeita e tem uma educação elogiável pra idade dela. - Que bom. Eu levantei do sofá e fui deitar um pouco, estava morto. No dia seguinte meus pais estavam em casa e ela não veio. Na segunda feira eu fui pra escola, e só cheguei em casa 17h, tomei banho e me joguei no sofá, escutei barulho de chuveiro, era a Gabriella tomando banho, eu fiquei espiando, e percebi que a calcinha dela estava no chão, era uma micro calcinha, eu tinha que pegar aquela calcinha de qualquer jeito, entrei no banheiro, ela se assustou e deu um gritinho, eu disse: - Desculpa, é que eu esqueci minha carteira. Ela não podia me ver de dentro do box, então calmamente, peguei a calcinha dela e saí. Fui pro meu quarto e tranquei a porta, comecei a cheirar a calcinha, ainda quentinha, passei a língua, abaixei minha bermuda e comecei a bater uma na calcinha dela, que delícia, gozei muito naquela calcinha. Me vesti, saí do quarto, ela estava assistindo TV, sentei no sofá e perguntei pela minha irmã, ela disse que estava na casa de uma colega e só ia voltar a noite, meus pais trabalham viajando, vi ali a minha oportunidade de comê-la. Eu chamei ela pra fazer-mos um lanche, mas ela disse que não podia sair de casa, então propus ir-mos pra cozinha, ela riu e aceitou. Na cozinha eu estava sentado na cadeira, ela escorregou e caiu sentada bem em cima do meu pau, eu cheguei a pôr minhas mãos na cintura dela, ela se virou pra mim e me beijou, eu levantei, tirei toda a nossa roupa, me sentei na cadeira, ela me deu um beijo, eu abaixei a cabeça dela e fiz ela me chupar, minha pica já estava dura como rocha, ela começou a chupar, eu estava louco, e dizia: - Chupa minha pica bem gostoso sua vadia. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder aquela boquinha macia, metia tudo com muita força, meti até o talo e gozei na garganta dela, ela engoliu e sorriu pra mim. Apoiei ela na mesa e comecei a pincelar a bucetinha raspadinha dela, ela implorava: - Mete tudo Gui, me arromba. - Quando eu começar, vai ser do meu jeito. - E qual é seu jeito? Meti tudo com toda força e disse: - Pra machucar. Comecei a foder aquela bucetinha gostosinha, tirava tudo e metia tudo, ela gritava de prazer, eu fodia como um louco, a mesa estava arrastando com a força das estocadas, eu segurei ela pela cintura e bombei mais forte, logo gozei, deixei ela sem forças até pra sair da posição, fui até a geladeira, peguei o pote de margarina, lambuzei meu pau, e a entrada do cuzinho dela, aí ela disse: - Aí não, porque eu nunca fiz e sua pica é muito grande. Eu segurei ela e falei: - Eu disse que quando eu começasse ia ser do meu jeito. - Eu nunca fiz. - Eu vou ser carinhoso. Ela concedeu e eu comecei a forçar a entradinha, ela disse: - Ai ai ai ai ai, tá doendo. - Relaxa gatinha. Enfiei a cabecinha, ela começou a chorar, fui enfiando devagarinho, ela disse: - Não coloca mais, por favor, eu não aguento. - Só tem metade, vc aguenta muito mais que isso. E continuei enfiando, ela chorando muito, ignorei e continuei enfiando, quando estava todo dentro eu fiquei parado pra ela se acostumar, quando ela parou de chorar eu comecei o vai e vem, aumento a velocidade aos poucos, comecei a foder aquele cuzinho com força, ela já estava rebolando pra mim, e eu falei: - Agora vai ser pra machucar sua cachorra. Comecei a machucar aquele cuzinho, ela falou: - Vai mais devagar, eu estou sentindo você no meu umbigo. Aquilo me excitou mais, comecei a foder mais forte do que fodi a buceta dela, segurando ela pela cintura, cravei a vara nela e gozei, depois tirei meu pau e vi o estrago, endureceu só de ver o rombo que eu fiz, meti a vara no cu dela de novo, ela reclamou, e eu disse: - Hoje você vai tomar muito no cu. Eu estava arrombando aquele cu, tirei o pau, olhei o estrago e cravei a vara de novo, fiz isso umas três vezes, eu metia até o talo, machucando mesmo, cravei a vara no cu arrombado dela e gozei, tirei o pau de dentro dela, me vesti e falei: - Vou querer de novo hein gostosa. E fui pro meu quarto.
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Fudida por um policial na viatura

Ola pessoal sou fã de contos eroticos a muito tempo e sempre tive vontade de escrever um mais vamos ao que interessa espero que gostem!
Eu sou branquinha olhos cabelos e olhos castanhos escuros cintura fina 1.65 de altura pernas grossas e bundinha media mais empinada solteira com 25 aninhos.
era um dia comum de terça feira apesar de estar saindo um pouco tarde do trabalho  tipo 21:00hs porque queria deixar umas coisas adiantadas e poder chegar mais tarde no dia seguinte. passando numa rua um pouco estreita e sem movimento aparece do nada um moleque que correndo toma a minha bolsa desesperada eu grito por socorro e um policial que fazia ronda no local chega em uma viatura e pergunta o que estava acontecendo. Explico o fato e enfatizo havia documentos muito importantes dentro da bolsa ele diz pra eu ficar calma e espera-lo ali que ele ia rodar e ver o que encontrava chorando eu sento na calçada e depois de uns 25 minutos vejo a viatura voltando entao o policial fala foi esse elemento que esta ai no fundo que te assaltou senhora nesse momento percebo que ele me comia com os olhos e vejo como ele era gostoso, alto forte, moreno, olhos cor de mel um tezao de homem, digo sim mais que ele liberasse o menino pois fiquei com pena ele devia ter uns 12 anos.
ele me devolve a bolsa pede perdao chorando e vai embora depois que dou alguns sermoes e conselhos a ele.
o policial xegando mais perto fala no meu ouvido se eu nao queria realmente fazer um BO digo que nao mais ele segurando meu braço forte diz que mesmo assim eu teria que acompanha-lo.
dentro da viatura ele passa a mao na minha coxa e dao uma apertada tao gostosa que eu ja começei a sentir minha buceta piscar,me pergunta se eu sou boa pagadora digo que sim entao ele fala ainda bem porque voce vai ter que me pagar o que eu fiz por voce hoje.
ele me leva pra um lugar estranho bem deserto pra falar a verdade era um matagal, para a viatura e tira aquele pau medio devia ter uns 18 centimetros bem grosso e manda eu xupar bem gostoso eu nao perdi tempo e comecei a xupa-lo bem devegar mais sugando forte quanto mais eu xupava e pressionava seu saco ele gemia e falava ´´que boca deliciosa quentinha xupa vai putinha xupa bem gostoso esse caralho vai´´.
derrepente ele manda eu sair do carro  e me agarra me beijando descobrindo cada pedacinho da minha boca com aquela lingua deliciosa ai que beijo gostoso tira minha blusa e xupa meus peitinhos que ja estavam com os biquinhos empinados me lambe toda e me manda deitar no capó do carro levanta a minha saia coloca minha calcinha de lado e começa a me lamber e xupar meu badalo bem forte fazendo eu gritar de tezao pressionando a cabeça dele contra minha xana minha buceta tava entumecida de baba eu rebolava bem gostoso quando sentia aquela lingua entrando e saindo foi quando eu gozei pela primeira vez aquela noitemeu policial disse que sabia que pela minha cara eu era bem putinha pege uma camisinahe manda eu sentar e foder bem gostoso o caralho dele nao espero nem mesmo um segundo e começo a cavalgar bem gostoso ele urrava e me perguntou se eu ja tinha tempo que nao dava pra ninguem pois eu tava bem apertadinha disse a ele que tinha uns 4meses ele disse que entao aquela era a hora de tirar o atraso.
ele me vira de 4 no capó da viatura e me fode bem fundo e gostoso ate que ele e eu gozamos juntos,depois de uns 5 minutos o pau dele ja tava que nem pedra de novo ele coloca outra camisinha e torna a comer minha bocetinha rosada enxarcada de tezao gozamos mais uma vez ele pede pra comer meu cu mais eu nao deixo pois nao queria perder meu cabacinho do cu com um desconhecido,entao colocando outra camisinha ele me deita no chao e no papai e mamae mais delicioso que eu ja fiz começa a me fuder bem fundo mais uma vez eu delirava sentindo aquele homem dentro de mim aquele caralho duro me arrombar eu arreganhei bem as pernas pra aproveitar aquele tezao de homem em cima de mim quando eu ja estava perto de gozaz mais uma vez eu peço pra trocar de pocisao fico por cima e praticamente pulo naquele pau durissimo rebolando bem gostoso com as pernas abertas pra que ele pudesse ver tudo e se maravilhasse co aquela visao quanto mais eu rebolava ele gemia e emplorava pra que eu fizesse mais e mais me xamando de cadela vadia ouvindo aquilo nao aguentei e gozei mais uma vez equanto ele tambem goza um tempinho depois na minha boca aquele leite quentinho que eu engoli sem deixar nadinha ele me leva pra casa e se despede falando que qualquer problema era so chama-lo que ele viria me ajuda mais que depois eu ja sabia teria que paga-lo de um jeito bem gostoso.
entrei em casa e fui dormir pensando na aventura e naquele macho tezudo que ate hoje eu encontro no caminho do trabalho depois disso fodemos mais umas 3 vezes ate que eu descobrir que ele era casado entao nunk mais,mas eu ainda sonho com ele!.
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Metendo gostoso na escola

Olá, Meu nome é Alice, e esse fato aconteceu quando eu ainda estudava.
Na espoca eu tinha 16 anos, e ja chamava atenção. Sempre fui muito popular na escola, principalmente por ter um Bumbum bem grande, coxas grossas ( tipo panicat mas nao exagerada como elas, e natural).
Eu sabia que todos os garotos da escola eram doidos por mim, mas sempre preferi homens mais velhos, pois os garotos da minha idade nao me satisfaziam.
No meio do ano letivo, entrou um professor novo na escola, ele tinha aproximadamente um 27 ou 28 anos, e era lindo.
No seu primeiro dia de aula, apostei com minha amiga que ficaria com ele, e ela nao botou fé.
Mas eu estava decidida, queria aquele homem pra mim, queria meter com ele a qualquer custo.
Como tinha aulas com ele na segunda quarta e dois ultimos horarios na sexta, comecei a seduzilo.
Ia de short e blusas decotadas, sempre perfumada e arrumada.
Me sentava na frente dele e o provocava bastante.
Ele ja havia notado que eu estava a fim, e eu nao fazia questao de esconder nada.
Deixava bilhetes em sua mesa chamando de lindo e gostoso, mas nao assinava.
Quando ele chegava na sala e via os bilhetes sempre olhava pra mim e sorria com cara de safado.
Acontece que eu estava tao fissurada em conquista-lo que esqueci de estudar em sua aula
e algumas semanas depois, tivemos prova sobre a materia dele na sexta feira nos dois ultimos horarios.
Como nao sabia nada da materia demorei muito pra terminar, e todos os alunos foram saindo da sala e eu ficando sozinha. Entao pedi a ele que me desse mais tempo e ele respondeu:
-O tempo que precisar, vou dar aula no turno da tarde ( eu estudava de manhã), entao vou ficar aqui, voce pode ficar fazendo a prova ate depois da aula.
Nem imaginei que o que ele queria era ficar comigo.
Todos os alunos foram pra casa os professores e funcionarios foram almoçar, e nos ficamos praticamente sozinhos na escola. A diretora veio ver por que ele nao estava indo almoçar e ele disso, que estava esperando que eu acabasse a prova, ela nao gostou muito da ideia, mas acabou aceitando, e foi embora.
Quando terminei a prova ja havia passado mais de uma hora que a aula tinha acabado, eu me levantei e fui entrega-lo e disse:
- Aqui, Professor, acho que me ferrei, mas tudo bem, obrigado pela paciencia.
Dito isso, eu me virei e segui em direção a porta.
Ele veio atras de mim, e me agarrou, trancando a porta.
Eu tentei argumentar e ele disse:
- Te dou um dez se voce me fizer gozar gostosinha. E eu seu que voce quer me dar. Estou certo?
Nosaaaa, eu fiquei super exitada, me virei e disse:
- Desde que voce chegou aqui eu nao paro de te querer. Nao presto atenção na aula, por que enquanto voce explica a materia eu fico imaginando voce me comendo.
Quando disse isso, ele ficou com o pau totalmente duro, e começou a me beijar e lamber meu pescoço, eu retribuios beijos. Ele arrancou minha saia e calcinha e começou a lamber minha bucetinha.
Aquilo me deixou louca, como u esperei por esse momento.
Ele pegou seu pau, grande e duro e colocou no meio das minha pernas bem rente a buceta e começou a esfregar. Não penetro, mas seu cacete ficava roçando no meu grelhinho, o que me deixava ainda mais exitada.
Eu arranquei a sua camisa, e dizia:
-Quero chupar sua rola professor, deixa a sua aluna te ensinar o que é prazer de verdade!
Coloquei aquele pau gostoso em minha baca e comecei a chupalo ( eu sou muito boa em chupar).
Quando ele estava quase gozando coloquei o pau nos meu peiros e pedi pra ele gozar em meu rosto.
Ele obedeceu, gozou no meu roto e na minha boca, e seu pau nem ficou mole.
Ele me colocou de quatro em cima da mesa e começou a me comer, enquanto ele bombava sua rola em minha buceta eu dizia:
- Vai professor come a sua aluna putinha. Mete essa rola gostosa, mete safado. Eu sei o quanto voce me queria.
Agora me come.
Ele estava tao exitado que batia em minha bunda, e dizia:
- Rebola minha aluna preferida. Rebola gostoso no pau do seu professor, me faz gosar ou eu te reprovo.
Mete bem gostoso sua vadia, eu sei que voce sabe fuder como uma puta.
As palavras dele me deixavam louca.
Eu parei o deitei no chao e sentei em sua rola e disse:
- Minha vez de controlar professor gostoso.
Eu sentava quicava rebolava e metia com tanta vontade que parecia que aquele era o ultimo dia da minha vida.
Enquanto isso ele apertava meus seios e chupava-os.
Ate que senti que ia gozar e comecei a rebolar mais e mais e dizia:
Vou gozar, seu professor safado, vou gozar neste pau gostoso, chupa meus peitos professor.
Ele começou a chupar e eu gozei feito uma puta, nunca tive uma transa como aquela.
Gozei tanto que fiquei mole.
Entao ele me pegou novamente de quatro e disse:
- Agora eu vou gozar sua putinha.
E começo novamente a meter o pau em mim, ele metia tao gostoso que eu sabia que ia gozar de novo.
Entao ele disse:
Rebola vadia, rebola que seu mestre quer gozar bem gostoso.
Eu rebolava como uma puta so pra satisfaze-lo, e entao ele gozou, dizendo:
- Eu sabia que voce era uma boa aluna, eque faria o seu mestre gozar gostoso.
E me dava tapas na bunda, entao gozei junto com ele.
Foi a melhor transa da minha vida. Deposi nos recuperamos eu me vesti o beijei e disse:
- Qual a minha nota professor?
ele disse:
- 1000 minha aluna putinha.
Depois disso nos continuamos metendo todas a ssexta feiras ate o fim do ano letivo.
So que nao na escola, pois era arriscado.
Faziamos sexo no carro ou no motel.
Ate hoje eu gozo so de lembrar dele.
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Metendo no baile funk

O que vou contar para vocês aconteceu no ultimo final de semana,estava em casa desanimada sem nada para fazer então resolvi chamar uma amiga para dormir na minha casa alugaríamos um filme e ficaríamos ali mesmo, bom e tudo ocorreu como combinamos ela veio direto do serviço.nossa fazia tempo que não ficávamos assim em casa pondo as fofocas em dia.Já passava das 22 horas quando o celular dela tocou,era Aline nos convidando para ir ate uma casa noturna e tinha descolado três ingressos,ela insistiu tanto que acabemos indo.
Já na entrada um segurança achando que Aline era de menor disse que ela não poderia entrar mas depois de muito conversar ele acabou a liberando, era noite do funk nossa adoro.Dois rapazes nos vendo ali desacompanhadas nos chamou para sentar na mesa aonde eles estavam e fomos ate la,havia algumas bebidas e fez questão de que tomássemos também,logo,Aline já estava agarrada com um deles enquanto Vanessa e eu conversávamos com o outro,mas um rapaz da mesa ao lado chamou minha atenção nosso ele era simplesmente lindo usava jeans e uma camiseta regata branca deixando a mostra os seus músculos tinha um tigre tatuado no braço nossa não conseguia parar de olhar ele se levantou indo em direção ao banheiro passaram bem ao meu lado e meus olhos saltaram direto para a parte de frente de sua calça logo abaixo da cintura,e fiquei me imaginado segurando seu membro podendo enfiar ele todinho na boca e chupar bem gostoso,nossa que loucura e o pior que já tava ficando molhadinha.
Vanessa também se divertia muito com o carinha que estava sentado conosco ele era bem bonito além de ser muito simpático,e sabia exatamente o que queria pude notar que acaricia as pernas dela por debaixo da mesa foi subindo ate entre as coxas delas as coisas estavam esquentando por ali.Foi então que olhando para a fila do bar avistei o rapaz e me levantei indo ate ele e de propósito fiz com que derrubasse a bebida que tinha nas mãos em meu decote e fui logo dizendo.
Nossa olha só o que você fez? Ele ma olhou assustado e me pedindo desculpa,dizendo que pegaria um guardanapo para limpar. Me aproximei dele e disse você vai ter que limpar os meus seios com a língua,e como que num impulso o apertei o pênis por cima da calça e o beijei e ele correspondeu o meu beijo, o arrastei dali o levando para a pista de dança e começamos a nos agarrar ali nossa tenho que te confessar uma coisa estava louca para fazer isso,ele por sua vez me apertou contra seu corpo me chamando de gostosa.
Vem aqui que eu vou te dar o que vou merece sua safada, me levou para um canto próximo a um banheiro desativado onde não dava para notar a nossa presença e começou a chupar os meus seios melados de bebida enquanto isso abri a sua calça e tirando seu pinto para fora que já estava com a cabecinha melada,comecei a massageá-lo mas não por muito tempo pois não resisti em apenas massagear me abaixei e cai de boca mamei gostoso naquele cacetão de cabeça vermelha ele me levantou pelo braço afastou minha calcinha passou os dedinhos na minha xaninha me levanto a loucura. Comecei a pedir para que enfiasse aquele vara em mim naquele momento e ele tirou uma camisinha do bolso colocou em seu pau e me penetrou com força nossa gritava de tesão ele metia enquanto apertava e chupava os meus seios, eu mordiscava seu pescoço que delicia,e a sensação de que poderíamos ser surpreendidos a qualquer momento era o que me dava mais tesão.
Anunciei então que ia gozar e ele aumentou a intensidade das bombadas,isso gostoso mete com força vai rasga a minha xaninha q estava loka para sentir a sua pica dentro de mim nossa esse seu pau é delicioso vai mete tudo mete,mete e me faz gozar e em poucos segundos me disse que tbem iria gozar e então acabamos gozando juntos. Aquele experiência foi muito boa ele tirou seu pinto de dentro de mim me abaixei tirei sua camisinha e antes dele guardar aquela delicia de pau o limpei todinho com minha língua e foi quando estava ali com aquela pirocona na boca que fomos surpreendidos pelos seguranças que nos pegaram pelo braço mandaram ele se arrumar e saíram nos arrastando no meio daquela multidão vi quando o colocaram para fora do salão e foram me levando ate uma sala.
Onde tinha outros seguranças que saíram assim que eu entrei, o segurança que permaneceu ali na sal disse que me daria uma lição e foi trancando.comecei a gritar e el me disse que ninguém podia me ouvir,e me agorrou com muita força me encostou na porta e disse que teria que me revistar apalpou a minha bunda foi subindo me virou apalpou meus seios depois desceu ate a xaninha onde minha calcinha ainda estava afastada passou a mão no meu grilinho,você é mesmo uma vagabunda garota e por isso vai ter que levar um corretivo dos grandes sua safada,fique sabendo que não permitimos atos como esses em nosso estabelecimento. Me ergueu e me colocou sentada em uma mesa e se sentou em uma cadeira na minha frente me puxou para mais próximo dele abriu minhas pernas e caiu de boca na minha buceta e começou a chupar dando leve mordidinhas no meu grilinho,é disso que você gosta né safadinha e me penetrou com o dedo, naquela altura já estava deitada naquela mesa minha buceta tava molhadinha e ele ficou ali por um bom tempo quando levantou já sem roupa me   disse que iria meter o seu pau todinho em mim me arrancou de cima da mesa me fazendo debruçar em cima dela foi então enfiando seu pau no meu cuzinho e empurrando com força segurava minha cintura e metendo cada vez mas rápido, você gosta de um pau grande e grosso no seu rabo né sua puta então pica caralhoooo,senti meu pau todo enfiado no seu rabo rebola nele rebola sua vagabunda sem vergonha.
Mete esse pau em mim mete, adoro mesmo dar o cuzinho então aproveita e me come vai ,então toma pica sua cadela,piranha safada. Nossa gozei enlouquecidamente ele me virou agarrando pelos cabelos e me jogou em cima daquela mesa abaixou a alça do meu vestido abocanhou os meus seios e chupou gostoso foi descendo e chupou de novo a minha buceta deliciosamente bem.
Ai saiu de cima de mim e meteu seu pinto na minha buceta, reboalava gostoso naquela vara deliciosa isso putinha rebola no meu pau goza nele depois quero chupar o seu melzinho vai goza cachorra,ele bombava gostoso me xingava me batia fico louca de tesão com isso e não demorou muito para eu gozar... Nossa que delicia de xaninha menina agora vou lamber todo o seu melzinho e caiu de boca na minha buceta a lambeu todinha.
Depois me mandou me vestir e sair daquela sala naquele minuto,desci daquela mesa e segurei os seu pau o fazendo gemer fui me abaixando e botei todo aquele mastro na minha boca e dei inicio a um boquete isso cachorrinha chupa o meu cacete vai.Então goza pra mim goza quero beber todo o seu leitinho me lambuza vai goza na minha boka delicia fui descendo e chupei as suas bolas,voltei par o pau e fui chupando ate que ele gozasse na minha boca. Não deixei cair nenhuma gota sequer lambi tudinho.
Me levantei o beijei a boca e sai daquela sala com as pernas bambas. Fui ate a mesa aonde as meninas estavam a minha espera, queriam saber aonde eu estava,porque tinha sumido mas disse que contava no caminho e resolvemos ir para casa.
Marcamos de voltar lá no próximo baile funk e concerteza tudo pode acontecer....