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sábado, 30 de novembro de 2013

COMENDO O CÚ DA SOGRA NA BASE DE CHANTAGEM

 
Sou casado há 12 anos com uma bela gata, muito boa de cama e que me dá muito prazer. Mas o conto que vou narrar a seguir não é sobre a minha gata gostosa, mas sim sobre a mãe dela. A minha querida sogra. Que sempre demonstrou ser uma pessoa de muito respeito e recatada, além de ser metida a ?certinha?. Cheia de querer dar lição de moral nas pessoas e posar de mulher de respeito e comportada.
Nós moramos em uma cidade do interior e ela em outra, e de vez em quando leva minha mulher e as crianças para visitá-la. Sempre que vamos lá dou uma saidinha sozinho para ver a galera e tomar umas cervejinhas. E toda vez que isso acontece, minha sogra fala um monte, sempre me chama a atenção dizendo que tenho que ser mais responsável e dedicado à filha dela. 
Há alguns meses atrás, fomos visitá-la. Chegamos no sábado pela manhã e lá estava ela, como sempre cuidando dos afazeres da casa. Minha sogra é uma mulher bonita,está separada há algum tempo, apesar da idade ela preserva sua beleza e tem um corpo bonita, demonstrando que deveria ter sido muito gostosa quando mais jovem. As pernas bem torneadas e uma bundinha empinada, realçada por um quadril muito fino. Ela nos recebeu com muita alegria distribuindo beijos pra todo mundo. Ficamos por ali, almoçamos e já no cair da tarde minha mulher decidiu ir fazer umas compras no supermercado e disse que depois iria visitar a sua irmã que também mora na mesma cidade. Levei ela e as crianças ao supermercado, fiquei um tempo acompanhando minha família até que resolvi dar uma volta enquanto eles faziam as compras. Peguei o carro e sai, decidi ligar para uns amigos e foi então que percebi que tinha esquecido o celular na casa da sogra. Voltei para buscar e ao chegar na casa não entrei com o carro no quintal, deixei ele do lado de fora, já que não iria demorar e entrei pelo portão pequeno. Entrei na casa e ao me dirigir ao quarto onde estavam as nossas coisas ouvi uns sussurros que vinha do quarto da minha sogra. Imediatamente fiquei curioso em saber o que estava acontecendo, sai de casa e dei a volta pelos fundos e me aproximei cuidadosamente da janela que estava aberta. Qual foi a minha surpresa ao ver a minha sogra mamando na pica de um garoto que morava vizinho da casa. O rapaz estava em pé e ela de joelhos sugava aquela pica enquanto acariciava a buceta com uma das mãos. Meu pau ficou duro na hora e eu pensei: Que safada. Dá uma de moralista e fica usando a molecada pra se satisfazer.
Corri no carro e busquei a câmera fotográfica e tirei muitas fotos da minha sogrinha se acabando na pica do moleque. Ela mamou até o rapaz gozar na sua boca que ao receber os jatos de porra foi se enchendo e vazando pelos cantos dos lábios, mas ela com maestria engolia o que tinha na boca e com os dedos recuperava o que caia e enfiava de volta bebendo toda a porra do rapaz. Depois que ele gozou ela ainda continuou chupando o pau até ele ficar mole. Depois disso ela levantou a cueca e o short do rapaz, deu um beijo nele e disse que não poderia terminar o serviço pois estava com visita em casa. O rapaz se despediu e foi embora. 
Depois de alguns minutos fui para a frente da casa e como se estivesse chegando naquele momento, fiz alguns barulhos para ela perceber e entrei na casa. Peguei o celular e disse a ela que iria dar umas voltas e rever o pessoal. Ela, como sempre, falou que eu deveria respeitar mais a sua filha e que se um dia descobrisse que eu a traia iria fazer a gente se separar. Pra provocar uma situação, que eu estava planejando depois do que presenciei, falei que umas escapadinhas de vez em quando não faria mal, mas garanti a ela que isso não acontecia, que eu não era homem de fazer isso.
Naquele dia, voltei pra casa por volta das três horas da manhã. Eu queria que ela me chamasse a atenção, como costumava fazer sempre. No domingo pela manhã, minha cunhada chegou cedo pra levar minha esposa num evento que estava acontecendo na igreja que ela freqüenta. Elas e as crianças iriam participar e também almoçariam por lá. O que significa que só voltariam dali umas quatro ou cinco horas. E eu ficaria sozinho com a sogra todo esse tempo. Depois que elas saíram falei pra sogra que iria deitar mais um pouco, pois estava cansado e que tinha dormido pouco. Ela imediatamente retrucou: ?Quando tava na gandaia não lembrou disso?. Dei um sorriso e fui pro quarto. Fiquei deitado por mais ou menos uma meia hora e então me levantei, tomei um banho e apenas de short fui até a varanda onde estava a minha sogra arrumando uns documentos. Lá tinha uma mesa e ela estava na cadeira muito concentrada no que fazia. Cheguei e sentei ao lado dela e comecei a fazer perguntas banais. Ela respondia, aparentemente sem muito interesse e eu achei que ela não iria falar sobre a minha saída, na noite anterior. Ela se levantou, foi dentro de casa e voltou com uma jarra de sucos. Serviu um copo para mim e outro pra ela e calmamente me disse: ?Você não tem jeito mesmo, não é? Toda vez que vem aqui, sai e deve aprontar todas por aí. Deixando minha filha em casa cuidando das crianças e agindo como uma idiota. Deveria se envergonhar?. E foi falando, falando me sacaneando e tentando me humilhar. E eu ouvindo tudo atentamente. Aguardando a hora certa pra agir. Foi ai que ela disse o que eu esperava: ?Isso é falta de vergonha. Você deveria ter vergonha do que faz?. Quando ela acabou de falar isso eu disse que ela deveria ter razão sobre muitas coisas. Que de repente eu realmente poderia estar errado. Mas que muitas vezes a gente olha o erro dos outros e não reconhece os nossos. Falei isso e imediatamente disse que queria mostrar algo a ela. Fui no quarto e peguei a câmera, cheguei ao lado dela e mostrei a primeira foto dela chupando a pica do moleque. Ela quase caiu dura. Ficou pálida na hora. Eu maldosamente fui passando as fotos lentamente para ela ver. Ela olha assustada e não conseguia falar nada. Aproveitei e falei bem pertinho do ouvido dela: ?Quem é safado, agora? Não acha que é vergonhoso ficar usando os moleques pra satisfazer sua tara?? Ela não respondeu mas continua olhando as fotos, parei em uma onde dava pra ver nitidamente a porra do moleque escorrendo pelo canto da boca. Nesse momento senti que ela, poderia estar gostando de ver aquilo, pois começou a ficar inquieta. Me deliciei com aquele momento e disse: ?Você fica muito bem com um pau na boca. Veja só que cara de safada você ta nessa foto?. Ela me olhou rapidamente e voltou a olhar pra foto. 
Foi então que resolvi agir. Tirei o pau pra fora, na maior cara de pau e encostei no braço dela. Ela estremeceu. E eu disse, calmamente: ?Chupa! Não é porra que você gosta? Vou ter dar leitinho pra beber?. Ela disse que não iria chupar, pra eu guardar minha pica. Então eu disse em tom ameçador: ?Você não tem escolha. Ou chupa ou vou mostrar pra todo mundo quem é você. Ai quero ver você dar lição de moral em mais alguém?. Ela olha nos meus olhos, no meu pau e na foto. Realmente não sabia o que fazer. Esfreguei meu pau no braço dela. Puxei a cadeira dela um pouco para longe da mesa e me sentei na sua frente. Com meu pau duro, apontando pra ela. Ela continuava imóvel. Peguei a pelos cabelos e comecei a puxar sua cabeça em direção ao meu pau. Ela resistiu e tentou se afastar, mas a resistência durou muito pouco. Voltei a falar que iria mostrar as fotos caso ela não chupasse meu pau e ela aos poucos foi deixando eu puxar sua cabeça, até que meu pau tocou no seu rosto. Segurei o pau e apontei para a boquinha da minha sogra. Esfreguei a cabeça da pica nos seus lábios que estava fechado e fui forçando a entrada. Aos poucos ela foi abrindo a boca e meu pau deslizou inteiro para dentro. Senti quando ela fez vários movimentos como se fosse engolir algo. Estava acomodando meu pau na sua boquinha. Eu ficava repetindo. ?Chupa, chupa minha pica sogra safada?. Ela começou a mamar no meu pau, lentamente, sua respiração estava ofegante. De repente começou a passar a língua por baixo do meu pau, com ele todo enfiado na boca. Ela já estava gostando e eu mais ainda. Sua mão tocou meu saco e ela começou a fazer carinhos, enquanto sua boca se movimentava buscando posicionar melhor o meu pau. Ela parou de chupar. Tirou o meu pau da boca, me olhou nos olhos e disse: ?Você quer que a sua sogrinha chupe sua pica? Vou chupar muito e te mostrar como se chupa uma rola. Mas fique sabendo que depois quero essa pica em outros lugares também?. Aquilo foi demais. Minha sogra agora queria me dar. Ela voltou a chupar meu pau, babando e esfregando ela na cara, nos dentes, na língua. Engolia tudo e tirava, esfregava na cara e engolia novamente. Meu pau desaparecia inteiro naquela boquinha gostosa. Ela pediu pra gente entrar e ir ao banheiro. Lá ela tirou meu short e chupou deliciosamente meu cacete. Anunciei que iria gozar e ela então aumento a pressão da boca massageando e sugando meu pau até que comecei a despejar meu gozo naquela boca gostosa. Ela engoliu tudo e ficou mamando mais um tempo e limpando o meu pau com a sua língua. Quando acabou ela se aproximou do meu ouvido e perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim e ela falou que agora eu estava em dívida com ela e que iria pagar muito caro pela chantagem que estava fazendo. Me puxou para o chuveiro e tomamos um banho e em seguida fomos para o quarto dela. Ela me jogou na cama e começou a me beijar loucamente, dando mordidas e passando suas unhas por todo o meu corpo. Ela sentou-se sobre a minha barriga e ficou alisando meu peito, levou seus dedos na minha boca e falou que queria saber como eu chupava a buceta da filha dela. ?Seu safado, sem vergonha, vou descobrir se você sabe comer minha filha. Faz comigo o que faz com ela todos esses anos. Come sua sogrinha?. Enquanto falava veio com a buceta em direção a minha boca, imediatmente enfiei a língua naquela buceta e ela deu um suspiro forte. Comecei a chupar enfiando a língua e lambendo aquela buceta que parecia louca por pica. Encostei ela na cabeceira da cama e fui beijando a nuca, as costas e lambendo até chegar novamente na buceta onde chupei por mais de dez minutos. Ela estava enlouquecida. Xingava, gritava, pedia mais. A trouxe de volta para o meio da cama e comecei a esfregar meu caceta na entrada da buceta. Ela pedia pra eu enfiar a vara que ela estava louca de tesão por mim. Dizia que sempre quis trepar comigo. Eu continuei esfregando a pica na entrada da buceta. Ela estava ficando louca e tentava empurrar a buceta em direção a minha pica, mas eu me afastava e não deixava acontecer a penetração. Ela começou a me xingar de tudo quanto é nome. Eu perguntei: ?Minha sogrinha quer pica? Minha sogrinha quer gozar numa rola de homem? Minha sogrinha quer ser fudida de verdade?? ´Pra cada pergunta que eu fazia ela balançava a cabeça e fazia: ?Anhannn, quero?! com a maior cara de puta que já vi. Ela estava desesperada por rola. Senti que aquela mulher faria de tudo pra receber uma rola e gozar como uma vadia. Resolvi tirar mais proveito ainda da situação e falei pra ela: ?Quero que diga que a partir de hoje, vai ser minha putinha?. Ela demorou um pouquinho, tentou fazer meu pau entrar na buceta, como me afastei ela falou: ?Sou sua putinha, mas mete esse pau logo pois minha gruta ta querendo esse urso inteiro dentro dela. Se você meter gostosinho eu faço tudo o que você quiser?. Era o que eu queria ouvir. E começamos a dialogar:
- Vai mesmo ser minha putinha?
-Sim! ? ela respondeu.
- Gosto de puta bem safada.
- Eu sou safada.
- Tem que ser obediente.
- Eu sou.
- Quando eu mandar tem que se comportar como uma vadia.
- Sou sua puta obediente, safada e vadia.
Nesse momento comecei a enfiar meu pau naquela bucetinha que estava escorrendo de tão molhada. Ela suspirou mais forte e eu dei um tapinha no rosto dela pra em seguida fazer um carinho e enfiar um dedo na sua boca. Ela começou a chupar meu dedo, como se estivesse chupando uma pica. A cabeça do meu pau estava dentro dela, ela começou a rebolar e meu pau foi entrando até ficar todinho dentro daquela gruta fogosa. Ela mexia feito uma cobra e eu socava bem fundo aquela buceta gostosa. Enquanto metia dava tapinhas de leve na cara dela e enfiava meu dedo na sua boca que chupava maravilhosamente. Ela começou a estremecer e eu tirei o pau deixando ele roçando na entrada da buceta da minha sogra. E falei pra ela que ela era a mulher mais vadia que eu tinha conhecido, que eu não iria deixar ela gozar pois ela não merecia porque estava traindo a própria filha. Ela me xingou e implorou pra que eu metesse novamente. Sai de cima dela e a virei de bruços, tive uma visão maravilhosa da bunda da minha sogra. A levantei pelo quadril e coloquei dois travesseiros por baixo dela. Aquela bunda ficou ainda mais linda, empinada e imponente. A buceta estava babando e o cuzinho dela piscava de vez em quando. Aquela visão me deixou de boca aberta. Comecei a chupar a buceta dela e bolinava com um dedo o grelinho dela. Minha boca passeava por toda a buceta da minha sogra e com a outra mão comecei a massagear o cuzinho dela. Ela se encolheu eu afastei a mão mas logo em seguida tentei tocar aquele anelzinho de novo. Ela se mexeu desviando o rabo. Eu dei um tapa com muita força na bunda dela e mandei ela ficar quieta. Dessa vez ela foi aceitando o carinho, eu massageava lentamente, descia meu dedo até a minha boca que continuava chupando a buceta e lubrificava e voltava novamente para massagear aquele cú. Eu tinha decidido. Iria comer o cú da sogra, ali e naquele momento. Ela pareceu adivinhar meu pensamento e falou que nunca tinha dado o cú na vida. Eu disse que se era pra ela ser minha puta, teria que ser uma puta completa e puta que se preza tem que da o cú e chupar rola. Ela bem safada disse que rola ela chupa muito, mas que tinha medo de dar o cú. Quando ela disse isso, lubrifiquei novamente meu dedo com saliva e comecei a sugar o grelinho dela, ela gemeu no ato do gemido enfiei o dedo de uma vez só naquele cú gostoso. Ela deu um grito e eu comecei a mexer meu dedo lá dentro. Tirei o dedo do cú da minha sogra e me posicionei atrás dela que continuava deitava sobre os travesseiros com a bunda empinada. Pincelei meu pau na bucetinha e enfiei com força. Ela gemeu. Meu pau estava todinho dentro dela. Fui metendo a vara naquela buceta e comecei a massagear o cuzinho dela com o dedo cheio de saliva. Aos poucos fui enfiando o dedo no cuzinho da sogra que gemia muito e gemia alto, dizendo que estava precisando mesmo ser comida por um homem de verdade. Ela dizia que tava cansada de ficar dando pra molecada das vizinhas. Dizia que precisava de um homem e iria dividir seu genro com a filha dela. Meti meu dedo inteiro no cú da sogra e fiquei massagendo o meu pau que estava na buceta, por dentro do cú dela. Tirei o dedo do cuzinho e o pau da buceta, tinha chegado o momento. Falei pra sogra, se prepara pra levar rola no cú, sogrinha safada, piranha, vagabunda. Ela falou põe devagar. Quando acabou de pronunciar a última palavra, meu pau já estava na entrada do cuzinho e resolvi contrariar aquela vadia. Medi de uma vez e com muita força, puxando ela pelos quadris. Ela gritou e me xingou. Eu segurei mais firme e comecei a bombar com força. Ela gritava e eu enfiava meu pau bem no fundo do cú da minha sogra piranha. Quando mais ela gritava mais eu bobava, dizendo que a primeira vez o cú tem que ficar bem arregaçado pra se acostumar com pica. Fui metendo com força e meti a mão por baixo dela e alcancei a buceta onde comecei a brincar com o grelinho. Tirei o pau totalmente pra fora e meti mais uma vez até o talo, voltando a bombar forte. Ela começou a chorar. De início pensei que tivesse exagerado mas aos poucos percebi que minha sogra estava gozando, e o tensão era tanto que ela começou a chorar, gritava, gemia, chorava, xingava, com meu pau atolado no cú. Começou a tremer e amoleceu, dei mais umas estocadas no cú da sogra, ela tinha gozado, estava desfalecida. Tirei o meu pau do cuzinho dela e enfiei na boca e fiquei metendo como se tivesse fudendo uma buceta até gozar e derramar meu esperma naquela boquinha que foi sugando até engolir a última gota.
Agora vou pelo menos uma vez por mês visitar a sogra, muitas vezes vou sozinho, lá me esbaldo naquela safada. Ela faz tudo o que eu mando. Virou minha putinha e nunca mais me chamou a atenção por eu sair pra dar umas voltinhas. Ela sabe que gosto de comer mulheres safadas como ela.


A Enfermeira e gostosa e mãe do meu amigo!!!

Meu nome e claro fictício para não comprometer a mãe do meu amigo e nem todos os que estão envolvidos nesse conto ,todos os meus contos são reais exceto o nome de quem faz parte para não defamar as pessoas envolvidas .
Nesse não envolve minhas tias crentes mas sim uma mãe do meu amigo que e casada a 20 anos com o seu pai ,meu amigo que vou chama-lo de mario e seu pai de antonio e sua mãe adriana coloquei esse nome por que e muito excitante adriana e uma morena de 1,75,tem uma bunda grande e redondinha com peitos médios e rosto bem bonito sempre usa calças suplex realçando sua bunda gostosa e brusinhas apertadinhas com seus 35 anos esbanjava gostosura era enfermeira mas tinha que ser e atriz pornô pois com uma bunda dessa levando rola no cu e na boceta deve ser uma delicia ainda mais com aqueles lábios carnudos que servem para chupár uma rola que e uma belesa adriana apesar das roupas era muito respeitada no bairro aonde moramos ela nunca dava moral quando os homens mexia com ela mas eu ainda tinha esperanças dessa safada virar uma piranha na cama ainda mais traindo o marido dela comigo ou vendo outro centar o ferro nela ela trabalhava num hospital de goiânia publico mas devido ao baixo salário resolveu trabalhar nos fins de semana como enfermeira particular cuidando de idosos daí quando mario me disse isso fiquei feliz seria por ai que eu daria um empurrãozinho para ela trair o marido dela,tinha um amigo meu casado que tinha um pai idoso que moravam numa chácara bem distante da cidade de goiânia e que conhecia ele muito bem apesar de casado ele era um maior safadao adorava sair com mulheres casadas já que sua mulher foi fazer um estagio na europa de artes ele recebia todas elas em sua chácara pois era distante e so tinha o pai dele que já não mais se importava com nada na altura da idade e o caseiro que tomava conta da chácara então fui a casa de adriana e disse sobre a vaga na chácara de tiago meu amigo que vou chama-lo assim ela falou mais e muito longe eu falei ele manda buscar você quando chegar na br 153 e paga muito bem disse para mim combinar com ela 2,000 reais por mês pois avia mostrado umas fotos dela de calça colada
Ele falou ainda ganho em cima dessa gostosa pois tem uns amigos meus fazendeiros que posso cobrar caro pra transarem com ela ainda mais se saberem que e casada e enfermeira
E quando falei para ela o salário topou na hora nisso falei para o tiago que eu ia filmar ela transando com ele e qualquer um que transar com ela já que tem um robe de filmar mulheres casadas traindo o marido
Nisso combinamos de eu ir junto na primeira vez com ela já que não sabia o caminho e que o marido viaja constantemente a serviço da transportadora a qual era auxiliar de caminhoneiro e descarregava as cargas do caminhão e quase não ganhava muito daí o motivo de adriana trabalhar em dois serviços falei para ela levar roupas já que os primeiros dias ela tinha que ficar uma semana seguida la com o pai de tiago eu também ia ficar para ajudar meu amigo a traçar essa gostosa então fomos no meu carro chegando perto da br 153 entramos numa estrada medicinal e seguimos daí umas duas horas de estrada de chão ate que enfim chegamos na chácara de tiago ela foi com uma calça colada suplex branca e uma brusinha coladinha também para parecer uma enfermeira mas tava parecendo uma atriz pornô pois dava para ver sua calsinha vermelha por debaixo da calça o caseiro quando a vio quase babou no chão olhando para aquele bundao gostoso quando e aproveitou para pegar nossas malas o safado ainda falou nossa que enfermeira mais linda hem kkkkk e rio ela falou me respeita sou casada
E não te dei confiança para falar assim comigo adorei pois ouvir isso antes de tranforma-la em uma adutera era ótimo e um desafio meu quando se aproximou de tiago ele logo babou também e falou então chegou nossa enfermeira logo se simpatizaram um com outro e ele apresentou seu pai para ela que também apesar de velho adorou pois não tirava o olho da bunda dela melhor ainda todos nos com o propósito de comer essa safada então eu e tiago fomos conversar num canto ele falou nossa ela e gostosa mais ainda pessoalmente e já marquei com os fasendeiros em vir aqui hoje vela pois adoraram as fotos dela e ainda mais quando suberam que e casada e enfermeira nisso foram para a chácara e quando eles a viram ficaram loucos nela e já chegaram oferecendo tudo com uma enfermeira dessa la em casa eu não ficava doente nunca mais ela rio e falou mas sou mulher casada e de respeito vio não passa disso eles falaram para ela mas não tem jeito mesmo ela não nisso então eu e tiago persebemos que apesar das roupas ela era serio mesmo daria mais trabalho que imaginei
Mas não ficamos tristes pois ele tinha muito influencia no meios políticos e tivemos uma idéia
Ele falou que conhecia o dono da tranportadora onde o marido dela trabalhava e já tratou de pedir para demitilo pois enventou uma historia de que ele havia tentado roubar sua chácara e que quando soube que ele trabalhava para um amigo tão querido não queria que acontecesse o mesmo com ele nisso já mandou ele embora sem falar o motivo também ficamos sabendo que a casa deles que adriana morava e mario estava quase já a ser tomada pelo banco pois a parcela dela era alta e tava algumas atrasadas com a demissão de mario ia se agravar ainda mais nisso também conhecia o diretor do hospital aonde adriana trabalhava e disse que ela havia feito um erro com um dos seus parentes e ele quase morreu e que não era bom que uma mulher dessas trabalhasse num hospital particular tão famoso seria perigoso para a imagem do hospital nisso mandou já de la mesmo ligando para adriana que ela já não precisava mais ir para o hospital a qual trabalhava pois era so pra ir pra acertar também não falou o motivo para ela nisso a sua demissão e a do marido que logo também será corno a desesperou pois a prestações da casa era alta então ela desabafou com tiago ele falou e ainda so vou precisar de você um mês aqui adriana nisso os fasendeiros ouviram mas nos precisaremos de você todos os fins de semana se você topar pagamos suas prestações em troca de algumas diárias de enfermeira falaram passando a mão na bunda dela ela ficou braba e falou me respeitem eles falaram damos ate amanha para você pensar ela falou não vou pensar nisso no outro dia acho que nem dormio direito ela foi sem ninguém ver no quarto de um dos fasendeiros e entrou pois todos os quartos ficavam com a porta aberta sem chave nisso eu ouvi por detrás da porta então ta aceito o que tenho que fazer ele falou se vista com umas roupas que tenho aqui ela vestio um vestido curto branco sem calçinhas com um cinto prateado e um sutiam daqueles com correntes bem sex nisso ouvi um barulho de passos na casa e me escondi do lado era o outro fasendeiro que já sabia que ela iria procurar eles e entrou duma vez e falou então a enfermeira topou ser nossa piranha de agora em diante nisso deu um telefonema para tiago e disse vem participar da festa e chame aquele amigo seu adorei ouvir isso e deo outro telefonema para o gerente de seu banco e passou o numero da conta de adriana para depositar o dinheiro das parcelas atrasadas que chegavam a 10,000 mil reais nisso tiago me pegou espiando vamos safado já conseguimos o que queríamos vamos acabar com ela agora
Nisso entramos ela já tava chupando o pau dos dois ela assustou quando nos vio mais falamos que não íamos contar para ninguém já que eu morava no bairro dela ela começou a chupar o pau nosso também com uma cara de piranha safada parecia que tinha adorado mudar de profissão nisso um dos fasendeiros fazia ela chupar com força e falava chupa piranha casada enfermeira que chifra o marido aquele corninho que agora será sempre corno ela quase vomitava com o tamanho da rola dele nisso ela chegou a chupar três rolas de uma vez so e fazia uma cara de prostituta que eu adorava já que estava comendo a mãe do meu amigo que era recatada e agora se transformou numa piranha safada foi so as dividas surgir que ela logo mostrou sua naturesa real de piranha então resolvemos fuder pra valer eu pedi para comer o cu dela eles aceitaram já que eu tive a idéia de trase-la para la tiago se posicionou na boceta e os fazendeiros colocaram suas rolas na boca dela ela tava aquentando quatro homens de uma vez so eu gritava toma piranha casada enfermeira safada que chifra o marido e da uma de santa mas e uma piranha agora toma mandava ver no seu cu que parecia ser virgem mas eu tava nem ai mandava cada vez com mais força nisso um espelho grande de frente para cama me excitava cada vez mais pois ela gemia igual uma prostituta quando eu socava no seu cu e dizia devagar por favor eu falei de vagar nada toma no cu safada que trae o marido piranha agora sempre vai levar rola no cu se não conto para seu marido que você agora e piranha enfermeira enguanto eu metia no cu dela com força os fazendeiros falaram para ela você não e paga para falar mais para levar rola vagabunda nisso eles colocaram suas rolas de uma vez so na sua boca e dizia cala boca de ai em diante ela nem gemia direito com as rolas na boca então nos revesávamos em comer o cu dela eu quando fui para frente judiei aina mais dela pois sabia que tiago tinha uma rola grosso e quando metia no seu cu com força eu colocava a minha em sua boca com tudo ate ela quase engasgar e falava chupa piranha safada ate que decidimos todos gozar em sua cara era ótimo ver aquela mulher casada recatada levando porra na cara como as atrizes pornô,depois disso adriana arrumou outro emprego de enfermeira em outro hospital de goiânia e o marido dela mario também mas depois de ganhar tanto dinheiro naquele dia ela tomou gosto daquilo e agora nos finais de semana se prostitui na fasenda de tiago com os fazendeiros ricos e outros amigos de tiago uns médicos e outros engenheiros ela virou mesmo piranha o marido dela corno e eu fiquei feliz de ver outra gostosa virar piranha no próximo conto ,conto como adriana foi descoberta pelo marido corno fasendo programas e eles se separaram e mais excitantes que esse conto ainda adivinha quem deu uma malzinha para ele pegar no fraga.

COMENDO A MINHA BABÁ, EM CASA

ola a todos.minha primeira relação sexual,que foi com minha babá peituda de 20 anos.eu sempre fui alto e na época não era diferente.minha babá e uma mulata muito gostosa,tinha em media de 1.60 a 1.65,uma bunda bem malhada de academia e grandes e lindos seios.ela me chamava muita atenção e como todo garoto novinho me excitava com qualquer coisa.quando ela ia tomar banho,ficava olhando por baixo da porta vendo aquela mulher super gostosa todinha, nossa que visão.um dia olhando pela porta percebi que ela não parava de sorri, quando ela estava saindo do banheiro me deitei no sofa da sala.fingindo que nada estava acontecendo.foi quando ela saiu so de toalha, aquilo me excitou na hora fiquei de pau duro ,latejando d e tanto tesão.ela passou olhando para mim ,e falou que eu era um safadinho e sorriu indo para meu quarto.aquilo me deixou louco. ela me chamou para o quarto.quando cheguei la,ela ainda de toalha,me perguntou o porque que eu estava de pau duro olhando ela por baixo da porta do banheiro.fiquei com muita vergonha e abaixei a cabeça calado.ela falou para não fica procupado ,que não ia falar para minha mãe.quando levantei a cabeça e olhei .ela jogou a toalha no chão e perguntou o que tanto eu olhava se tinha algo no corpinho dela que me excitava. balancei a cabeça concordando.ela olhou para meu pau e falou que meu pau parecia esta muito duro..ela olhou e mandou me senta na cama,me sentei olhando aquele corpo gostoso se ajoelhando na minha frente.segurou meu pau e falou você não pode conta isso para ninguem. e deu um beijo na cabeça do meu pau.aquilo foi muito excitante . meu pau estava doendo de tão duro que estava.começou a chupa meu pau devagazinho chupando so a cabeinha ,nossa nunca tinha sentido aquilo antes nem nas minhas melhores punhetas.ela começou a chupa tudo como uma boa safada que ela era.chupou tão gostoso que não aguentei grozei bem no fundo da garganta dela.muita porra de ela se engasga. meu pau continuo duro morrendo de tesão.ela viu falou para me deita pra tras,e começou a limpa meu pau com a lingua,falando que não podia senta nele sujo daquele jeito. delirei com a linguá dela correndo no meu pau.se posicionou em cima com o meu pau apontando para aquela bucetinha toda molhada e raspadinha.começou a senta devagarzinho falando que apesar de ser novinho tinha um pau muito saboroso.sentou ate o final. e se deitou em cima de mim com aquele peitão em cima de mim e me beijou.nossa que gostoso.ela sentando e me beijando. ja estava doido para gozar.ela percebeu que ia gozar e sentou com mais força.gozei dentro dela enchendo ela,quando ela se levantou a porra chegou a escorre na perna dela. se levantou me chamando para tomar banho com ela.fui na hora. ela desfilando aquela bunda linda e gostosa na minha frente. quando chegamos liguei o chuveiro e deixei ela entrar.ela ficou debaixo da agua comecei a chupa o peito dela lambendo tudo roçando meu pau nela toda. ja de pau duro de novo, ela ficou de costas para mim e empinou a bunda no meu pau. coloquei tudo metendo com força ate ela gozar no meu pau. quando estava quase gozando coloquei meu pau para fora e gozei em cima da bunda dela e passei meu pau espalhando toda minha porra nela.ela se virou e começou a me chupar tirando ate a ultima gota de porra do meu pau.sai do chuveiro e coloquei a roupa, ela saiu do banheiro ja com a roupa falando para não falar com ninguem, que eu teria mais. e que ia gozar muito na boquinha dela. muito bom... e depois conto como foi as outras vezes que ela troce as amiguinhas dela que a ajuda vão a tomar conta quando ela não podia....





sábado, 7 de setembro de 2013

Conto super excitante ela fica até sem saber o que fazer com tantos homens

Primeiramente vou me descrever. Sou alta, tenho 1,75 mts. Peso 68 kg, morena clara, cabelos longos. Tenho 26 anos. Tenho um relacionamento bom com o meu noivo. No entanto, tenho uma fantasia que é de transar com dois ao mesmo tempo, fazer uma dupla penetração incrível. Deve ser muito gostoso, pois sempre que o meu noivo me come com a sua pica e usa um vibrador para colocar no meu cú, é uma delícia. Eu vou ao céu. É extremamente maravilhoso. Vou relatar algo que aconteceu comigo recentemente. Num final de semana que o meu noivo foi viajar com a sua família eu fiquei sozinha. Então o meu noivo falou para eu ficar em casa e me comportar, no entanto, quando chegou o sábado à noite eu estava com o maior tesão, havia acabado de falar com o meu noivo pelo telefone e ele ficou me dizendo diversas safadezas, para quando voltasse, nós faríamos. Isto me deixou doidinha de tesão. Como eu estava toda acesa resolvi dar uma saidinha, afinal de contas, queria refrescar um pouco a minha cabeça e não sentir tanta falta do meu noivo. Então me arrumei, coloquei um vestidinho preto de alcinhas largas, que demonstra bem os meus peitos, é um vestido que deixa a mostra quase toda a minha coxa, é muito curto. Não coloquei soutien, coloquei apenas uma calcinha fio dental. Eu estava pensando, vou desta forma, pois assim deixo os homens acesos. Gosto muito quando os homens ficam de pica dura para me comerem, eu adoro ver os caras querendo me foder. Gosto de ficar olhando a pica deles dura de tesão para meterem dentro de mim. No entanto, nunca traí o meu noivo. Então resolvi dar uma ida ao shopping que tem há umas 8 quadras de casa. Fui lá. E quando estava passeando por lá, diversos caras ficaram me encarando. De vez em quando um chegava perto de mim e falava "Gostosa", "Gatinha". Isto foi me deixando mais acesa ainda. A minha xoxotinha estava melada de tesão. Mas eu sabia que não poderia trair o meu noivo, coisa que nunca fiz. Eu resolvi tomar um refrigerante na praça de alimentação, pedi e sentei-me em uma mesa sozinha. Nesta hora eu ficava olhando os homens que passavam perto da minha mesa e lançavam olhares para o meu peito e coxa. Esta situação foi me deixando cada vez mais molhada. E eu só pensava: "Cadê o meu noivo para me foder gostoso, quero sentir uma pica me arreganhando toda". Infelizmente teria que esperar mais dois dias para ele voltar. Nisto, dois caras chegaram em mim e perguntaram se eu estava sozinha. Eu disse que sim (isto foi o meu deslize). Aí eles prontamente se propuseram a fazer companhia para mim. No fundo eu até gostei, pois os dois eram bem gatos. Os dois eram morenos claros, de mais ou menos 1,80 mts de altura e eram bem gostosos. Ficamos conversando eu falando que era noiva e eles ficaram falando para mim o que uma gata como eu está fazendo sozinha no shopping. Eles foram pedindo umas batidas em um barzinho que tinha na frente de nossa mesa. Eu acabei tomando um pouco, fazendo com que eu ficasse alegrinha. Já devia ser umas 22:30 hs. quando um deles pergunta para mim se eu estava a pé. Eu respondo que sim. Então eles se propõem a me levar. Nisto chega mais dois amigos deles (também morenos claros e muito bonitos) e vêm junto conosco. Eu fico preocupada, mas acabo aceitando, pois já estava tarde e seria mais perigoso voltar a pé. Quando entramos no carro, entra um no banco de trás eu vou  em seguida e um outro senta ao meu lado, fazendo com que eu ficasse bem no meio de dois gatos. Assim que saímos do shopping, eles falam que querem dar uma volta pela cidade. Eu falo que preciso ir embora, no entanto, eles falam para eu aproveitar, pois querem curtir e mostrar a diversão para mim. Falaram para eu aproveitar que eu estava sozinha. Bom, não havia muito para eu fazer, então acabei aceitando. Nisto um dos caras que está do meu lado encosta a sua coxa na minha e fica roçando. Aquilo foi me dando um cala frio e ao mesmo tempo que dava medo, dava um tesão enorme. O outro também começou a chegar mais perto de mim. Eu com aqueles quatro gatos não sabia ao certo o que fazer. Eu estava muito preocupada, pois nunca havia traído o meu noivo. Deu para perceber que os dois que estavam ao meu lado estavam com a pica dura, dava para ver a saliência que estava na calça deles, e pelo visto deviam ser umas rolas bem grandes, pelo volume que se formou. Eu já estava toda molhada com aquela situação. Já não agüentava mais, mas também não podia trair o meu noivo. Nisto um deles se encosta em mim e fala para mim que eu sou muito gostosa e que tenho um corpo delicioso, acrescenta ainda que gostaria de me comer bem gostoso. Isto me abalou, não falei nada, apenas fiquei vermelha. E o outro me chama e fala que gostaria de meter a pica dele dentro de mim. Nossa tudo isto estava me deixando maluquinha. A minha xoxota já estava toda molhada, só pensando em uma rola para fodê-la. Então, viram que eu não reagi e começaram a passar a mão sobre a minha perna. Já não sabia mais o que fazer. Então um deles foi levantando o vestido e eu até tentei impedir, mas o tesão foi mais forte e acabei cedendo, não pude impedir. Então ele levantou o meu vestido e começou a acariciar a minha xoxota sobre a calcinha toda molhada. Ao mesmo tempo dizia que eu tinha uma xoxota deliciosa e que estava molhadinha de tesão. Nisto o outro que estava ao meu lado pegou a minha mão e colocou sobre a sua rola que estava duríssima de tesão. Nossa que pica gostosa. Neste momento já nem pensava mais em meu noivo. Só estava me deliciando com tudo aquilo. Nisto, o que estava dirigindo, percebeu o que rolava e falou: “Vamos para um lugar mais sossegado foder e deixar esta putinha toda arreganhada”. E nos levou para um loteamento novo, onde nem existia luz. Nisto eu já estava acariciando as duas picas por cima da calça. Um deles falou, comam vocês dois primeiro que eu e ele vamos depois. Então eles desceram do carro e ficaram esperando. Eu comecei a tirar a pica deles para fora. Nesta hora pude ver o quanto à pica deles era boa. Eram grossas e grandes. Uma delícia para sentir. Um deles foi tirando o meu vestido e me deixando toda peladinha. E o outro aproveitou e tirou a minha calcinha, enquanto o outro chupava os meus peitos. Fiquei pelada para aqueles dois garotões deliciosos. Um deles fala para eu chupar a pica dele. Eu me deito um pouco e começo a chupar a pica que mal cabia na minha boca. Estava uma delícia sentir aquela pica inteirinha na minha boca. O outro ficou chupando a minha xoxota por trás, e de vez em quando lambia o meu rabo. Nossa que maravilha. E o que estava me chupando, começa a passar na minha xoxota. Aquilo estava me deixando louquinha. Já não agüentava mais de tesão. Então eu falei coloca logo a camisinha e mete esta rola em mim, e ele ficou só passando na minha bucetona molhadinha de sexo. Ele falou que estava sem camisinha e o outro também disse que ninguém tinha. Nisto fiquei triste e falei que iríamos somente brincar. Mas, o tesão era tão grande que o que estava passando a vara na minha xana, não agüentou e acabou metendo dentro de mim. Na hora levei um susto e ao mesmo tempo um alívio, pois estava sentindo uma rola me arreganhando toda. Falei para parar, no entanto, ele não parou e começou a bombar mais forte na minha xoxota. Acabei cedendo e deixei ele meter dentro de mim bem gostoso. Nisto fiquei chupando o outro. Até que ele falou que queria meter também. Então fiquei de quatro para ele, ele abriu a porta e começou a meter dentro de mim, enquanto chupava a outra pica. Nossa estava uma delícia sentir aquela pica me arreganhando toda. Eu estava adorando ser arrombada por uma pica grande e grossa, pois a do meu noivo é pequena e não me completa. Nisto os que estavam fora, vendo a minha bunda toda para fora, também quiseram meter. Aí eles fazem uma fila e cada hora é um que mete na minha xoxota. Nisto o mais gato fala para eu sentar-me na pica dele e cavalgar gostoso nele. Eu saio do carro, ele se deita no chão e eu vou sentando na pica dura, grande e grossa dele. Nossa foi uma delícia, pude sentir cada milímetro daquela vara me arreganhando toda. Eu sempre tive vontade de foder e arreganhar a minha xoxota para um cara bem gostoso e com uma pica deliciosa. Eu estava totalmente louca de tesão. Enquanto eu cavalgo, os outros vêm na minha frente e eu fico chupando hora a pica de um hora a de outro, e enquanto não chupo, vou punhetando cada uma delas. Eu estava me sentindo uma verdadeira putinha no cio. Nisto este cara fala que quer foder o meu rabo. Eu mais do que depressa, disse que sim, que ele poderia colocar a rola dele dentro de mim, comer o meu cú, que até este dia só pertencia ao meu noivo. Então, ele me coloca de quatro e começa a meter bem de leve, e como eu estava toda melada de tesão, facilitou a entrada daquele mastro no meu rabo. Senti, no começo um pouco de ardência, mas depois passou e comecei a sentir o maior tesão. Os outros também querem e começam a se revezar, cada hora era um comendo o meu rabinho. Até que um deles fala para eu sentar na pica dele que eu iria sentir uma dupla penetração. Na hora fiquei com medo, pois as picas deles eram todas grandes e grossas, pensei que não iria agüentar. Eu sempre tive vontade de fazer isto, então acabo aceitando. Sento na pica de um deles e começo a cavalgar, quando um outro vem por trás e começa a colocar no meu rabinho. Nossa que delícia. Estava uma sensação maravilhosa, sentia sendo arrombada na minha xoxota e no meu rabo ao mesmo tempo. Que delícia! Era bem melhor do que ter uma pica dentro da xoxota e um vibrador no rabo. Nossa aqueles quatro caras estavam me deixando toda arrombada. Eu acabei não agüentando e gozei muito na pica do cara. Ele sentiu que eu estava gozando e gozou junto comigo, nossa, na hora nem pensei em engravidar, o tesão era tanto que nem deu tempo de pensar. Só sentia aquela porra quentinha dentro de mim. E nisto o outro acabou gozando também, gozou tudo no meu rabo. Foi uma delícia. Enquanto isto, eu estava chupando a pica dos outros dois. Foi aí que os que já haviam gozado se levantaram e ficaram na minha frente enquanto eu dava para os outros dois, da mesma forma. Sentei na pica do cara e comecei a sentir o outro entrando no meu rabo. O tesão voltou rapidamente. Era delicioso sentir duas rolas me arrombando ao mesmo tempo. Uma dupla penetração é uma delícia. Eu ficava mexendo a minha bunda e eles iam me fodendo cada vez mais. E enquanto os dois me fodiam eu ia chupando a rola dos outros dois, que ficaram duras rapidinho. O que estava comendo o meu rabo acabou gozando tudo e a porra dele começou a escorrer entre as minhas coxas, pude sentir o líquido saindo de dentro de mim. E o outro também gozou, juntamente comigo, eu acabei gozando novamente, pois não agüentava de tanto tesão de ser fodida por duas picas ao mesmo tempo. Nossa que delícia, pude sentir a porra de quatro caras se misturando dentro de mim. Aquela porra quentinha foi uma delícia. Eu estava me sentindo uma verdadeira vadia, uma puta de verdade. E nisto os outros dois acabaram gozando novamente na minha boca e rosto. Nossa isto finalizou com chave de outro, pois uma puta de verdade recebe porra na cara e dentro da boca. Foi uma delícia. Terminamos, colocamos a roupa e fomos embora. Eles falaram que gostariam de repetir, no entanto, eu pensei e achei melhor não, pois se o meu noivo descobrir eu estou perdida. Mas foi ótimo. Todas as mulheres um dia poderiam experimentar uma dupla penetração, pois é muito bom. Parece que o atrito dentro da xoxota fica mais intenso, fazendo com que o gozo venha mais rapidamente e com mais intensidade.
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Trepei com minha amiga pra excitar meu irmão

Meu nome é Diana. Modéstia à parte eu sou muito tesuda e gostosinha, tenho uma bunda grande e redonda e mês passado turbinei meus peitinhos. Sou baixinha, pequena e loira, de caelos compridos. Sou estudante de medicina, e moro na capital com uma amiga, a Milena, que também é um tesão. A Mi é um monumento de mulher, é alta, com um puta par de coxas grossas e uma bunda enorme, durinha e empinadinha, super tesuda. Nós dividimos um apê e estudamos na mesma facul.
Meu irmão estuda em um colégio para rapazes, super conservador, em outra cidade, no interior. Umas duas vezes por mês ele sai de lá para visitar nossos pais e a mim. Dessa vez ele resolveu vir para a capital. Ele é super tímido, mas é uma gracinha, loirinho de olhos claros e muito simpático. Fui buscá-lo na rodoviária e no meio do caminho conversávamos sobre sexo. ADORO dar uma boa trepada, tomar vara meeeeeeeesmo, não vivo sem isso. Meu irmão ficou super envergonhado e quietinho, decidi não tocar mais no assunto, apesar de ter certeza que ele ia querer dar umazinha na Mi quando a visse.
Chegamos em casa a Mi veio nos atender, que delícia de mulher. Ela usava um shortinho minúsculo, menos de um palmo, que ficava enfiando naquele rabão dela, metade da bunda aparecendo, e uma camiseta regata soltinha. Meu irmão bateu os olhos nela e eu vi que ele já ficou com a barraca armada... até que ele parecia ter uma pica considerável. A vagaba da Mi deu um sorrisinho safado enquanto meu irmão passava em direção ao quarto.
Tivemos em semana de prova, não conseguimos arrumar o quarto para ele. Eu pedi pra ele dar uma volta enquanto eu levava coisas do meu quarto pro quarto da Mi, pra dar espaço pra ele. Só que ele não saiu, foi ao banheiro e eu e a Mi não percebemos. Ele ficou lá escondidinho sem nós sabermos, o pilantrinha! A Mi veio me ajudar, o foda era que ela estava tesuda pra cacete, ela abaixava pra pegar coisas no chão e aquela delícia de bunda na minha cara... meu, eu encoxei a Mi e fiquei beliscando as tetinhas dela, ela delira quando fazem isso. A vagaba gemia e esfregava aquele bundão na minha xotinha, até que a Mi abaixou e abriu a gaveta do meu criado-mudo, tirando uma calcinha que comprei num sex-shop e que ela A-DO-RA. É uma calcinha preta com um cacete de borracha preso na frente. A Mi pediu pra eu vestir e meter naquela xota arrombada dela. Ela é uma maníaca, tem que trepar todo dia, senão fica louca, e já havia dois dias que ela não via uma pica bombando na sua xota. Eu concordei em fuder gostoso aquela vagabunda, mas eu disse que ia tratá-la como a vadia que ela é. Meu, eu agarrei a Mi pelos cabelões e meti na vagaba como se eu tivesse mesmo uma pica de verdade. Eu metia na Mi e batia naquela delícia de bunda, segurando na cintura dela, bem encoxadinha. Metia e puxava a vagabunda pelos cabelos, lambendo a orelhinha dela e perguntando se ela preferia a mim ou aos cacetões que ela levava pra casa toda noite. Ela gemia como se estivesse no cio, e eu beliscava as tetas dela pra ela me responder. A vadia só disse que queria mais e mais. Depois ela deitou na cama e eu continuei metendo naquele bucetão arrombado, com a calcinha toda molhada do caldinho da Mi que escorria pelo borrachudo e o meu caldinho, que tava escorrendo demais. Depois que a vagaba gozou como uma louca, ela arrancou a minha calcinha e veio pra cima de mim. Ela me deitou na cama, mamou muuuuuuito nos meus peitinhos turbinados - adoro uma boa mamada - e comeu minha buceta todinha, me chupou e me fez gozar gostoso com um vibrador. Depois disso, ela voltou para meus peitos e ficou lambendo minhas tetinhas enquanto rebolava gostoso, esfregando sua aranha na minha. Gozamos como duas piranhas atacadas e ficamos brincando com nossas línguas quando a Mi viu o meu irmão na porta do banheiro, olhando para nosso quarto, com a pica na mão, terminando de bater uma punhetinha gostosa...acesse www.prazersecreto.com.br

terça-feira, 23 de julho de 2013

seduzida pela visinha

o relato que se segue é absolutamente verdadeiro, e apenas alguns detalhes como os endereços foram mudados para proteger nossas identidades.)
eu sou a esposa de christiano tinha 21 anos na época em que os fatos aqui narrados aconteceram. até então eu levava uma vida normal para uma garota da minha idade, tinha tido meus namorados e amizades, e nunca havia sentido qualquer atração sexual por outra mulher. devo dizer que nunca tive muita sorte com os homens com quem namorei,até encontrar este macho gostoso que é meu marido safado: todos eles, sem exceção, me tratavam como se fosse um brinquedo, uma boneca com a obrigação de estar sempre pronta para satisfazer-lhes as vontades, quer perante os amigos deles, quer nos momentos mais íntimos. mas como venho do interior e fui educada de maneira tradicional, eu tinha aprendido a aceitar aquela situação: afinal, os homens é que trazem o sustento para casa, era "normal" eu abaixar a cabeça e cumprir-lhes as ordens, "faça isso, faça aquilo", seja servindo-lhes uma cerveja ou fazendo-lhes carinho quando e onde eles quisessem.
eu tinha terminado o meu curso de secretariado e e hoje em dia estava fazendo medicina na puc. naquela época tinha desfeito com o namorado de então e saía na companhia dos colegas de faculdades. nesses programas rolava alguma paqueração mas sem maiores conseqüências. eu até que era muito solicitada, mas o último namorado que tive me deixou um gosto horrível na boca e eu não ia querer me comprometer com ninguém durante algum tempo. também estava com problemas de aluguel, e depois de algumas dificuldades me mudei para um apartamento de dois quartos no décimo-segundo andar de um prédio situado num bom bairro residencial. o novo apartamento me animou muito, tive uma sensação de poder recomeçar a vida em todos os sentidos. casa nova, vida nova.
e foi numa dessas manhãs, a caminho do serviço, que topei com a sâmara, pela primeira vez. dois andares debaixo do meu, o elevador parou e deixou entrar uma mulher belíssima, incrivelmente elegante e cheia de classe. pensei que ela era uma pessoa famosa, me parecia uma atriz ou modelo de capa de revista, não sei. ela tinha um ar de estrangeira, de européia, com a pele ligeiramente tostada de sol mas bem mais clara que a minha. um palmo mais alta do que eu, um porte quase aristocrático sem ser austero demais, os cabelos loiros cor-de-trigo amarrados atrás num rabo-de-cavalo, óculos de aro fino e um rosto de beleza clássica. reparei que tinha olhos verdes, mais propriamente de cor turquesa, com lampejos azulados, e que me olharam de um jeito que, por algum motivo, me arrepiou a alma. eu devo ter ficado vermelha quando ela me sorriu, com aqueles lábios carnudos e lateralmente alongados ligeiramente acentuados com batom bege, soltando um "oi" quase inaudível. eu reagi sorrindo também. tive a sensação de que íamos nos ver de novo, mais vezes. quando chegamos ao saguão ela desapareceu, deve ter entrado na garagem para pegar o carro. eu ando a pé e fui à saída esperar pela carona de uma colega.
acho que nos cruzamos de novo na semana seguinte, já de noitinha. eu voltava de um trabalho de faculdade em uma casa de uma colega e coincidiu de tomarmos juntas o elevador. no começo não percebi a presença dela, mas os outros passageiros desceram nos andares baixos e depois do sexto só estávamos nós duas. trocamos sorrisos de novo.
- você é nova por aqui, não?
foi a primeira coisa que me lembro de ela ter-me perguntado. respondi que havia me mudado há pouco tempo, sim. quando o elevador parou no décimo, ela me jogou outro sorriso enquanto saía.
- se precisar de alguma coisa me procure. sou samara., do 1008.
eu agradeci e falei meu nome e onde morava. foi a primeira pessoa realmente gentil que conheci no prédio. ela havia me causado uma ótima impressão. quem sabe se não íamos mesmo ser amigas? qualquer dia desses, quando não tiver nada que fazer, talvez eu fosse procurá-la para um papinho. e, quem sabe, ela poderia me dar umas dicas sobre elegância e requinte, coisa de outro mundo para uma caipirinha como eu.
e então veio o dia em que todo o meu mundo virou de cabeça para baixo. era uma sexta-feira, e eu já estava antecipando o fim-de-semana para descansar um pouco. um rapaz lá da faculdade que andava com a nossa turma queria sair comigo. como estava estreando um filme que eu queria ir ver, ele me convidou para ir ao cinema e depois a um jantar para papearmos. já fazia mais de um mês que não saía sozinha com alguém, e o cara parecia decente. não estava a fim de começar nada muito sério, mas um cineminha e um jantar não fariam mal. topei. a gente ficaria fazendo um trabalho até mais tarde e, depois sairíamos direto ao cinema no carro dele. depois do jantar ele me traria até em casa. perfeito.
eu disse que o cara parecia decente? ledo engano. no cinema e no jantar ele até que se comportou bem, mas depois que entrei no carro para que ele me levasse em casa, a coisa desandou. quando percebi que ele não estava tomando o caminho da minha casa já era tarde demais. ele disse que havia se perdido, mas era mentira: pois não é que o desgraçado me levou direto a um drive-in? eu protestei, mas ele me disse que só queria conversar comigo, que precisava de um lugar reservado e coisa e tal. foi a última vez que caí num papo furado desses. mal caiu a cortina ele foi me agarrando e me beijando, dizendo que me queria e que estava louco por mim. eu esbocei uma reação, mas ele me desabotoou a blusa e começou a me chupar o colo. ele agarrou meu rosto, abriu a calça dele, tirou para fora o troço e me encostou na boca.
- vem cá, chupa minha pica. deixa o meu cacete bem duro pra você.
não vou negar, eu sempre fiz isso com os meus namorados. desde minha primeira aventura aos doze ou treze anos, o sexo oral tem sido uma atividade até que normal, ainda que feito às escondidas e fosse coisa que eu não comentasse com ninguém. admito, meio constrangida, que até aprendi a gostar de chupar. aquela sensação de que, na minha boca, o pênis ia ficando cada vez maior e mais duro, grosso e túrgido, me dava uma certa satisfação de que eu estivesse no comando no momento, controlando-lhe a ereção e a própria masculinidade. mas, claro, ele é que havia me dado a ordem de chupar, não era algo que eu havia tomado a iniciativa de fazer. entre humilhada, resignada e assertiva, eu o atendi. suguei até ele ficar visivelmente excitado. foi um erro: daí a coisa não teve mais retorno. o cara me agarrou, me jogou no banco de trás com a calça arriada mas ainda presa nas pernas, e me imobilizou de bruços. então me abaixou a calcinha sem mais delongas e me penetrou furiosamente, quase que com raiva, e eu nem sei como reagi. a coisa foi muito rápida e não senti nada, a não ser uma sensação de estar sendo usada e abusada por um maníaco abrutalhado e insensível. mas isso foi pouco.
- sua putinha gostosa, abre o cu que vou te comer!
ele não perdeu tempo. eu estava desnorteada com o que estava acontecendo e procurava me recompor, voltar a mim mesma, quando senti aquela dor horrível, alucinante, como se alguma coisa me rasgasse as entranhas. o canalha, pois é isso mesmo que ele era, me violentou pelo ânus, e ficou a socar rápido e fundo como se me odiasse, como se a condição de macho dele dependesse de me sujeitar a algo contra a minha vontade e me machucar como castigo. ele me xingava com vários palavrões, ofegava e berrava feito um porco desembestado. aí eu gritei mais alto e comecei a chorar. não demorou para que ele se satisfizesse, lambuzando-me com aquela gosmenta prova de sua hombridade estúpida. nem a decência de usar um preservativo ele teve. o cara me agarrou para me beijar e eu lhe dei uns tapas. desci do carro, me recompus como pude e saí de lá a pé, correndo, sempre chorando, sem olhar para trás.
percorri não sei como toda a distância do boxe até a saída do drive-in (e quase que um carro que vinha entrando me atropela) e, por sorte, consegui parar um táxi que passava pela estrada. eu chorava muito, o motorista se assustou e até se ofereceu para me levar a um pronto-socorro ou a uma delegacia: eu não lhe havia dito nada, mas ele deve ter percebido que fui vítima de uma agressão, estava na cara. eu disse a ele que só queria ir para casa. no caminho fui me acalmando um pouco, mas continuava soluçando e em prantos. o taxista, um senhor de idade (eis um homem decente, para variar!), nem me cobrou a corrida: não lhe contei o que aconteceu, mas eu estava visivelmente abalada. ele me ajudou a entrar, o porteiro me acudiu e eu menti dizendo que estava bem, que podia me arranjar sozinha. apertei o botão do meu andar e fui subindo. não havia mais ninguém no elevador.
se eu fosse supersticiosa eu acreditaria em destino. quem sabe, naquela época eu ainda acreditasse: é incrível como a gente amadurece depois de conhecer as pessoas certas... mas me dei conta de que o cara podia vir atrás de mim: ele conhecia o meu endereço. nem que não entrasse no prédio, ficaria me azucrinando pelo telefone. e nem que eu desligasse o aparelho, eu não conseguiria dormir. toda a minha fé na espécie humana tinha sido abalada, e eu precisava, precisava conversar com alguém. já passava das onze e meia da noite, dificilmente eu conseguiria achar uma alma amiga disposta a me ouvir. depois, toda a turma morava longe dali. foi aí... foi aí que um anjo deve ter passado e me sussurrou ao ouvido. o elevador parou no meu andar, mas não desci. apertei o botão de dois andares abaixo. cheguei meio catatônica até a porta do 1008. hesitei um pouco: mas eu não a conheço, e já é tão tarde... mas ela tinha me dito: "se precisar de alguma coisa, me procure." lembrei-me daquele rosto lindo, daquele sorriso... entre soluços e lágrimas mal enxugadas, apertei a campainha. dois toques longos. uma eternidade.
não quis insistir, vai ver ela já se recolheu, era muito tarde. já estava pensando em deixar para outra hora, quando vi um vulto no olho mágico, e então ouvi um som de fechadura destrancando. a porta se abriu e apareceu aquele rosto maravilhoso, os olhos verdes agora sem a barreira dos óculos. uma toalha prendia os cabelos. com certeza devia ter acabado de tomar um banho. ela estava esplendorosa, naquele robe de seda branca e brilhante.
- meu deus, o que aconteceu com você? entra, entra.
eu devia estar mesmo num estado miserável. desatei a chorar assim que a vi, mais de emoção do que de dor. eu fui me desculpando de ter batido à porta dela, àquela hora tardia, sem avisar nem nada. instintivamente deixei que ela me abraçasse, me amparasse. foi tão gostoso ser abraçada por ela, por aquele corpo suave e perfumado... acho que fui hiperventilando e querendo contar tudo o que aconteceu em pouco tempo, sempre soluçando e chorando. ela deve ter percebido que eu estava traumatizada. ela me disse para ficar à vontade, foi até o barzinho da sala e me trouxe uma bebida forte. não sabia bem o que era, mas tomei: ela disse que era para me acalmar. não sei se foi a bebida, ou a presença reconfortante dela, mas fui me acalmando aos poucos. parei de falar. fiquei comovida e a abracei. nunca disse um "obrigada" a ninguém com tanta sinceridade. ficamos um tempo abraçadas, sem dizer uma palavra. ah, como isso era bom...
- vem, senta. me conta o que aconteceu.
sentamos as duas no mesmo sofá. tomei mais um gole da bebida. ela passou a mão na minha testa e me acariciou os cabelos, ainda desgrenhados. eu devia estar com um aspecto horroroso, totalmente oposto ao do anjo loiro que estava ao meu lado. aí, recapitulei mentalmente tudo o que aconteceu e contei. contei tudo, os detalhes mais sórdidos, os palavrões que eu não estou acostumada a soltar. percebi que ela ouvia com interesse e ficava revoltada a cada episódio perverso dessa história macabra. quando terminei, agradeci a ela outra vez e desatei a chorar de novo, juro que de emoção pela compreensão dela. tomei mais um pouco. não sei se foi a bebida que me soltou a língua, mas eu acabei pedindo a ela se me deixava pernoitar lá mesmo. eu não queria voltar ao meu apartamento e passar a noite sozinha.
- mas é claro. hoje você vai dormir aqui. amanhã a gente pode ir dar queixa na delegacia da mulher. vamos juntas, nós duas.
quando ela disse isso e tirou a toalha da cabeça, seus cabelos loiros se soltaram sobre os ombros. eu nunca a tinha visto assim, das outras vezes no elevador ela mantinha os cabelos presos atrás. agora, com os cabelos soltos e sem os óculos, a samara. era certamente uma das mulheres mais lindas que eu tinha visto. o fato de ela estar a um palmo de mim me deixou meio nervosa, como se estivesse ao lado da realeza ou na presença de uma celebridade. ela passou a toalha suavemente no meu rosto e nos abraçamos de novo. ela me apertou contra o peito e me beijou levemente na testa. eu me senti ótima. ah, que gostoso...
- você está exausta e nervosa. por que não toma um banho? vou pegar uma toalha para você.
enquanto ela foi buscar uma toalha nova, olhei-me no espelhinho da minha bolsa. só aí percebi de fato o meu estado lamentável: toda judiada, suada, a maquiagem toda empastelada sobre o rosto, os olhos vermelhos de tanto chorar, a pintura da sobrancelha desfeita, os cabelos em desalinho. meu deus, eu parecia um bicho. que estrago! nem sei como a samara. me deixou entrar assim. ela voltou e me passou a toalha e um outro robe de seda.
- olha, o banheiro é ali, passando pelo meu quarto. usa os sabonetes que quiser, tem vários lá. e xampu, condicionador, creme-rinse, o que você quiser. no armário do lado da pia tem escova-de-dentes, pode pegar uma nova. o importante é você se lavar muito bem, ainda mais que o cara nem sequer usou camisinha...
era verdade, eu tinha que tomar um bom banho, varrer do corpo todo e qualquer resquício daquele canalha imundo. eu pedi licença para tirar a roupa, e usar uma das poltronas para empilhá-la. perguntei se eu podia dormir no sofá, mas não sei bem se ela me respondeu. tirei a calça e a blusa e pus o robe dela por cima da calcinha e sutiã. nunca tinha usado nada de seda, e é um material delicioso de ter sobre a pele. a samara tinha entrado no quarto dela, o qual eu tive de atravessar para ir ao banheiro. percebi que tudo no quarto era de seda branca, os lençóis, as fronhas... ela. devia mesmo gostar de seda, típico de uma mulher de classe como ela. fiquei meio sem graça de estar usando aquele robe sobre meu corpo ainda sujo, mas ela sorriu para mim. entrei.
tranquei a porta do banheiro, tirei o robe, desabotoei o sutiã e tirei a calcinha. fui logo fazer xixi, sei que a urina até serve para lavar os resquícios do sexo feito às pressas. depois entrei no chuveiro. tentei fechar a porta do boxe, mas estava emperrada e abri a torneira assim mesmo, só um pouquinho para a água não respingar fora. fiquei alguns minutos parada, deixando a água cair sobre minha cabeça e escorrer sobre os ombros. que sensação deliciosa! adoro água, principalmente quando cai na minha nuca e me dá um arrepio de prazer... achei vários sabonetes enfileirados numa prateleirinha do boxe, peguei um e comecei a me ensaboar. engraçado, eu comecei a fazer carinho com o sabonete em mim mesma, logo o tipo de carinho que esperava que meus namorados me fizessem e que, hoje tenho certeza, somente meu macho gostoso fez e faz em mim. ensaboei bem devagar os meus ombros, os meus braços, e depois os meus seios. depois corri o sabonete sobre a barriguinha, e ensaboei bem a minha vulva. queria me lavar completamente, e quase que enfio o sabonete nela. virei para me segurar numa das torneiras enquanto passava o sabonete no meu bumbum. ensaboei muito bem o meu ânus, queria deixar ele bem limpinho, como se aquele bruto jamais tivesse entrado nele. deixei a água correr sobre todo o corpo. aí eu transferi o fluxo da água para a torneirinha, e com ela dirigi o jato d'água para os dois orifícios que o canalha mais abusou. É estranho, mas achei delicioso aquele jato d'água na vagina e no ânus. ser penetrada por um pênis é uma coisa, mas pela água, além de higiênico, é mesmo excitante. depois de um banho de uns vinte minutos (samara., desculpe a conta da água!), já refeita e sentindo meu corpo bem limpinho, saí do chuveiro. enquanto me enxugava, não sei por que, eu me sentia muito sensual e... desejada, sei lá por quem. vi meu corpo e naquele momento eu jurei que nunca mais ia ser abusada, que só me entregaria a quem eu quisesse, quando eu quisesse... pus de volta a calcinha e o sutiã, coloquei o robe de novo. não queria abusar, mas aproveitei e escovei os dentes com uma das escovas do armário. e assim, purificada, perfumadinha e outra vez de bem comigo mesma, saí do banheiro. no quarto dela, a samara. estava sentada na cama, em cima dos lençóis de seda, penteando aqueles maravilhosos cabelos loiros. ela me olhou, abriu um sorriso e me jogou aquele olhar sexy. ah, que mulher lindíssima ela é!!!
- você está melhor? vem cá, senta aqui comigo. não quer conversar um pouco?
achei que a companhia dela ia me fazer mais bem do que ir dormir direto, e aceitei. ela estava no meio da cama, ou um pouco mais à esquerda, e eu me sentei à direita dela. a lâmpada do abajur do criado-mudo delineava o belo contorno do corpo dela, bem apertado no robe de seda.
- nós nem nos apresentamos direito...
era verdade. rimos, e começamos a contar uma a outra quem éramos, o que fazíamos. ela me contou que era secretária executiva de uma multinacional. ela falava com uma segurança de me dar inveja. quando me falou de onde veio, das viagens que fez, dos lugares que visitou, eu comecei a me sentir muito interiorana, muito caipira. mas ela não me intimidou e estava claro que não procurava me humilhar, nem nada. também parecia não se incomodar com minha falta de cultura, coisa que evidentemente não era o caso dela. ela tinha um bom senso de humor, e me fez rir. ela me deixou muito animada. tomamos mais uns copos que ela tinha trazido ao quarto. falamos de tudo, de nossas vidas, do que gostamos, da situação atual, até que olhei para o reloginho de cabeceira e percebi que já passava da uma da madrugada. levantei-me da cama e já ia me recolher à sala, quando ela me chamou:
- não precisa ir dormir no sofá, você bem que podia dormir aqui mesmo. olha, minha cama é grande, dá pra nós duas, você fica numa ponta e eu na outra...
achei estranho, mas aqueles lençóis de seda estavam tão gostosos... e depois, achei que era bom ter a companhia de outra pessoa. outra mulher, isso sim... aceitei, voltei a me sentar do lado direito da cama. só que ela não foi para a outra ponta da cama, e ficou lá mesmo, mais ou menos no meio... ela apertou um botão e apagou as luzes do teto, ficando só os abajures laterais a nos iluminarem. eu ainda estava com o robe atado.
- você vai dormir assim, toda vestida?
não entendi a pergunta. como assim, perguntei. ela me sorriu de uma maneira ao mesmo tempo amistosa e provocante.
- não gosto de dormir de sutiã, me aperta os seios. eu costumo dormir assim, olha...
ela continuou com o sorriso provocante enquanto tirava o robe. não sei se ela tirou de uma vez ou lentamente, parecia que o tempo estava parado. só sei que em seguida ela estava nua, inteiramente nua, sem nenhuma lingerie por baixo... e revelou aquele corpo deslumbrante, dourado contra a luz do abajur, de uma perfeição absoluta: os ombros firmes mas bem femininos sobre os quais caiam os cabelos lisos, o pescoço delicado e bem definido, a barriguinha esbelta, o umbigo um pouquinho saltado, as coxas bem torneadas, as pernas longas e afiladas. os seios dela eram grandes, maiores que os meus, mas naturais e sem silicone, com aréolas grandes e escuras, e os biquinhos salientes. e, não sei bem por que, meu olhar curioso foi descer até a parte mais íntima dela, que era bem carnuda e depilada, mas com um tufinho de pelos loiros ornamentando o monte de vênus. não sei se eu senti alguma atração física por ela naquele momento, provavelmente não, mas estava completamente fascinada pela presença daquela deusa diante de mim, que eclipsava sem dó a beleza de qualquer estrela de cinema, top model ou musa de tevê por aí.
- É que assim eu relaxo melhor, com essa seda dos lençóis acariciando toda a minha pele. É muito gostoso, faz um bem danado. você devia experimentar. tira a saída, pelo menos...
eu nunca havia dormido com lençóis assim, e realmente era uma sensação gostosa. mas eu estava receosa, sempre dormi de pijama ou baby-doll e, claro, nunca na presença de outra mulher, ainda mais alguém que eu mal conhecia... mas achei que não fazia mal se eu tirasse o robe e me enfiasse debaixo do lençol de calcinha e sutiã. tirei o robe e me levantei da cama para pendurá-lo na cadeira. percebi que ela ficava me olhando o tempo todo, não desgrudava os olhos de mim. o gozado é que eu também fiquei fitando aquela mulher linda e todinha nua... quando tornei a subir na cama, ela me pôs a mão delicadamente no meu braço antes que eu me cobrisse com o lençol.
- tira o sutiã, faz mal dormir apertando os seios. não precisa ter medo, não tem ninguém mais aqui. só nos duas... só eu e você... deixa que eu te ajudo.
antes que eu reagisse, ela já estava encostada em mim, com os braços em volta e as mãos desabotoando meu sutiã por trás. algo tomou conta de mim, não sei: ao invés de protestar, deixei que ela me despisse, e relaxei meus braços para que ela tirasse o meu sutiã. não percebi nada, nem me dei conta que eu estava com os seios descobertos. eu só a fitava, olhava naqueles olhos verdes que me enfeitiçavam.
- hum, mas você é muito linda, sabia? que corpo bonito, e como combina com esse teu rostinho lindo... aposto que você já teve uma porção de namorados e caras a fim de você...
eu estava tonta demais para responder que não, que a linda era ela e que qualquer comparação seria humilhante. verdade que tinha muito cara dando em cima de mim, sim, mas disso eu não queria me lembrar. naquele momento, a única pessoa que ocupava minha mente era ela.
então, aconteceu. ela me acariciou o rosto com as costas de sua mão e me disse as palavras que nunca mais vou esquecer:
- sabe, eu gosto de você. gosto muito, mesmo. quero te dar um beijo.
nossos rostos estavam praticamente colados, então. eu estava respirando cada vez mais rápido. ela encostou os lábios nos meus e me beijou. pensei que ia ser uma beijoquinha entre amigas, mas eu fechei os olhos e acabei recebendo um beijo ardente, apaixonado, sensual, molhado, delicioso... um beijo como homem nenhum havia me dado antes. senti um arrepio percorrendo meu corpo da cabeça aos pés. por uma fração de segundo ela parou para respirar. nós duas estávamos ofegantes. minha cabeça não sabia o que dizer, mas meu corpo falou mais alto:
- você gosta de mim? então me beija outra vez...
e veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo, que me fez contorcer o corpo de prazer. perdi completamente qualquer acanhamento. aqueles beijos haviam me abalado, sim, mas também havia me libertado da lembrança amarga de todos os namorados que eu tive. agora nos agarrávamos com paixão, nossos braços apertando o corpo uma da outra, e nossas bocas se apertando num frenesi de carinhos entre nossas línguas. ah, que coisa deliciosa! se parávamos de beijar para respirar, logo voltávamos, nossos olhos cerrados, meu espírito totalmente ao abandono do prazer. então ela encostou aqueles seus seios maravilhosos nos meus, e começou a esfregar os biquinhos enquanto nos beijávamos sem parar. entrei no ritmo dela e logo senti as duas com os biquinhos durinhos, bem empinadinhos e cheios de desejo. ela esfregava o corpo todo no meu, ela toda nua e eu ainda de calcinha, nossos sexos loucamente procurando contato. fiquei cada vez mais excitada, e senti que estava toda molhada em baixo. joguei a cabeça para trás e ela tirou momentaneamente a boca dela da minha para depois abocanhar suavemente o meu queixo e descer lambendo o meu pescoço até a curva do ombro. ela soprou no meu ouvido, sussurrou lá dentro alguma coisa que eu estava estonteada demais para entender, depois lambeu e mordiscou o lóbulo da orelha, bem de leve, muito suavemente... os lábios dela agora premiam meu pescoço e me chupavam com a sanha de uma vampira. ela continuava me beijando e chupando, agora os ombros, depois a parte de cima dos braços. abandonei-me totalmente às carícias dela. e aí ela desceu e foi me dando beijinhos e lambidelas nos meus seios, primeiro de um lado, depois do outro. meus biquinhos já estavam duríssimos, e ela esticou a pontinha da língua para passar neles como se fosse um pincel dando os últimos retoques numa obra-prima. aí os lábios apertaram um dos bicos, abriram-se e começaram a chupar meus seios. entreguei-me totalmente e com gosto à minha bela vampira, que me sugava com sofreguidão e me arrastava ao delicioso caminho da perdição... eu delirava e não tardou para que eu chegasse ao orgasmo, o primeiro de muitos que ainda viriam aquela noite...
gemi de prazer enquanto meu corpo se contorcia como uma cobra embriagada. aquelas mãos suaves apalpavam os meus seios, depois a palma das mãos estimulava meus biquinhos com movimentos circulares... e a língua dela não parou lá. foi descendo mais, percorrendo toda a linha do meu ventre, lambendo prazerosamente em volta e depois dentro do meu umbigo. ah, que cosquinha deliciosa... mas aonde ela estava indo? mais em baixo...? ela parou e me deu um beijo, depois um chupão em cima da minha calcinha, que estava toda encharcada. de repente, senti vergonha. ouvi outra vez aquela voz ligeiramente rouca, irresistivelmente sensual:
- a tua calcinha está todinha molhada. É melhor tirar. deixa que eu te ajudo...
ela foi me abaixando a calcinha, e eu relaxei as pernas para facilitar. com que facilidade eu estava me entregando para ela, a uma pessoa que eu mal conhecia, e... mulher ainda por cima! mulher... algo dentro de mim me dizia que aquilo era errado, que não estava certo uma mulher fazer aquilo a outra. mas era tão gostoso... jamais, jamais pensei que um dia estaria nua na cama com outra mulher, deixando que ela tirasse a minha calcinha, revelando a ela toda a minha intimidade, e ainda por cima querendo, desejando, implorando sem dizer palavra que ela me deliciasse mais e mais, sem parar... porque eu queria, sim, e como queria, ainda mais que ela viu minhas partes íntimas, lambeu seus próprios lábios e me sussurrou naquela voz rouca e doce:
- que xaninha linda você tem...
até então eu não gostava que falassem palavras feias, como os homens sempre fizeram comigo e eu achava tão grosseiro. mas desta vez era aquela mulher maravilhosa, aquela deusa de beleza e sensualidade chamando assim essas partes de que gosto mas que sempre evitei falar a respeito, e não me senti insultada. pelo contrário, senti-me desejada e amada, uma sensação já então quase esquecida... ela encostou a boca no meu monte todo peludinho e por um minuto pensei que ela fosse me fazer o que no fundo eu queria mas tinha vergonha de pedir. mas não, ela sorriu marotamente e se sentou sobre a cama, ergueu a minha perna direita e começou a beijá-la e chupá-la. senti um arrepio quando ela me chupou o dedão do pé e passou a língua entre os meus artelhos, e depois desceu pela planta do pé e panturrilha abaixo, sempre lambendo como uma criança chupando sorvete. fiquei excitadíssima quando ela me lambeu a dobra dos joelhos, um lugar que eu não sabia que era tão sensível. aí ela me levantou a outra perna e também me lambeu na dobra desse joelho. minha excitação crescia, eu já estava bem úmida, bem lubrificada... ela ficou sentada de frente para mim, segurou meus joelhos e dobrou minhas pernas para trás, encurvando o meu corpo até encostá-las nos meus seios. estava pronta, prontinha para me entregar completamente a ela, para o ato mais íntimo entre duas mulheres, e eu, que até então nunca tinha tido essa inclinação, agora estava ansiando pelo momento. ela me deu um beijo estranho num lugar inesperado, bem no meu ânus, e foi lambendo mais para cima até chegar à entrada da vagina. depois foi beijando meus lábios maiores já bem tufadinhos, alternando de um lado para outro e me deixando enlouquecida de desejo. tremi toda quando senti aquela língua acariciar meus lábios menores e subir até o clitóris. veio outro orgasmo, mais intenso e arrasador que o primeiro, e mal me recuperava dele quando senti aquela língua fustigando o meu clitóris como um chicotinho carinhoso, enquanto ela enfiava dois dedos na minha vagina, penetrando e retirando ritmicamente sem machucar, tocando-me a parede superior da abertura e perpetuando o meu prazer por mais... quanto tempo, meu deus? minutos? horas? nem sei... segurei a parte interna dos joelhos para abri bem as coxas e fiquei gemendo como um animal no cio, enquanto os dedos e a língua dela não me permitiam relaxar o ritmo. nunca havia sentido tanto prazer em toda a minha vida, o melhor dos namorados que eu tinha tido estava longe, muito longe de se comparar a essa vênus loira em termos de deleite sexual. quando paramos um minuto para tomarmos fôlego, estendi de novo as pernas e percorri com minhas mãos os lados do meu corpo, dos quadris até o busto, e comecei a acariciar meus próprios seios. a m. se deitou de bruços na minha frente, pôs as duas mãos na parte interna das minhas coxas e com os polegares ficou afastando delicadamente os meus lábios maiores.
- tua bocetinha é tão deliciosa, meu amor...
e se pôs a me chupar e lamber novamente, com todo aquele toque mágico dela, me levando outra vez às raias da loucura do prazer. ela me chamou de "meu amor"... e eu estava gostando, gostando muito... e o palavreado vulgar dela, era tão... bom de ouvir! meu deus, o que estava acontecendo comigo? vamos parar antes que seja tarde demais? mas eu não queria parar, eu queria mais, mais, mais - eu queria que ela não parasse de me chupar, lamber, deliciar a minha vagi... não, a minha xana, a minha cona, a minha perereca, a minha xoxota, a minha bocetinha!! eu tinha que dizer a ela o que eu queria, de soltar meu desejo reprimido -
- não pára, não pára... continua me chupando... chupa, chupa, chupa minha bocetinha...!
não sei se foi impressão, um sinal de minha própria liberação ou se provoquei uma maior excitação na samara, mas senti que ela passou então a me chupar com mais vontade, mais ânsia, mais desejo... que coisa mais gostosa, ai, eu me contorcia toda, me contraía da cintura para baixo, e ela acelerou o ritmo das carícias. gozei, gozei novamente, e mais outra vez... aaii... que loucura... se eu tinha antes algum receio de transar com uma mulher, agora a hesitação se dissipava e dava lugar à fome, à sede, à sanha pelo prazer, uma sensação que me fez esquecer por completo que existia mais de um sexo sobre a terra. ahnnn...
de repente, enquanto eu ficava num delicioso devaneio, ela foi subindo com a boca, da minha bocetinha até o umbigo, e depois aos meus peitinhos. era tão gostoso sentir a pele dela roçar na minha... ela subiu sobre mim e me beijou outra vez, aquele beijo profundo e lambuzado, cheio de tesão, que nunca ninguém soube me dar... ela se abraçou a mim e começou a se esfregar, os biquinhos dos seios dela contra os meus, a xana dela contra a minha... nossas pernas se cruzaram como num x atravessado, e nossas bocetinhas se roçaram gostoso, depois os moranguinhos... ah, que delícia, era como se ela estivesse me possuindo - não, me comendo, me fodendo gostoso como um homem faria se tivesse o que não tem: o dom de me dar prazer, de satisfazer meus desejos... ficamos assim algum tempo, agarradas uma à outra, nos beijando e esfregando sempre, de vez em quando rolando nossos corpos para que eu ficasse em cima, depois em baixo de novo... de repente, senti que a m. estava gozando, o que me deixou com mais tesão ainda. meu gozo chegou um pouco mais tarde que o dela, mas foi a primeira vez juntas: com o tempo iríamos aprender a gozar simultaneamente, naquela hora ainda era cedo para tanta proeza...
meu deus, gozei com uma mulher e fiz ela gozar, também... o gostinho de melado passava de uma para outra e me deixava de pernas bambas. ainda em cima de mim, ela me beijou outra vez, enfiou a língua mais fundo, explorou todos os recantos da minha boca. acariciou o meu rosto, fitou-me bem nos olhos e murmurou, visivelmente abalada:
- agora é minha vez. também quero. eu quero...! me chupa, me chupa toda, todinha...
eu estava deitada, com a cabeça sobre o travesseiro, e ela levantou um pouco o corpo, ajoelhou-se em torno da minha barriguinha e encostou aqueles belos seios na minha boca. eu não sabia bem o que fazer... nada disso, sabia muito bem, sim, sabia que tinha que lamber aqueles bicos saltados, abocanhar aquela aréola intumescida e chupar, chupar, chupar aqueles peitos deliciosos, sugar, sorver, mamar... foi o que eu fiz, premendo meus lábios num dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. minha outra mão desceu instintivamente para a minha xana, e ficou massageando lá por uns instantes, até que ela agarrou meus dedos e os aplicou contra sua própria xoxota. era a primeira vez que fazia isso, e deixei-me guiar pelo meu instinto, repetindo mais ou menos as carícias que ela havia me feito. enquanto eu chupava aqueles peitos, ela gemia de prazer e obrigava a minha mão a bolinar aquela bocetinha depilada. ela teve um espasmo e levou os meus dedos que estavam na xana molhada até a boca, e começou a chupar os dedos lambuzados como se fosse um picolé. eu não via mais nada, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me obrigando a descer pelo meio do corpo, na linha vertical do umbigo, mais e mais, fazendo-me beijar e lamber a cada passo. finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. as pernas abertas deixavam escancarada uma racha estupenda, com aqueles lábios maiores tão carnudos e lisinhos, e encimada por um tufo de sedosos pelinhos dourados. ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, tufadinha, com o grelinho inchado e vermelho. ela arfava de expectativa, qualquer carinho agora iria lhe desencadear uma avalanche de prazeres. o próximo movimento daquele jogo era meu.
- ai, chupa, chupa minha boceta, meu amor, chupa... também quero gozar...
era um lamento, um misto de súplica e provocação, entrecortado de suspiros e gemidos. eu também respirava depressa, toda excitada e desejosa de satisfazê-la. novamente fui guiada pela minha intuição feminina, e fiz nela todos os movimentos que senti que iam lhe dar prazer, uma imitação ainda amadorística dos carinhos que ela havia me feito. não esqueci, a provocação é que nos dá aquele "frisson" delicioso, o frêmito que vai escalando até o momento do orgasmo. passei ambos os braços em volta das coxas dela, e fiquei massageando-lhe a virilha com os polegares. como ela havia feito comigo, fiz que ia chupá-la, depois recuei, e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro como se fosse uma borboleta, para depois enfim lamber de frente os lábios menores. depois de algum tempo, minha língua chegava ao final de sua peregrinação sagrada, para penetrar atrevidamente no santo dos santos daquele templo do prazer.
- isso, meu amor... assim...
e aí, quando massageei aquele moranguinho delicioso com a pontinha da minha língua, vi todo aquele corpo maravilhoso de deusa trepidar, como que colhida por um terremoto, estirando-se para trás em movimentos espasmódicos. aquela boceta saborosa tremia na minha boca, toda inchada e corada, secretando mais e mais os sucos íntimos dela, o grelinho todo vermelho, quase roxo. as aréolas dos seios estavam enormes, túrgidas, e os biquinhos saltados ao máximo. ela não gemia mais, agora gritava feito uma louca, com o rosto todo corado, quase vermelho. e outra novidade para mim naquela noite cheia de surpresas: eu não sabia que a visão de uma mulher - vale dizer, uma mulher lindíssima - contorcendo-se de gozo, um gozo que eu havia causado, iria me deixar excitada, cheia de tesão, a ponto de eu mesma sentir um orgasmo logo em seguida, sem qualquer outro estímulo. ela "apagou" um instante e depois virou o corpo, e começou a me chupar também. nem deu tempo de me recuperar daquele clímax, as lambidas e chupadas dela na minha bocetinha me fizeram gozar mais uma vez, e outra e mais outra. ela estava com as coxas em volta da minha cabeça e eu apalpei aquela bunda arrasadora, afastei os lábios maiores com os dedos e continuei chupando a xoxota dela. eu já havia transado naquela posição de "69" antes, mas foi com um homem, e eu ficava por cima dele chupando pica enquanto ele me lambia a xana. agora eu estava por baixo, e só se chupava boceta - sem pressa nem pressão, carinhosamente, intensamente, deliciosamente... hummmm, que coisa mais gostosa... assim era muito melhor... enquanto a minha bocetinha se submetia à língua gulosa dela, eu percorria a xoxota dela com a minha língua, de alto a baixo e subindo de novo, do grelinho até o espaço entre a fenda e o cuzinho. (não, aquela vez eu não lambi o rabinho dela, isso ficaria para o nosso encontro seguinte...) gozamos de novo, alternadamente, ainda sem sincronismo. como era delicioso sentir aquele corpo escultural vibrando e se contraindo de gozo em cima de mim... ai...
depois de mais uma descansada, uma em cima da outra, ela se virou e me beijou longamente. ficamos nos acariciando e sorrindo uma para a outra, como duas amantes de caso antigo.
- eu gosto muito de você, muito mesmo.
- também gosto de você, sâmara. eu nunca, nunca pensei que um dia...
- ... fosse ficar de pernas abertas para outra mulher? pois só diga nunca para uma coisa: que nunca mais você vai ser abusada à força por um canalha daqueles.
ela me acariciou e beijou outra vez, agora um beijo de amizade e ternura mais que de desejo. eu estava de bruços e ela deitada de costas. as mãos dela corriam pelas minhas costas como uma aranhinha apressada, e detiveram-se em carinhos num ponto muito sensível do meu corpo, na parte de baixo da espinha, logo acima do bumbum. ela tinha razão, eu jurei para mim mesma que nunca mais cederia à sanha de um homem contra a minha vontade.
- ainda está doendo, amor, onde ele te forçou? tadinha...
não, a dor tinha passado, os últimos deliciosos momentos que passamos juntos tinham me feito tão bem, e já não sentia mais aquela dor no... mas o que ela estava fazendo, colocando os braços em volta do meu bumbum? ela encostou o rosto e lentamente começou a beijá-lo. olhei para trás e vi a língua dela percorrendo toda a curvatura da minha bundinha.
- pobrezinha, eu vou te passar um remédio para aliviar...
remédio? mas ela não pegou nenhuma pomada ou bálsamo, apenas ficou me lambendo, agora com a língua perigosamente perto do meu rabicozinho. não, ela não vai me... ou será? ela começou a me beijar e a lamber em volta, depois me deu um beijo bem certeiro. então ela me deu uma soprada e o meu rabinho sentiu que devia deixar cair todas as barreiras. a língua dela me tocou de leve, obviamente tentando entrar onde eu dizia não querer...
- não, não faz assim, aí não... aí não...
e naquele exato momento me veio de novo aquele maremoto de prazer. era tão gostoso sentir a língua dela deliciando o meu cuzinho! comecei a tremer outra vez, entrando em convulsões da cintura para baixo. gemi, gritei, berrei... não queria que aquilo acabasse, queria mais e mais...
- não... não pára, continua... mais... mais..."
o maremoto continuava, aquelas ondas gigantescas me varrendo uma depois da outra. os dedos dela brincavam com a minha bocetinha outra vez, e a língua vasculhava fundo o meu cuzinho. ai, que delícia, que prazer incrível! gozei de subir pelas paredes, fiquei me esfregando naqueles deliciosos lençóis de seda, com a cabeça já no sétimo céu... eu gemia, chorava de prazer... e aí, de repente, sem aviso, a samara. como que entrou em transe, começou a arfar e a gemer e caiu em cima de mim, sobre as minhas costas, também aos prantos, também tremendo em convulsões. ela tinha gozado como eu gozei antes, sem se tocar, só de ver a parceira gozar também.
quanto tempo mais ficamos assim, abraçadas? eu estava totalmente esgotada. adormecemos assim, ela sobre minhas costas. acordamos na manhã seguinte, com a luz do sol entrando pela janela. abri os olhos e vi aquele anjo abraçado em mim, sorrindo.
- você está arrependida?
- claro que não, e você?
- só de não nos termos conhecido antes.
e aí eu percebi que estava apaixonada, total e incondicionalmente enamorada. e por uma mulher, que me deu o que não tive de homem algum: amor, carinho e prazer. deixei de lado todos os preconceitos que tinha antes. alias, um dia depois de casada e bem por sinal com o meu macho gostoso, mostrei para ela como é bom ter um macho bem gostoso que saiba tratar uma mulher como ele faz!!
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Comi minha tia

Eu confesso que comi minha tia no carnaval .

Eu tinha acabado de chegar de São Paulo em Natal e ela do Piauí para curtir com a familha aqui . Ela sinceramente é um pouco gordinha , mas que peitões e que bundão que ela tinha meu deus quando olhava ela eu pirava ela era bem bonita também isso também causava a minha excitação as vezes quando eu via ela . Ela é casada e tem dois filhos e tinha ficado lá na minha vó (onde es também estava ficando) e o
marido dela não tinha ido . A gente tinha ido em uma praia e todo mundo tava cansado mesmo assim ai tinha um churrasco la em baixo . Minha tia foi tomar banho com o filho dela . Eu tinha muitas fantasias com ela pois nossa ela mesmo sendo gordinha era muito gostosa . Mas prosseguindo todo mundo tava la em baixo e minha tia tomando banho la encima (na casa) eu fui lá e fiquei um pouco apreensivo de entrar até que chegou um momento não muito tempo que fui e entrei no banheiro e disse "Posso tomar banho com vocês ?" ela disse sem nenhuma malícia "pode" . Eu fui lá e comecei a tomar banho normal , quando o filho dela que ainda era pequeno tinha seus 4 anos saiu do banho. Deixei cair o sabão no chão de propósito e nisso mexi na buceta dela , se levantei e comecei a passar a mão na bunda dela quando falei "Vamos transar" já de cara (minha tia era bem liberal então pra ela , eu acho que isso não foi estranho ) ela me respondeu "Não , eles vão nos ouvir " eu não ligando para isso , fui atrás dela abri bem a bunda dela e comecei a olhar , logo passei pra frente e comecei a chupa-la e ela gemendo bem baixo de tesão , depois não podendo demorar muito no banho senão iriam desconfiar pedi pra ela ficar de 4 ela ficou , e comecei a enfiar meu pau nela não é muito grande 17cm mais dava pro gasto ela olhava pra mim com muito tesão e já gemendo um pouquinho mais alto depois , ela montou em mim e começamos a fazer mais sexo , Depois disso saímos do banho eu já vestido para não desconfiarem (na minha vó eu saio muito por que conheço uma galera de gente por lá , então não desconfiariam), continuamos normal no resto das férias eu ainda com desejo dela. Espero que nós vamos qualquer um dia para minha vó de novo e ela esteja lá para repetir a 'dose' , Minha tia ainda é bem nova tem seus 28 a 34 anos por aí . Mas que férias sensacionais foram .
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casal maravilhosos


Qual não fora sua surpresa quando Sara a convidou para subir ao quarto junto a ela e seu marido. Débora ficara sem reação, boquiaberta. Haviam terminado o delicioso jantar, com uma exótica receita à base de ostras e um vinho do Porto que já fazia o efeito pretendido pela anfitriã. Os três amigos já estavam mais soltos e, como por acaso, a conversa havia entrado em assuntos da intimidade do casal, que se abria cada vez mais com Débora. Os olhos dela brilhavam e seu sorriso denunciava a excitação.

Mas jamais havia imaginado que Sara fosse propor algo assim. Lógico que já tinha pensado na possibilidade. Sara havia sido sua colega de faculdade, por quem ela chegou a sentir-se atraída. Coisas da juventude. E Carlos havia sido seu namorado em uma época distante. Hoje estavam os três reunidos, como que por ironia e capricho do destino. E Sara estava animada com a possibilidade, tascando beijos ardentes em Carlos enquanto contavam suas experiências inusitadas. Em algum momento, ela sacou seu sutiã, tirando-o pelo decote soltando um ar aliviado. Seus seios eram pequenos, mas firmes, e já demonstravam que ela estava pronta para esta nova aventura com sua amiga.

Débora, esquivava, sorria, corava as bochechas. Escondia-se olhando para baixo e levando as mãos ao rosto. Tinha para si que talvez não fosse boa ideia terminar aquela noite do jeito que Sara esperava. Seus sentimentos estavam confusos, não sabendo se por causa do tempo passado ou do vinho. Estava com medo. Medo de apaixonar-se perdidamente, como havia feito em seu último relacionamento que tanto a fez sofrer. E agora, suas possibilidades eram em dobro, pois poderia apaixonar-se por qualquer um de seus amigos. E o sofrimento era certo, pois que, sem dúvidas, não havia espaço para ela naquele feliz casal.

Carlos mais sorria simpaticamente do que qualquer outra coisa. Débora percebeu que ele estava deixando o protagonismo da sedução com Sara. Provavelmente por respeito. Ele sempre fora um cavalheiro. E Sara sempre esse poço de luxúria. Ela falava com Débora enquanto debruçava-se sobre seu marido, desabotoando sua camisa, esfregando-se em sua perna. Mordia os lábios e ria. Débora se consumia na dúvida. Olhava aquele peitoral forte de Carlos, as mãos delicadas de Sara, e sofria. Não queria passar por tudo aquilo novamente, toda aquela dor da perda, aquele sentimento de vazio e de insignificância. Mas, aquelas mãos… aquele peitoral…

Sara, não continha-se mais. Agora Carlos já a acariciava por baixo da saia. Ela jogou suas duas pernas sobre a mesa, com seus sapatos de salto-alto finos e pôs a cabeça para trás. Ele masturbou sua mulher com tanta vontade e técnica que podia ouvir-se. Débora já começara a tocar seu próprio corpo, como que querendo segurar aquelas sensações que a clamavam a cometer uma loucura. Carlos abriu sua braguilha sacando seu pênis já ereto. Levantou-se e colocou-o à boca de Sara, que sugou o membro de seu marido com voracidade. Os olhos de Débora brilhavam, não só pela lembrança do caloroso pênis de Carlos, como pela imagem da habilidosa boca de Sara.

Sara levantou-se e, puxando o marido pelas mãos, foi subindo as escadas e jogando seu vestido pelo caminho. Ao segundo degrau parou, chamou a amiga e então continuou. Carlos foi atrás. Débora não estava segura. Pensou em tudo que passara nos últimos tempos e em sua amizade com eles… Mas pensou rápido, pois logo sua mente foi tomada por aquela imagem da talentosa chupada, do membro rijo e venoso. Subiu decidida, e encontrou Carlos já retribuindo o sexo oral em Sara. Ela estava de quatro à cama, agarrada a um travesseiro, enquanto ele, nu, exibindo um corpo saudável e bonito, perdia o rosto em meio à sua bunda.

Quando Sara gozou gemendo alto e demorado, olhou para Débora ofegante, virou-se de lado batendo a mão ao colchão. Débora despiu-se lentamente enquanto ambos a olhavam. O pênis de Carlos latejava e ele esfregava uma punheta vez ou outra enquanto as peças de roupa iam caindo. Débora deitou-se ao lado de Sara e elas se beijaram. Ela já estava totalmente entregue, sem sentir mais medo. Sara olhou-a e pediu delicadamente para deixar seu marido satisfazer-se com ela. Ela sorriu e, enquanto Carlos a penetrou ávido por trás, sugou os seios joviais, quase adolescentes, de sua amiga. Elas acariciaram-se passionalmente seus clitóris e olhavam-se fixamente. Quando Carlos finalmente ia gozar e Débora sentia seu pênis engrandecido entrar e sair com mais ferocidade, sacou-o, segurando com toda sua força e montou sobre as duas amigas, jorrando seu gozo quente enquanto elas se beijavam. Não houve receio ou medo, apenas orgasmos que levaram a um sono profundo. O que Débora sentiria no dia seguinte não importava. Seria um problema para eles somente amanhã.
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