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segunda-feira, 25 de março de 2013

Minha esposa e minha amante juntas

Olá, meu nome é Matheus, tenho 32 anos, sou funcionário público e sou casado com Daiane há 5 anos. Ela é uma loirinha, 30 anos, está um pouco acima do peso, porém é gostosa. Na cama faz de tudo, porém, fora dela é bem conservadora. Nas nossas transas ela sempre deixava a entender que queria mais alguém. Eu sempre fui muito mulherengo e sempre dei meus pulinhos por fora. Há seis meses, comecei um lance com uma garota chamada Jeane, de 28 anos. Ela, apesar de ter 2 filhos, tinha um corpo maravilhoso, em especial suas pernas malhadas. Transei com Jeane algumas vezes sempre em Motéis. Naquela época as transas com minha esposa estavam monótonas e sempre ele deixando a entender precisar de alguém Comecei a ensinuar que chamaria alguém para participar de nossas transas. Na hora do sexo ela adorava e gozava, porém depois nem tocava no assunto. Certo dia parei a transa no meio com Daiane, e falei pra ela que iria chamar outra mulher pra participar. Ela ficou receosa porém estava doida de tesão, mas não passou disso. Já pensando no que iria fazer, combinei com Jeane que era muito puta e liberal. O mais perto que cheguei de minha esposa ver Jeane foi um dia em que Jeane pagou um boquete pra mim na garagem de casa enquanto minha esposa estava na lavanderia lavando roupas. Cheguei em casa e falei que iria trazer outra mulher para apimentar nossa transa e realizar o desejo dela, Daiane não aprovou a idéia, mas ficou pensativa. Passei o dia excitando minha esposa, e sempre dando umas encochadas, susurrando em seu pescoço e dando umas apolpadas em seus seios. Ela estava quase explodindo de tesão. À noite, saí peguei Jeane e deixei na garagem de casa. Jeane estava com uma sainha curta e um top, e ficou se despindo, para qnd eu chamar. Fui ao quarto Daiane estava maravilhosa, com uma lingerie vermelha maravilhosa. Começamos a nos pegar e o tesão tomou conta. Ela começou a me chupar, porém, dominei a situação e comecei a chupar seus seios e e depois dei uma chupadinhas eu seu clitóris. Ela estava totalmente louca de tesão, aproveitei o momento e fiz a proposta de chamar alguém. Ela aceitou prontamente, pensando eu acho que não tivesse como naquele momento ter alguém. Saí do quarto e chamei Jeane, que já estava só de calcinha fio dental branca, uma delícia e um sutien minúsculo tampando só os bicos dos seios. Quando minha esposa viu Jeane tomou um susto e ficou paralisada, porém comecei a falar que ia ser maravilhoso e voltei a chupar minha esposa. Daiane não falava nada, porém o tesão foi maior. Jeane se aproximou e começou a tocar nos seios de minha esposa e quando dei um intervalo no grelinho de minha esposa, as duas estavam num beijo alucinado, quase que gozo só de olhar. Elas começaram a tirar as minúsculas peças de roupa e se chupando. Desceram e fizeram um boquete duplo em mim, ora chupavam, ora se beijavam. Chupei as duas e comecei a meter em Jeane, ela gemia e mandava meter mais. "Mete safado, enfia toda vai". Minha esposa abriu as pernas e completou a cena. Eu metia em Jeane enquanto ela chupava minha esposa. Foi maravilhoso. Jeane, como de costume, queria dar o cú e colocou meu pai na entradinha e logo enfiei tudo. Começamos uma louca enfiada no cú dela e minha esposa chupada e com dois dedos Jeane a penetrava. Todos estavam loucos quando Jeane anunciou o gozo e deu grito de tesão. Passei a enfiar toda em minha esposa, que ficou morrendo de inveja de dar o cú, porém, morria de medo e desistiu. Jeane puxava o cabelo de minha esposa, beijava loucamente, chupava seus seios enquanto eu metia muito em Daiane. Ela estava louca de prazer quando anunciei que ria gozar. As duas se ajoelharão e gozei na boca e na cara das duas. Elas se beijavam e se lambuzavam com minha gala, que saia de uma boca e ia pra outra até engolirem tudo e limparem meu pau. Ficamos deitados maravilhados. Tomamos um banho juntos, como bastante tesão, onde rolou um boquete duplo e outra gozada na cara das duas. Agora sempre tá rolando um sexo grupal entre agente, porém minha esposa agora quer outro cara na cama.
 

Numa Festa de aniversário

Bom , meu nome é Fernanda, 1,60 loira dos olhos azuis 60 kg bunda e seios grandes e coxas grossas e o conto que vou relatar a vocês aconteceu no ano passado em março .

Tudo começou no começo da festa quando conheci o Marcos começamos aconversar eeu percebia que ele me comia com os olhos conversa vai conversa vem entramos pro Salão para assistirmos o Cerimonial da aniversariante , assim que entramos ele sentou-se e eu fiquei em pé pois nao tinha mais cadeira na mesa em que estávamos foi quando ele disse:
- Senta no meu colo!
eu sem maldade nenhuma sentei , assim que eu sentei eu senti o pau dele ficando duro olhei pra ele sorri com cara de safada e ignorei a situação , eu estava de fio dental vermelho com um vestido azul bebê muito curto . Depois disso eu peguei meu brilho labial e passei meu amigo Felipe pediu para passar também pois a boca dele estava rachada eu fui e emprestei o brilho para ele dai eu ofereci o brilho para o Marcos ele virou pra mim e disse :
- Só passo se você tirar . E sorriu com malicia
eu ri e disse : - Opa tiro com vontade haha .
Dai fomos para fora do salão passei o brilho nele quando eu terminei ele disse : - não vai tirar nao ? foi quando eu ri e virei as costas pra ele e sai andando nisso ele me puxou pelo braço com força e me beijou começou a passar a mão na minha bunda apertando com vontade nisso eu ja estava toda molhadinha ele foi passando a maõ dele pela minha bunda at´pe chegar na minha bucetinha , quando ele chegou na minha buceta ele parou de beijar e disse: - Que buceta gostosa de passar a mão raspadinha hein Fê , sorriu e voltaou a me beijar e ao mesmo tempo esfregar dois dedos na minha buceta , eu o beijava mais com muita vontade de ficar gemendo , quando ele percebeu que o clima estava esquentando e que eu queria pegar o pau dele , ele me levou para o final do salão lá estava vazio e numa escuridão só , chegando lá ele colocou o pau pra fora qunado eu vi o tamanho do pau dele minha nossa fiquei com os olhos brilhando ( devia ter uns 22 cm ) ele chegou por trás de mim esfregando o pau na minha bunda e perguntou :
- é vrigem ?
eu respondi que sim ele mordeu a boca e falou melhor ainda safada . Mandou me ajoelhar no chao eu ajoelhei e logo ccai de boca naquele pau delicioso , eu era inesperiente nunca tinha pagado um boquete pra ninguém , eu tentava colocar tudo na minha bocamais quando chegava na metade eu me engasgava contiinuou no jeito que tava chupando o pau dele e tocando uma ao mesmo tempo , ele pegava no meu cabelo e empurrava minha cabeça pra frente e para trás , nisso ele disse :
- Isso sua safada, cachorra continua assim que eu vou gozar nessa sua boquinha vai safada engole tudo .
Eu me esforçando ao maximo pra chupar aquele pau todo , mais continuei tentando , foi ai que ele gozo MUITA porra na minha boca , nunca tinha engolido uma porra antes , eu achava que era ruim , mais até que eu gostei . Mais continuando assim que ele gozou ele me levantou pelo braço e disse:
- Quer Perder pra mim aqui ? agora ?
eu respondi que nao , ele entendeu e perguntou :
- posso pelo menos te chupar pra voce gozar na minha boca ?
eu virei pra ele e respondi :
- Claro , sempre quis ser chupada e com vontade . E depois fiz cara de safada ... Ele me pegou no colo me chamou de safada e de cachorra e me colocou deitada numa mesa que tinha lá colocou minha calcinha pro lado e começou a chupar minha bucetinha que ja se encontrava muito molhada , eu gemendo que nem uma cachorra e ele chupando e falando :
- goza minha putinha goza eu gemendo muito esfregando um dedo no meu clitoris e ele falando goza safada , vai minha putinha , e continuava chupando quando ele falou pela 5 vez Goza na minha boca sua piranha safada eu gozei mais gozei de um jeito que nunca tinah gozado antes Nos beijamos e ficamos nos acariando por um bom tempo .

depois disso nos ajeitamos e voltamos para a festa como se nada tivesse acontecido , fui ao banheiro lavei minha maõ e ele idem , depois voltei sentei do lado da minha melhor amiga ele chegou por trás e falou me dá seu telefone safada que eu vou te ligar pra gente marcar para sairmos , eu dei o telefone para ele, elemordeu minha orelha e falou :
- Safada e sorriu pra mim , sentou do meu lado e ficou passando a mão na minha coxa , na minha buceta por cima da calcinha e assim por diante ...

Bom depois desse dia ele meligou e eu me perdi COMPLETAMENTE para ele isso é outro conto que conto depois para vocês , quem quiser meu msn pede que eu dou Beiiiiiiiijinhooos ;
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Queria comer um cu e acabei dando o meu

Eu estava, como sempre, no metrô de volta pra casa. O dia tinha sido intenso. Tudo por causa da calcinha da Ilmara, a secretária do chefe. Vagabunda. Magrinha, quase sem paeito, mas tem um rabo delicioso e sabe disso. Vive desfilando de saia colada pelo escritório, deixando todo mundo de pau duro. Mas naquele dia tinha sido demais. Ela mostrou a calcinha quando abaixou pra pegar uma caneta, bem na minha frente. Vi o rabo todo por baixo da saia, a calcinha preta de renda contornando a bucetinha, socada dentro da bunda.
Mas todo mundo sabe que a Ilmara dá o cú pro chefe toda sexta-feira, depois do trabalho. Eles não disfarçam. Já fiquei escondido pra ver se era verdade, e é a mais pura putaria. Termina o expediente, ela espera até todo mundo ir embora e entra na sala dele. Ela fecha a porta e se debruça na mesa e chama 'chefinho, vem fazer o trabalho da semana, vem?. O filho da puta nem fala nada. Levanta da cadeira e vai pra trás dela, Sobe a saia, abaixa a calcinha e enterra a rola (grossa, por sinal) dentro da bunda da safada. Ela grita, sempre diz que o pau dele tá rasgando demais, pra ele ir devagar. Aí o chefe fica com raiva, bomba forte, ela grita mais alto e ele goza tudo dentro do cú dela. Dura uns 15 minutos, só. Vi tudo pelo buraco da fechadura. Ela nega, mesmo todo mundo já sabendo e boa parte tendo visto. E apesar de se exibir toda, não dá pra mais ninguém no trabalho.

Então eu tava na volta pra casa, com tesão que só por causa da bunda da vadia. Mas não queria ir pra casa e comer a minha mulher. Ela não dá o cú, mesmo eu insitindo durante os nossos 3 anos de casamento. Disse que já deu uma vez pro primeiro namorado e tinha doído muito, de fazer chorar. Aí ela decidiu não dar o cu nunca mais.

Resolvi ir procurar então uma puta pra satisfazer minha vontade. Queria arregaçar um rabo como o meu chefe fazia com a Ilmara. Desci do metro no Setor Comercial Sul, e fui abordar uma loira de microsaia. Peitão delicioso, mas bunda pequena. Já cheguei mandando o papo reto.

- Seu cuzinho é apertado? Hoje quero enrabar até cansar.

E ela.

- É o cu mais gostoso de Brasília. Custa 100 uma e 200 pela noite.
- Pago 200 só se você tiver uma amiga pra dar também. Pra um cu só é muito.
- Tudo bem, preciso da grana. Vou chamar.

Ela foi até a esquina e voltou com uma morena. As duas eram bem altas, o que me chamou a atenção. Mas quando vi o tamanho da bunda da morena, esqueci tudo. Chamei um taxi e levei as duas pro motel.

No carro apertei a coxa grossa das duas, que massageavam meu pau. Entrando no quarto, já abaixei a calça e coloquei meu pau de fora. Ele é um pau médio, um pouco mais grosso que o normal apenas. A cabeça é que é meu orgulho. Enorme, grossa, ótima pra tirar cabaço e arrombar. A morena viu, deu um sorriso e já caiu no boquete. Engoliu tudo, quase me fez gozar. A loira tirou a roupa, ficou só de calcinha. Esfregou as tetonas na minha cara e falou ?agora você vai se divertir, viadinho'. Entendi o viadinho quando ela tirou a calcinha

Um cacete enorme apareceu. Caralho, pensei, é um travecão. O que eu faço agora? O boquete da morena tava ótimo. Ela levantou e vi um pau duro por baixo da saia. Fiquei com mais tesão e fui com tudo.

Elas me fizeram ajoelhar e mamar as picas. As duas era lindas, mas a da loira era um espetáculo. Enrome, passava dos 20 cm fácil. Ela enterrava na minha boca até a metade, não demororu cinco minutos e gozou na minha boca. Eu quis cuspir mas ela não deixou. Disse ?é a primeira vez com travesti, safado? Só pode. Não sabe que tem que engolir a primeira gozada? Engole, filho da puta. Vai engole tudo.? e me dava tapa na cara, a trava. Deixou a rola socada, assim eu não pude cuspir a porra que estva no fundo. Engoli tudo, sentindo o gostinho de esperma quente na garganta.
A morena veio em seguida com a rola menor eenterrou quase tudo na minha boca. Mamei com mais vontade, ela demorou só um pouco pra gozar e gozou mais que a outra. Recebi o jatinho quente na garganta e tratei de engolir pra não apanhar.

As duas riram, perceberam que eu tinha me enganado e que era minha primeira vez com travestis. A loira disse ?vou comer seu cuzinho agora, viado de merda. Pode descontar metade do meu pagamento, você vai preisar pra comprar curativos pro seu cu depois que eu terminar?. Eu comecei a gritar desesperado, via amerda que tinha feito. A morena me deu um tapa e me segurou de quatro.

Fui arrombado sem dó pela loira. O pau dela entrou todo no meu cu, com uma dor e um prazer gigante. Ela bombabava devagar no começo, mas logo virou uma britadeira dentro de mim. Sentia as estocadas violentas passando do reto, indo bem fundo no meu rabo. A morena começou a revezar com ela. Eu ja tinha me entregado. A foda estava incrível, sentia prazer sem tocar no pau.depois de meia hoa dando o cu, gozei bem forte, esparramando leite pela cama.

As duas gozaram dentro do meu rabo, e a morena, como de costume, despejou um rio de porra dentro. No fim eu tava tão mole que nem consegui levantar pra pegar a carteira. Elas foram lá, tiraram o dinheiro, e voltaram pra terminar o serviço. Mijaram em cima de mim todo, a loira inclusive socou o pau duro mijando dentro do meu cu por um tempinho. Depois foram embora rindo.

E eu, que só queria comer um rabo, acabei perdendo o cabaço do meu.
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Trepando no emprego, Delícia

Oi, meu nome é Paula. Hoje estou aqui para contar para vocês uma loucura muito excitante da qual eu participei.
Sabe.. sempre tive um sonho de trabalhar em um lugar onde eu tivesse que trabalhar de saia social preta e uma camisa branca, acompanhado de um salto alto. Mas achei que isso só seria possível depois que eu me formace em alguma faculdade e tivesse um serviço fixo em alguma empresa com negócios muito importante.
E foi ai que me enganei.. Consegui um emprego em um escritório de advocacia no centro da cidade onde eu moro.
Consegui vestir o uniforme dos meus sonhos.. eu estava muito feliz.
O tempo foi passando e eu levava meu trabalho muito a sério, afinal, era tudo que eu sempre sonhei e eu não poderia de maneira alguma perder o emprego, pois isso seria um desastre pra mim. Só que com o passar do tempo foram entrando novos advogados na empresa, até que, um dia, em plena segunda-feira, quando estava chegando no serviço, ouvi uma voz diferente. Mas até achei normal porque ja estava acostumada a receber novos funcionários na empresa e pensei que esse deveria ser mais um novato.
Me sentei em meu lugar e comecei o meu serviço, melhor, tentei né ! Pois por incrível que pareça a voz daquele homem do qual eu ainda não tinha visto, estava me deixando intrigada.
Era uma voz bonita, grossa, sexy e que estava me deixando toda arrepiada.
Tentei me concentrar no meu serviço mas não estava conseguindo! Comecei a perceber que eu ja estava fora de mim pois comecei a ficar exitava ao ouvir aquela voz. Sei que parece estranho, mas só eu sei oque era ouvir aquela voz ofegante e provocante.
Eu estava louca para que ele saísse daquele escrotório para que eu pudesse ver quem ele era. Até que chegou um momento em que todos tiveram que sair para uma reunião.. Ele não iria participar, iria embora. Quando ele e meu chefe sairam do escritório fiquei abismada. Meu chefe falou comigo e eu não consegui prestar atenção em nada, apenas concordei.. Eu não conseguia parar de olhar para aquele homem maravilhoso. Ele era branco, alto, cabelos pretos, olhos verdes e o corpo parecia ser bem cuidado.
Nossa! Era o tipo de homem que minha mãe pediu como genro!!!
Quando todos finalmente sairam, fiquei sozinha no 3° andar onde eu trabalhava. Eu fiquei inquieta, até que não me aguentei mais e tive que brincar com a minha bucetinha alí mesmo onde eu estava. Levantei a saia e comecei a me masturbar bem gostoso. Minha bucetinha estava toda molhadinha de tesão e a cada mexidinha eu mi arrepiava pensando naquele homem gostoso. Imaginei como deveria ser o pau dele e como seria aquela boca linda chupando meu grelinho.
Eu estava muito distraida mi masturbando, mas inesperadamente ele aparece alí na minha frente. Havia esquecido algo no escritório do meu chefe. Nossa!!!!!! Fiquei com muita vergonha, parecia que o chão aos meus pés havia sumido de tão nervosa que fiquei.
Toda sem jeito em pedi desculpas e nada mais saia da minha boca. Ele começou a sorrir com um jeito muito irônico até que pércebi a maldade dele.
Mas mesmo assim tentei ficar séria, implorei para que não contasse ao meu chefe pois eu seria demitida. E ele mais que rápido respondeu que -"Não se preocupe, não vou falar nada."
Uffa!! Ouvir aquilo foi um alívio. Mas quando eu menos esperava ele continuou a falar, olhou pra mim e disse que não falaria mas com uma condição, eu teria que deixa-lo participar do que eu estava fazendo.
Comecei a tremer toda! Mas tentei continuar o mais quieta o possivel pois eu era muito timida.
Ele veio por tras da minha cadeira e começou a mexer nos meu cabelos lisos e compridos.. Foi se curvando até chegar com a boca até o meu ouvido e perguntou -"Qual é o seu nome lindinha?" e eu respondi -"Carla." ele de volta me respondeu - "Meu nome é Leandro e eu tenho 29 anos'' .
Eu ja estava que não me aguentava mais até que ele me viorou para ele e me beijou.
Começou a me passar a mão a té que eu levantace para sentir seu pau latejando de tesão roçando na minha bucetinha raspada. Ele me pegou e me colocou em cima da mesa e ja foi logo tirando o pau pra fora e me fazendo chupa-lo. Hmm, que pau grande e delicioso, eu estava louca para socar ele na minha bucetinha. E quando eu menos esperava ele mi deitou, afastou minhas pernas e começou a me chipar bem gostoso. Nossa!! Estava uma delicia. Que loucura!
Ele estava de pé, me virou de ladinho e me puxou bem pra ponta da mesa e socou aquele pau gostoso lá no fundo da minha buceta. Eu estava com um tesão enorme e ele também pois eu estava sentindo seu pau latejando dentro de mim.
Ele usou e abusou de mim [...]
Mudamos de posições varias vezes, mas a mais exitante foi quando se sentou em minha cadeira e me fez cavalgar no pau dele de costas pra ele. Eu gemi muuuiitooo. Que tesão!
Ele puxava meus cabelos e dava uns tapinhas na minha cara e na minha bunda. Eu comecei a gemer sem parar no ouvido dele, conforme a intensidade ia aumentando mais eu gemia. Gozei três vezes!! Até que ele não se aguentou e começou a falar -"Vem aqui com essa boquinha no meu pau senti ele gozando vem Paulinha! Vem que eu quero dale com meu pau na tua cara depois que eu te gozar todinha sua putinha safada, ordinária..! "
Eu mais que rápida me ajoelhei em sua frente e senti aquele pau jorrando porra na minha cara e nos meus peitos. Olhei pra ele com uma cara de tarada espalhando seu leitinho sbre meu corpo.
Nossa senhora!! Foi a melhor transa da minha vida.
Nunca mais nos vimos depois disso, mas eu nunca o esqueci. Sempre que dava eu levava um mini vibrador e me maturbava lá sentadinha naquela cadeira pensando em como foi bom sentir aquela pissa na minha buceta.
Bom.. é isso ai. Agora vou me masturbar e pensar mais uma vez naquele gostoso.
Espero que tenham gostado da história. Beijinhos :D
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Os vizinhos safados

OS VIZINHOS SAFADOS De casa nova, muita coisa pr? arrumar, Bruno e D?bora estavam exaustos, quase n?o se viam ou quando isso acontecia, era uma frieza s?. Do mesmo lado que se deitavam, acordavam e mal se tocavam durante a noite. Bruno estava uma pilha de nervos tendo em vista os preparativos de final de ano na empresa de publicidade que trabalhava, mas o seu chefe era o seu maior problema devido ?s cobran?as di?rias. D?bora de trabalho novo em um hospital, no setor financeiro, arrancava suspiros de todos, principalmente dos m?dicos, que ficavam loucos quando ela desfilava pelos corredores com aquela cal?a justa que resalta aquela maravilhosa bunda de 105 cm, coxas grossas, cintura fina e uns peitos de botar inveja a qualquer menininha mais nova. A vida parece que foi muito gentil com aquela mulher, pois aos 41 anos, D?bora aparentava 10 anos menos, de t?o bonita que ?. Mas com o tamanho estress do marido, j? faziam 15 dias que ela n?o gozava gostoso, chegava a sentir fisgadas na vagina com tanta vontade de dar. Era um desperd?cio uma mulher t?o linda e gostosa jogada daquele jeito. Logo que se mudaram para a nova casa dois vizinhos morenos de cerca de 30 anos ajudaram na mudan?a e n?o tiraram os olhos de D?bora que se comportou ao m?ximo, mas de vez em quando se abaixava bem safada para que eles pudessem ver seus seios ou a calcinha fio dental que sempre usa. Mas s? isso era suficiente pr? que um enorme volume se formasse em seus jeans apertados. Passado todo o trabalho de mudan?a, as coisas no lugar, em um s?bado, Bruno chegou por volta do meio dia, almo?ou e foi dormir um pouco. D?bora resolveu ent?o ir para a piscina se bronzear, para deixar aquela marca de biqu?ni fio dental que ele tanto gosta, na tentativa de seduzir Bruno mais tarde. Ela jogou uma toalha pr?ximo da piscina, passou o bronzeador, ajeitou o biqu?ni naquela bunda redondinha e maravilhosa e deitou-se, alguns minutos depois adormeceu. Meio que tonta pelo sono, D?bora acordou sentindo uma m?o, que no in?cio pensara ser de seu marido. Ficou quietinha e aquela m?o percorreu todo seu corpo, dos p?s ? cabe?a. Passou pelas costas e rumou para o reguinho, voltou e foi tirando a calcinha para o lado e introduzindo lentamente os dedos naquela grutinha que naquele momento estava encharcada de tanto tes?o. Depois sentiu uma ?mida l?ngua invadir seu ?nus e sua vagina com duas m?os abrindo sua linda bunda. D?bora arrepiava de prazer e at? empinava a bunda, para facilitar as coisas. Mas algo n?o estava certo pois mais duas m?os agora passavam a m?o por suas costas e pelos seus cabelos. Ela abriu os olhos e viu os dois vizinhos com cara de safados com o dedo indicador em sinal de sil?ncio. D?bora pensou em gritar, mas eles tamparam sua boca com uma das m?os e a seguraram. Estava muito preocupada com o marido que dormia ali, no quarto bem pertinho deles. Mas o tes?o j? era grande, e toda aquela situa??o a excitaram mais ainda. Um dos caras pegou seu pau e ofereceu para ela chupar, o que no princ?pio, D?bora ficou meio at?nita, maravilhada com aquela piroca de 20 cm com aquelas veias saltando e aquela cabe?ona vermelha pedindo para ser engolida. Ela foi engolindo devagar e aos poucos tocou sua garganta e como que chupasse um sorvete, degustou cada cent?metro daquela rola maravilhosa. O outro enfiava a l?ngua no seu cuzinho e descia para a bucetinha que n?o parava de derramar seu n?ctar. Ele a p?s de quatro e come?ou a meter naquela grutinha molhadinha de tanto tes?o, enquanto ela chupava o cacete do amigo. Ele n?o podiam gemer alto, pois Bruno estava dormindo no quarto bem ao lado e ap?s alguns minutos naquela posi??o, D?bora pediu pr? sentar naquele cacete que estava chupando. Ele se deitou, segurou aquele pauz?o em dire??o ? sua grutinha e lentamente foi agasalhando aquele monumento. Pr? n?o deixar o amigo sozinho, pegou sua piroca e com maestria, deliciou-se chupando um e e sentando em outro. Era muito tes?o abafado por grunhidos e gemidos sufocados. D?bora ent?o olhou para o amigo que estava sendo chupado e falou: ?Enfia esse pau gostoso no meu c?, come minha bundinha.? Ent?o o vizinho que estava por baixo, arreganhou aquela bunda maravilhosa e o amigo come?ou a penetrar devagarinho. Empurrava cada cent?metro enquanto D?bora gemia e pedia mais. Quando o amigo enfiou tudo, D?bora viu estrelas e come?ou a jogar os quadris para tr?s na ?nsia de engolir os dois cacetes ao mesmo tempo. O cara que estava por baixo chupava seus seios e acariciava sua bunda abrindo para que o amigo enfiasse mais. D?bora j? n?o aquentava mais e os tr?s gozaram alucinadamente, enchendo aquela gostosa com muita porra quentinha. Os vizinhos foram embora e Ali mesmo D?bora adormeceu, toda melada e fodida. Novamente D?bora acordou com algu?m acariciando seus cabelos, dessa vez era seu marido que havia acordado e n?o resistira ver sua esposa ali na beira da piscina tomando sol toda nua. Bruno estava com muito tes?o e come?ou a beij?-la apaixonadamente. Chupou seu seios e foi descendo. D?bora tentou segurar seus cabelos pr? que ele n?o descesse, mas ele foi direto pr? sua grutinha e sem receio nenhum chupou seu grelinho e cada gota que saia de sua buceta encharcada. D?bora estranhou que ele n?o desconfiasse de nada e gozou muito gostoso com aquela situa??o. Da? Bruno colocou ela de quatro e fodia olhando a marca de biqu?ni fio dental que contornava aquela bunda maravilhosa. Era tanto tes?o entre os dois e agora D?bora podia gritar e gemer ? vontade. Depois de muita fude??o de quatro, D?bora virou-se de frente e pediu pr? que Bruno enfiasse bem fundo. Ele obedeceu, mas antes deu uma linguada gostosa naquela grutinha que j? havia sido fodida por outros dois caras e por ele. Bruno encaixou a cabe?a de seu pau e enfiou de uma vez s?, beijou D?bora, abra?ou suas n?degas e enfiou um, depois dois dedos em seu cuzinho dizendo: ?Sei que voc? adora dupla penetra??o, n?o ? mesmo?? Naquele momento, Bruno disse em seu ouvido que tinha assistido a tudo e que ficou louco de tes?o. D?bora ficou mais doida ainda e juntos come?aram a gozar contorcendo-se e gritando como loucos. Ao final de tudo, D?bora disse que ele parecia um man?aco, um louco, safado, sem vergonha., corno assumido, corno manso, mas que o amava demais e gostaria de repetir tudo novamente. Com certeza eles fizeram muitas e muitas vezes e gozaram maravilhosamente

surpreza do negao

Olá, o conto que vou contar aconteceu no ano de 2008.

Me chamo Rafa, sempre fui voyer, tinha 18 anos e namorava à 3 anos com Gabi, ela tem 1,65m é loirinha, magrinha tem uma barriguinha bem lisa, seios pequenos, bem branquinha.. uma verdadeira patricinha. Acontece que a Gabi, na época com 16 anos tem uma irmã, seu nome é Adriane.

Adri é tem minha idade, uma moreninha linda. Corpo muito maneiro, magra 1,55m seios grandes, em comparação ao corpo. Bundinha malhada, toda compacta, pena que namorava também com Felipe, esses maluquinhos estilo Pitboy, só que bobão.

Sempre que dormia na casa de Gabi imagina como minha cunhadinha no quarto ao lado estava dormindo. Todas as vezes que saia do quarto via que estava tendo atividades no quarto dela, as vezes quando Felipe estava dormindo lá, as vezes não. Começei uma “caçada”, decidi que enquanto não visse minha cunhada nua, não ia parar de tentar espiá-la.

Comecei a pensar em várias formas para conseguir a minha façanha, começei espiando, sempre quando dava, pela fechadura do quarto, mas era sempre a mesma história: Eu espiando, e ela no computador, dava pra ver perfeitamente, ela sentada e a tela do computador, Orkut, MSN, FOTOS e mais FOTOS e absolutamente nada.

Resolvi apelar, pensei em comprar cameras, essas de caneta, gravatas, borrachas, e colocar no quarto, colocar no banheiro e em outros lugares. Fiquei abismado com o preço dessas coisas, achei melhor testar com o meu celular. Esperei ele entrar no banho, peguei meu celular e enrrolei em uma camisa, deixando só a lente da câmera pra fora, Coloquei em cima da estante dela de forma que ela não percebesse. Morrendo de medo, se fosse pego, com certeza meu namoro acabava, mas meu tesão era enorme.

Assim que ela saiu do banho, passou de toalha pelo corredor e se trancou no quarto. Gabi levantou-se e foi arrumar umas roupas que estavão no seu quarto, rapidamente verifiquei se meu sogro e minha sogra não estavão por perto e fui verificar pela fechadura.

Botei o olho na fechadura e de cara vi pela primeira vez a bundinha peladinha da minha cunha, que coisa mais linda! Moreinha, com marquinha de sol, me esforcei muito para ver a sua
bucetinha por trás mas não consegui, mesmo assim já era um avanço, e como ela estava de frente pra camera pensei que o video ia ser muito produtivo.

Ela deixou o quarto para ir estende a toalha e rapidamente entrei para pegar meu celular. Voltei para a sala e fiz uma pré-vizualização do filme, disfarçando para que Gabi não percebesse nada. Já de cara percebi que a qualidade ficou péssima, mas já era alguma coisa. Meu tesão pelo corpo de minha cunhada era demais. Não aguentando mais dei um “S” em Gabi e disse que ia dormir em casa, queria me acabar na punheta.

Fui pra casa e descarreguei o video no meu PC. Assim que abri, adiantei um pouco até o ponto em que ela entrou no quarto. Na hora meu
pau endureceu. Ela começou, virou de costas pra câmera, abaixou a toalha e vi sua bundinha denovo, meu celular não é nenhum sony ericsson mas tem uma cam mt boa, deu pra ver mt bem seu corpo inteiro de costas, nesse momento eu ainda não tinha chegado até a porta, dei mole, ela estava virada de frente pra ondeu eu à espiava.

Foi quando o momento mais esperado aconteceu, ela se virou, e pela primeira vez, eu vi seus seios, eram lindos, grandes e redondos, bicos rosinhas, muito delicada, muito linda, ela era bem particinha, começou a passar creme no corpo inteiro, bem lentamente, como se soubesse que estava sendo filmada. A danada era tão sortuda que ficou com a toalha sobre os joelhos exatamente tampando seu “bem” mais preciso. Não faz mau. Já tinha pegado o jeito, sabia que dali pra frente era só alegria. Continuei me deliciando vendo ela acariciar os seus seios e junta-los como se estivesse ensaiando uma espanhola, via em sua cara um sorriso bem sacana, ela se levantou posicionando-se atrás da cama, novamente não conseguia ver sua bucetinha, vestiu uma calcinha bem cavada e um top, deu mais uma olhada em sim mesma no espelho e saiu.


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sexta-feira, 15 de março de 2013

Flagrei o Filho do Vizinho e depois comi

Moro num predio que possui 2 torres e hoje a tarde fui até a area de serviço fumar um cigarro, pois minha mãe odeia cheiro de cigarro dentro de casa, estava lá eu quando escuto gemidos bem baixinhos vindo de baixo de nosso apartamento, cheguei na janela e vi uma cena muito interssante, o meu vizinho, Tiago, debruçado sobre a lavadora de roupas com um rapaz negro lhe segurando pela cintura e comendo seu rabo, de onde eu estava fica mais ou menos uns 3 metros, então eu tinha uma visão bem clara, Tiago gemia enquanto o negão enfiava seu pau no cu dele com vontade. Então ele se vira de frente, pude ver seu pau duro, e deita no chão abrindo suas pernas, e foi quando vi quem era o negão, simplesmente o porteiro de nosso prédio que trabalha a noite, Juarez que se ajoelhou, encaixou seu pau que é enorme e afundou no rabo de tiago que colocou a mão na boca para não gritar, logo Juarez bombava enquanto tiago se masturbava, foi quando vi que Juarez levantou-se e começou a bater punheta sobre a cabeça de tiago e logo vi jatos de porra saido do seu pau diretamente na boca de Tiago que bebia tudo, deu uma bela chupada limpando o cacete do Juarez. Levantaran-se e foram para dentro, notei então que tinha ficado de pau duro olhando a cena, dei risada e voltei para meus estudos. A cena não me saia da cabeça, liguei para minha namorada para ver se rolava uma trepada mas ela estava envolvida com seus parentes que estava visitando sua casa. Voltando da faculdade, quando fui pegar o elevador na garagem encontrei Tiago subindo tb, pois seu carro fica na garagem de baixo, nos comprimentamos e ele meio sem jeito me diz então que tinha visto eu olhando de tarde, fiquei sem responder nada e então ele perguntou se eu tinha gostado, falei que não, pois não havia sido convidado, ele riu e disse que não fosse por isso ja pegando no meu pau por cima do abrigo, meu pau endureceu na hora, pois estava com todo o tesão, foi quando então ele me chama para mostrar um lugar, descemos no seu andar e fui seguindo ele até as escadas, entramos pelas portas corta fogo, descemos um lance e chegamos numa porta, entramos e era um tipo de um deposito das faxineiras, pequeno e com cheiro de detergente, Tiago nem falou nada, se abaixou, baixou meu abrigo até os joelhos e abocanhou meu pau iniciando uma chupada memoravel, apertava meus bagos enquanto mordiscava a cabeça do meu pau que ja estava explodindo, não tenho um pau grande, mas tem seus 19cm bem servidos. Encostado num pequeno balcão, Tiago devorava meu pau até que enfiou a mão no bolso, pegou uma camisinha, colocou na boca e com muito profissionalismo abocanhou meu pau novamente ao mesmo tempo que vestia a camisinha nele, logo ja esstava preparado, Tiago, então baixa seu abrigo, pega um tubinho de Ky, lubrifica meu pau, passa um pouco no seu rabo e pede para que eu enfie tudo no seu cu, Tiago se vira de costas, abrindo sua bunda com as mãos deixou seu cuzinho rosado todo aberto, guiei meu pau até ele e quando ele sentiu que estava na portinha começou a sentar no meu colo, senti o calor do seu rabo no meu pau e fui vendo ele sumir dentro daquele cu, logo Tiago rebolava e sentava no meu pau, eu podia sentir seu cu mamar meu pau qdo entrava tudo, volta e meia ele chegava para frente deixando seu cu todo aberto a amostra e logo sentava novamente enterrando tudo, quase gozava. Tiago então pediu para trocar de lugar, sentando-se no balcão, levantou as pernas e eu agora de frente comecei a fudeu seu cu enquanto ele se masturbava, comecei a enfiar mais forte, logo senti Tiago apertar suas pernas na minha cintura e gozou, sua porra saltou sobre sua barriga e ele com a mão levou até a boca e lambeu tudo, avisei que estava gozando tb, tirei meu pau, a camisinha e Tiago se ajoelhou e começou a me punhetar e chupar, logo gozei na sua boca, senti que saia muita porra, pois chegou a escorrer pelo canto da boca de tiago, vi que ele engolia com maior gosto, nem minha namorada faz igual, ficou me chupando até meu pau amolecer, saboreou até a ultima gota. Nos vestimos e fomos embora, e ficamos combinados de que qq hora repetiriamos a dose. Cheguei em casa com a maior cara de sabão, fui direto ao banho. Ja estava deitado vendo tv qdo toca o telefone, era minha namorada dizendo que estava vindo dormir em minha casa, no fim, trepamos até quase de manhã, gozei muito na buceta, no cu, na boca. Ela até estranhou qua tanto tesão eu estava, falei que era saudade, mas na realidade tinha sido a experiência nova pouco antes.
Abraços a todos
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Me exibindo na estrada fui comida pelo frentista

Esse é o primeiro conto que envio ainda estou meio vergonha mas minha criatividade
vai a mil por hora. Isso aconteceu ontem a noite estava louca ja na internet de tanto
ler contos eróticos, estava aqui ja todo molhada louca pra ser chupada e fodida até o
fim vários caras afim de uma trepada mas nenhum q me deixa-se no grau entende?
estava afim de uma loucara diferente.ai entrei no banheiro tomei um banho
maravilhoso me toquei até o fim bati uma siririca louca até gozar gostoso mas isso não
foi só coloquei uma saia naquele frio sem calcinha uma bota bem alta e uma camisa de
abotuar na frente sem sutiã sai e peguei várias rodovias rodei quase 3 hs de carro tirei
minha camisa e fiquei com meis peito lindos de fora acariciando eles e andava sempre
atraáz dos caminhões onde o motorista q estive na frente pudesse me ver direitinho
com o peito pra fora alguns ameaçavam parar outros nem davam bola ai parei em um
posto de gasolina mas então tinha colocado a camisa de volta se não os frentistas
poderiam abusar de mim forte demais ai ja não seria legal. mas deixei vários botões
aberto o sficiente para o frentistar ter uma ótima visão do meu peitinho parei em um
posto bem deserto onde só vi um frentista q eu pudesse ver mas naquele llugar
horrível não teria só esse. ele ja veio cheio de firula pra cima de mim o cara percebeu
q eu estava louca dar uma trepada.. suculento pediu a chave para abastecer e depois
voltou e perguntou se era só isso mesmo que eu queria eu disse quem sabe q só ia
depender dele ..nisso ele ja enfiou a mão dentro da minha camisa e começou apertar
com força meus peitos deliciosas, nisso ja abriu a porta do carro me virou de lado e
caiu de boca nos meus peitos deliciosos. chupou chupou gosto apertou os biquinhos
uhn q delicia levantou minha calça e se deparou com minha bucetinha depiladinha ja
enfiou logo dois dedos enormes dentro do meu buraco gostoso uhn e enfiava e tirava
enfiava e tirava os dedos de dentro de mim unhn não tem noção como foi bom. depois
ele tirou os dedos de dentro de mim os chupou e caiu de boca na minha bucetinha uhn
q delicia e cada vez chupava com mais força e enfiava a lingua na no fundo depois
tirava lambia meu cuzinho depois sacou aquela rola imensa pra fora com bolas
enormes e enfia com toda força dentro da minha xoxotinha e fazia vários movimentos
de vai e vem e apertava meus peitos depois parava de meter e caia de boca na minha
xana deliciosa denovo depois q chupouu minha xana gostoso me virou de quatro me
arrancou pra fora do carro me jogou com as mão em cima do capo eu fiquei em um
posição maravilhosa. ele pegou aquela rola enorme e socou no meu cuzinho e começou
os movimentos de entra e sai entra e sai da minha bunda e junto enfiou a mão por
baixo e apertava minha xotinha gostoso e batia uma siririca enquanto comia meu cu
gostoso, até perceber q ia gozar me virou de frente e fez chupar sua rola enorme até q
gozou toda aquele leitinho na minha boca gostoso, mas ele percebeu q eu ainda não
tinha gozado me jogou no banco do carro denovo chupou minha xoxota chupou chupou
até eu estremesser, ai começei sentir as vibraçoes de um orgamos gostoso q estava
chegando gozei gostoso na boca dele.
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Conto Erotico O capitão tirou meu cabao


meu rabo era o mais cobiçado da rua. os rapazes mais velhos me beliscavam: "que bundinha gostosa você tem garoto! dá pra mim, dá..." mas eu fugia, tinha medo. trancado no banheiro eu subia no vaso pra olhar minha bunda no espelho. que lordo! nenhuma bunda de mulher que eu via nas revistas era tão empinada, carnuda, larga, cheia, redonda, com duas covinhas na cintura, lisa e branca que nem bunda de anjinho. mas eu não era nenhum anjo... sonhava com o dia em que um macho ia meter o caralho no meu cuzinho e gozar. batia punheta e gozava me imaginando de quatro na rua dando pra todos os homens. mas eu tinha medo. era órfão de pai e me sentia tão desprotegido. minha mãe me criava com dificuldade. ela cozinhava pra fora. mas nossa situação melhorou quando o quartel da pm a contratou pra fazer as quentinhas de lá. um dia um cara me falou: "ô lindinho, a turma aqui da rua ia te pegar e te currar. tava tudo planejado. mas o capitão soube e proibiu. disse que tu vai ser dele. é o capitão quem vai tirar o teu cabaço, quando ele quiser. mas depois eu vou querer comer esse bumbum gostoso viu?". o capitão era o pai do fabio, meu colega de sala. eu tinha pavor dele. era bruto, batia no fabio, o menino chegava todo roxo no colégio. e ninguém dizia nada porque todo mundo morria de medo do capitão. era da pm, comandava o quartel e ficou amigo da minha mãe depois que ela começou a cozinhar pra lá. mas eu não gostava dele. lá na rua diziam que ele era matador. além do que era um negão enorme, feições grosseiras, e até fedia. mas depois que o vizinho me falou aquilo eu passei a prestar atenção no capitão. ele me olhava de um jeito... me comia com os olhos! um dia o fabio me chamou pra estudar com ele. minha mãe deixou eu passar o fim de semana na casa dele. toda hora o capitão passava pela sala e ia pegar alguma coisa na geladeira. e ficava me olhando de longe, coçando os culhões. aproveitei que o fabio estava distraído com o problema de matemática e espiei. ele tinha posto o pau pra fora do calção, só deu pra ver que era uma coisa preta enorme! fiquei todo tonto... aí fui pegar um refrigerante na geladeira e ele encostou atrás. senti o corpo quente dele se colar em mim, aquela coisa grande e dura se esfregar no meu bumbum macio. "fica quieto jorginho, quietinho..." eu obedeci. ele enfiou o mãozão no meu shortinho, os dedos grossos desceram pelo reguinho e senti a ponta de um dedo roçar minha rosquinha."mmmmm, que bundinha gostosa você tem. adoro esse teu cabelo louro todo anelado, teus olhinhos azuis, esse teu jeitinho de príncipe. você é cabacinho?" "sou". "quer dar pra mim?" "quero!" "então quando for de madrugada e todo mundo estiver dormindo você vem me encontrar na garagem. vou estar esperando você no banco de trás do meu carro". não sei como aguentei esperar. assim que a casa ficou em silêncio saí do quarto do fabio de mansinho e fui até a garagem. estava tudo tão escuro, eu tremia de medo. cheguei no carro e olhei pela janela. não vi ninguém lá dentro. que susto! ele me abraçou por trás, rindo baixinho. "seu putinho, achou que eu ia te deixar escapar? não... essa noite esse cuzinho vai ser meu!" o capitão abriu a porta e me jogou no banco de trás. veio por cima de mim já tirando meu pijaminha. ele tava peladão. me acostumei ao escuro e vi pela primeira vez aquela maravilha. o maior caralho do mundo! (ou pelo menos parecia aos meus olhos de menino virgem). o capitão montou na minha cabeça e levantou-me as pernas, enfiando a cara na minha bundinha enquanto me esfregava os culhões no rosto. lembrei que chamavam aquilo de 69. quase perdi a consciência, me entregando ao cheiro poderoso daquele macho. a sensação da linguona dele entrando no meu cu me deixou louco. ele enfiava em mim o queixo forte, me arranhando com a barba por fazer, mordendo. parecia que ia me devorar inteiro, começando pela bunda. enquanto isso o cacete, três vezes mais longo que a minha cabeça e mais grosso que um braço, me lambuzava de mel desde os cabelos até os peitinhos, indo e vindo, batendo os culhões pesados na minha testa. eu tentava abocanhá-lo mas era grande demais para a minha boquinha. só pude beijar e lamber aquela tora larga, negra e dura, coberta de veias latejantes. eu estava completamente entregue àquele macho! sempre mordendo minhas nádegas, o capitão enfiou um dedo, dois, três, quatro, abrindo pelos lados o meu cuzinho virgem. meteu a língua cada vez mais fundo, cuspindo dentro e me arrancando gritinhos de prazer. de repente senti o caralhão crescer ainda mais, vibrando, e cobri a ponta do cabeção com os lábios pra mamar a porra que esguichou quente e grossa, deliciosa... bebi cinco jatos de porra, tão grandes que me escorreram pelos cantos da boca, me melando todo. era a primeira vez que eu provava o sabor do macho. aí ele virou meu corpo de um só golpe, me pondo de quatro, encaixou o cabeção no cuzinho babado e acabou de me lubrificar com seu último jato de porra. apavorado, fechei com força o buraquinho pra não deixar ele entrar. "não! vai doer!" "te entrega que dói menos. eu vou meter de qualquer jeito, então é melhor você colaborar, seu putinho." cedi, respirei fundo e os lábios do meu ânus se abriram em volta do cacete gigante. a dor foi terrível. ele tapou minha boca para abafar o grito. mas o cabeção entrou, triunfante. "de quem é esse cuzinho? hein jorginho?" "ele é teu, capitão, todinho teu. pode meter!" quando eu acabei de falar ele já tava todo dentro, os pentelhos duros arranhando a pele lisa do meu bumbum. a dor foi tão forte que se transformou em prazer, um êxtase louco de submissão total ao macho. ele me mordeu a nuca, as orelhas, doeu, mas gostei de ver como eu deixava aquele macho louco. "há muito tempo eu tô de olho em você garoto. nunca comi uma bunda tão tesuda. nem a do fabinho, e olha que ele é bem bundudo. mas teu cu é mais apertado que o dele, e mais quente. tá gostando do meu cacetão todinho dentro de você?" "ai, tá bom demais. então o senhor come o seu próprio filho?" "claro, e ele gosta muito. mas agora tu vai ser meu novo garoto, vou te ensinar tudo. quer aprender a fazer teu macho gozar?" "quero! vem, me fode com esse caralhão maravilhoso!" "joga as cadeiras pra frente, rebola, assim... tu aprende depressa. aperta ele lá dentro, não deixa sair. ah menino, que buceta gostosa você tem... agora segura firme o cabeção com o teu cu, não deixa escorregar pra fora. isso... você me deixa louco! beija a chapeleta com o teu biquinho, beija. assim... agora joga os quadris pra trás que eu vou meter tudo de novo... viu... enfiei tudo até o talo. tá bom?" eu quase desmaiei, foi como um raio me rachando por dentro, uma explosão de estrelas, e quando eu vi tava gozando, a porra esguichando do meu piruzinho e melando todo o estofado do carro, eu nunca tinha gozado tanto. ele continuou tirando e botando tudo, devagar, tão grande que levava um tempão pra sair, aí ele girava o cabeção dentro da rosquinha em parafuso e metia de novo, devagarinho, cada veia saltada se fazendo sentir ao passar pelo meu anel arrombado, deliciosamente esticado, tremendo de tesão por aquele macho, meu dono, amo e senhor. meu capitão... "ai capitão, eu sempre quis dar o cu mas nunca imaginei que fosse ser tão bom. não tá doendo mais nada. mete fundo, vem. isso. mais forte. ai! assim dói... ai que bom! mais depressa. ai fode esse cú! come a tua femeazinha..." eu gemi gostoso feito cadela enquanto ele batia os culhões nas minhas coxas, plaf! plaf!, a cada estocada metendo mais fundo, me fazendo gozar de novo, de novo, eu não parava de corcovear e esporrar feito um potrinho no cio. plaf! ele me dava palmadas fortes nas nádegas, ui!, me torcia os bicos dos peitos, aaaaai!, o carro todo balançava no ritmo louco da nossa foda. de repente o capitão tirou o cacetão e me virou de barrriga pra cima. me senti terrivelmente vazio, um ar frio entrou pelo meu buraco arrombado. "bota de novo! quero sentir teu caralhão dentro de mim!" ele puxou minhas pernas pra cima e apontou a vara para a meu cu faminto. "quer que eu te coma no espeto, meu galetinho. quer?" ele ficou me olhando, sacana, passando a lingua nos dentes enormes e muito brancos, como o lobo mau diante do cordeirinho. "quero! me come meu lobo!" ele ficou tirando sarro, esfregando o cabeção na entrada, sem meter, deixando minha xotinha completamente ouriçada e louca. "tu quer, neném? quer?" e eu jogava o corpinho pra frente pra tentar abocanhar a pica com o meu cu. e ele negaceava, curtindo com a minha cara. "quer pica? então vem pegar..." aí de repente quando eu menos esperava ele meteu tudo de uma vez, entrou arrebentando. gritei de dor e de prazer, meu ânus rasgado e triunfante, de novo entalado até a alma com o caralho do meu macho. gozei infinitos jatinhos de porra que deixaram o peito dele todo melado. isso o deixou ainda mais indômito! desfechou uma saraivada de estocadas profundas no meu rabo, e o cabeção batia cá dentro no meu coraçãozinho disparado de menino enrabado pela primeira vez. meteu o linguão na minha boca, torceu os bicos dos meus peitos, mordeu-me o pescoço, os pés, as orelhas, e aí parou, lá no fundo, e começou a gozar. senti o caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia saiu da base da pica, subindo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. foram tantos jatos que perdi a conta, ainda mais que comecei a gozar também, os dois juntos, eu guinchando feito cadela, ele urrando como um leão. "ah jorginho", ele disse no meu ouvido quando se recuperou, "vou mandar sua mãe dar você pra mim. vou dar uma grana legal pra ela e tu vai ser meu. vou te adotar e tu vai ser meu novo filho. vou te criar junto com o fabinho pra ser minha fêmea. olha, só de resolver isso já tô de pau duro de novo..." "então fode o teu filhinho, papai, fode!" 
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UMA TREPADA NO BANHEIRO DE UM BAR..

Daniel é um negro de corpo fenomenal, abdomem tipo tanquinho, peito largo, braços fortes e uma mala de 26cm. Aquela noite ele saiu de casa para o que desse e viesse. Seu hormonios estavam em plena atividade, querendo explodir de qualquer jeito. Daniel aceitou o convite de alguns amigos, e todos foram para um barzinho na vila madalena, em pinheiros. Lá pelas tantas, depois depois de já ter bebido um pouco, Daniel resolve ir ao banheiro tirar a agua do joelho. Abri o ziper, poe para fora sua rola e começa a mijar. Enquanto mijava, entra no banheiro, Paulo. Ele começa a mijar tambem, e paulo olha para o lado de Daniel, e ao ver aquela bela rola diz; Nossa cara! com esse instrumento você deve satisfazer muita mulher. E Daniel responde; Não só mulher. Que beleza, posso então chupar essamaravilha de rola? Não só pode, como se você quiser eu enfio todinho dentro de você. Paulo pega naquela vara, dá umas pequenas lambidas, e começa a chupar com vontade aquele 26cm de rola dura. Enquanto paulo chupava,Daniel, dava pequenos gemidos. Isso cara! que delicia de chupada, poe todinho na boca. E paulo atendia a seu pedido!Enquanto paulo chupava, Daniel rebolava lentamente seu quadril, enfiando sua rola naquela boquinha quente e umida. Eu quero que você goze na minha boca, quero engolir todo o seu leitinho. E Daniel diz; Eu gozo na sua boca se depois você deixar eu te comer, eu quero enfiar minha rola no seu cuzinho. Paulo concorda, e continua chupando e lambendo aquela vara, até Daniel dizer para paulo que está quase gosando. Os gemidos de Daniel dizia que ele está quase gosando. Paulo abre a boca en direção ao pau de Daniel e lentamente Daniel vai soltando sua porra na boca de Paulo, um grande jato foi cuspido na boca dele, e a seguir a rola de Daniel foi soltando pequenos jatos do seu leitinho quente, até cair a ultima gota. Com medo de perder alguma gota de porra, Paulo abocanha a cabeça daquela rola e suga por completo as derradeiras gotas de porra, e engole com prazer. Que gostoso cara!! esta sendo a melhor chupada, nunca ninguem chupou minha vara como você. uffa!!! Com o pau pulsando ainda de duro e tezão, Daniel levanta Paulo que está agachado e o vira de costa,baixa sua calça, cospe em seu pau, lubrifica bem com sua salivae começa a meter bem devagar, sentindo as contrações daquele cuzinho, e os gemidos de Paulo. Centimetro a centrimetro Daniel foienfiando sua rola até chegar aos 26cm, e colar seu corpo no de Paulo. Daniel foi fazendo pequenos movimentos de entra e sai, ao som dos gemidos de Paulo. Quando descobriu que aquele cuzinho já estava acostumado com sua rola de 26cm, Daniel foi intensificando de forma mais vigorosa as estocadas naquele rabo delicioso. Paulo começa a rebolar simultaniamente com a socadas que Daniel dava, e não demorou muito para Daniel avisar que estava preste a gosar novamente. Paulo então diz;eu quero gosar junto com você, Daniel pega na rola de Paulo e começa a punhetar, e mais uns minutos os dois começaram agemer intenssamente. Ambos estavam gosando. Daniel estava sentindo as contrações do cuzinho de Paulo e Daniel estava tão abraçado a Paulo, que parecia que ele queria que seu corpo se fundisse ao de Paulo.Saciados os dois puseram suas roupas e foram cada um se juntar a seus amigos.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

5 reais por um cabaço


FUI PASSAR UM FIM DE SEMANA NA CIDADE PARA CONFERIR DE PERTO AS HISTÓRIAS.
Os nativos a chamam de praia do Amendoim e ninguém soube explicar porque. Também não estava lá para descobrir a origem do nome do lugar. É um local bastante aprazível geralmente usado para a pesca de siri. As moitas existem e são formadas pela vegetação de mangue, algumas sobre pequenas dunas. Soube que anteriormente existia logo na entrada do local, uma grande moita formada de plantas maiores do tipo nativa e amendoeiras. Falaram que a prefeitura andou cortando tudo, atendendo a solicitação dos moradores dos prédios de luxo localizados ao lado esquerdo da praínha. Foi a visão desses prédios o que primeiro chamou minha atenção. Quem estivesse dentro duma das moitas era facilmente visualizado pôr quem usasse uma lente ( não necessariamente potente) nos apartamentos mais altos.
Os freqüentadores é que são interessantes: nativos (geralmente pobres), pescadores, garotos a partir de 15 anos (normalmente de bicicleta, a procura de 1 ou dois reais em troca de uma transa), garotos mais velhos e adultos querendo 10 reais para comprar maconha, entendidos a pé, de moto ou de carro em busca de aventura, e poucas pintosas. A policia aparece algumas vezes e é igual a de qualquer lugar do país.
Cheguei a cidade numa manhã de Sexta-feira e depois do café da manhã no hotel, munido do extremamente essencial, fui conhecer a praia. Logo na entrada esbarrei com um mulato aparentando 19 anos, de sunga azul e com o restante da roupa dobrada em baixo do braço. Pediu um cigarro coçando a rola. Dei, fingindo não entender o convite e segui adiante. Andava e não avistava vivalma. Próximo do final encontrei um jovem branco, malhado, de uns 20 anos pescando siri e que durante minha aproximação pegou uma faca na sacola e ficou brincando com ela. Cumprimentei-o e quis saber o que estava pescando. Pescava siri e naquele dia a pescaria não estava boa, só taba dando siri pequeno. Sentei na areia e conversamos durante uma meia hora. Trabalhava de segurança e era seu dia de folga. Esperava o tempo inteiro que o atacasse. Não era meu tipo. Despedi-me e segui adiante. Fui explorando as pequenas moitas. Numa pequena enseada depois da entrada avistei um caminhão da companhia de eletricidade e um taxi, ambos parados. Alguém conversava com motorista do taxi. Parei na moita onde estava e fiquei observando. Não demorou muito tempo e o cara do taxi abriu a porta e passou a chupar o rapaz ali mesmo. Chegou um coroa na moita onde estava e ficou rodando pra lá e pra cá com aquela cara de não quer trepar comigo? Não demonstrei interesse e ele permaneceu no local. Eu estava entretido na trepada do taxista. Depois de muito chupar o rapaz, colocou uma camisinha nele, ficou de quatro no banco do carro com a bunda pra fora do mesmo e recebeu o cacete ali mesmo. A visão da cena, naquelas circunstancias, encheu-me de tesão: o taxista tomando no cu a céu aberto. Nisso percebo o mulato que pediu-me um cigarro, aproximando-se nossa moita. Olhou-me insistentemente mas não retribui o olhar. Parou a poucos metros e lá foi o coroa conversar com ele. Não perderam tempo e logo estavam entrando na moita. Não procuraram esconder-se de mim e passaram a trepar. O mulato tinha um corpo bonito e o pau melhor ainda: Comprido e não muito grosso. O coroa o chupava adoidado. Fiquei observando as duas trepadas. O garoto continuava mandando rola no taxista até esporrar. O coroa vestiu o cacete do mulato e ficou de quatro. Aproximei-me para ver mais de perto. O mulato enfiou tudo de uma vez e o coroa não reclamou. Muito pelo contrário. Fazia cara de prazer e pedia mais rola. O mulato só faltava enfiar os ovos também. Não resistindo, passei a bater uma gostosa punheta em mim mesmo. Depois de muito meter no cu do coroa, pedi ao mulato que tirasse um pouco para ver como estava aquele cu. Assim ele fez. O cu do coroa estava arrombado, completamente aberto. O mulato voltou a meter. O coroa rebolava adoidado na rola. Gozamos todos.

Sai andando em volta da moita. O taxi já tinha desaparecido e o rapaz estava tomando banho. Depois do banho, veio para a moita, cumprimentou-me e entrou. Foi para o centro dela e desapareceu. Fiquei na entrada aguardando os acontecimentos. Como ele não saia e sabia que não tinha outra pessoa lá dentro, fui até lá. Ele estava numa clareira, completamente pelado e fumando um baseado. Sorriu, perguntou se queria(recusei) e disse que tinha colocado o short para secar e estava aguardando. Aparentava ter uns 17 anos, um moreno bem claro, quase branco, um corpo 10, uma rola que deixava a desejar de tão pequena e fina, um papo legal e muito inteligente.
Falei que tinha visto dali ele enrabando o taxista. Ele sorrio e disse que era pedreiro e pintor e quando estava sem serviço ia lá faturar uns trocados, era direito, não "atochava" ninguém e tinha ganho 5 reais do taxista. Quis saber o que era atochar. Respondeu que era roubar. Vestiu o short que já estava quase seco e fomos para a entrada da praia. O calor estava forte. Perguntei , tirando 5 reais do bolso, se não queria ir no shopping comprar uma coca-cola. Olhando o dinheiro respondeu que iria com todo o prazer e que podia confiar que voltaria. Sorri dizendo que tinha certeza que voltaria, sabia que ele não burro.
Voltou. Ficamos sentados na grama tomando o refrigerante e curtindo a paisagem. Escutava seus relatos ocorridos ali na prainha. Eram muito interessantes. Frisava sempre que era macho, não dava a bunda mas que gostava da putaria, tinha uma mulher e um filho no interior. Contando-me uma transa sua com um negão que freqüentava aquela praia disse-me que o negão também gostava de comer e que tinha tentado. Perguntei se tinha conseguido. "tá doido. Eu que comi ele. O negão tem uma rola do tamanho da porra... uma chapeleta assim... tá doido, não dou não..." Notei que ficava muito empolgado quando falava de uma pica. Gostava de descreve-la, dizer seu calibre...
Estava gostando muito de conversar com ele e não demonstrava em nenhum momento que estivesse afim dele. Isso o deixava intrigado. Cheguei a dizer, quando via alguém chegando de carro ou passeando na praia, que não queria atrapalhar seus programas e que não se prendesse conversando comigo, que fosse à luta. Ele respondia que não estava atrapalhando nada. Ouvi muitas estórias e relatei algumas minhas em Salvador e como ele, só colocava-me na posição de macho. Percebia-o observando meu pau duro no short ou saindo pelas pernas folgadas (estava sem cueca). Divertia-me com a sua "falta "de interesse pôr paus. Quando não conseguiu mais resistir a visão do meu pau duro, convidou-me para acompanha-lo até a moita.
Chegando lá foi logo tirando toda a roupa e pedindo que fizesse o mesmo. Enquanto tirava a minha disse que queria apreciar sua bunbinha que era muito linda. Concordou mas perguntou se podia fazer uma coisa. Depende... "vou cheirar". Antes que respondesse pegou um saquinho plástico em baixo de um pequeno arbusto e abriu. Era pouquíssimas gramas de coca. Olhei em volta da moita e vi que a praia estava completamente deserta e concordei. Ele passou a preparar sua coca numa tampa de embalagem de comida descartável, abriu as pernas, empinou a bunda e pediu que chupasse seu cu dizendo que taba limpinho, que tinha lavado. Meu pau voltou a ficar duro diante daquela visão: uma bundinha linda, quase sem pêlos, um cuzinho rosado e bem apertadinho. Enfiei a língua. Ele cheirava e se arreganhava mais. A língua não entrava. Fiquei mamando aquele cuzinho apertadinho. Ele estava louco e enfiava o cu na minha cara, sufocando-me. Cheguei a cair. Levantei-me e disse que seu cu já tinha recebido rola. Ele garantia que não. Disse que não acreditava. Ele continuava afirmando não. Então ele vai receber uma rola hoje. Ele ficou calado. Coloquei uma camisinha e pedi que voltasse a ficar arreganhadinho como antes. Ele ficou. Era lindo ver aquele machinho todo abertinho esperando meus 20cm. Quando encostei na entrada ele pediu que fosse devagar porque devia doer. Prometi ser carinhoso. Enfiei a cabeça e ele pinotou. Tirei o pau. Salivei um pouco mais aquele cuzinho e voltei a enfiar meu pau. A cabeça foi entrando e ele ajeitando a bundinha para receber o resto. Logo meu pau estava todo naquele cuzinho. Era realmente muito apertadinho. Ele cheirava sua coca e pedia que fudesse ele gostoso. Falava alto e isso dava-me mais tesão. "Enfia tudo no meu cu... Nunca dei antes... essa é a primeira rola que ele tá recebendo...que rolão você tem... tá muito gostoso... goza dentro do meu cu... Gozei. Ele se masturbava e não tinha gozado. Continuei com minha pica dura dentro daquele cu, pequei sua piquinha dura para ajuda-lo. Ele não gozava. Perguntei se não tinha dado o cu para o negão e ele jurava que eu fui o primeiro a comer seu cu, que tinha tirado seu cabaço... Aquilo foi excitando-me... Voltei a meter com vontade naquele cuzinho e punheta-lo. Ele rebolava muito na pica dizendo: você tirou meu cabaço.... agora tá tirando minhas pregas todas... vai gozar outra vez no meu cu?... vai encher meu cu de porra, novamente... enche ... enche... enche meu cu de porra... Gozamos juntos. Ele ainda deu a última cheirada enquanto mostrava-me o cuzinho descabaçado.
Continuava jurando que fui o primeiro. Que tinha gostado de mim e do meu papo, que via todo mundo dando o cu ali e teve vontade de fazer comigo.
Enquanto nos vestíamos dei 5 reais esperando protesto. Sorriu satisfeito. Tomamos um banho e fomos para a entrada da praia beber o resto da coca-cola que tínhamos escondido numa sombra.
Ele, realmente, era um carinha muito legal. Sentamos na grama, ficamos conversando e apreciando o movimento das pessoas que chegavam em maior quantidade. Ele falou que a partir daquela hora (5 da tarde) o movimento aumentava, principalmente das pessoas de carro. Estavam saindo do trabalho e davam uma passadinha ali antes de ir para casa. Manifestei minha intenção de ir embora. "Vamos na moita, rapidinho?" Disse que não poderia porque não tinha mais dinheiro. "e qual é o problema? Quem falou em dinheiro?" Argumentei que não era justo, ele taba ali para ganhar um trocado, as pessoas já estavam chegando...
Fui e não fiquei arrependido. Não tinha mais coca e todas as atenções do garoto estavam voltadas para minha pessoa. Dessa vez houve beijos, e muitos carinhos e carícias. Pediu que o penetrasse mais uma vez. Perguntei se agüentaria. "vamos tentar. não sei quando vou fazer isso outra vez".
Pedi que ficasse de quatro, as pregas do cuzinho quase já tinham voltado para o lugar, chupei com vontade, minha língua já entrava naquele buraco rosado. Chupava seu pau, pôr baixo. Ele gemia pedindo pica. Vesti a camisinha e fui dando o que queria. Dessa vez, sem grandes dificuldades. Estava entretido comendo aquele cuzinho gostoso quando ouvimos um cara branco de uns 25 anos do nosso lado dizer: tá gostoso ai. Não tá? Assustei-me e quis tirar meu pau para não deixar o garoto constrangido. Ele segurou-me pedindo que ficasse. Obedeci e continuei comendo aquele delicioso cuzinho. O branco colocou um pauzão duro e enorme para fora da calça. O garoto não resistiu e levou o pauzão à boca. Dava e chupava loucamente. Dessa vez não falava, estava com a boca muito cheia. Peguei seu pau e comecei a masturba-lo. Aquilo tudo era muito gostoso e excitante. Urrava muito alto quando enfiávamos juntos. (Olhei em volta da moita para ver se não estava se formando uma platéia. Ainda não). Continuava urrando e gemendo, cada vez mais alto... e gozou na minha mão. Gozei em seguida naquele cuzinho maravilhoso. Quando tirava meu pau o branco perguntou-me se emprestava aquele cuzinho para ele. Disse que emprestava só pôr pouco tempo porque o garoto já taba arrombado mas ele teria que dar 5 reais ao garoto. Concordou. O garoto virou o cuzinho para receber o pauzão do branco. O cara enfiou com cuidado mas a cara do garoto era de que estava doendo. Falei que agüentasse porque o cara ia dar 5 reais. Parece que a dor passou. Ele ia e vinha no pauzão do branco que o cara chegou a ficar parado só assistindo o cuzinho engolindo sua pica. Não demorou e pegou o garoto pelas ancas para gozar. Gozou lá fundo daquele cuzinho. Quando tirou o pauzão, fui olhar o estado do cuzinho do meu garoto. Ele ficou todo arreganhado na minha cara mostrando-me o cuzinho todo vermelho e aberto. Bati uma olhando para ele e quando estava gozando meu garoto veio com a boca aparar meu esperma. Cuspiu.
O branco despediu-se dando o dinheiro ao garoto e foi embora. Fomos tomar o último banho pelados, já estava quase escurecendo e íamos também embora. Ficamos conversando, esperando secar nossos corpos para nos vestirmos. Víamos nossa moita ser ocupada pôr outros dois, depois mais dois... "o que será que tá rolando lá dentro." Não faço idéia...
Nos despedimos, achando que ainda nos veríamos. ( Sinceramente. Espero que isso aconteça. Gostei muito do garoto. Pena não morar na cidade para contratá-lo para pintar minha casa...). 
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quarta-feira, 13 de março de 2013

Metendo chifre no Ricardão

Metendo chifre no Ricardão
Sou uma pessoa normal, separado, mas longe de ser careca e barrigudo, mantenho a forma praticando alguns esportes radicais. Há 2 anos senti a necessidade de ampliar meus conhecimentos em virtude do trabalho que exerço em uma empresa de consultoria empresarial, acabei encontrando o curso que precisava no Rio de Janeiro. Acertei com os outros 2 colegas pra fazer a pós e depois outro colega faria em outra área, assim somaríamos conhecimento para a empresa.
Logo na primeira aula já começaram a se formar os grupos de trabalhos e estudos, as colegas eram 5 casadas sem muitos atrativos, o resto era uma galera bem divertida . Após as aulas que eram sexta e sábado de 15 em 15 dias, saímos para jantar com alguns colegas, numa dessas noites de sexta o Ricardo, um colega muito camarada e boa pinta disse que a esposa também iria, nem dei muita atenção, pois quase todos éramos casados, com exceção de mim e mais 2 colegas. Quando ele chegou com a esposa no restaurante e veio para nossa mesa, fiquei atordoado, era uma morena de cabelos pretos longos e lisos, olhos verdes, bronzeada, corpo de babar, coxas grossas sem exageros, bunda bem arrebitada e cintura fina, seios médios, tudo isso bem enfiado em um tubinho preto que deixava boa parte dos seios e das coxas à amostra, poderia ser contratada como panicat com facilidade. Conversamos muito sobre tudo, se chamava Eduarda, era arquiteta no Paraná, além de acompanhar o Ricardo no Rio, também fazia uma pós para qualificação profissional, entre namoro e casamento estavam juntos há 7 anos, fomos embora antes da madrugada, pois teríamos aula no sábado o dia todo.
No sábado, ao final da aula, o professor anunciou que teríamos um exercício em dupla para a próxima aula, o Ricardo me convidou para fazermos à dupla, acrescentou que por ele poderíamos começar logo após a aula, se eu fosse para Porto Alegre no domingo de tarde poderíamos terminar o trabalho ainda de manhã. Ele me disse que poderia dormir em seu apartamento, assim faríamos o trabalho e eu iria embora no domingo depois do almoço. Perguntei se não teria problemas, pois era casado e esposas sempre complicam com convidados, ele disse que era tranqüilo, que a Eduarda iria gostar da visita. Fomos ao hotel, fechei minha conta e fomos para o apartamento do colega, só de pensar em ver aquela morena de novo já me dava taquicardia. Quando chegamos, ela veio me receber toda sorridente, me deu 3 beijinhos, tudo muito tradicional, estava vestindo uma bermudinha e camiseta sem sutiã, embora a roupa fosse discreta, dava para ver as suas curvas e o corpo bem torneado. Ele me instalou num quarto, depois eu fui tomar um banho, voltei para a sala e eles aguardando umas pizzas para o jantar. Conversamos sobre muitas coisas, quando terminamos a janta já estávamos bastante soltos, falamos de relacionamento, amores, sexo... Findada a janta, eu e Ricardo fomos até a madrugada fazendo o dito trabalho, ela apareceu umas 3 vezes perguntando se precisávamos de alguma coisa, sempre de bermudinha e camiseta sem sutiã com um sorriso naquele rosto lindo. Fui dormir tão cansado que nem pensei na morena linda que dormia no quarto ao lado. Domingo levantei e não quis ficar para o almoço, peguei logo o primeiro vôo para Porto Alegre, pois tinha ainda mais 2 horas de carro pela frente.
Na outra quinzena, o Ricardo me ligou combinando para ir na quinta de noite a fim de ajustarmos a apresentação do trabalho. Cheguei ao Rio, no aeroporto ele me cumprimentou como um velho amigo, mas ela estava bem eufórica, deu 3 beijinhos, me abraçou com força, pude sentir os seios duros e o seu corpo torneado colado no meu, disfarcei, mas estava bem empolgado, nossa aquela, morenaça me apertando encheu minha mente de sacanagens. Chegamos ao apartamento, a coisa foi bem diferente desta vez, ela foi tomar banho, arrumei a bagagem no quarto e fui para o banho, quando retornei a sala, ela estava na sacada, o que ela foi de recatada da outra vez, agora ela tinha deixado tudo de lado, Eduarda vestia uma miniblusa com os seios empinados aparecendo, barriguinha sarada com piercing no umbigo e o shortinho então, era bem pequeno, não cobria nem a metade da bunda arrebitada, perguntei pelo Ricardo ela disse que ele tinha ido buscar o jantar numa pizzaria ali perto, estranhei, pois era só ligar que trariam a janta. Ela me ofereceu uma cerveja para aliviar o calor, quando foi buscar, olhei a sua bunda com o shortinho bem enfiado, tinha certeza que a safada estava sem calcinha. Bebemos várias enquanto o Ricardo não chegava, falamos de tudo, ela estava bem desinibida, contava detalhes de seus namoros, amassos no corredor do prédio, boquete na garagem, comentou que não conseguia dar a bundinha porque doía muito, e o Ricardo não tinha paciência de prepará-la para o sexo anal, tentaram várias vezes, mas acabaram desistindo. Eu estava muito excitado e não conseguia mais disfarçar, ela brincou com a situação ? Imagina se o Ricardo chega agora e vê você de pau duro, vai pensar que a gente estava se amassando. Não perdi tempo, saí da poltrona, sentei ao seu lado no sofá, enchi de elogios, passei a mão em seu cabelo e no rosto, ela ficou quietinha e demos o primeiro beijo, que boca, ela beijava sugando a minha língua. Beijando e mordendo fomos nos amassando, passei a mão nos seios médios e duros, na bunda arrebitada, a pele dela parecia um pêssego, macia e cheirosa. Enfiei a mão dentro do shortinho, ela sem calcinha mesmo, não tinha nenhum pelinho, a bucetinha estava toda melada, denunciando que estava bem excitada. Tirei meu cacete pra fora, Duda começou a bateu uma punheta. Enfiei um, depois dois dedos na bucetinha, e Duda parou de punhetear, tirou de vez o shortinho, deixando o caminho livre pra eu enterrar 2 dedos e massagear o ponto G, foram alguns minutinhos e ela gemeu alto ? Tá vindo... vou gozar... vou gozar... Gemeu alto, me abraçou com força e gozou, suas pernas tremeram. Não deixei ela se recuperar, continuei, massageando o ponto G, mais um pouquinho e ela disse ? Covarde... tá vindo de novo... tá vindo... Gemeu alto gozando, tremeu toda, bem mais que da outra vez, encheu a sala com seu cheiro de fêmea no cio. Fomos pro meu quarto, toca o celular dela, era o Ricardo avisando que chegaria em 20 mim com o jantar, mesmo assim puxei-a para a cama e ela me fez um boquete nota 10, lambia as bolas, o corpo, a glande e elogiava ? Ele é lindo, é grande e grosso. Quanto ele mede ?? Respondi que era normal, pois media 17 cm por 5 cm de grossura, sentei na cama e ela se ajoelhou no chão entre minhas pernas, agora sim chupava com força, me olhava nos olhos, chupava com a boca quente, me fez gozar em minutos naquela boca linda, tomou tudo, beijou a cabeça do pau, elogiou o sabor e quantia do meu esperma, saiu do quarto se arrumando, fui ao banheiro e me lavei, dei um tempo, quando voltei na sala o jantar já estava servido. Ricardo parecia não desconfiar de nada, conversamos, jantamos, bebemos, combinamos como seria a apresentação do trabalho, Duda sempre oferecia mais tira-gosto e cerveja, desfilando pela sala a linda bunda empinada quase toda de fora, pois ela agora havia enterrado de vez o shortinho, depois de várias cervejas, fomos dormir todos.
De madrugada senti que alguém deitou ao me lado na cama, Duda foi logo me beijando, estava de baby-doll e uma calcinha que mal cobria sua bucetinha, sua pele morena estava toda arrepiada, cheguei a falar que o Ricardo poderia acordar, ela respondeu que ele sabia de nós, retruquei - Como assim?? - Ele sabe que eu vou dar pra você, é um acordo, eu já contei da gente antes da janta, ele me meteu chifre com várias amigas, até com minhas primas, ele é bem Ricardão mesmo, mas se quiser continuar casado comigo, desfrutando da posição social e do prestígio da minha família no Paraná, além de desfilar comigo por aí como uma esposa fiel e dedicada, fiz uma proposta para ele, o casamento continua normal, mas ele vai levar chifre e ficar bem quietinho, não vou mais ser fiel, vou arrumar um amante, ele exigiu que eu escolhesse alguém super discreto e do nosso meio, eu já escolhi o meu homem.
Dei um guloso beijo na morena, chupei seus seios duros, tirei o baby-doll e a calcinha, beijei e chupei os seios, a barriguinha e as coxas, ela falou que eu poderia comer todinha, pois fazia 3 dias que não dava pro marido, estava me esperando, chupei ela até a morena gozar na minha boca, a buceta tinha um gostinho doce, coloquei na posição papai-mamãe, peguei o cacete e bati várias vezes em seu clitóris antes entrar, ela gemeu de tesão, encaixei a cabeça e empurrei um pouquinho, ela já foi gemendo e dizendo que era grosso, que era uma delícia, empurrei mais um pouco, entrou a metade e comecei a bombear, nossa a Duda era muito gostosa, gemia e me elogiava o tempo todo, me incentivando a meter, arrumei ela na posição de franguinho assado, deixando a buceta escancarada, enterrei de vez, depois de alguns minutos a morenaça pediu ? Vai, isso me come... mete com força... cachorro... vou gozar... Gozou gemendo alto, se contorcendo toda, continuei metendo mais alguns minutos com força e avisei que queria gozar, ela disse ? Goza... meu macho... goza... goza na minha buceta... Aumentei a velocidade e a força, a cama sacudia toda, dos meus 17 cm, só a cabeça ficava dentro da buceta, o pau entrava e saia todo, enlouqueci com aquela buceta quente e cheirosa, gozei urrando violentamente enchendo aquela morena gostosa de porra, quando ela sentiu que eu estava gozando, urrou bem alto e tremeu toda mostrando que estava gozando pra valer também, depois ficou quietinha, toda mole, meio desmaiada. Dormimos agarrados, acordamos, estava amanhecendo, estávamos ainda lambuzados, ela me deu uns beijos, depois foi pra baixo dar um gostoso boquete, que boca macia e quente, parecia veludo envolvendo o me pau. O cacete ficou duro de novo e lá fui comer de novo aquela morena, coloquei Duda de quatro, ela empinou bem a bunda perfeita, colou o rosto no colchão, fique em pé ao lado da cama, ajeitei bem o pau na entradinha, empurrei, estava toda melada, quando a cabeça entrou, enterrei o resto em uma estocada só fazendo Duda gritar ? Ai cachorro... tô toda rasgada... come a tua fêmea... macho gostoso... Comecei a bombear com vontade e a morena falou ? Me fode... safado... cachorro... come minha buceta... Fui comendo a morena, aproveitei a posição para ir massageando o cuzinho minúsculo, com saliva ia enfiando e tirando a ponta do dedo, brincando na entrada, ela dizia que não, que ia doer, eu continuava brincando, enterrava um pouquinho e tirava, depois de alguns minutos ela começou a gritar bem alto, segurei com as duas mãos pela cintura, estocava com força, os vizinhos com certeza ouviram nossa barulheira ? Puxa meu cabelo... meu macho... bate na minha bunda... Puxei seu cabelo, dei mais palmadas com força na bunda lindíssima da Eduarda, ela estava toda arrepiada, uma espuma branca saia da buceta, comi com velocidade e gozei enxergando estrelas, a Eduarda sentido minha porra enchendo a buceta, também gozou aos gritos de novo, ela berrava feito leoa ferida ? Puta merda... tô cheia de leite... pau gostoso... tô gozando... ai, ai, ai... Tremeu toda, desabou na cama, eu desabei junto, dormimos quase o resto da manhã.
Acordamos quase 11hs, eu dei um beijinho naquela boca linda e fui tomar banho, na volta não encontrei a Duda, já tinha ido tomar banho na suíte do casal. Cheguei à sala, encontrei com o Ricardo, dei bom dia e ele respondeu já puxando assunto sobre o trabalho que iríamos apresentar em poucas horas. Antes de sairmos a Duda apareceu, estava com outro shortinho discreto, desta vez usava uma camiseta grande quase tapando a bunda arrebitada, beijou Ricardo e me falou com ar de debochada ? Bom dia, espero que tenha dormido bem, respondi que sim, que havia passado muito bem a noite, ela acrescentou, que bom que gostou da nossa hospitalidade, eu e o Ricardo adoramos a tua visita, nos despedimos com 3 beijinhos e eu fui descendo na frente, deixando o casal mais a vontade, ele levou vários minutos para chegar à garagem do prédio, na ida para o curso paramos para o almoço, no carro entre uma conversa e outra, ele me disse ? sobre essa noite eu nem preciso te pedir silêncio e discrição, se isso vazar, vai complicar muito a minha família e a família da Eduarda, muito mesmo, acrescentei que por mim, estava selado o silêncio.
Após a aula, ainda no estacionamento ele ligou para ela, ficaram uma hora conversando no celular, ele falou que Duda gostou muito e quer repetir a noitada, mas é melhor irmos posar em um motel porque vocês fizeram barulho dos diabos, a cama parecia que ia desabar e a gritaria dela certamente acordou os vizinhos, ele comentou que já estava tudo acertado, posaríamos os 3 no motel, ela iria nos encontrar levando uma mochila com algumas coisas para ela, roupas para o Ricardo e a minha bagagem para que depois fossemos direto para a aula de sábado.
Fomos para o local marcado, deixamos o carro dela num estacionamento e entramos num motel bem luxuoso, tão logo entramos, ela foi fazendo um strip, eu e Ricardo tomamos champanhe admirado ela dançando, ela ficou de sutiã meia taça, a calcinha de fiozinho não cobria nem os lábios da bucetinha, uma sandália altíssima, tudo branco em contraste com a sua pele morena, uma deusa, pediu para brindarmos a noite especial, tomamos todo champanha, pedimos mais outra, Duda foi dançar na barra, rebolar, andava de quatro na nossa frente, estava provocando mesmo, Ricardo disse que iria para o carro na garagem, ficaria lá um pouco para que ficássemos mais a vontade e que precisava tomar coragem para ver Duda com outro, pegou a champanha e sumiu.
Quando ele saiu, parti para cima da Duda, ela estava fervendo também, nos beijamos e agarramos, chupei seus seios, a barriguinha, a bundinha, a bucetinha estava bem melada, tirei a calcinha com um puxão, ela andava de quatro mostrando a bucetinha melada e o minúsculo cuzinho rosa que era meu objetivo daquela noite.
Mandei ficar de quatro em cima do puf, ela ficou arrebitadíssinha, chupei um pouquinho a bucetinha e o clitóris, ela gemia toda dengosa, estava louco pra comer ela, pincelei a entrada e enterrei o pau, ela já começou a geme na primeira estocada, comia a bucetinha tirava o pau todo melado e esfregava no cuzinho, ela certamente já desconfiava das minhas intenções, continuei assim até que comecei a enfiar um dedo no cuzinho, enfiava e tirava, cuspia no cuzinho e enfiava de novo. Quando comecei a enterrar o dedo mais fundo, ela reclamava, eu bombeava com mais força fazendo gemer alto, continuava abrindo o cuzinho com o dedo, fui enfiando no cuzinho um dedo de cada vez, depois mudei o esquema, segurei firme pela cintura com as duas mãos, bombeei com força, ela berrava de tesão, gozar quando ela começou a gozar, só tive o trabalho de escorregar o meu de dedão pelas nádegas para fazê-lo sumir todo dentro o cuzinho da morena, nossa ela estava gozando forte, o cuzinho piscava e latejava, a buceta pulsava no meu pau, foi muito fácil enterrar todo dedão, continuei bombeando, enquanto ela gritava ? Pau gostoso... tô toda rasgada... quero gozar a noite toda... macho tesudo... mete na buceta... Aproveitei que ela gozava uma vez atrás da outra, com uma mão eu dava tapas na bunda, puxava o cabelo, segurava a cintura, mas com a outra eu deixei o dedão bem fundo no cuzinho rosa da Duda, comecei então o via-vem com o dedão com bastante ritmo, certa altura, diminuí as bombeadas do cacete na buceta e priorizei o entre e sai do cuzinho, certa altura deixei o cacete bem enterrado na buceta, pensei em enterrar 2 dedos no cuzinho, mas faltava lubrificante, olhei para os lados, o Ricardo deve ter ouvido a nossa barulheira, voltou em silencio, sentou na poltrona, tinha tomado todo champanha, estava bestificado atrás de nós vendo a esposa gozar aos berros, fiquei assustado, vai saber o que pensa um corno vendo sua esposa gozar e pedir mais, mas senti que ele estava desnorteado, muito nervos, talvez não acreditasse que a esposa fiel fosse uma tarada.
Meio abestalhado ainda teve coragem de perguntar para a esposa se ela estava gostando. Ela disse um sonoro ? ?Tô... ele tá fazendo eu voar... não consigo parar de gozar... esse pau grosso parece que vai sair pela minha boca... Ele ficou em silencio na poltrona bem perto de nós e eu continuei comendo a Duda e o dedão continuava enterrado no cuzinho. Depois perguntou se eu iria inaugurar a bundinha da Duda?? Se eu tinha experiência no que estava fazendo?? Se eu não iria machuca-la ?? Disse que ela era uma deusa, que era linda e muito gostosa na cama, que ele estava de parabéns. Ele disse que sabia disso, que ela estava corneando ele por vingança, senti a situação estava a meu favor, falei que ia inaugurar a bunda da Duda, que eu tinha muita experiência, tinha comido a bundinha de todas minhas namoradas, que elas se deliciavam com anal, que ficaram viciadas em dar a bundinha, que a Duda tinha uma bunda linda, perfeita, era um desperdício da natureza ela não dar pra ninguém, falei para ficar tranqüilo porque ela iria delirar e gozar muito, garanto que vai ser mais uma viciada em anal, ia falando e comendo a Duda, sentia o seu cuzinho pulsar no meu dedão bem enterrado, a buceta latejava, ela gemia baixinho com o rosto colado no puf, sem nenhuma reação, completamente entregue.
Acrescentei que providenciasse mais KY, pois precisava alarga-la bem mais, ele só disse um ? ?Tá, já volto?. Saiu pela suíte, em segundos trouxe mais envelopes de lubrificante, eu continuava comendo a Duda de quatro, da buceta saia uma espuma branca, rasguei um envelope e despejei todo no cuzinho, Duda viu que a coisa iria se concretizar, me pediu bem dengosa, mas com voz rouca, cheia de tesão - Por favor, me alargar bem antes... não deixar doer... aproveita que eu tô doida de tesão... inaugura meu cuzinho... tô maluca pra te dar.
Ricardo não falou nem uma palavra, ficou quieto bem perto da gente olhando abestalhado a esposa, enquanto eu metia e tirava bem lentamente 2 dedos abrindo de maneira carinhosa, mas definitiva o cuzinho da morena. Parei com as bombeadas, deixei o pau bem enterrado e me dediquei a enfiar e tirar 2 dedos do cuzinho da morena, ela gemia alto bem dengosa, despejei mais outro envelope, continuei ainda empurrando KY pra dentro o cuzinho rosado, aproveitei para colocá-la de lado no sofá, deitei continuei metendo 2 dedos, lambia e chupava sua nuca e a orelha, Duda babava de tesão, gemia alto, me posicionei de lado também, tirei os dedos, encaixei a cabeça duríssima do meu pau, empurrei e a cabeça trancou, ela gemeu, eu empurrei um pouquinho e voltava, fiz várias vezes até que a cabeça entrou rasgando o cuzinho da Duda que gritou ? Ai, ai, ai... tá rasgando... tá rasgando... Passei a masturba-la no clitóris, enquanto deixava o cacete parado para que se acostumasse com o tamanho. Após um tempinho sendo masturbada, Duda, gemia alto, mostrando que estava com muito tesão, continuei a enterrar bem lentamente, masturbando, lambendo no pescoço, na orelha, aos poucos o cacete foi sumindo, Duda gemia e dizia ? Tá doendo... tô sentindo lá dentro... bem fundo... nossa mãe... é enorme... tá abrindo tudo... tô com muito tesão... dói... mas dá muito tesão. Eu falei que sentia as carnes da bundinha se abrindo por meu pau passar, que a bundinha dela era muito quente e gostosa, que eu estava abrindo a bundinha dela para sempre, que de agora em diante era muito fácil ela dar a bundinha, que a sua bundinha estava bem receptiva, que estava acomodando bem meu pau, que precisava dar para uma macho experiente, comentei que em poucas enrabadas, as ruguinhas do cuzinho ficavam bem maiores, era porque o cacete arregaçava e laciava os músculos do rabinho, a partir desse ponto não havia nada que impedisse a entrada do meu cacete grande e grosso até o fundo, era só relaxar e aproveitar pois o pau vai entrar e sair sem problemas, vai entrar bem fácil, tu vai desmaiar de tesão, ela foi se entregando, deixando eu comer com mais vontade, ela gemia e as vezes urrava enquanto eu metia já bem fundo.
Comi lentamente durante vários minutos, que rabo lindo, se eu olhasse muito gozava na hora, aproveitei que ela estava bem excitada, e a coloquei de bundinha arrebitada para cima no sofá, uma almofada embaixo da barriguinha, fiquei por cima dela, controlando completamente a enrabada, ela ficou com a bunda bem empinada, abri mais um envelope e despejei no cuzinho, estava bem lubrificada, já havia despejado uns 6 envelopes no cuzinho, quando fui enfiar de novo, ela gritou, tentei de novo, ela não deixou, disse que já estava toda rasgada, que estava ardendo muito, mas a safada não saia da posição, claro que devia estar doendo, comi aquele rabinho virgem mais de hora, olhei bem de cima e o cuzinho estava em carne viva, bem vermelho e começando a inchar as preguinhas, mas eu precisava gozar naquela bunda linda, encaixei a cabeça e empurrando, entrou a cabeça, ela gritou ? Tira... tira... para... tá rasgando... tá doendo... Ela gritava, o Ricardo chegou a pedir que parasse de meter na bunda da esposa, falei que ele me ajudar, que masturbasse a esposa, que metesse 3 ou 4 dedos bem fundo na buceta, que ela precisava gozar dando a bunda, que eu precisava arregaçar bem a bunda da Duda, a bundinha depois aberta, ficaria muito fácil, qualquer entraria. Ele ficou sem saber o que fazer, Duda gritava de dor e de tesão, quando ela urrou, falei ? Ajuda ela a gozar...massageia o clitóris... mete os dedos na buceta... Finalmente ele saiu do transe e veio por traz de mim enterrando 4 dedos na buceta da esposa, em poucas estocadas do marido, Duda urrou, se torceu sobre o sofá, atingindo o primeiro orgasmo anal da sua vida, eu não parava entrar de comer seu cuzinho, agora já estava bem inchado e sangrando, nem deixava o Ricardo ver o cuzinho da esposa, ela estava sem forças, nem falava mais, simplesmente estava largada sobre o sofá, ele foi até perto do seu rosto, beijou na boca, mas eu continuava comendo firme, enquanto Ricardo segurava e beijava o rosto da esposa que nem reagia, ela estava entregue, sem forças, Duda chorava mansinho. Ele viu o sangue no meu pau e no cuzinho da esposa, perguntou se ela já sabia que o cuzinho estava rasgado, que estava sangrando bastante, perguntou se estava doendo ? ela disse devia estar mesmo rasgada pois me pau ia lá fundo, mas que ainda estava tonta da gozada, que foi muito forte, ela pediu para ele masturba-la de novo, pois queria gozar mais uma vez, Ricardo meio sem jeito ficou beijando no rosto e na boca, ela insistiu de novo ? Me ajuda.. por favor... quero gozar de novo... quero aproveitar ao máximo... por favor... O marido veio por traz de mim de novo e enfiou logo 4 dedos dentro da buceta da Duda, mal entrou e ela já começou a gritar, continuei metendo firme, minhas bolas batiam no braço dele, Ricardo masturbava com força a esposa, eu sentia os dedos dele encontrando meu pau por dentro da Duda, aumentei o ritmo e anunciei que ia gozar, ela aos berros ? Goza... vai... enche me cu de leite... já rasgou meu rabo mesmo... completa o serviço... gaúcho gostoso... Não agüentei mais segurar mais, esguichei o leite em quantidade absurda, bem fundo na bunda da Duda. Ela gritou ? tá vindo... tá vindo... meu Deus... tá vindo... tô pegando fogo... vou goza... vou gozar... Ela começou a tremer toda, gozou aos berros, urrando de tesão. Eu que não tinha mais força, desabei sobre ela, nem de saí do sofá, fiquei ali mesmo, deitado ao lado da morena lindíssima, nos beijamos várias vezes, ela agora de bundinha inaugurada, o Ricardo ficou no sofá, ao nosso lado, não acreditando no que tinha acabado de acontecer, tinha ajudado outro homem não só a comer a própria esposa, mas tinha ajudado outro a estrear a bunda arrebitada da esposa. Demos uma descansada, fomos os 2 pro banho, o Ricardo ajudou Duda a chegar no chuveiro, eu mal conseguia andar, depois banho e da janta fomos dormir, o Ricardo ficou lá embaixo dormindo no sofá, eu e a Eduarda dormimos na cama de casal, nem rolou mais nada, meu pau estava em carne viva, e ela nem se fala, o cuzinho inchado e vermelho, dava para ver 2 rasguinhos entre as prequinhas do rabinho, enchi ela de beijos e elogios, dormimos abraçados.
Acordamos tarde e resolvemos matar a aula da manhã, saímos para almoçar, me despedi dela no estacionamento com um guloso beijo na boca, e fomos pegar a aula da tarde, após a aula, Ricardo me deixou no aeroporto, nos despedimos como velhos amigos, sem ressentimentos ou mágoas, ele me pediu discrição e silêncio absoluto sobre o assunto, sem problemas da minha parte, quem come quieto, como sempre.
Depois de um ano fazendo o curso, a situação está bem definida, na frente dos outros Ricardo é o marido, Duda a esposa recatada e educada, eu sou o colega e amigo, mantemos sigilo absoluto, e muita discrição da situação, assim estamos aproveitando muito. Sempre me programo para chegar no Rio na quinta, mesmo tarde da noite vou direto para o apartamento do casal, ela já me espera ansiosa, dormimos no quarto de hóspedes que agora ganhou cama nova, um puf imenso e muitas almofadas,
O Ricardo continua parceirão, ele é o marido na frente dos outros, mas quando chego no apartamento ele simplesmente me entrega a esposa, ele já confessou para Duda que a ama muito, que não quer perde-la, mas jamais tinha imaginado uma situação dessas, ver a esposa dele se entregar a outro, ainda mais com a aprovação e apoio dele, que fica sem reação quando vamos para o quarto de hóspedes, que chega a se masturbar na cama quando ouve o urros da esposa trepando no quarto ao lado, que ele está gostando muito da situação, que está muito feliz em ver a alegria e felicidade da esposa estampada no rosto, que ele sabe que ela está aproveitando nossas transas ao máximo, que nunca vai ser capaz de fazer ela gozar com tanta intensidade.
Ela já falou diversas vezes na frente do marido que está viciada em dar a bundinha pra mim, que eu deixo seu cuzinho latejando e alargado, isso deixa o Ricardo louco de ciúmes e tesão. A sua bunda está mudando com o uso intenso, o meu pau já entra fácil, as várias preguinhas minúsculas sumiram, deram lugar a 4 pregas grandes, o cuzinho está rombudinho e alargado, o meu dedão nem precisa de lubrificante para sumir todo, dá pra ver que as carnes de dentro do esfincter estão vindo pra fora mostrando que está dando para um cacete de bom calibre, quem come rabinho sabe do que estou falando. A safada ainda não deixou o marido comer sua bundinha, ele também está proibido de participar das nossas trepadas, só pode olhar da porta do quarto, falou que ?por enquanto ele está de castigo?, que é o preço dele ter comido suas amigas e primas, só vai dar o rabinho pra ele quando já estiver bem alargado, depois de eu ter comido muito, falou que talvez leve mais um ano pra ficar no ponto, o marido fica atordoado, abobalhado com a situação, nem reage, como eu já disse, vai saber o que passa na cabeça dele numa hora dessas.
Agora que está ficando com a bunda maior, mesmo com muita academia, ela já aumentou 5 cm de bunda, vai colocar silicone nos seios para fica um conjunto mais harmonioso, nem perguntou ao marido como ele queria, foi logo perguntado pra mim o tamanho que eu quero ? Falei em 300 ml para ficar peituda, pois ela está bem rabuda, assim fica bem gostosa. Ela adorou, já está com a cirurgia marcada para poucos dias.
Estamos os 3 gostando da situação, levamos a coisa com muito jeito, muita discrição, nem penso em humilhação do casal ou coisas do tipo, enquanto durar essa situação estou aproveitando muito a morena fogosa. Ele colabora e ajuda nas trepadas da esposa comigo porque fica feliz em ver a alegria e felicidade dela quando está comigo. Era essa minha história, até mais.
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metendo com o titio

Meu nome é Nathalya, tenho 23 anos, 1,70 de altura, morena clara, cabelos compridos e olhos esverdeados, seios médios e durinhos, pernas grossas e um bumbum arredondado. Trabalho em uma empresa Multinacional e sou secretária do meu Tio. Moreno Alto cabelos grisalhos com os seus 50 anos sempre foi muito carinhoso comigo e é o único que me entende. Fui trabalhar com ele por causa do meu pai um militar muito rígido por sinal. A empresa tem 2 andares, se alguém quizer falar com o meu tio tem que avisar antes e só consegue acesso a sala dele se destravar a porta principal do 2º andar que quem libera sou eu ou ele que tem a chave. Por muitas vezes sem nada para fazer entrava em salas de bate papo, as conversas começavam a ficar quentes e ia para o msn conversa a dois e bem picantes. A 1 mes atrás estava no msn e escutei a porta destravar ... rapidamente parei de conversar no msn porque o meu Tio acabava de chegar. Como sempre ele passava pela minha sala e perguntava se estava tudo bem e se tinha algum recado. Respondi a ele que não. e ele foi para a sala dele. Depois de uns 40 minutos mais ou menos o meu Tio me chamou até a sala dele. Quando cheguei em sua sala ele estava muito sério me pediu que entrasse e fecha-se a porta e me senta-se na cadeira em sua frente. Perguntei o que tinha acontecido se eu tinha feito algo errado e ele me respondeu que ele havia implantado um sistema na rede onde ele monitorava tudo o que os funcionários andavam fazendo na internet e disse que tinha lido o meu msn. Fiquei com medo ... pensei comigo ele vai contar para o meu pai e eu estou perdida. Ele se levantou da cadeira dele e foi até mim pedindo que eu me levantasse ... gelei. Ele me olhou bem dentro dos meus olhos com uma mão segurou a minha cintura e com a outra levantou a minha saia passando a mão na minha bucetinha por cima da minha calcinha ... não acreditei fiquei em choque ... continuava me olhando e afastou a minha calcinha de lado e deslizou um dedo no meu grelinho, roçava e começou a meter o dedo dentro da minha bucetinha que estava toda molhada ... ele sorriu e eu paralizada sem acreditar no que acontecia. Ele me colocou deitada em cima da mesa dele tirou a minha calcinha ... ele olhou para a minha bucetinha e disse que era como ele gostava toda lisinha, toda depiladinha ... abriu bem as minhas pernas e começou a lamber a minha buceta ... ele chupava o meu grelo ... beijava que parecia que estava beijando a minha boca e o grelinho era a minha lingua. Meu tio estava louco de tanto tesão ... mesmo sem acreditar no que estava acontecendo comecei a relaxar e sentir prazer com o que estava acontecendo ... meu tio ali fazendo aquelas coisas comigo ... ele chupava, lambia, enfiava a lingua quente dentro dela, minha bucetinha estava pegando fogo, eu gemia, me contorcia de tanto tesão ... e ele dizia que ia fazer tudo aquilo que ele tinha lido no meu msn. Ele parou ... me levantou e começou a abrir a minha blusa, tirou o meu sutiã deixando os meus seios a amostra e começou a mamar nos meus seios ele apertava e perguntava se eu estava gostando. Eu dizia que estava louca te tanto tesão. Ele me tirou de cima da mesa e me levou para uma outra sala onde na verdade era um quarto com suíte com uma cama redonda ... fiquei pasma nunca imaginei que tinha um quarto no escritório dele ... ele nunca deixava ninguém entrar na outra sala. Ele me deitou na cama e começou a tirar a roupa dele ... o volume na calça dele era enorme ... quando ele tirou a roupa toda fiquei louca de desejo pelo meu tio ... o pau dele era grande e grosso, uma cabeça roliça ... só de lembrar estou toda molhada ... ele me colocou de 4 ... e começou a roçar aquele pau imenso na minha buceta e no meu cuzinho me deixando louca ... passava a cabecinha no meu grelinho e na entrada do meu cuzinho ... com uma mão acariciava os meus seios ... não aguentei ... pedia e implorava para que ele me come-se ... Me come tio ... não estou aguentando ... mete esse pau na minha buceta ... mete bem gostoso ... e ele nada ... só me deixando maluca ... me segurou pelos cabelos e meteu a cabecinha na entrada ... nossa que delicia!! colocava e tirava ... foi quando ele colocou tudo e começou a meter bem forte ... eu comecei a gritar, rebolava para ele .... sentindo aquele pau grosso e latejante todo dentro de mim ele dizia que eu era a sobrinha gostosa dele ... me chamava de putinha .... perguntava se eu queria mais ... e eu dizia que queria tudo ... ele metia com muita vontade ... uma delicia .... ele dizia que iria comer o meu cuzinho do jeito que eu tinha escrevido no msn ... fiquei louca de desejo e pedia para que ele coloca-se a cabecinha no meu cuzinho .... ele molhou bastande a portinha do meu cuzinho e começou a me penetrar ... fiquei doida .... ele dizia: mexe pra mim ... mexe pro seu tio ... rebola sua putinha gostosa ... eu enlouquecida de desejo rebolava ... e ele penetrava mais e mais até que entrou tudo ... sentia suas bolas batendo na minha buceta ... era incrivél o meu próprio tio me fudendo gostoso. Eu implorava, gritava e pedia mais ... mete na sua sobrinha ... mete titio ... que delicia. Ele tirou do meu cuzinho ... me virou de frente para ele e meteu dentro da minha buceta ... me beijava ... mamava nos meus seios e me chamava de gostosa .... metia tudo ... bombava com bastante força até que gozou bem gostoso. Fomos tomar um banho e embaixo do chuveiro ele chupou a minha buceta mais uma vez ... me lambeu o corpo inteiro e disse que só iria me comer novamente quando eu pedisse. Todo dia quando ele chega no escritório ele passa pela minha sala me coloca sentada na mesa afasta a minha calcinha e dá uma lambida e diz que vai esperar eu pedir para ele me comer. Falta pouco ... não estou mais aguentando. Quem sabe amanhã.
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