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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

No escurinho do cinema

Oi pessoal. Estou de volta pra relatar mais uma aventura erótica vivida por mim. Sou Elizabeth, vcs já me conhecem, e o que vou relatar e pra deixar qualquer um excitado.
Era sábado. Meu marido falou que queria assistir um filme que fez muito sucesso no passado e que seria apresentado só este sábado numa exibição de filmes Cult. Seria num cinema perto da biblioteca municipal de São Paulo, às 21 horas.
Lá pela 19 horas começamos a nos preparar para tal evento. Tomamos banho, vesti uma blusinha de lanzinha, sem soutien, com uma mini-saia, que meu marido falava que era uma abajur de bundinha, coloquei uma micro tanga, que mal cobria meus pelinhos.
Meu marido era fã da Kim Bassinger, e neste filme ela fazia miséria no campo sexual. No caminho de ida, meu marido dizia que eu estava muito gostosa, e brincava com minha xoxotinha, no caminho, sem se preocupar com os motoristas de ônibus ou caminhão que poderiam ver minha xoxotinha exposta, e eu por sua vez, saquei de seu pau e o massageava enquanto ele dirigia.
Chegando no estacionamento, deixamos o carro, fomos ao tal cinema, que fica dentro de uma galeria; compramos os ingressos, entramos, demos uma olhada, não estava muito cheio, muitos casais, e nos escolhemos um lugar bem no fundo do cinema, que estava vazio e dava pra ver a tela toda. Começou o filme, e sinto um cara sentar ao meu lado, pensei: tanto lugar vago, o sujeito vem sentar-se ao meu lado, cutuquei meu marido, que nem piscava, por causa do filme, ele respondeu, não liga e assista ao filme. Fiquei apreensiva, mas fiquei na minha. Dez minutos depois, senti o ombro dele, no meu, tentei mudar de posição mas não tinha muito escolha, ficou assim por uns dez minutos, quando senti, as pontas dos dedos dele, alisar meu braço, e de pontas para os dedos, e as pontas roçavam meio seio direito, quando vi que meu marido estava babando pela Kim, deixei rolar a bolinagem. Os dedos dele já passavam pelo meio seio, e brincava por cima da blusa com meu biquinho, deixando me excitada, e lembrava das matines dominicais que a molecada usava deste artifício para bolinar as garotas; baixou a mão indo direção a minha barriga, e enfiou a mão por debaixo da blusa, e ficou brincando com os meus seios deixando me louquinha, senti a minha tanguinha molhar, apertava minhas pernas, para sentir minha xoxotinha crescer, e ele brincando com minhas tetinhas e passando a mão pela minha barriga. Parou um pouco, vi meu marido vidrado no filme, passei minha mão no seu pau que estava duro, e ele nem prestou atenção a mim. Logo em seguida, senti a mão dele no meu joelho, e com as unhas, subia e descia nas minhas coxas, e eu escorregava um pouco para ele sentir minha bucetinha, e nada. Ai ele tomou coragem e apalpou minha xoxotinha, que já estava molhada, e enfiou os dedos por dentro da minha tanguinha, e começou a manipular meu grelinho, arrancando suspiros e gemidos meus. Desceu a tanguinha ate o meio das minhas coxas, e abrindo o maximo minhas pernas, ele enfiava um dedo, dois dedos, sentia aquela mão áspera alisar, apertar enfiar, na minha xoxotinha. Parou novamente. Meu marido alisava seu pau, sem prestar atenção no que estava acontecendo, e eu desabotoei sua calça, fazendo saltar seu pau, eu comecei alisar, a movimentar passar meus dedos na cabeça, deixando o doido, louco, e ele puxou minha cabeça e fez chupá-lo; eu chupava, lambia, mordiscava, e por causa da minha posição minha bundinha ficou a mostra e o vizinho sem cerimônias, começou a alisar e enfiar os dedos no meu cuzinho, fazendo eu sugar com mais força o caralho do meu marido. Meu marido pediu para eu parar, senão ele ia gozar ali mesmo, voltei a sentar-me e o cara tirou a mão debaixo de mim, e parou também. Como se fosse para tomar fôlego. De repente sinto ele pegar minha mão e levá-la para seu pau, fazendo movimentos de punheta e ele goza na minha mão; ele me passa um lenço para limpar minha mão e se limpa, fica mais um pouco, se levanta e vai embora. O filme termina, acende a luzes e eu o procuro no meio da multidão, mas, não o vejo mais. Chegando no carro, meu marido está doidinho e me agarra e beija-me freneticamente, enfia a mao na minha blusa, brinca com meus seios, e desce ate minha xoxotinha, que já estava molhada, e ele pergunta: Vc gostou do filme heim!!, E eu nem prestei atenção ao filme, pois fiz o meu próprio filme.acesse www.prazersecreto.com.br e confira

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A bucetinha da minha irmã é apertadinha

Bom como começar pelo começo.....
Meu nome é Ítalo tenho 24anos e minha irmã dandara tem 19
na época do acontecimento eu tinha 19 e ela 14..
Minha mãe e separada do meu pai mais tem um marido, eu moro com meu pai e de vez em quando eu vou passar as ferias com ela, ela tem uma filha chamada dandara, minha irmã por parte de mãe , 19 anos, ela é uma morena de mais ou menos 1,60 cabelos bem longo quase na bunda, pernas torneadas e belo par de peito..
Então fui passar minhas ferias la com ela..
Quando eu cheguei vi logo dandara e fiquei fascinado...
Eu não parava de olhar pra ela..
Uma certa noite quando eu estava indo dormi na cama de beliche minha irmã estava dormindo na parte de cima como sempre... só que dessa vez tinha algo mais, ela estava dormindo só de calcinha e eu pude ver uma bucetinha coberta por uma calcinha de pano e todos aqueles pelinhos saindo pra fora, ela estava toda aberta e eu fique sem ação, minha vontade naquela hora foi de puxar a calcinha e lamber aquela boceta, mais me contive e deitei na parte de baixo e fiquei me masturbando pensando nela..
No dia seguinte eu começei a olhar diferente para ela, com um olhar de fome, passei dias assim desejando ela e com o passar do tempo ela foi notando, eu olhava para suas pernas abertas de sai e ela rapidamente fechava, eu olhava ela saindo do banho e ela baixava a cabeça, muitos dias se passaram ate que um dia ela estava dormindo e minha mãe tinha saído...
Ela estava deitada na cama da minha mãe que é de casal de costa e toda aberta foi nessa hora que minha mente pecaminosa entrou em ação , decidi passar minha mao so de leve na sua bunda, ela estava com uma saia de um tecido bem leve, e eu sentei na borda da cama e começei a passar minha mao por cima da saia logo eu estava todo melado ela não se mexia, Então eu levantei a saia vagarosamente e vi uma bunda morena bem limpinha parecia de um bebe quando começei a passar a mao e logo coloquei meu dedo na entrada de sua bucetinha por baixo da calcinha, forcei a entrada mais ela se mexeu e eu sai do quarto assustado, fui para o banheiro me masturbar..
Para minha surpresa quando eu sai do banheiro ela estava sentada na cama e me disse: Da próxima vez espero que não seja so o dedo, eu fiquei sem ter oque falar, estava envergonhado por estar fazendo algo escondido e sai....
Mais mesmo com vergonha minha vontade era maior..
Um dia eu estava no computador usando a net quando ela aparece e pede pra usar o computador e eu disse: pra usar vai ter que me dar um pouquinho, ela sentou no meu colo e disse pode comer, minha mãe apareceu na hora e ela se levantou rapidamente ....o tempo passou e um dia quando eu acordei de pau duro fui ao banheiro e não pude deixar de notar minha irmazinha olhando pro meu pau ela não conseguia disfarça e aquilo me deixava cada vez mais louco..
Então um dia toda a família foi pro interior da minha avó, minha mãe, o marido dela, minha irmã e todos os outros familiares.. No interior tem rio que todos nos vamos nos banhar.. Foi uma otima oportunidade pra ver minha irmã so de biquini, todos estavam brincando enquanto eu me masturbava na água olhando minha irma, não consegui gozar, pois toda hora ia alguém la perto de mim... Então enventamos uma brincadeira de pega-pega minha irma estava no meio, nessa brincadeira eu ia por baixo d´água e abraçava minha irma de pau duro e ela não dizia nada, Então botei meu pau pra fora e na hora em que eu ia pegar ela eu dava um abraço onde meu pau so faltava furar seu biquini ela so sorria, ninguém percebia pois eram todos crianças e não percebiam nossa malicia. Depois que a brincadeira acabou senti uma mao por baixo d´água no meu pau, era ela, pegou forte no meu pau, nos enatávamos distante de todos, atrás do arbusto, ela pegou no meu pau e eu não pensei duas vezes passei a mao na sua bucetinha dei um abraço nela e a beijei com vontade afastei suas pernas e transpassei ela no meu quadril meu pau já estava pra fora quando ela pegou ele e botou na entrada de sua bucetinha forcei a entrada ele deu um gemido e me abraçou forte, sua bucetinha molhada começou a agasalhar meu pau lentamente, com aquele biquini afastado dentro da água foi maravilhoso, começei a bombar bem forte e ela sentia dor e prazer , pois ela não era experiente..logo gozei, pois já estava muito excitado..saímos da água e fomos almoçar, passamos o dia distante não nos falávamos, quando quase a noitinha eu estava no fundo do quintal todos estavam cansados deitados e outros conversando na frente de casa, la vem ela toda banhada, cheirosa com uma saia jeans minúscula toda rebolando, já sabia que ela viria me dar. Quando ela chegou, veio com um sorriso no rosto, ela olhou pra baixo e levantou sua saia um pouquinho só, como me dissesse, olha oque eu trouxe pra você , foi o suficiente pra ver sua bucetinha cabeluda, pois a saia era muito curta. Então ela me falou, não era isso que você queria?
Me certifiquei que não vinha ninguém levantei a saia dela ate a cintura e começei a passar a lingua na sua bucetinha, passava a lingua e ela gemia alto, ela estava em pé e com uma perna levantada logo abocanhei toda sua bucetinha e ela mal conseguia ficar de pé, botei o meu pau pra fora e mandei ela chupar, ela não sabia chupar, mais sua boca era pequena e quente, começei devagar logo peguei em sua cabeça e começai a força ela engasgava mais eu não parava a excitação era tão grande que não me contive, enfiei ate sua garganta e gozei, ela engoliu tudinho e ficou sorrindo limpando a boca Então ela disse tem um gosto tão bom, eu quero de novo...
Já era noite, levei ela mais la pro fundo já nos mato...
Começei a beijar ela novamente e logo ela veio com a boca direto pro meu pau, aprendeu rápido foi logo engolindo tudo, sua boca era pequena mais era profunda, logo joguei ela na areia sobre minha blusa, levantei sua saia, como ela já estava sem calcinha sua bucetinha ficou logo a mostra, ela se abriu toda e abocanhei, ela se contorcia toda, logo ela já estava me olhando com o olhar de choro mete irmaozinho, mete na sua irmã gostosa, não precisava nem ela pedir enfiei de vagarzinho mesmo ela muito excitada era apertadinha senti entrar cada sentimetro ,sua buceta foi se conchegando e logo botei ela de quatro ela estava toda suja de areia, abri bem as pernas dela segurei na cintura, botei bem na estrada de sua buceta e empurrei socava com toda força e ela gemia muito, Então ela me disse goza na minha boca que eu gosto muito, quando eu estava preste a gozar mandei ela virar ela engoliu meu pau e gozei tudo na sua boca, depois de gozar ela ainda passou uns dois minuto chupando ate amolecer, foi a melhor transa da minha vida...
Depois disso eu voltei a morar com meu pai e nunca mais a vi....
Mais de vez em quando falamos por msn..
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Chantageando e comendo o cú da sogra

CHANTAGEANDO E COMENDO O CÚ DA SOGRA
Sou casado há 12 anos com uma bela gata, muito boa de cama e que me dá muito prazer. Mas o conto que vou narrar a seguir não é sobre a minha gata gostosa, mas sim sobre a mãe dela. A minha querida sogra. Que sempre demonstrou ser uma pessoa de muito respeito e recatada, além de ser metida a ?certinha?. Cheia de querer dar lição de moral nas pessoas e posar de mulher de respeito e comportada.
Nós moramos em uma cidade do interior e ela em outra, e de vez em quando leva minha mulher e as crianças para visitá-la. Sempre que vamos lá dou uma saidinha sozinho para ver a galera e tomar umas cervejinhas. E toda vez que isso acontece, minha sogra fala um monte, sempre me chama a atenção dizendo que tenho que ser mais responsável e dedicado à filha dela.
Há alguns meses atrás, fomos visitá-la. Chegamos no sábado pela manhã e lá estava ela, como sempre cuidando dos afazeres da casa. Minha sogra é uma mulher bonita,está separada há algum tempo, apesar da idade ela preserva sua beleza e tem um corpo bonita, demonstrando que deveria ter sido muito gostosa quando mais jovem. As pernas bem torneadas e uma bundinha empinada, realçada por um quadril muito fino. Ela nos recebeu com muita alegria distribuindo beijos pra todo mundo. Ficamos por ali, almoçamos e já no cair da tarde minha mulher decidiu ir fazer umas compras no supermercado e disse que depois iria visitar a sua irmã que também mora na mesma cidade. Levei ela e as crianças ao supermercado, fiquei um tempo acompanhando minha família até que resolvi dar uma volta enquanto eles faziam as compras. Peguei o carro e sai, decidi ligar para uns amigos e foi então que percebi que tinha esquecido o celular na casa da sogra. Voltei para buscar e ao chegar na casa não entrei com o carro no quintal, deixei ele do lado de fora, já que não iria demorar e entrei pelo portão pequeno. Entrei na casa e ao me dirigir ao quarto onde estavam as nossas coisas ouvi uns sussurros que vinha do quarto da minha sogra. Imediatamente fiquei curioso em saber o que estava acontecendo, sai de casa e dei a volta pelos fundos e me aproximei cuidadosamente da janela que estava aberta. Qual foi a minha surpresa ao ver a minha sogra mamando na pica de um garoto que morava vizinho da casa. O rapaz estava em pé e ela de joelhos sugava aquela pica enquanto acariciava a buceta com uma das mãos. Meu pau ficou duro na hora e eu pensei: Que safada. Dá uma de moralista e fica usando a molecada pra se satisfazer.
Corri no carro e busquei a câmera fotográfica e tirei muitas fotos da minha sogrinha se acabando na pica do moleque. Ela mamou até o rapaz gozar na sua boca que ao receber os jatos de porra foi se enchendo e vazando pelos cantos dos lábios, mas ela com maestria engolia o que tinha na boca e com os dedos recuperava o que caia e enfiava de volta bebendo toda a porra do rapaz. Depois que ele gozou ela ainda continuou chupando o pau até ele ficar mole. Depois disso ela levantou a cueca e o short do rapaz, deu um beijo nele e disse que não poderia terminar o serviço pois estava com visita em casa. O rapaz se despediu e foi embora.
Depois de alguns minutos fui para a frente da casa e como se estivesse chegando naquele momento, fiz alguns barulhos para ela perceber e entrei na casa. Peguei o celular e disse a ela que iria dar umas voltas e rever o pessoal. Ela, como sempre, falou que eu deveria respeitar mais a sua filha e que se um dia descobrisse que eu a traia iria fazer a gente se separar. Pra provocar uma situação, que eu estava planejando depois do que presenciei, falei que umas escapadinhas de vez em quando não faria mal, mas garanti a ela que isso não acontecia, que eu não era homem de fazer isso.
Naquele dia, voltei pra casa por volta das três horas da manhã. Eu queria que ela me chamasse a atenção, como costumava fazer sempre. No domingo pela manhã, minha cunhada chegou cedo pra levar minha esposa num evento que estava acontecendo na igreja que ela freqüenta. Elas e as crianças iriam participar e também almoçariam por lá. O que significa que só voltariam dali umas quatro ou cinco horas. E eu ficaria sozinho com a sogra todo esse tempo. Depois que elas saíram falei pra sogra que iria deitar mais um pouco, pois estava cansado e que tinha dormido pouco. Ela imediatamente retrucou: ?Quando tava na gandaia não lembrou disso?. Dei um sorriso e fui pro quarto. Fiquei deitado por mais ou menos uma meia hora e então me levantei, tomei um banho e apenas de short fui até a varanda onde estava a minha sogra arrumando uns documentos. Lá tinha uma mesa e ela estava na cadeira muito concentrada no que fazia. Cheguei e sentei ao lado dela e comecei a fazer perguntas banais. Ela respondia, aparentemente sem muito interesse e eu achei que ela não iria falar sobre a minha saída, na noite anterior. Ela se levantou, foi dentro de casa e voltou com uma jarra de sucos. Serviu um copo para mim e outro pra ela e calmamente me disse: ?Você não tem jeito mesmo, não é? Toda vez que vem aqui, sai e deve aprontar todas por aí. Deixando minha filha em casa cuidando das crianças e agindo como uma idiota. Deveria se envergonhar?. E foi falando, falando me sacaneando e tentando me humilhar. E eu ouvindo tudo atentamente. Aguardando a hora certa pra agir. Foi ai que ela disse o que eu esperava: ?Isso é falta de vergonha. Você deveria ter vergonha do que faz?. Quando ela acabou de falar isso eu disse que ela deveria ter razão sobre muitas coisas. Que de repente eu realmente poderia estar errado. Mas que muitas vezes a gente olha o erro dos outros e não reconhece os nossos. Falei isso e imediatamente disse que queria mostrar algo a ela. Fui no quarto e peguei a câmera, cheguei ao lado dela e mostrei a primeira foto dela chupando a pica do moleque. Ela quase caiu dura. Ficou pálida na hora. Eu maldosamente fui passando as fotos lentamente para ela ver. Ela olha assustada e não conseguia falar nada. Aproveitei e falei bem pertinho do ouvido dela: ?Quem é safado, agora? Não acha que é vergonhoso ficar usando os moleques pra satisfazer sua tara?? Ela não respondeu mas continua olhando as fotos, parei em uma onde dava pra ver nitidamente a porra do moleque escorrendo pelo canto da boca. Nesse momento senti que ela, poderia estar gostando de ver aquilo, pois começou a ficar inquieta. Me deliciei com aquele momento e disse: ?Você fica muito bem com um pau na boca. Veja só que cara de safada você ta nessa foto?. Ela me olhou rapidamente e voltou a olhar pra foto.
Foi então que resolvi agir. Tirei o pau pra fora, na maior cara de pau e encostei no braço dela. Ela estremeceu. E eu disse, calmamente: ?Chupa! Não é porra que você gosta? Vou ter dar leitinho pra beber?. Ela disse que não iria chupar, pra eu guardar minha pica. Então eu disse em tom ameçador: ?Você não tem escolha. Ou chupa ou vou mostrar pra todo mundo quem é você. Ai quero ver você dar lição de moral em mais alguém?. Ela olha nos meus olhos, no meu pau e na foto. Realmente não sabia o que fazer. Esfreguei meu pau no braço dela. Puxei a cadeira dela um pouco para longe da mesa e me sentei na sua frente. Com meu pau duro, apontando pra ela. Ela continuava imóvel. Peguei a pelos cabelos e comecei a puxar sua cabeça em direção ao meu pau. Ela resistiu e tentou se afastar, mas a resistência durou muito pouco. Voltei a falar que iria mostrar as fotos caso ela não chupasse meu pau e ela aos poucos foi deixando eu puxar sua cabeça, até que meu pau tocou no seu rosto. Segurei o pau e apontei para a boquinha da minha sogra. Esfreguei a cabeça da pica nos seus lábios que estava fechado e fui forçando a entrada. Aos poucos ela foi abrindo a boca e meu pau deslizou inteiro para dentro. Senti quando ela fez vários movimentos como se fosse engolir algo. Estava acomodando meu pau na sua boquinha. Eu ficava repetindo. ?Chupa, chupa minha pica sogra safada?. Ela começou a mamar no meu pau, lentamente, sua respiração estava ofegante. De repente começou a passar a língua por baixo do meu pau, com ele todo enfiado na boca. Ela já estava gostando e eu mais ainda. Sua mão tocou meu saco e ela começou a fazer carinhos, enquanto sua boca se movimentava buscando posicionar melhor o meu pau. Ela parou de chupar. Tirou o meu pau da boca, me olhou nos olhos e disse: ?Você quer que a sua sogrinha chupe sua pica? Vou chupar muito e te mostrar como se chupa uma rola. Mas fique sabendo que depois quero essa pica em outros lugares também?. Aquilo foi demais. Minha sogra agora queria me dar. Ela voltou a chupar meu pau, babando e esfregando ela na cara, nos dentes, na língua. Engolia tudo e tirava, esfregava na cara e engolia novamente. Meu pau desaparecia inteiro naquela boquinha gostosa. Ela pediu pra gente entrar e ir ao banheiro. Lá ela tirou meu short e chupou deliciosamente meu cacete. Anunciei que iria gozar e ela então aumento a pressão da boca massageando e sugando meu pau até que comecei a despejar meu gozo naquela boca gostosa. Ela engoliu tudo e ficou mamando mais um tempo e limpando o meu pau com a sua língua. Quando acabou ela se aproximou do meu ouvido e perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que sim e ela falou que agora eu estava em dívida com ela e que iria pagar muito caro pela chantagem que estava fazendo. Me puxou para o chuveiro e tomamos um banho e em seguida fomos para o quarto dela. Ela me jogou na cama e começou a me beijar loucamente, dando mordidas e passando suas unhas por todo o meu corpo. Ela sentou-se sobre a minha barriga e ficou alisando meu peito, levou seus dedos na minha boca e falou que queria saber como eu chupava a buceta da filha dela. ?Seu safado, sem vergonha, vou descobrir se você sabe comer minha filha. Faz comigo o que faz com ela todos esses anos. Come sua sogrinha?. Enquanto falava veio com a buceta em direção a minha boca, imediatmente enfiei a língua naquela buceta e ela deu um suspiro forte. Comecei a chupar enfiando a língua e lambendo aquela buceta que parecia louca por pica. Encostei ela na cabeceira da cama e fui beijando a nuca, as costas e lambendo até chegar novamente na buceta onde chupei por mais de dez minutos. Ela estava enlouquecida. Xingava, gritava, pedia mais. A trouxe de volta para o meio da cama e comecei a esfregar meu caceta na entrada da buceta. Ela pedia pra eu enfiar a vara que ela estava louca de tesão por mim. Dizia que sempre quis trepar comigo. Eu continuei esfregando a pica na entrada da buceta. Ela estava ficando louca e tentava empurrar a buceta em direção a minha pica, mas eu me afastava e não deixava acontecer a penetração. Ela começou a me xingar de tudo quanto é nome. Eu perguntei: ?Minha sogrinha quer pica? Minha sogrinha quer gozar numa rola de homem? Minha sogrinha quer ser fudida de verdade?? ´Pra cada pergunta que eu fazia ela balançava a cabeça e fazia: ?Anhannn, quero?! com a maior cara de puta que já vi. Ela estava desesperada por rola. Senti que aquela mulher faria de tudo pra receber uma rola e gozar como uma vadia. Resolvi tirar mais proveito ainda da situação e falei pra ela: ?Quero que diga que a partir de hoje, vai ser minha putinha?. Ela demorou um pouquinho, tentou fazer meu pau entrar na buceta, como me afastei ela falou: ?Sou sua putinha, mas mete esse pau logo pois minha gruta ta querendo esse urso inteiro dentro dela. Se você meter gostosinho eu faço tudo o que você quiser?. Era o que eu queria ouvir. E começamos a dialogar:
- Vai mesmo ser minha putinha?
-Sim! ? ela respondeu.
- Gosto de puta bem safada.
- Eu sou safada.
- Tem que ser obediente.
- Eu sou.
- Quando eu mandar tem que se comportar como uma vadia.
- Sou sua puta obediente, safada e vadia.
Nesse momento comecei a enfiar meu pau naquela bucetinha que estava escorrendo de tão molhada. Ela suspirou mais forte e eu dei um tapinha no rosto dela pra em seguida fazer um carinho e enfiar um dedo na sua boca. Ela começou a chupar meu dedo, como se estivesse chupando uma pica. A cabeça do meu pau estava dentro dela, ela começou a rebolar e meu pau foi entrando até ficar todinho dentro daquela gruta fogosa. Ela mexia feito uma cobra e eu socava bem fundo aquela buceta gostosa. Enquanto metia dava tapinhas de leve na cara dela e enfiava meu dedo na sua boca que chupava maravilhosamente. Ela começou a estremecer e eu tirei o pau deixando ele roçando na entrada da buceta da minha sogra. E falei pra ela que ela era a mulher mais vadia que eu tinha conhecido, que eu não iria deixar ela gozar pois ela não merecia porque estava traindo a própria filha. Ela me xingou e implorou pra que eu metesse novamente. Sai de cima dela e a virei de bruços, tive uma visão maravilhosa da bunda da minha sogra. A levantei pelo quadril e coloquei dois travesseiros por baixo dela. Aquela bunda ficou ainda mais linda, empinada e imponente. A buceta estava babando e o cuzinho dela piscava de vez em quando. Aquela visão me deixou de boca aberta. Comecei a chupar a buceta dela e bolinava com um dedo o grelinho dela. Minha boca passeava por toda a buceta da minha sogra e com a outra mão comecei a massagear o cuzinho dela. Ela se encolheu eu afastei a mão mas logo em seguida tentei tocar aquele anelzinho de novo. Ela se mexeu desviando o rabo. Eu dei um tapa com muita força na bunda dela e mandei ela ficar quieta. Dessa vez ela foi aceitando o carinho, eu massageava lentamente, descia meu dedo até a minha boca que continuava chupando a buceta e lubrificava e voltava novamente para massagear aquele cú. Eu tinha decidido. Iria comer o cú da sogra, ali e naquele momento. Ela pareceu adivinhar meu pensamento e falou que nunca tinha dado o cú na vida. Eu disse que se era pra ela ser minha puta, teria que ser uma puta completa e puta que se preza tem que da o cú e chupar rola. Ela bem safada disse que rola ela chupa muito, mas que tinha medo de dar o cú. Quando ela disse isso, lubrifiquei novamente meu dedo com saliva e comecei a sugar o grelinho dela, ela gemeu no ato do gemido enfiei o dedo de uma vez só naquele cú gostoso. Ela deu um grito e eu comecei a mexer meu dedo lá dentro. Tirei o dedo do cú da minha sogra e me posicionei atrás dela que continuava deitava sobre os travesseiros com a bunda empinada. Pincelei meu pau na bucetinha e enfiei com força. Ela gemeu. Meu pau estava todinho dentro dela. Fui metendo a vara naquela buceta e comecei a massagear o cuzinho dela com o dedo cheio de saliva. Aos poucos fui enfiando o dedo no cuzinho da sogra que gemia muito e gemia alto, dizendo que estava precisando mesmo ser comida por um homem de verdade. Ela dizia que tava cansada de ficar dando pra molecada das vizinhas. Dizia que precisava de um homem e iria dividir seu genro com a filha dela. Meti meu dedo inteiro no cú da sogra e fiquei massagendo o meu pau que estava na buceta, por dentro do cú dela. Tirei o dedo do cuzinho e o pau da buceta, tinha chegado o momento. Falei pra sogra, se prepara pra levar rola no cú, sogrinha safada, piranha, vagabunda. Ela falou põe devagar. Quando acabou de pronunciar a última palavra, meu pau já estava na entrada do cuzinho e resolvi contrariar aquela vadia. Medi de uma vez e com muita força, puxando ela pelos quadris. Ela gritou e me xingou. Eu segurei mais firme e comecei a bombar com força. Ela gritava e eu enfiava meu pau bem no fundo do cú da minha sogra piranha. Quando mais ela gritava mais eu bobava, dizendo que a primeira vez o cú tem que ficar bem arregaçado pra se acostumar com pica. Fui metendo com força e meti a mão por baixo dela e alcancei a buceta onde comecei a brincar com o grelinho. Tirei o pau totalmente pra fora e meti mais uma vez até o talo, voltando a bombar forte. Ela começou a chorar. De início pensei que tivesse exagerado mas aos poucos percebi que minha sogra estava gozando, e o tensão era tanto que ela começou a chorar, gritava, gemia, chorava, xingava, com meu pau atolado no cú. Começou a tremer e amoleceu, dei mais umas estocadas no cú da sogra, ela tinha gozado, estava desfalecida. Tirei o meu pau do cuzinho dela e enfiei na boca e fiquei metendo como se tivesse fudendo uma buceta até gozar e derramar meu esperma naquela boquinha que foi sugando até engolir a última gota.
Agora vou pelo menos uma vez por mês visitar a sogra, muitas vezes vou sozinho, lá me esbaldo naquela safada. Ela faz tudo o que eu mando. Virou minha putinha e nunca mais me chamou a atenção por eu sair pra dar umas voltinhas. Ela sabe que gosto de comer mulheres safadas como ela.

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cu de bebada nao tem dono

Oi pessoal, meu nome é Rebeca, tenho 25 anos sou loira de cabelos cumpridos corpo bem torneado e seios médios. A história que passo a narrar aconteceu no carnaval de 2003.

No carnaval de 2003, eu e meu marido alugamos uma pousada na praia de Itamambuca, litoral paulista.
Esta praia é muito frequentada por surfistas, como o meu marido Flávio.
Flávio é apaixonado por ondas, desde o nosso namoro ele frequenta praias que oferecem este esporte.
Enquanto meu marido ficava horas pegando ondas eu aproveitava p/ me bronzear e fazer amizades com outros surfistas, e foi no segundo dia que conheci uma galera de taubaté, que haviam alugado uma mansão próximo á pousada que nos hospedamos.
O pessoal era muito animado e tambem muito bonito, eram cinco no total. Bebiam muito e logo fizeram amizade com o Flávio que tambem adorava tomar todas as cervejas que estiver a seu alcance.
Nesta noite, eles nos convidaram p/ uma festa que iriam dar em homenagem a um amigo do grupo que estava aniversariando.
Depois das dez chegamos a mansão onde estava rolando o maior som e muita bebida. A festa estava super animada e tinha muita gente bonita. Flávio se enturmou logo com o pessoal e ficamos bebendo e dançando a noite toda. As bebidas servidas eram muito variadas e algum tempo depois o Flavio começou a passar mal por misturar muitas delas.
Chegou ao estado de ser carregado p/ a pousada, mas o pessoal insistiu p/ que eu retornasse a festa, pois a mulherada estava escaceando e tinha muita noite ainda para ser aproveitada. Como o Flavio estava meio desacordado, resolvi seguir com eles p/ a festa.
Ainda estava meio animada e comecei a beber uma mistura de menta c/ vodca, como a bebida era meio doce, demorou um pouco para fazer efeito porque eu estava dançando bastante. Porém em determinado momento, não estava mais ciente dos meus atos.
E foi justamente quando sobrou só eu e os cinco rapazes que perdi as estribeiras. Hora dançava com um
e outro vinha por trás fazendo um sanduiche e me agarravam com força, esfregando seus corpos no meu e aquilo foi ficando gostoso demais. Nem pensava mais no Flavio, estava tão bêbada que nem me importava quando os rapazes começaram a me beijar na boca e passar a mão na minha bunda, seios e na buceta. Aquela brincadeira começou a ficar cada vez mais louca quando percebi que todos estavam sem roupas e começaram a pedir p/ mim fazer um strip tease.
Como já não raciocinava mais, cai no embalo e tambem comecei a me desnudar, peça por peça, que não eram muitas naquela noite muito quente. Logo começamos de novo as danças agarrados e comecei a sentir vários volumes, hora cutucando minha bunda, hora minha barriga. Me colocaram de quatro numa poltrona e fizeram uma fila para que eu chupasse todos os seus paus. Assim que chupava um ele iria por trás de mim e começava a enfiar o pau na minha buceta.
Tinha hora que chupava dois ao mesmo tempo sempre com um me fudendo por trás. Aquilo estava muito gostoso e passamos a mudar de posição, sempre chupando e sendo comida ao mesmo tempo. Não demorou muito para que uns começacem a gozar dentro da minha boca, eu estava tão fogosa que aceitava numa boa e engolia toda a porra que me era oferecida.
Depois de eu ter uns 4 orgasmos eles falaram que iriam comer o meu cú. Como fazia sexo anal com o Flavio nem me inportei, mas não me atentei p/ o tamanho dos seus pintos, eram todos muito bem dotados, e o primeiro que enfiou o pau no meu cú, foi
o aniversariante. Me colocou de 4 na poltrona, passou um lubrificante no seu pau e socou ele inteirinho no meu rabo. Doeu muito na hora mas, não tinha como sair daquela posição, o jeito foi aguentar e continuar chupando todos os pau que eram colocados em minha boca. E foi assim o resto da noite, um por um me pegava de quatro e enfiava aqueles paus enorme no meu cú, depois de algum tempo comecei a gozar tambem. Mas era muito gostoso ver eles na fila punhetando seus paus até chegar a vez de comer meu cú. Tinha uns de tão bêbado que não conseguiam achar o buraquinho sem minha ajuda. Uns faziam o movimento bem gostoso de de vai e vem com o pau no meu cú, outros porém, eram brutos, socavam o pau com muita força, tiravam e voltavam a socar de uma só vez. Meu cuzinho ficou bem dilatado, eu já tinha perdido todos os escrupulos de uma mulher casada e pedia para que fudessem o meu cú sem parar.
Numa determinada hora eles resolveram que iriam enfiar dois paus , um na buceta e outro no cú ao mesmo tempo. Eu topei na hora, era uma fantasia de tanto ver atrizes pornô fazendo dupla penetração.
Sentei com a buceta encaixada no pau de um rapaz que ficou deitado no tapete, enquanto outro veio por trás e com muita dificuldade, devido ao estado alcóolico, meteu seu pau no meu cú. A pressão foi muito grande, mas logo os dois paus estavam, alternadamente, entrando e saindo da minha buceta e do meu cú, enquanto os outros 3 colocavam seus paus na minha boca.
Assim que um saia do meu cú, outro vinha e atolava de novo. Mudamos tambem de posição para o sofá e dali em diante recebia sempre 3 paus de uma só vez.
Chegamos todos a muitos orgasmos até não restar mais forças. Antes do amanhecer, me levaram p/ a pousada onde meu marido Flavio continuava desmaiado de tanto beber.
Mais tarde, na praia, nos reunimos de novo. Mas todos foram discretos e meu marido nada percebeu da suruba que rolou na mansão naquela madrugada.

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ARROMBEI O CÚ DA MINHA SOBRINHA



MINHA SOBRINHA VEIO PASSAR A FÉRIAS DE FIM DE ANO COMIGO E MINHA ESPOSA. ELA MORA NO INTERIOR, E VEM PRA DESCONTRAIR E PEGAR UMA PRAIA. ISSO ACONTECEU QDO ELA ESTAVA COM ONZE ANOS, HOJE ELA TEM TREZE ANOS. MINHA ESPOSA SAIA PRA TRABALHAR, E QDO EU ESTAVA DE FOLGA FICÁVAMOS OS DOIS JUNTOS. CERTO DIA ELA ESTAVA COM UM SHORTINHO BEM CURTO, E ELA É DESSA GAROTAS MAGRAS E SEU CORPO NÃO ESTAVA BEM DESENVOLVIDO, SEUS SEIOS ESTAVAM DO TAMANHO DE LIMÕES, AINDA EM FORMAÇÃO. ELA VEIO E SENTOU NO MEU COLO, ENTÃO COMEÇAMOS A CONVERSAR, FALAMOS SOBRE MUITAS COISAS, PERGUNTEI SE ELA TINHA NAMORADO, ELA DISSE QUE NÃO, PERGUNTEI SE ELA JÁ TINHA BEIJADO, ELA DISSE QUE JÁ TINHA DADO UM SELINHO EM UM GAROTO DA ESCOLA. SEMPRE QDO ESTÁVAMOS SOZINHOS ELA SENTAVA NO MEU COLO, CERTO DIA, NÃO SEI PORQUE MEU PAU ENDURECEU NA SUA BUNDA. ELA NÃO FALOU NADA. MAS COMEÇOU A SE ESFREGAR. SENTI QUE ELA ESTAVA EXCITADA, E SENTI UMA VONTADE ENORME DE COMER SEU CUZINHO. EU SOU DOIDO POR UM CÚ. PERGUNTEI SE ELA JÁ TINHA VISTO FILME DE SEXO. ELA DISSE QUE NÃO. ENTÃO EU CHAMEI ELA PRA SALA E COMEÇAMOS A VER UM FILME PORNOGRÁFICO. PERGUNTEI PRA ELA SE ELA TOPAVA FAZER AQUILO QUE VÍAMOS NO FILME. ELA DISSE QUE TAVA COM MEDO. EU DISSE PRA ELA NÃO SE PREOCUPAR, QUE EU PODIA COMER O SEU BUMBUM, ELA IA CONTINUAR VIRGEM, SÓ QUE TINHAMOS QUE GUARDAR SEGREDO. COMO MINHA ESPOSA ESTAVA NO TRABALHO E PRA ELA ENTRAR TINHA QUE TOCAR A CAMPAINHA PRA EU ABRIR O PORTÃO, FOMOS PRO QUARTO DA MINHA SOBRINHA. COLOQUEI O COLCHÃO NO CHÃO. E DISSE PRA ELA: VEM CÁ AMOR, VOU TE ENSINAR A BEIJAR. DEI UM BEIJO DE LÍNGUA NELA, O QUE ELA CORRESPONDEU. COMECEI A BEIJÁ-LA, CHUPAR SEU PESCOÇO, ENFIE O DEDO EM SUA BUCETA, COMECEI A MASTURBA-LA. FALEI, AGORA VOU COMER SEU BUMBUM. TIREI SUA CALCINHA, COLOQUEI ELA DEITADA DE BARRIGA COM SEU CUZINHO VIRADO PRA MIM. PASSEI UM CREME NO SEU CUZINHO, ENFIE O DEDO ALGUMAS VEZES LA DENTRO PRA ACOSTUMAR, ELA DEU UNS GEMIDOS. MEU PAU ESTAVA DURO COMO PEDRA, DEITEI EM CIMA DELA, COLOQUEI MEU PAU NA ENTRADA DAQUELE CUZINHO VIRGEM E APERTADINHO, COMECEI A FORÇAR, FIQUEI UNS CINCO MINUTOS TENTANDO E NADA, O CÚ ERA DIFÍCIL E APERTADO. FINALMENTE A GRANDE ENTROU, SENTI UM GEMIDO SEU, PEDIU PRA EU PARAR, EU DISSE QUE JÁ TAVA TERMINANDO. COMECEI A FAZER VAI E VEM, E COM ISSO IA ENFIANDO MAIS E MAIS, ELA GRITAVA, COMEÇOU A CHORAR, ENTERREI MEU PAU EM SEU CÚZINHO. COMECEI A FODÊ-LO. ELA RELAXOU, SEU CUZINHO ACOSTUMOU COM O TAMANHO DE MEU PAU, E JÁ AGUENTAVA TUDO. GOZEI FUNDO NO SEU CÚ. DEPOIS DESSE DIA, COMEÇAMOS A FODER SEMPRE QUE ESTAVAMOS SOZINHOS, PORÉM SÓ NO CUZINHO. ELA VIROU UMA PUTINHA. COMIA SEU CÚ NO SOFÁ, NA COZINHA, NA PISCINA, NO BANHEIRO, EM TODO LUGAR, DE DUAS A CINCO VEZES POR DIA. DEPOIS DE UMA SEMANA DANDO O CÚ, SEU CUZINHO JÁ TINHA ACOSTUMADO. BEM TERMINO POR AQUI.
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Só no cusinho

Eu namorava Marilia há 6 meses mas ela não queria transar de maneira alguma. Sonhava em perder a virgindade apenas depois dos 18.
Ela tinha 3 irmãs. A do meio, mais nova que ela, era Lucila, de 13 anos. Um pitel no melhor sentido da palavra! Corpinho perfeito. Os peitinhos eram pequenos ainda mas mesmo assim já eram gostosinhos. Sua pele era qualquer coisa! Toda branquinha, lisinha e macia. Suas coxas era perfeitas. Grossas, bem desenhadas e ao natural, nada de academia. Feitas por um artista chamado Deus. Cinturinha fininha e sua bunda... noooooossa!!!!!! A mais linda do mundo!! Posso te garantir. Grande, redonda e empinada. E não era nada santinha. Via-se nos seus olhos o seu fogo.
Lucila sempre quis ter tudo que era da irmã e com o namorado não foi diferente. Dês de que nos conhecemos ela joga um charme pra cima. Quando estamos sozinhos gosta de ficar bem colada, relando, sentando no meu colo. Me deixa fazer o carinho que eu quiser. E é claro, com a irmã dela não liberando, os carinhos que eu queria não eram nada inocentes. Muitas vezes me peguei dando cutucadas pela calcinha dela. Da primeira vez que enfiei minha mão por dentro do seu short e pus a mão em sua xana ela agiu naturalmente, como se nada tivesse acontecido. Assim como da primeira vez que ela colocou meu pau pra fora e punhetou. Em pouco tempo já fazíamos sexo oral. Chupar sua xaninha virou um vício. Ela sabia como me deixar profundamente excitado como já mais havia ficado com nenhuma garota.
Mas ainda havia um tabu. Nunca havíamos partido para penetração. Da minha parte eu tinha medo de tentar e também não ficava muito encanado com isso. Ela também nunca tomou iniciativa então ficava por isso mesmo.
Até que em um domingo à tarde estávamos a beira da piscina, sentados nos divãs, ela com um biquíni minúsculo que quase era o mesmo que se estivesse pelada, e eu lendo uma revista. Lucila vem e solta a pergunta:
“Quanto tempo faz que você não come ninguém?”
Eu assustei na hora. Dei uma risada engasgada e retruquei com um “O que??!!!” assustado e sem graça.
“É. Há quanto tempo você não come alguma pessoa? Minha irmã não quer liberar e nós dois só ficamos no chupa-chupa. Não fica com vontade não?”.
“Claro que eu fico.”
“E se satisfaz na punheta ou o que agente faz já ta bom pra vc?”
“Ah!!! Claro que eu queria, né? Mas não quero forçar nada nem com ela e muito menos com você”.
“E se comigo não for forçado?”
“Co-como assim?”
“Olha, eu gosto muito de você. Você sabe mas eu sei que o que rola entre agente é só sexo e eu não quero perder meu cabaço assim. Mas se você comer só meu cu, eu deixo numa boa. Pra você vai ser a mesma coisa mesmo. Topa?”
Eu fiquei meio sem ação na hora e depois bateu uma dúvida mas a verdade é que eu tava precisando muito. Acho que a única pessoa que eu consigo trair a Marília é a Lucila mesmo. Com outras pessoas eu não consigo nem me sentir atraído. Então aquela era minha única chance.
“Tá bom. Vamos lá pra sauna então.”
“Agora?!”
“É, ué? Vai me dizer que você não ficou com tesão?”
“Fiquei mas...”
“Então? Vamos lá logo”
Já levantou e saiu rebolando aquele rabinho lindo. Claro que eu fui atrás.
Na sauna ela nem parou pra pensar nem nada. Já foi tirando a calcinha e se apoiando na bancada. Abriu um pouco as pernas, empinou bem o rabo e disse:
“Dá uma lubrificada antes com a língua e pode meter”
Eu nem falei nada. Já me ajoelhei e comecei a lamber aquele cusinho lindo. Só nas linguadas ele já começou a piscar. Vi que ela ia gostar de cara. Quando já tava bem lambuzado eu tirei o pau pra fora. Na hora me deu uma vontade louca de errar o buraco e meter mais embaixo. Mas logo que eu encostei a cabecinha no beiço da xaninha dela ela virou pra mim e: “Ãhãh, é pra meter aqui ó” e apontou o cu com o dedinho. Fazer o que? Fui pro buraco “certo” então. Comecei a enfiar e logo já senti dificuldades. Pedi a ela pra dar uma chupada bem lambuzada nele pra ver se melhorava. Não adiantou. Ela foi até o banheiro correndo então e trouxe um sabonetinho. Com isso começou a entrar mais fácil. Logo já tava com minha pica toda socada lá dentro.
Na entrada ela não gemeu nada e quase não teve reação. Já na hora bombar ela reagiu. Dava gritinhos de dor e falava com voz de puta: “Aaaaih!!! Tá doendo mas não para. Ta doendo mas não para! Ah! Ah!”. Ela torcia a cabeça para todos os lados, olhava para cima como se fosse uivar.
Sem tirar meu pau de lá de dentro, a deitei na bancada e continuei metendo. Depois trocamos de novo e a coloquei sentada. Em todas as posições sua reação era a mesma. Quando sentada ela esfregava a mão pelo seu corpo ou pelas minhas costas. Gemia baixo e ofegava. Eu também passeava com minhas mãos por seu corpo e principalmente pela xana.
Ela chegou a gozar antes de mim mas pouco tempo. Logo eu gozaria também.
Depois desse dia repetimos a dose várias vezes mas sempre no mesmo esquema. Nada de meter na xana, só no cu. A xana ela só vai liberar pra mim quando eu realmente estiver apaixonado por ela e deixar sua irmã.
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sábado, 13 de outubro de 2012

Meu Professor

Eu sempre tive sonhos eroticos com meus professores , mas nunca pensei que fosse se concretizar .Um sempre me chamou atenção, o Matheus...Professor de Matematica , Loiro, alto , no auge da juventude .E eu ,Priscila, uma aluna, cabelo castanho com mechas loiras quase brancas, um corpo bonito, 1,60 56 quilos .Bunda impinada seios durinhos .

Durante todo o primeiro semestre, eu fazia de tudo pra chamar atenção dele mas ele nem me notava, só prestava atenção na menina escandalosa, ele era meio idiota, mas era muito lindo um sorriso perfeito .E sempre foi dito o professor perfeito, ao contrario de todos os outros, respeitava muito todas, apesar de algumas brincadeiras nunca tinham ouvido falar de ele pegar alunas. Porém, no segundo semestre eu tive uma briga muito feia com os meus pais, e resolvi sair de casa para pararmos de brigar e meu pai concordou que me sustentaria .
Cheguei desesperada e estava conversando com uma amiga , perguntando se ela sabia de alguem que queria alugar um apt, ou mesmo um quarto e que eu não iria dar trabalho, nisso o professor me interrompe.- Pri, desculpa mas eu escutei sua conversa , a gente pode conversar sobre isso no intervalo , me procura la em baixo ?- Claro Matheus. Respondi imediatamente.
Na hora do intervalo fui conversar com ele, e ele me ofereceu um quarto no apt dele, ele morava sozinho na zona sul do rio , enquanto eu estudava na zona oeste . Eu logo aceitei, claro , e fui conhecer o apt com ele .Adorei, o quarto era grande e tal , ai decidimos que eu pagaria a alimentação da casa, e ele o resto , praticamente ele estava me sustentando , e todo fofo todo amigavel .
Me mudei, e aos poucos nos tornamos muito amigos, e ele trocava confidencias comigo , apesar da namorada dele não gostar muito ( a esqueci de falar, a namorada dele era a mariana, minha professora de redação ', uma piranha. Ele me acordava pra ir pra escola, me levava, me buscava, nos saiamos juntos. Até que um dia fomos para uma boate , e ele bebeu um pouco e acabou se excedendo , tive que levar ele pra casa, pegamos um taxi.
No taxi ele falou que eu era muito gostosa , e que ele tinha me visto tomando banho e tinha ficado louco, só bebeu mais do que a conta para ter coragem de fazer o que ele tava fazendo . Nisso, estava com a mão na minha perna .
Eu fiquei parada olhando para aqueles olhos verdes, que me desejavam , e ele foi subindo a mão invadindo a minha saia . E quando eu olhava já tinha um volume enorme na calça dele. Começamos a nos beijar, e o clima foi esquentando (anhan, isso dentro do taxi) ele passava a mao na minha coxa e aprtava, ia subindo a mão ameaçava me tocar, e tirava a mao denovo .Tentava empurrar minha cabeça em direção ao membro dele, que já estava quase rasgando a calça, mas eu resistia.
CHEGAMOS EM CASA, eu paguei o taxi , o taxista ficou me comendo com o olho e me chamou de gostosa, não dei muita atenção pq eu queria entrar logo em casa.
Quando iamos subir no elevador, o Matheus me tacou na parede e começou a me beijar , tirando a minha roupa ali mesmo, no saguao d predio, eu fui tirando a camisa dele , e passando a mão no mebro dele que latejava, dentro do elevador o fogo continuava , eu ja estava sem calcinha so de saia e sutian , e ele passava a mão na minha buceta por cima da calcinha e foi chupando meus seios violentamente .
Chegamos no andar, a porta do elevador abriu fomos saindo e entrando em casa numa velocidade imensa, quando entramos , ele me tacou no sofa arrancou o resto da minha roupa e começou a me chupar, enfiava aquela lingua deliciosa na minha buceta e eu gemia , gemia baixo .eu falei que eu queria ele , queria ele dentro de mim, mas parece que ele queria provocar, e falava espera ainda falta muita coisa putinha, e eu ficava louca com cada palavra dele.derrepente ele tirou aquele pau duro e grosso devia ter unns 24 x 6 cm , e passou por todo o meu corpo até chegar a minha boca ,e começou a socar la dentro como se fosse minha boceta e mandou eu segurar e chupar .e sentou no sofa eu ajoelhei na frente dele , e começei a chupar, dava umas mordidinhas, e continuava chupando , ele gemia , sinal que estava gostando . do nada, ele goza e vem um jato de porra na minha cara, tão forte que foi dificil, mas eu engoli tudo não deixei nem uma gotinha.
pedi novamente pra ele me comer e ele respondeu levantando ,- ja voute comer putinha , eu sei que tu quer sentir essa rola gostosa na tua buceta arrombada.e foi me levantando pelo cabelo, tacando tudo que tinha em cima da mesa no chão e me colocando em cima dela.foi abrindo minha buceta , e cuspiu nela .Começou a esfregar o pau na minha buceta, e colocar so a cabecinha, mas não aguentou e socou tudo de uma vez, no começo doeu um pouco , mas depois foi tudo maravilhoso gozei umas 3 vezes até que ele gozou , e tudo dentro da minha buceta .
Nós fomos pro quarto dormir, e pela primeira vez dormi junto com ele agarradinha.
No dia seguinte , fui pro colegio , mas nao tinha aula dele, ou melhor tinha mas ele nao foi, tava meio mal pela ressaca e pela noite tb (6)mas tive aula da VACA da namorada dele.ela mandando piadinhas pra mim, dizendo que o que eu queria ela tinha a hora que ela quisesse , quase nao me aguentei mas fiquei queta .passou o dia e eu tava louca pra dar meu cu pra ele , mas nao sabia se ele ainda me queria. Fui logo pra casa,ele tava la, e a mariana tb .ele me olhou e piscou, eu dei um sorriso, e fui da rum beijo nele NO ROSTO claro :xE ela ficou desconfiada , e começou a reclamar, não deu pra mt tempo pq ela tinha que ir da aula então saiu, mas ela esqueceu a chave e a gente não percebeu , então ele foi pro meu quarto e :
- Pri, to com fome sabia ?- Quer o que ? Que eu faça comida pra você ? Pede pra Mariii , fiz cara de deboche e fui tirando a roupa pra tomar banho e ele foi falando :
- Claro que não. A comida que eu quero ja nasceu prontinha , e me segurou pelo braço me tacando na minha cama, subindo em cima de mim e beijando meu pescoço.Só que a gente não escutou , mas a namorada dele voltou pra pegar a chave e deu de cara com aquela cena tensa.

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Perdendo a virgindade com os meus primos

Me chamo Marianne, mais conhecida com Anne, vim aqui contar um pouco sobre o que aconteceu comigo, bom na época eu adorava ir passar as minhas férias na casa de uma das minhas tias a Leila.Como minhas aulas já estavam chegando ao fim, eu liguei para minha tia e avisei que iria para lá na próxima semana. Chegando na rodoviária liguei para minha tia e disse que ela poderia vir me buscar, quando ela chegou no carro estavam meus dois primos o Lucas e o Victor Germano, minha tia desceu do carro, me deu um abraço e me ajudou com as malas, como o banco da frente estava ocupado com umas compras dela, eu tive que ir sentar atrás com os meus dois primos, logo que entrei notei que eles cochichavam muito e me olhavam de uma forma que me deixava arrepiada, não por medo, mas sei lá, não sei dizer o que senti. Logo que chegamos peguei minhas malas e levei-as até o quarto onde iria dormir, e ao lado do meu quarto ficava o quarto dos meus primos, e o da minha tia no fim do corredor, bem distante... No jantar reparei que o Victor me olhava com desejo, e o Lucas também, de certa forma me senti um pouco atraída, mas sabia que era errado e que eles eram apenas meus primos e nada mais, na época eu era virgem e confesso que ainda sentia um pouco de medo de perder o meu selinho. Depois da janta ajudei minha tia com a louça, e conversamos um pouco, minha tia como trabalha estava muito cansada e resolveu ir dormir, subimos para cima juntas e ela disse para mim ficar no quarto dos meninos, conversando ou mexendo no computador, ela bateu na porta e disse: meninos façam com que a Anne se sinta em casa, eu entrei no quarto toda tímida, sem jeito e me sentei num banquinho, o Lucas estava usando o computador, e o Victor estava deitado, eu estava ali toda sem jeito, de pernas cruzadas, cabeça baixa e quieta, foi quando o Lucas levantou-se da cadeira, trancou a porta e entregou a chave ao Victor, foi quando o Victor disse ao Lucas: então maninho o que nós podemos fazer com essa priminha toda gostosa que nós temos, e continuou, bom eu pensei em brincar um pouquinho com ela, mais ela parece ser tão tímida, o Lucas só ria, mais era um riso malicioso. Eu fiquei constrangida com aquela situação toda e me levantei, pedi para que o Lucas abrisse a porta pois eu queria ir dormir, então o Victor falou, é Lucas abre a porta pra ela pois cabaça é assim mesmo e jogou a chave. Eu fui para meu quarto e troquei de roupa, peguei uma camisa do Victor que eu achei e coloquei, mas antes eu tirei a calçinha e o sutiã, fiquei bem à vontade, estava decidida a deixar meus primos me fuderem, sai do meu quarto e fui até o quarto deles, espiei pela porta e o Victor estava só de cueca, e o Lucas estava saindo do banheiro, recém erguendo a bermuda, foi então que eu entrei no quarto, e disse, quero usar o computador se vocês não se importam, me debrucei sobre a mesa, fazendo com que a minha bucetinha ficasse de fora, foi então que senti o Victor me agarrando e falou,eu sabia que você era safada, ele me beijou, me sentou na mesa do computador mesmo, e ali tirou a camisa que eu estava vestindo, ele me escorou e começou a chupar meus peitos e me apertava com desejo, ficamos nisso uns cinco minutos, depois eu desci da mesa, e tirei a cueca dele, nossa eu me surpreendi com o tamanho do pau do meu priminho, eu vi que já estava duro como uma pedra, comecei a punheta-lo, eu era sem experiência nisso mais já havia visto em alguns filmes, ele me jogou na cama e começo a passar a língua por todo o meu corpo, o Lucas resolveu participar, e me deu o pau para mim mamar, eu só pensava em como aquilo era gostoso, o Victor começou a descer a mão até a minha bucetinha, então eu o falei que ainda era virgem, e ele falou que não iria doer nada, que ele iria com calma, primeiro ele brincou um pouco com ela, passava os dedos, e repetia nossa que bucetinha gostosa heim priminha, foi então que o Victor começo a penetrar um dos dedos, eu comecei a gemer, depois ele penetrou mais dois, e enquanto mais ele colocava mais eu gemia, e mais e mais alto, foi então que eu percebi que os quatro dedos dele já estavam na minha bucetinha, o Lucas avisou que iria gozar então o Victor falou, dá leitinho pra ela mano, ela vai amar, então o Lucas me beijou, abriu minha boca e gozou, que porra deliciosa, era tanta que escorreu pelos peitos, e eu continuei a mamar, por enquanto eu só havia sentido os dedos dentro da minha bucetinha, então o Victor falou, bom priminha eu ainda não vou colocar meu pau na tua bucetinha para não te machucar muito, pois aquele pau além de lindo, era grosso e imenso, e continuou, bom priminha então vou aumentar de tamanho e largura, levantou da cama, desceu as escadas e voltou com uma banana, na hora eu gritei não, mas ele disse que não ia doer, eu continuei negando, então o Lucas puxou meus cabelos me deitou e colocou seu pau na minha boca, enquanto isso o Victor abriu minhas pernas com muita violência, e colocou a banana com muita força á ponto de romper meu hímen e fazer com que saísse sangue, eu comecei a gritar e chorar pois a dor era muita, então o Victor me levantou, me abraçou, e o Lucas deitou-se na cama, então o Victor me jogou encima do Lucas, e disse: agora você vai sentir coisas muito mais grossas e riu, ele abriu minhas pernas, beijou minha bucetinha e disse, vai lá mano ajeita teu pau na buceta da nossa priminha, então o Lucas ajeitou a cabecinha do seu pau na minha bucetinha e me empurrou pra baixou fazendo com que encaixasse a minha bucetinha e o seu pau, então o Victor apertou meu peitos com muita força e colocou seu pau junto ao do Lucas na minha bucetinha, confesso que a dor era muita, mais que eu estava amando tudo aquilo. Ficamos assim mais de uma hora, depois eu cavalguei no pau do Victor mais uma meia hora, depois cavalguei no pau do Lucas, então o Victor falou, agora priminha a gente vai arromba teu cuzinho, e você vai amar, foi então que ele me colocou de 4 e comeu meu cuzinho, bom e arrombou mesmo, ficou enorme. Depois o Lucas comeu meu cuzinho, meio desajeitado pois falou que ainda era apertadinho pro seu pai passar, e que seu pau estava doendo, mais ele continuou, fez um serviço MARAVILHOSO, depois o Victor deitou, pediu pra que eu cavalgasse com a bucetinha no seu pau, me puxou pelos peitos, me deitou e o Lucas penetrou meu cuzinho, foi deliciosa a sensação de ter dois só pra você, um na frente outro atrás, ambos tem o pau lindo, gostoso, grande e grosso, e eles também são umas delicias. A gente ficou transando mais um pouco em diversas posições, então eles gozaram em mim todinha, era uma cascata de porra escorrendo, eu bebi o quanto pude mais ainda sobrou muita porra no meu corpinho todo, eram 06h30min da manhã quando paramos de fuder gostoso, então eu fui me deitar. Acordei com uma caricia na bucetinha, era o Victor, dizendo que a minha tia já havia ido trabalhar, e que queria brincar mais um pouco comigo, eu lógico que aceitei pois havia amado a foda da noite passada, então ele pediu pra que eu me esticasse na cama, abrisse as pernas e os braços e fechasse os olhos, então ele me amarrou na cama, e começamos a brincadeira, o Victor estava violento, e me comeu com muita força, me apertou com uma vontade que me deixou cheia de marcas, e eu amava aquele pau grosso entrando e saindo de mim, ele me deixou amarrada até as 20h30min da noite, e nesse tempo todo eu recebi aquele pau dele e do Lucas, em todos os lugares, na bucetinha, no cuzinho e na boquinha, até espanhola eu fiz, e AMEI aquilo. O Lucas e o Victor chuparam minha bucetinha e meu cuzinho e aquilo foi ótimo, eu me sentia poderosa, eu amei ficar amarrada, recebendo o pau, e dedos deles, e diversos objetos... era delicioso, quando deu 20h30min eles me soltaram me encheram de beijos, e eu e o Victor resolvemos fuder na escada, aquilo foi maravilhoso demais, depois eu fudi com o Lucas no banheiro e assim por diante. Aquele era apenas o segundo dia de férias, e o resto das férias foram assim, com muita foda. Até hoje quando nos encontramos temos um tempo para fuder, e agora eu recebo dois paus na buceta e um no cú, pois meu namorado também participa!

Fudendo com o garoto da net no cinema

gente, meu nome é Giovanna, e ja nao era virgem ha tempos mas tinha terminado com todos os meninos que eu tinha ficado ou namorado ou transado. tinha na epoca 1,60 de altura, cabelos castanho-claro, olhos verdes peito desenvolvido, bunda média, porém redondinha e uma bucetinha cheirosa e depilada para enlouquecer qualquem peão de obra. estava solteira e carente e precisava de um cacete so pra mim. resolvi entao me inscrever no habbo para ver se achava companhia. achei um garoto chamado Daniel. como ja e costume no site, transamos com nossos bonequinhos e ficamos bons amigos de transa. um tempo depois, fiz um msn para passar para os garotos do site. claro que eu passei para ele, né??passou 1 ano desde nosso 1° contato e ele me deu uma noticia tao excitante quanto boquete na praia deserta: ele viria do recife para o rio, minha cidade, no carnaval. ja havia visto fotos dele e devo dizer: ele era um gatinho, cabelo preto jogadinho para o lado, gostosinho de dar do. nos encontramos no cinema. claro que nossas conversas no msn continuaram na vida real. ele dizia coisas como: PORRA, VC É MT GOSTOSA, SE AGENTE NAO TIVESSE NO CINEMA VC TAVA FUDIDA EU IA SOCAR MEUS 25 CM NESSA SUA BUCETINHA. ouvindo isso, perguntei: PORQUE NAO? ele gostou da ideia e imediatamente me seguiu. como era de noite e carnaval, os corredores entre uma sala do cinema e outra estavam vazios e os banheiros tambem. so funcionavam 2 salas devido ao incendio ocorrido no shopping no mes anterior. ele entrou no banheiro primeiro e uns 2 minutos depois eu entrei, como quem nao sabia que estava entrando no banheiro masculino e tambem para nao levantar suspeitas.
entramos na cabine e ele mandou eu sentar, serio. como nao sou boba nem nada, obedeci. colocou minhas pernas nos seus ombros, tirou minha calcinha e fez o melhor oral da minnha vida. qnd disse que iria gozar, ele parou e eu, puta da vida: EU TAVA GOZANDO, PORQUE PAROU, FILHO DA PUTA? ele respondeu: MINHA VEZ! apesar de ter transado varias vezes, nunca tinha feito um oral, por achar nojento nem um anal, por achar que iria doer. ao ver que eu nao iria colocar minha boquinha naquele pau gigante, ele colocou a mao na minha cabeça e empurrou-a em direçao ao seu cacete. quase vomitei, mas acho quefiz um bom trabalho. ele dizia: ISSO AI, PUTINHA! FAZ SUA PRIMEIRA CHUPETINHA SER A MELHOR, AI QUE BOQUINHA DOS CEUS.VOI GOZAR! era a hora da vingança. quando tentei tirar minha boca para ele nao gozar, ele segurou meu queixo e gozou litros de porra garganta adentro.AGORA EU FAREI VOCE SE SENTIR COMO UMA MULHER DE VERDADE, DIFERENTE DAQUELES PUTOS QUE TE COMERAM ANTES DE MIM. disse anderson, sentando na privada. pedi para ele: COM CARINHO, ANDERSON. ELE CONFIRMOU. me levantou com as mão embaixo dos meus braços e eu ajeitei-o na entrada da minha bucetinha , porém nao entrava(eu transei muito, mas era muito apertadinha) então ele me pediu desculpa, eu perguntei: PORQUE? e ele socou tudo de uma vez. imediatamente, gritei de dor. tirei aquela vara de dentro de mim, e, chorando, sai da cabine.
ele levantou correndo e me segurou. eu gritei: VOCE PROMETEU IR COM CARINHO!! ele pediu desculpas e disse: NAO FAÇO DE NOVO. ME DA 1 CHANCE. concordei. voltamos a mesma cabine e do mesmo jeito, ele tentou denovo. ainda nao entrava e ele: NAO DA! VAI TERQUE SER. e repetiu, tudo de uma vez, tocando meu utero. tentei sair denovo, ele me segurou pelo quadril e esperou eu me acostumar, enquanto eu lutava contra seus braços fortes que escorregaram ate minha bundinha. começou a bombar e eu relaxei. era forte e intercalava beijos de língua com mordidinhas nos seios.
gozou dentro da minha buceta e eu perguntei: EI!! VOCE SABE SE EU TOMO PILULA?-E VC TOMA?-CLARO. continuou e depois de uns 10 min, disse que iria gozar.gozamos juntos, aos berros. me colocou sentada na privada e me fudeu por cima. gozou e fez uma deliciosa espanhola. quando ia para a pia para me lavar, ele disse: AONDE VC PENSA QUE VAI? VOU TIRAR O CABAÇO DO SEU CU TBM. me desesperei, afinal o pau dele era muito grosso, ele me mandou relaxar, pois ele iria comer meu cu de um jeito ou de outro.
com muita vaselina, entrou e ficou nesse vai-e-vem por uns 15 min ate que ele inundou meu cu de porra. perguntei se poderia ir e ele disse que sim. fui para a pia, e fui surpreendida por um pau entrando na minha buceta de surpresa. ficamos mais 30 minutos entre gozos ate que fomos embora do banheiro e voltamos para o filme. sentamos na mesma seçao e como estava mt chato, ele sussurrou no meu ouvido: QUE TAL UM VAGINAL AGORA?- AQUI?-SIM. sentamos na ultima fileira no canto.
tirei a calcinha sem ninguem perceber pois o proximo casal estava umas 10 filas na frente, estava vazio. sentei em seu colo, me contorcendo para nao gemer, enchemos a cadeiras do cinema de porra e saimos antes do filme terminar. tambem transamos no carro, mas isso fica para outro dia.
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Rockeira Amante no parque de diversões

Leia, é um pouco longo! Há alguns anos eu amava ir a alguns festivais de bandas que acontecem sempre, no primeiro em que eu fui aconteceram várias coisas bem legais, na época eu era toda doidinha e usava cabelo todo repicado saia justa camiseta de banda meias rasgadas, no segundo eu já estava um pouquinho mais velha e sussegada no dia bem quieta eu diria, fiquei o tempo todo ao lado do palco com um casal de amigos conversando, me distrai ouvindo uma banda que eu gosto e os dois sumiram, um segundo depois me empurraram na multidão, (quem vai em shows de rock sabe que o pessoal faz um tal de "bate cabeça" onde ficam se batendo) e dois segundos depois eu estava sendo chutada, até ser puxada por um cara lindo alto moreno, nossa me deixou doida, sabe cena de filme na qual você para e tudo parece em câmera lenta, foi isso, bom ele estava de regata preta e jeans. Vou chama-lo de Lê, bom, agradeci por ele ter me salvado, esquecendo da dor. Final do festival e não o vi mais. Muito tempo se passou até ele ter me adicionado no orkut, felizmente a menina do casal o tinha como amigo e ele me achou, nos falamos por um tempo, descobri o nome dele, onde ele morava, (que por sinal era muito longe mais de 300km) logo depois ele me disse que estava namorando e perdi o interesse. Resolvi ir com o meu curso de inglês ao Playcenter, faziam muitos anos desde que eu tinha ido, eu e uma amiga do curso nos perdemos do grupo, depois eu resolvi ir ao banheiro já era final de tarde, e eu havia bebido um pouco apenas o suficiente para ficar bem alegre, quando vou entrar no banheiro eu vejo um rosto familiar, comentei com a minha amiga e ela riu de mim falando que eu estava louca, bebada e vendo coisas, sai do banheiro e vi que ele me acompanhou com o olhar, eu não lembrava, mas era familia, depois de andar mais de 300m, laguei minha amiga gritando eu vou lá! Cheguei perto dele "eu jurto que não é uma cantada mas eu te conheço?" ele riu e falou, bem "na época você tinha cabelo diferente mais ainda está linda, lembra daquele festival ..." bom, minha amiga me abandonou e pedi para andar com ele e mais dois amigos, fomos para a fila de um brinquedo, conversa vai conversa vem e eu perguntando da tatuagem do braço dele, ele contando que era engraçado que ficava sensível, eu comecei a investi nele estava doida para beijar aquela boca, ele se distraiu e eu dei uma mordidinha de leve na tatuagem dele, ele se arrepiou todo, e eu fiquei molhada, olhei com cara de como se não havia feito nada, e ri. Depois disso ele ficou me provocando mais de 1 hora naquela fila. Anoiteceu, e quando percebi os amigos dele se afastaram como se sabiam que deveriam nos deixar sozinhos. Ele me arrastou para atrás de uma barraca de sorvetes que havia fechado entre um brinquedo que estava em manutenção, depois disso eu enlouqueci, comecei a beija-lo muito e bem forte (todos dizem que eu beijo muito bem) e ele amou, começou a me agarrar, e eu senti o volume crescendo por dentro de sua calça, o que me deixou doida, já que o volume era enorme (fico molhada só de lembrar), eu estava de saia jeans justinha com um shortinho por baixo para poder ir nos brinquedos, quando percebi eu já estava sem shortinho ele subiu minha saia discretamente para eu poder me movimentar me jogou em cima da lojinha de sorvete passei as pernas em volta dele e ele me beijava muito, eu não resistia mais e comecei a acariciar aquele pau muito gostoso, ele ficou mais doido, abriu o zíper afastou a calcinha e enfiou na minha bucetinha bem devagarinho, eu fiquei louca nossa, que delicia, aquele pau duro enorme dentro de mim ele fazia movimentos leves para que ninguém percebesse apesar da posição, queria gozar loucamente, dava para ouvir as pessoas passando no outro lado da lojinha e isso me deixava com mais tesão, e derrepente começou a fazer movimentos mais rápido eu gemia baixinho mordia a tatuagem dele só para deixa-lo arrepiado, ele ficava louco e colocava mais forte, parecia que ia me arrebentar por dentro, nossa que delicia, eu gemia, gozei uma vez, fiquei mole e ele duro e firme dentro de mim demorei para gozar para esperar ele gozar comigo, não aguentei mais gozamos juntos senti jatos quentes dentro de mim, delicia. Voltamos a nos beijar muito ele me virou de costas fazendo como se tivesse beijando meu pescoço, logo senti o volume atrás de mim, sabia que ele ia querer comer meu cuzinho, eu nunca tinha dado o cuzinho, tinha medo de doer e só de imaginar aquele pauzão nossa tremi, ele forçava a portinha, parecia que nunca ia entrar, ele forçava derrepente com mistura de dor e tesão ele enfiou a cabecinha, e com movimentos leves logo ele estava na metade, nossa que dor que tesão, eu queria tirar eu queria por, ele começou um vai e vem, e aos poucos estava todo dentro de mim, que delicia que dor, meus gemidos eram altos, que se confundiam com o pessoal gritando na montanha russa, gozei mais duas vezes e ele gozou denovo dentro de mim aqueles jatos gostosos, me despedi dele e fui procurar meus amigos, já era quase hora de ir embora, encontrei eles e quase não em lembro de entrar no ônibus dormi até chegar em casa. Duas semanas depois por ironia do destino estava eu andando pela Av. Paulista e adivinha quem eu encontro? Ele e sua namoradinha, o safado tinha namorada, e ficou morrendo de medo que eu falasse algo, sorri e soltei nossa Lê quanto tempo, ele ficou todo vermelho. Sai andando, só ouvi a namorada dele comentando, quem é ela e começando uma crise...
O resto depois eu conto!
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No mato com a ninfetinha...

A história que vou contar ocorreu no verão passado, quando passei férias na casa de meus tios no interior de um município da grande Curitiba.
Enquanto eu ainda me adaptava com o maravilhoso ritmo de vida do interior, recebemos a visita de Andressa, uma moça de dezoito anos, que vivia em uma chácara situada nos arredores. Na realidade eu já conhecia Andressa de outras vezes em que havia passado férias no local, mas na época pouca atração tive por ela pelo fato de tratar-se de uma verdadeira criança.
Dessa vez, porém, a situação era bem outra, de uma menina magra e sem curvas, Andressa havia se transformado em uma mulher de verdade. Qualquer um que olhasse para ela naquele dia não podia deixar de apreciar perfeitamente a beleza de seus seios, cujo volume insistia em se fazer aparecer sob a blusa de alcinhas pouco decotada.
Durante todo o tempo em que Andressa permaneceu na casa eu me posicionei sentado quase de frente para ela e percorri com os olhos os seus seios e as suas belas pernas, denunciando que sentia muita vontade de possuir aquele corpinho. Andressa, obviamente, percebeu a intenção de meus olhares e retribuiu-os discretamente em algumas ocasiões, mas sem dar mostra aos demais do que estava acontecendo.
Quando se levantou para ir embora percebi que a calça jeans pouco apertada não era capaz de esconder a bela bundinha que tornava irresistível o corpo daquela moça de pela branca e cabelos negros. Nesse momento, meu pênis se encontrava duríssimo e seu volume poderia ser visto facilmente por sob a calça. Percebi que Andressa viu o volume, mas agiu como se nada estivesse acontecendo.
O dia seguinte era domingo e eu sabia que Andressa iria à igreja evangélica da localidade, a qual nunca atraí muitas pessoas. Optei, então, por também ir a tal igreja, mas o fiz com o único desejo de ver a bela ninfetinha que não saiu de meus pensamentos durante toda a noite.
Como a distância entre a casa de meus tios e a igreja não era muito grande, eu optei por ir a pé. O caminho era muito bonito e durante aproximadamente um quilômetro cruzava uma mata virgem, de árvores grossas e majestosas, por onde raramente passa alguém.
Logo ao final do culto (não tenho certeza se é assim que chamam), percebi que Andressa, que também havia ido a pé pelo mesmo caminho que eu, saiu às pressas com destino à sua casa. Como ia sozinha, resolvi segui-la e a alcancei alguns metros depois.
Começamos a conversar e ela logo disse que havia ficado muito feliz pelo fato de eu ter ido. Eu respondi dizendo só fui porque sabia que ela estaria lá e que não resisti a vontade de ver o seu belo corpo novamente.
Por um momento achei que havia dito palavras muito ousadas e fiquei pronto a recuar se a reação dela fosse repulsiva. Andressa, porém, deu um sorriso e disse que havia percebido o modo como eu a olhara no dia anterior.
Diante dessa declaração, eu optei por disfarçar meu atrevimento, me desculpando pelos olhares de desejo que havia lançado um dia antes. Ao mesmo tempo em que me desculpava, reafirmei que não tinha como deixar de olhar para uma mulher tão gostosa como ela e que somente um gay não desejaria possuir aquele corpo.
Dessa vez, Andressa deu um risinho safado e, para minha surpresa, exclamou o seguinte: ?pois é, mas um homem de verdade não fica só olhando...?. Como a essa altura já nos encontrávamos em meio a mata, eu puxei a ninfetinha pelo braço e dei-lhe um forte e demorado beijo na boca, dizendo que na verdade o que eu queria era foder a xaninha dela.
A moça não disse nada e eu passei a acariciar sua bundinha e sua virilha com as duas mãos, em um movimento contínuo, uniforme e muito safado. Após ter apalpado a bunda e as coxas de Andressa, comecei a lamber sua orelha direita e cochichei o seguinte: ?hoje eu vou foder seu rabinho, sua gostosa. Ninguém mandou ficar me provocando com esse corpinho gostoso. Agora você vai ser minha putinha, sua safada?.
Ela não oferecia nenhuma resistência e eu continuava acariciando a bunda, as pernas e os seios daquela mulher maravilhosa, enquanto passava a língua por seu pescoço e a chamava de gostosa, de minha putinha e de tantas outras besteirinhas que aumentavam ainda mais o tesão daquela safada, que daqui a alguns minutos seria arrombada pela frente e por trás.
Após um bom tempo de carícias, desabotoei os dois primeiros botões da camisa dela e comecei a chupar os seus seios, ainda por cima do sutiã. Enquanto me deliciava brincando com os deliciosos mamilos de Andressa, minhas mãos continuam a acariciar aquela bundinha macia e já se preocupavam em desabotoar-lhe a saia e desnudar aquela xaninha, que em breve iria receber uma dose de pica.
Nesse momento, Andressa disse que seria melhor entrarmos na mata para evitar que alguém nos visse. Atendendo ao seu pedido, tomei-a em meus braços e a levei mata a dentro, colocando-a deitada sobre as folhas secas. Com ela já deitada, tirei a minha camisa e desabotoei a dela, deixando seus seios cobertos apenas pelo sutiã branco, que também logo tratei de tirar com os dentes.
Comecei a chupar com voracidade os seus seios desnudos, mordiscando e brincando com a língua sobre os biquinhos duros, arrancando de Andressa fortes gemidos de tesão.
Nesse momento, pela primeira vez, coloquei a mão sobre a bocetinha de Andressa, que ainda se encontrava se coberta pela saia jeans. Passei, então, a me dedicar em deixa-la completamente nua, desabotoei-lhe a saia e tirei-a com cuidado, passando a ver as belas pernas brancas e a calcinha vermelha de renda, que já se encontrava molhada pelo mel de Andressa.
Após tirar a saia, passai a lamber os pés de Andressa e fui subindo até a virilha, sem pressa e cuidando para não tocar a fendinha molhada, pois queria que aquela ninfeta safada sofresse de tesão até o último minuto.
Após acariciar todo o corpo da moça, que já pedia encarecidamente para que eu a rasgasse, tirei-lhe a calcinha, a cheirei e depois joguei ao chão e passei a sugar o mel daquela maravilha de bocetinha. Comecei a passar a língua pelos grandes lábios e vagarosamente fui avançando, isso tudo aos pedidos de ?me fode seu cachorro, rasga sua putinha, rasga?. Eu não dava ouvidos e continuava me deliciando com aquela xaninha maravilhosa, enquanto meu mastro se encontrava em pé, esperando para rasga-la ao meio.
No momento em que, enfim, toquei com a língua em seu grelhinho, Andressa gozou como uma louca, efetuando um movimento de vai e vem com o corpo, ao qual dei total liberdade para mover-se. Durante todo o período em que a ninfetinha gozava eu fiquei brincando com o seu grelhinho, fazendo com que Andressa se acabasse em gozo.
Após isso, já sem aquentar a vontade de foder Andressa, baixei a calça e a cueca e encostei a cabeça do pau na entrada da fendinha e meti até o talo, de uma só vez e em um movimento rápido e preciso. Ao receber a pica, Andressa soltou um grito altíssimo que cheguei a ficar com medo de que alguém ouvisse e viesse ver o que estava acontecendo. Perguntei se havia doído e ela disse que sim, mas que queria muito mais. Dei, então, três estocadas com força e iniciei o movimento de vai e vem, colocando e tirando o pau de dentro daquela xaninha maravilhosa. Depois de meter por um longo período, não aguentei a acabei gozando dentro da xaninha de Andressa, que ainda gemia de tesão.
Após gozar freneticamente, eu estava completamente cansado e me deitei ao lado de Andressa, beijei sua boca e perguntei se havia gostado. Ela respondeu que sim, mas disse que agora queria chupar o meu cacete e prontamente se dirigiu até ele.
Andressa segurou meu pau com carinho e lambeu a cabecinha fazendo cara de safada. Começou, então, a chupar e punhetear meu cacete fazendo uma carinha de safada, o que me deixou novamente excitado e me fez tomar a decisão de foder-lhe o cuzinho logo depois. Eu estava deitado de costas e Andressa chupava meu pau com voracidade, de modo que eu já não aguantava de tesão.
Enquanto ela chupava, eu segurei-lhe a cabeça e puxei contra meu corpo, fazendo com que meu cacete atingisse sua garganta. Ela chegou a fazer ânsia, mas voltou a chupar com voracidade e a engolir o meu cacete.
Após isso, fiquei de joelhos e padi para que ela mamasse de quatro. Não lembro de ter visto cena tão maravilhosa quanto a daquela ninfetinha de quatro chupando meu mastro. Segurei-lhe, então, a cabeça e passei a meter em sua boca como se fosse uma boceta, ao memso tempo em que Andressa rebolava a bundinha arrebitada. Larguei-lhe a cabeça e anunciei que iria gozar, pedindo a ela que engolisse tudo ou teria seu cuzinho arrebentado (mal sabia ela que seu cuzinho iria ser arrebentado de qualquer jeito).
Eu gozava e Andressa engolia o leitinho, propositalmente deixando algumas gotas escaparem de sua boca e escorrerem pelo seu queixo. Essa imagem me fez certificar de que realmente estava transando com uma putinha insaciável, que se escondia por trás da aparência de boa moça.
Após o boquete, reanimei meu pau e disse: ?Agora minha cadelinha vai ficar de quatro para eu foder o rabinho dela?. Ao ouvir isso Andressa hesitou, dizendo que nunca havia dado o cu e que tinha medo que doesse. Eu a provoquei dizendo que ela não havia engolido toda a porra e que por isso eu iria cumprir minha promessa.
Como ainda hesitasse, eu a tranquilizei dizendo que não havia com o que se preocupar e que pararia se ela não se sentisse bem. Logicamente, o que eu queria era foder aquele cuzinho virgem e nem me passava pela cabeça deixar o serviço pela metade.
Andressa se posicionou de quatro e arrebitou a bundinha, me deixando em posição privilegiada para atolar a pica naquele cuzinho rosado. Cuspi na cabeça do meu cacete e o coloquei bem na entrada do rabinho de Andressa, segurei-a pela cintura e fui introduzindo vagarosamente o mastro no corpinho da moça.
Quando a cabecinha começou a entrar, Andressa passou a pedir para que eu parasse, dizendo que não suportaria a dor. Segurei com mais força a cintura dela e disse que só pararia depois que arrebentasse seu cuzinho.
Ela continuava pedindo para eu parar, mas eu não dei bola e enfiei a pica até o talo e o deixei ali, se acostumando com o orifício apertadinho de Andressa. Após algum tempo, ela começou a rebolar e eu iniciei o movimento de vai e vem. No começo fui de vagar, mas ao perceber que meu pau já deslizava com facilidade, passei a foder aquele cuzinho com os movimentos rápidos de quem fode uma boceta e sob os gritos de ?não pára seu cachorro, fode sua cadelinha, fode?.
Enquanto comia o cuzinho de Andressa, eu puxei para trás os seus cabelos longos e dei vários tapas na sua bunda, até deixa-la com a marca da minha mão. A ninfetinha gemia e gritava e eu fui fodendo seu rabinho até enchê-lo de porra e deixa-lo arregaçado como a xaninha de uma prostituta.
Após ter fodido a moça inteirinha, passei a vestir minhas roupas e juntei a calcinha dela que estava no chão, pus em meu bolso e disse que só devolveria depois que comesse seu cuzinho novamente. Ao ouvir isso, ela falou que me daria o cu quando eu quisesse, desde que tudo ficasse em absoluto sigilo.
Marcamos o próximo encontro para o dia seguinte em uma cachoeira que não ficava muito longe dali, mas isso eu conto em outra ocasião.


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Naty ninfeta da net para o parque

Olá me chamo Marco o que vou contar aconteceu comigo em janeiro, sou um homem discreto experiente, péle clara, cabelos e olhos castanhos escuros tenho 1,81cm e 79kg. Sempre tive tara por mulheres jovens ( não curto pedofilia ) certa vez durante a manhã eu entrei numa sala de bate papo no tema sexo sala de ( virgens ), só vendo as pessoas navegarem até que entrou a (Virgenzinha zl) conversamos até que abri a sala de reservado com cam, ela não queria aparecer e muito menos eu decidimos aparecer do pescoço pra baixo e começamos a papear ela me disse que sempre entrava ali por curiosidade, e que não queria perder a virgindade. Disse que os homens não compreendem o medo de uma virgem, eu como já curto sei do medo, ai disse a ela que o mau era que muitos meninos e marmanjos , só pensavam na penetraçaõ e eu gostava mesmo de tocar, sentir ocheiro, gosto da boca, dos seios e tudo que desse pra fazer com minha boca e lingua ou seja amo preliminares,
fomos conversando ela acabou se exibindo pra mim eu pra ela ai depois de uns dias fui pegando confiança nela e ela em mim até que disse pra ela que eu tinha uma fantasia de ir numa praça encontrar uma virgem mas ela´teria que me obedescer, não queria penetração mas queria algo profundo, ela ficou super empolgada e me disse que tinha esse desejo e que perto da casa dela tinha um parque onde eu marquei com ela atravessei a cidade, pois estava na zn e disse que só iria se ela aceitasse ser dominada e fosse obediente, ela topou, ela éra super jovem, bom marcamos. Eu pedi para ela ir de rasteirinha nos pés e usar um vestidinho sexy e discreto e solto e que tambem colocasse soutien e calcinha de algodão pois ja tinhamos falado e feito umas loucuras e não seria de admirar se ela fosse sem nada rs, marcamos lugar cheguei as 9hs e ela as 9:15 numa terça feira nossa ela estava linda vou chamar ela de Naty uma moreninha cabelinhos bem preto 1,60+/- ela disse pesar 47 kl tinha os seio como 2 pêras medios bumbum médio sem exagero mas bem arrebitado, digamos uma gostosinha uma delicia sentamos num banco de madeira eu não dirigi uma palabra pra ela apenas coloquei um envelope no banco com coordenadas pra ela seguir, ela abriu ai tinhamos combinado que ela simularia estar ao fone cel para falar comigo, mas na hora que ela pegou o envelope e lêu a Naty ja pegou e disse vc é louco como eu vou tirar minhas roupas intimas na sua frente de dia num local mais calmo, eu respondii no meu, quem pode manda se vc é inteligente obedesce seu novo dono, nossa auilo foi um comando, vcs homens que só pensam em enfiar enfie algo na sua cabeça mulher gosta de ser tratada como mulher e dominada an hora certa.
Ela se levantou caminhou um pouco e fez como eu tinha escrito andou na minha frente parou levantou a saia do vestido deixou aparecendo toda a calcinha e tirou ela e colocou no envelope ai ela abaixou as ombreiras do vestido até a cintura nossa que seios maravilhos uma verdadeira ninfetinha e tirou o soutien nossa que visão linda ela ficou acanhada pegou o fone e falou eu estou núa da pra ver que estou sem nada ai eu saui na frente dela sentei no banco e fiz ela sentar de frente pra mim de pernas abertas onde eu via claramente a bucetinha dela lisinha e deliciosa pedi pra ela ficar ttocando no grelinho ela estava toda arrepiada novinha e quente. Ai eu abri o envelope peguei suas peças intimas e a calcinha eu cheirei o cheiro delicioso daquela menina e lambi bem na parte do cavalo da calcinha imaginando estar lambendo a bucetinha dela ai peguei uma tesoura e comecei a cortar nafrente dela o soutien na reealidade eu tirei todo o tecido deixando a penas a armação de costura e fiz o mesmo com a calcinha. Me levantei e falei no celular segue seu dono ela veio atrás de mim fui no mesmo lugar me abaixei ela fez de noovo levantou asaia do vestido até a sintura ,nossa que visão linda eu segurei a calcinha armada só a armação de costura e vesti nela quando cheguei na xaninha ainda passei meu dedo na bucetinha ensopada dela fiz o mesmo com o soutien ekla abaixou de novo as ombreiras do vestiso até a sintura e eu o veesti nela que estava com os mamilos duros que nem pedra e dei uma chupada neles.
Ai rsolvi caminhar fomos num ocal mais tranquilo apesar que este parque ela sabia melhor que eu fica meio vazio de semana ai aprei numa arvore mandei ela abaixar e me chupar , nossa como a Naty chupa bem parecia sulgar meu pau com uma vontade que eu ficava louco ela disse que nunca tinha chupado muito apenas lambidas, mas naquele dia ela queria mesmo chupar e chupou até minhas bolas ao ponto que eu não aguentei e gosei na sua boquinha ela chegou até a se engasgar mas não disperdiçou uma gota engoliu tudo mesmo ai ela se levanto tão meiga e deliciosa e disse amor to peladinha eu dissse não esta pedi ppara ela esticar o tecido do vestido tirei uma foto e ela viu as marcas da calcinha e soutiem ela amoru viu que estava normal apesar de peladinha. Depois disso eu coloquei ela numa pedra enorme coloquei as pernas dela sobre meu ombro e comecei a dar beijinhos na sua bucetinha ela começou a se tocar também ai eu deixei até ela gosar pedindo minha lingua mas eu não toquei ela depois disso coloquei ela na posição de meditação bem abertinha e cortei em tirinhas tudo que eu tirei da calcinha e soutien e fiz um barbante inde mandei ela colocar 3 dedos sobre a bucetinha cheguei bem perto com a lingua encostando nos dedos ai fiz uma marca pra eu não passar daquela distancia sempre quase chegando com a lingua na sua bucetinha e pedi pra ela se masturbar até gosar ela assim o fez mas pedia me chupa amor, me chupa mete a lingua e não aguentando gosou vendo mimnha lingua quase alcançar ela,
ai eu tirei o limitador e e pedi pra ela abrir bem a bucetinha dela fazendo duas pinças com o dedo indicador e o dedão de cada maõ pedi pra ela naquela posiçaõ escancarada enfiar os dedos indicadores na bucetinha e depois apertar com o dedão e puxar seus grandes labios pra fora assim ela o fez e de pernas aberta na natureza pasaros cantando na sombra de uma arvore toda arreganhadinha mas virgem eu via seu hímem depois disso eu encaixei minha boca na sua bucetinha e comecei a beijar de lingua mesmo como se estivesse beijando sua boca num beijo de lingua ai dei meus dois dedões pra ela chupar e deixar bem molhado sem tirar minha cara da sua bucetinha lisa e nova , ela chupou deixou bem molhado ai beijando sua bucetinha com a lingua dentro dela sentindo seu cabacinho na minha cara eu peguei o dedão da mão esquerda e comecei beijar bucetinha de lingua massageando o grêlinho dela que ja urrava ai peguei meu dedão moladinho da mão direita e comecei a massagear seu cuzinho até ele entrar e foi loucura gente a Naty tentava gritar mas não tinha força dedão no grêlinho boca ocupando sua bucetinha toda e lingua dentro dela e um dedão dentro do cuzionho de repente ela solta um grito e começa a gosar na minha boca pedindo e chorando me fode amor come a bucetinha da sua virgenzinha, como por favor tira essa porra de cabaço eu quero perder ele . Nossa que loucura de gosada... depois disso brincamos muito e depois conto masi de como comi seu cuzinho e depois de como comi sua bucetinhar.... se vc é mulher novinha é virgem e quer sentir prazer sem perder sua virgindade, com um homem que copmpreende seus desejos e sabe respeitar seus limites deixe uma mensagemm para o marco da naty rs com seu e-mail ou msn adorarei responder e quem sabe rs bom dia a todos ................

A sociedade secreta das adolescentes

Algumas coisas acontecem quando menos esperamos. Os adultos pensam que os adolescentes são ingênuos, muitos realmente são, mas a maior parte dos adolescentes conseguem manipular os adultos a ponto de terem seu próprio estilo de vida e sua própria sociedade secreta, felizmente eu fui um desses adultos que foram manipulados por esses adolescentes.
Esse relato só foi possível depois de uma reunião com todo grupo. Todos os nomes são fictícios.
Uma amiga que mora no mesmo prédio que eu vendeu o carro e me pediu que enquanto não comprasse outro, que eu na volta do trabalho pegasse a sua filha na escola.
Passei a sair mais cedo da empresa para pegar as meninas, por coincidência uma amiga dela também mora no meu prédio e outra no prédio vizinho, quando me viram ir buscar Alice, também passaram a voltar comigo.
Logo que eu comecei a ir buscar as meninas, a conversa entre elas era sobre concurso da rainha do colégio, pois elas iam participar. Depois de uns dias falavam sobre os meninos do colégio, elas estavam decepcionadas com eles, Carol disse que não queria nada com os meninos do colégio, que eles eram muito infantis, que um dos meninos namorava uma amiga dela e espalhou para todo mundo do colégio que ele pegou nos seios da menina, Alice filha da minha amiga, disse que também não confiava nos meninos, que também não queria nada com eles, Roberta disse que era perda de tempo que uma amiga que ficou grávida e se casou, disse que estava arrependida que o menino não sabia tranzar direito, que era tudo muito rápido.
Roberta me perguntou se era assim mesmo que os homens transavam, eu falei que nem todos, que os que teimam em agir assim, não satisfazem as mulheres, que tudo tem que ser feito devagar, que o homem nas preliminares tem que deixar a mulher bem relaxada e dar muito prazer a ela.
Roberta me perguntou se eu tinha tirado a virgindade de muitas meninas, falei que de algumas, que elas eram minhas amigas ate hoje, porque alem de a gente ter tido muito prazer, eu nunca revelei para ninguém que a gente transou.
Roberta me pediu meu MSN, eu dei esse, as outras meninas também pegaram, Roberta perguntou se elas tinham chance de ganhar o concurso de rainha do colégio, falei que não conhecia as outras, mas pela beleza dos rostos delas elas tinham muita chance de ganhar, mas que eu nunca tinha prestado atenção nos detalhes dos corpos delas, Roberta perguntou se depois eu poderia dar uma opinião, falei que sim.
Numa quinta-feira, Alice me disse que no sábado ia fazer um churrasco na piscina do prédio para as amigas que iam concorrer para ser a rainha do colégio e me chamou para ir, falei que seria chato, eu que tenho idade de ser pai delas, que elas não iam ficar a vontade, Alice falou que não ia atrapalhar não, que as meninas não tem essas frescuras de discriminar as pessoas pela idade, então falei que eu faria o churrasco, Alice disse que estava ótimo, que eram só doze meninas.
Durante a semana, eu e as meninas conversamos bastante sobre todos os assuntos, mas o assunto preferido por elas era sexo, elas procuravam tirar duvidas, faziam perguntas, eu respondia tudo naturalmente, na sexta-feira a noite elas foram para meu apartamento para falar sobre o churrasco e depois conversamos ate mais tarde, as meninas disseram que adoravam conversar comigo, que podiam se abrir e falar tudo, que não tinham vergonha de nada.
Tudo pronto no sábado, Alice chegou primeiro, as meninas começaram a chegar, Alice me apresentava a todas que chegavam, elas traziam cervejas, vodka e refrigerantes.
Quando chegaram todas, Roberta chegou junto de mim e disse:
- Agora que chegaram todas, observa direitinho cada detalhe das meninas e os da gente, depois diz a gente se nós somos tão gostosas e boninas quanto elas e se a gente tem chance de ganhar. Comece por mim.
Falei a que ela era uma candidata fortíssima, Roberta saiu satisfeita, comecei a fazer o churrasco, disse a elas que colocaria na mesa, mas que se faltasse me pedissem. As meninas formaram grupinhos, eu entrei na piscina, em pouco tempo cinco delas entraram para conversar comigo, depois as outras foram entrando na piscina, começou um interrogatório, Carol e Roberta estavam fora da piscina, quando elas viram, entraram na piscina, Roberta se encostou de costas em mim e disse:
- Vocês já acabaram o interrogatório, se já terminaram eu quero saber se ele esta aprovado?
Elas fizeram um coro e disseram ?já? depois disseram ?aprovado?, começamos a conversar, riamos bastante, as meninas eram muito alegres, todas eram lindas e muito gostosas, se eu fosse julgar a beleza delas, daria empate. Elas novamente foram formando seus grupinhos, ficamos eu Carol, Alice e Roberta.
Todas as meninas já tinham bebido um pouco, Roberta mexia seu bumbum no meu pênis, como eu já tinha liberdade com as meninas, falei para Roberta sair um pouco porque ela estava me deixando com tesão, ai Roberta falou:
- Relaxa e aproveita que eu também estou com tesão.
Meu pênis ficou duro, Roberta virou me abraçou de frente, começou a tirar um sarro gostoso, falei para ela que eu tinha que voltar para a churrasqueira, coloquei mais carnes no fogo, de quando em vez entrava uma menina para falar comigo. Uma hora chegou uma galega com os cabelos na cintura, disse que eram lindos, ela e os cabelos, ela falou para eu alisar, eu fiz, falei que eram sedosos, falei que se os seus pelos tivessem a mesma cor e fossem tão sedosos como os seus cabelos ela era perfeita, estávamos por trás do balcão do apoio da piscina de frente para o jardim e a piscina, ela estava do meu lado direito, ela deu as costas para o jardim puxou o biquíni e me mandou olhar, depois pegou minha mão e colocou dentro do biquíni, falei que eram maravilhosos, meus dedos procuraram seu clitóris, comecei a dedilhar, ela se molhava toda, se mexia, ela estava ofegante, senti que ela ia gozar, aumentei os movimentos dos meus dedos, ela se curvou de lado e começou a me beijar, ela juntou as coxas e se estremeceu, eu fui tirando a mão devagar, meus dedos estavam molhados, olhei para ela e lambi meus dedos, ela suspirou e disse:
- As meninas não erraram você sabe tocar uma mulher, eu também quero você.
Fui colocar mais carnes na mesa, ela foi comigo e ficou conversando com as meninas, quando voltei Alice veio atrás de mim, quando entramos no apoio da piscina ela abraçou-se comigo e disse:
- Eu estava conversando numa boa com mamãe e perguntei se ela transava com você e ela ficou calada, acho que vocês ainda transam, eu disse também a ela que gostaria que a minha primeira vez fosse com um homem experiente e que me desse muito prazer, que gostaria que fosse você, essa conversa aconteceu antes dela te pedir para ir me buscar no colégio, acho que ela quer dar uma força para gente.
Alice tinha razão nas duas coisas, a primeira é que eu realmente transava com a mãe dela e sabendo o quanto a mãe dela é liberal, a mãe dela deveria estar dando uma força para a gente sim.
Eu disse para Alice que tudo aconteceria na hora certa, ela me deu um gostoso beijo. O tempo foi passando, ate que chegou a hora delas irem para suas casa, os pais vinham buscar, cada uma que se despedia de mim me dava um selinho. Estávamos sentados na frente do prédio esperando o pai da ultima amiga delas chegar, era a galega que ficou comigo, quando encosta uma caminhonete Mercedes preta com motorista e outro carro atrás com três seguranças, essa menina me deu um gostoso beijo na boca e disse que depois me ligaria, que ia ter uma surpresa para mim.
Quando fui me despedir de Roberta, ela disse para eu entrar no MSN, no elevador apertamos em nossos andares, Carol me deu um beijo e saiu do elevador, eu morava no ultimo andar, eram dois apartamentos por andar um de cada lado, eu morava porta a porta com a mãe de Alice, ela queria ir para minha casa, mas eu disse que a mãe dela ia chegar logo, que não ia pegar bem, que ela poderia ficar brava conosco e ai complicaria tudo, ela falou que eu estava certo, combinamos para ir a praia no outro dia, nos beijamos e ela entrou na sua casa e eu na minha.
Roberta morava no ultimo andar do prédio vizinho, como o meu, o prédio vizinho tinha quatorze andares, dois apartamentos por andar um de cada lado, os prédios eram bem próximos um do outro, o quarto dela era de frente para o quarto que eu usava como escritório, dava ate para a gente conversar se quiséssemos, não liguei o notebook, liguei o computador do escritório, Roberta já estava no MSN, começamos a falar:
Roberta disse: Oi, adorei o churrasco, mas o que eu mais gostei foi de estar com você.
Amigo disse: Também gostei, de onde eu estou se você abrir as cortinas e a janela da para vê você
Roberta disse: Deixa eu abri as cortinas, pera
Roberta disse: Estou vendo você sentado no pc vou ligar minha cam também
Amigo disse: Estou te vendo pela janela e pela cam. rsrsrs
Roberta disse: Liga a sua cam
Amigo disse: Esse pc não tem, mas mesmo que tivesse eu não poderia ligar, porque tem muita gente que gostaria de capturar minha imagem para expor na net, aqui tenho muitas amigas, que poderiam se prejudicar se minha identidade for revelada, pode da problemas para elas, isso eu não quero. O sol deve ter deixado umas marquinhas lindas em você, quero vê
Roberta disse: vou fechar a porta do meu quarto de chave e tirar o biquíni, você vai vê ao vivo e pela cam
Roberta disse: Esta vendo agora?
Amigo disse: Estão lindas, sua bocetinha esta linda, adoraria passar a língua nos biquinhos dos seus seios e chupar eles bem gostoso, depois descer beijando sua barriguinha ate chagar a sua bocetinha e te fazer gozar bem gostoso em minha boca.
Roberta disse: Me molhei toda, estou morrendo de tesão, se você continuar falando assim eu gozo. Alice não vai para sua casa agora? Ela falou que ia transar com você hoje de qualquer jeito.
Amigo disse: Não, ela foi para casa, a mãe dela podia chegar e ficar preocupada, e eu gosto de fazer as coisas bem devagar, principalmente quando é a primeira vez de uma menina, quero que ela tenha uma linda lembrança da sua primeira vez. Você vai adorar quando eu te chupar todinha, vou botar bem gostoso na sua bocetinha e no seu cuzinho.
Roberta disse: vou para ai agooooraaaaaa
Amigo disse: Vem que eu estou te esperando
Roberta disse: Vou tomar banho, depois eu vou. Posso dormir com você? Vou dizer que vou dormir na casa de uma amiga.
Amigo disse: Claro que pode, vem logo.
Roberta disse: Espera que eu chego num minuto tchau bjo
Roberta é morena linda, 1,68 m, cabelos bem pretos, longos, olhos esverdeados, seios médios, bem durinhos, bumbum grande, duro, coxas grossas, xaninha saliente.
Após ter tomado banho eu estava enrolado numa toalha, quando a campainha toca, era Roberta, quando ela entrou, nos beijamos e ela disse que estava morrendo de tesão, fomos entranso, quando chegamos ao meu quarto, despi Roberta, a deixei só com a calcinha branca de renda, encostei Roberta de costas na parede, comecei a beija sua boca, fui descendo para o pescoço, para os seus seios, comecei a passar a língua nos bicos, depois fui chupando bem gostoso, um a um, ela já suspirava forte, desci mordendo sua barriguinha linda, retirei sua calcinha, eu dava mordidas em seu ventre, ela gemia, coloquei a língua na sua xaninha, seu liquido escorreu pela minha língua, levei Roberta para cama, quando ela sentou deixei cair minha toalha, meu pênis ficou de frente para seu rosto, ela ficou olhando, segurou e foi colocando na boca, deixei ela saborear um tempo, a deitei, fui beijando suas pernas, coxas, ate chegar a xaninha, eu sentia a sua ansiedade, minha língua explorava toda sua xaninha, abri os lábios, fiquei chupando seu clitóris ate que Roberta deu um gemido forte, ela gemia, gozava gostoso, subi beijando sua barriga, fiquei chupando seus seios bem suave, passei a beijar sua boca, meu pênis tocou a entrada da sua xaninha, fui entrando, encontrei a resistência, forcei mais e rompi, Roberta deu um suspiro, fui entrando devagar, ela estava abraçada comigo, nos beijávamos, quando entrou tudo, comecei a me movimentar devagar, Roberta começou a falar:
- Eu tinha medo de que a minha primeira vez não fosse boa, mas esta sendo maravilhoso, melhor ate do que eu tinha imaginado.
Eu metia gostoso, sua xaninha era bem apertada, Roberta agora mais calma, curtia a sua primeira vez, aos poucos fomos aumentando os movimentos, Roberta começou a gozar, a medida que ela gozava, eu ia aumentando o ritmo, ela gozava seguidas vezes, ate que me abraçou forte me beijou e depois ficou largada, eu deixei meu pênis dentro da sua xaninha, ele pulsava dentro, eu beijava seus lábios, ela começou a corresponder, depois disse:
- Maravilhoso, estou sentindo seu pau pulsando dentro da minha bocetinha, parece que seu coração esta batendo nele, é uma delicia, as meninas precisam sentir isso também.
Comecei a me movimentar devagar, ela me abraçava, beijava, coloquei a mão por baixo da sua cabeça, segurei forte seu cabelo, comecei a beijá-la e ao mesmo tempo fui aumentando a velocidade dos movimentos, ela começou a mexer os quadris, Roberta soltou minha boca e começou a dizer:
- Mete gostoso, isso, me fode, as meninas precisam saber como é gostoso, mete que eu vou gozar, estou gozannnndooo.
Roberta estava gozando mais forte que a primeira vez, eu sentia as contrações da sua xaninha, eu meti forte ate ela ficar molinha, fui diminuindo o ritmo ate parar, Roberta ainda estava mole, a virei de bruços, coloquei um travesseiro por baixo, peguei o lubrificante, abri seu bumbum, comecei a explorar seu cuzinho com a língua ate que ela foi se recuperando e disse:
- Estou com tesão ai também, sei que vai doer, mas também sei que você vai fazer valer a pena, vem, mete que eu estou morrendo de curiosidade e tesão.
Lubrifiquei bem seu cuzinho e meu pênis, me deitei por cima de Roberta, meu pênis encontrou seu cuzinho, forcei, a cabeça começou a entrer, Roberta gemeu, fechou as mãos, parei um pouco, retirei o pênis, coloquei mais lubrificante no seu cuzinho e no meu pênis, coloquei a cabeça na entrada e fui forçando novamente, dessa vez foi mais tranqüilo, meu pênis foi abrindo caminho devagar, quando estava tudo dentro, comecei a me mexer em cima do seu bumbum para sentir como ele ara gostoso, depois comecei a me movimentar devagar, começamos a nos beijar devagar, nossas línguas se alisavam, me apoiei nos cotovelos e segurei seus seios, brincava com os bicos, pedi para ela mexer em seu clitóris, fui aumentando os movimentos devagar, Roberta começou a me empurrar para cima com o bumbum e disse:
- Eu sabia que você ia fazer valer a pena dar meu cu, agora mete, mete sem pena que esta muito bom, mete que eu vou gozar.
Eu sentia seu cuzinho se contraindo, mordi sua nuca, comecei a gozar, ela gemia, mexia o bumbum, gozamos, gozamos muito, ate que ficamos largados, senti meu pênis amolecendo dentro, ate que sai de cima de Roberta e fui tomar uma ducha.
Roberta chegou no Box, me beijou e disse:
- Foi muito mais do que eu sonhei.
Namoramos um pouco, depois voltamos para o quarto, Roberta estava inquieta, não cabia dentro dela mesma, perguntei o que era, ela falou que estava muito feliz, mas que não estava se agüentando, precisava contar para as amigas, disse que tinha trazido a web cam dela, pediu para ligar o computador, eu coloquei a cam, liguei o computador, era um sábado dez da noite, achei não ia ter ninguém na net, vi que Roberta entrou com um endereço de MSN diferente, fiquei na minha, ela ficou conectada, liguei a TV, começamos a vê um DVD de musica internacional romântica, ficamos namorando, ate que veio um chamado do MSN, fiquei de lado, disse a ela que dissesse o que tinha acontecido, mas falasse que eu estava dormindo, que eu ia fazer uma surpresa a ela e a quem tivesse entrado, ajustei o áudio e o microfone para que Roberta pudesse falar, por coincidência quem chamou foi Milena. Milena é aquela galega que eu a fiz gozar, Roberta se conectou.
Olhei para tela, Milena estava de calcinha e sutiã, um conjunto vermelho muito bonito, elas começaram a conversar, Milena disse que estava se arrumando para ir festa de sua prima com os pais, que não podia faltar, disse que as meninas estavam mais cedo no MSN, mas já tinham saído, Milena perguntou onde Roberta estava, porque estava vendo que não era o quarto dela e ela estava enrolada numa toalha, Roberta começou a dizer o que tinha acontecido, vi que a medida que Roberta contava, Milena se excitava, colocou a mão dentro da calcinha, depois tirou a calcinha e o sutiã, ela estava se masturbando na frente da cam, meu pênis estava bem duro, fui chegando, por trás de Roberta soltei a toalha dela, olhei para Milena, dei tchau, ela disse que isso era sacanagem, que deviam ter chamado ela também, falei que não foi nada programado, disse a ela que ela estava linda nua, ela falou que eu não sabia como ela estava cheirosa, inclusive na bocetinha, Milena colocou a xaninha bem perto da cam, depois ela se afastou, soltei a toalha de Roberta, virei a cadeira de lado para cam, a beijei, depois seus seios, recostei ela na cadeira, comecei a passar a cabeça do meu pênis em seus seios, um a um, Milena assistia, depois segui com o pênis para boca de Roberta, ela começou a chupar um pouco, retirei o pênis e coloquei Roberta de pé com as mãos apoiadas na cadeira e fui por trás, segurei meu pênis na entrada da xaninha de Roberta, fui entrando, Milena gemia de tesão, comecei a meter gostoso, quando senti que as duas estavam quase gozando, retirei da xaninha e disse a Milena:
- Agora é no cuzinho.
Milena disse:
- Não acredito no que você esta fazendo comigo, essa putinha bem que podia ter me chamado.
Pedi a Roberta para abrir seu bumbum, com uma mão segurei meu pênis e com a outra segurava a cam para que Milena visse bem de perto meu pênis entrar no cuzinho de Roberta, eu fui metendo devagar, Roberta começou a se masturbar, Milena já estava há muito tempo, comecei a meter gostoso, as duas começaram a gozar, Milena chamava Roberta de cachorra, que ela não podia ter deixado ela de fora, ela falava e gozava, ate que Roberta se arriou na cadeira e Milena sentou-se, retirei meu pênis do cuzinho de Roberta, pedi para elas esperarem, entrei no banheiro, lavei o pênis, botei perfume nos pelos, voltei e disse:
- Coloquei meu pênis perto da boca de Roberta.
Roberta estava sentada de lado para cam, dava para Milena vê toda extensão do meu pênis, Roberta disse que estava perfumado que o perfume era Frances, Roberta começou a chupar e a se masturbar, Milena chupava o polegar e se masturbava, eu metia na boquinha de Roberta, Milena começou a falar:
- Chupa putinha safada, lembra do que a gente conversa na nossa sociedade, chupa e não deixa cair nada, bebe tudo, goza putinha, que eu vou gozar.
Avisei que também ia gozar, começamos a gozar os três juntos, os gemidos se confundiam, ate que paramos, Roberta virou para cam e abriu a boca, mostrou que tomou todo leitinho.
Milena disse que ia tomar todas na festa, falou que estaria na praia com a gente no domingo, ela se despediu e desligamos o computador.
Depois perguntei a Roberta que MSN era aquele e que sociedade era essa, Roberta disse que agora que eu ia fazer parte ia contar, mas que não podia contar para ninguém quem elas são, falei que nunca contaria quem eram elas.
Ela falou que as meninas que foram para o churrasco, só algumas participariam do concurso, mas que todas participavam de uma sociedade secreta, que todas eram ligadas em sexo, que o objetivo da sociedade era encontrar um homem que também fosse ligado em sexo, mas que gostasse de dar prazer as mulheres, que esse homem seria o primeiro de todas as meninas da sociedade, falou que todas elas procuravam, disse que muitos homens foram cogitados, mas que não tinham sido aprovados, alguns não agradaram as meninas, outros por causa do temperamento, ate que Alice, disse que sua mãe as vezes saia comigo e no outro dia estava feliz, satisfeita. Disse que quando eu fui buscar Alice no colégio, que elas começaram a conversar comigo e eu falava naturalmente sobre sexo com elas, que explicava tudo que elas perguntavam, elas decidiram conversar com o resto das meninas, armaram o churrasco para vê se todas aprovavam, e como eu mesmo tinha visto, elas aprovaram, aprovaram porque eu não tinha frescura, era alegre, gostava de conversar e de participar, disse que agora depois de eu ter tirado a virgindade dela de uma forma maravilhosa e depois de ter feito essa surpresa para Milena, é que eu estava super aprovado, que todas iam querer o mesmo tratamento que eu dei a ela.
Milena disse ainda que todas as meninas da sociedade, já iam fazer vestibular, se não tinham dezoito anos, mas que logo fariam, mas que essa sociedade delas não era a única, meninas de quatorze quinze anos já tinham feito a delas, que estavam só esperando um homem que tivesse coragem de transar com elas. Falei que isso seria difícil, agradeci pela aprovação e disse que eu tentaria corresponder às expectativas delas.
Fomos dormir porque domingo seria muito movimentado.
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