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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Sessão Cinema

Esse conto que descreverei abaixo ocorreu em uma fase obscura da minha vida, após um rompimento de namoro (da parte dela). Quando criança eu achava que não conseguia ficar com garotos, devido minha timidez, mas algum tempo depois descobri minha paixão pela minha melhor amiga de infância, mas esse não é o foco. Eu estava com uns 19 anos quando peguei no pênis de um rapaz pela primeira vez, que é onde quero chegar com este conto, mas preciso descrever algo antes (fato: até então só tinha namorado uma garota, não era virgem, porém era virgem de homem e só conhecia um pênis através de filmes e figuras).
Eu sou uma mulher do tipo curiosa, gosto de saber o que as pessoas sentem, como sentem e o melhor, gosto de me conhecer.
Nesta época eu estava com a minha “ficante”, a Gabriela. As coisas entre a gente iam muito lentamente, ela era toda voltada para os esportes, skates, games, sei lá em que canal ela estava, mas eu sou uns 2 anos mais velha que ela, já pensava mais em sexo, fazer coisas diferentes, conhecer e ter outras sensações, mas ela não. Resumindo, não havíamos transado ainda (e nem chegamos a transar). Ela tinha um irmão mais velho, que é 5 meses mais velho que eu, o Rafael. Ele e a irmã tinham algo em comum: gostar de mulher e vídeo-game, porém ele gostava bem mais de mulher, era o “pegador” do colégio em que estudavam.
Nós costumávamos fazer sessão cinema no apartamento onde eles moravam, chamando a turma toda. Durante essas sessões, eu ficava deitada sobre o corpo dela para ela me fazer carinho, mas ela sempre dormia durante os filmes. O povo ficava enchendo a cara de álcool e também não agüentavam muito tempo acordados. Já o Rafael bebia pouco e já estava acostumado a dormir tarde, pois ficava de madrugada na internet, já que era o único horário em que ele podia ver os vídeos pornôs sem a mãe ou irmã o interrompendo. Já eu não bebia nada, ficava no suco e coca-cola e adorava assistir filmes (ainda adoro). O safado (ou eu que era a safada, não sei! rs) deitava de costas sobre mim, fazendo com que eu ficasse de pernas abertas, e entre os dois irmãos. Eu não sei como ele fazia com o braço, só sei que ele conseguia virá-lo para trás e ficar acariciando meu sexo sobre a roupa. Eu nunca fiz objeções, eu gostava, pra quê parar?! E eu só o deixava me tocar nesses momentos de todos dormindo. Em uma das seções eu fui de vestido, daqueles soltinhos de bater o vento e levantar vôo, e o esquema foi o mesmo, todo mundo dormindo, eu fazendo de conta que assistia ao filme e ele tocando meu sexo.
Desta vez estávamos indo para o terceiro filme e ele colocou o filme “A Chave Mestra”, tinha acabado de sair na locadora (como se esperaria na situação a seguir, não entendi nada do filme! Fui entender alguns meses depois que resolvi assisti-lo novamente!). Dede o começo do filme ele ficou meio que de lado sobre mim e esfregando o cotovelo dele sobre meu sexo. Eu estava já com o coração acelerado pela situação, pois e se alguém visse? E se a Gaby acordasse e visse o irmão me tarando? E que merda de filme é esse de vudu? Continuei fingindo que assistia e entendia ao filme. Ele foi colocando cada vez mais pressão sobre meu sexo, já que eu evitei de esboçar qualquer reação, mas não sabia ele que minha calcinha já estava toda molhada. Ele então levantou o meu vestido na perna direita, que era a que estava flexionada sobre o sofá para ele não deitar sobre minhas pernas. Como ele estava de lado, ficando de costas para a TV e se apoiando em mim com o lado direito do seu corpo, com a mão esquerda ele deslizava seus dedos em minha perna, fazendo com que a pele ficasse eriçada. Quando ele percebeu a minha reação ao seu toque, foi lentamente deslizando os seus dedos para a minha virilha, fazendo graça nas bordas da minha calcinha. Como quem não quer nada ele deslizou o dedo para dentro da minha calcinha, tocando minha “amiga” que aguardava ansiosa ao seu toque. Como ela estava toda molhada, ele não teve nenhuma dificuldade em deslizar o dedo para cima e para baixo. Ele fazia aquilo tão lentamente, tocando cada curvinha dos meus pequenos e grandes lábios, dando a volta no meu grelhinho e roçando a entrada da minha vagina, pra mim ele podia continuar fazendo assim pelo resto da noite. Ele subiu um pouco o tronco sobre mim e deitou sua cabeça entre meus seios, de longe dava pra enganar que estava dormindo, mas o que ele queria mesmo era ouvir as batidas do meu coração e continuou a deslizar seus dedos no meu sexo. Os dedos dele não eram ásperos, tinha as unhas bem cortadas e lixadas, não tinha nada que fizesse com que eu não gostasse daquele toque.
Ele ficou assim vários minutos, fingindo dormir enquanto eu fingia assistir ao filme. Acho que o fez durante metade do filme. A sensação que eu tinha era que meu corpo já estava a 40º! Eu não podia me mover para acompanhar os movimentos dos dedos dele, meu corpo sobre a Gaby e ele sobre mim, eu tava presa ali. Eu então virei um pouco a cabeça dele, deixando seu ouvido livre do meu colo, baixei minha cabeça deixando minha boca colada em sua orelha e fiquei respirando em seu ouvido. Isso o excitou tanto que consegui ver sobre o bermudão que usava que ele estava de pau duro. Ele então começou a colocar só a pontinha do dedo na minha vagina, mas como eu não estava acostumada com um dedo largo, já foi de grande diferença para mim e eu estava adorando o entra e sai que fazia. Minha respiração foi ficando cada vez mais quente em seu ouvido, ele enfiando gradativamente um pouco mais do seu dedo, minha vagina se lubrificando mais e mais, só desejando cada vez mais aquele dedo dentro de mim. Eu já estava enlouquecendo com o vai e vem lento que estava fazendo, queria acelerar aquilo de uma vez... eu então tomei coragem, pedi em seu ouvido para ele sentar um pouco mais para frente, ele tirou o dedo da minha vagina e o lambeu ao se sentar, provando meu líquido. Fiz um contorcionismo ninja e tirei a calcinha sem me mexer muito ao ponto de acordar a Gaby, flexionei minha perna esquerda que ficou na beirada do sofá, assim tampava a visão de quem estava caído no chão, puxei o corpo dele de volta para cima do meu, jogando ele para o outro lado e desta vez peguei sua mão direita (ele é destro!) e a coloquei em meu sexo. Ele lambuzou o dedo no meu líquido e me penetrou. Ele começou novamente o ritmo que estava antes, então eu segurei a mão dele e dei o ritmo que eu queria na penetração e disse em seu ouvido “eu quero assim” sussurrando. Ele obedientemente manteve o ritmo que eu ditei e continuei respirando em seu ouvido, tomando cuidado para não gemer e se gemesse que fosse o mais baixo possível. Ficamos assim até o fim do filme, já estava começando a subir as letrinhas dos créditos e eu pedi para ele acelerar mais. Ele levantou a cabeça desencostando de mim, deu uma olhada para a irmã dele capotada de sono atrás de mim, depois levantou minha saia entrando embaixo dela e começou a me penetrar “velocidade 4” e chupando meu grelo. Nunca fiz tanta força para não gemer e me mexer como naquela vez. Eu então segurei a cabeça dele sobre meu vestido, não sei como ele interpretou aquilo, só sei que imediatamente eu senti mais um dedo entrando em mim e se juntando ao que já estava no vai e vem. Aí foi cachorrada! Como eu ia não tremer com dois dedos largos me penetrando e uma língua nervosa me chupando? Eu meio que saltei um pouco para frente, desencostando meu corpo do da Gaby, olhei para ela e para os outros capotados pela sala, fui empurrando o Rafa só um pouco para frente, devagar, enquanto ele me chupava e penetrava, para eu ter um certo espaço da Gaby e me entreguei àqueles dedos maravilhosos! Ainda bem que tínhamos a música de fundo dos créditos para abafar um pouco o som que minha vagina estava fazendo. Era um “vucs vucs vucs vucs” tão bom, como eu adoro quando minha vagina faz este som! Quando foi subindo aquela sensação de que iria gozar, segurei a cabeça dele para que ele não a tirasse e me mexi conforme os dedos dele me penetravam. Senti minha vagina apertando tanto os dedos dele... o safado, mesmo quando eu gozei, e eu deixei bem claro isso pra ele pelas tremidas que minhas pernas deram , ele não parou de me penetrar e me chupar. Eu já estava escalando o resto do sofá, tentando fugir da boca dele, ele me segurou passando a mão esquerda por trás do meu quadril, eu fiquei com ambas as pernas flexionadas na beirada do sofá, me encostando no ‘corpo’ do sofá e ficando de pernas abertas, ele agachado no chão, ficando na beira do sofá e ele me socando socando socando socando... quando gozei pela segunda vez eu me esparramei de propósito para fora do sofá, forçando ele a tirar os dedos de dentro de mim e sair rápido de baixo do meu vestido, ficando sentado no chão e eu sobre suas pernas, meio que montando nele. Eu o abracei tão forte, tentando conter a tremedeira e acalmar minha respiração, ele me abraçou de volta e em seguida agarrou minha bunda com ambas as mãos e ficou apertando-a. Nossa, até então eu nunca tinha recebido apertões na bunda após gozar... eu gostei tanto que até hoje eu peço para apertarem minha bunda depois do gozo! rs
Quando já mais calma, reparei que já estava clareando e que logo logo alguém poderia acordar. Ele veio em direção a minha boca para me beijar e eu o parei impedindo o avanço com as mãos em seu peito e dizendo:
- “Não não, não posso, estou com sua irmã!”, sorrindo.
- “Depois de tudo isso?”, ele respondeu sorrindo também.
- “Você quer dizer ‘depois de SÓ isso’!”, respondi com outro sorriso, agora de orelha-a-orelha, deixando claro que estava brincando.
Ficamos sorrindo um para o outro por poucos segundos, eu ainda montada nele. Eu então coloquei minha mão direita dentro do bermudão dele, com minha esquerda eu me agarrei na lateral esquerda da bermuda, peguei seu pinto, puxando-o para fora e comecei a “bombar” rápido, ele deu uma travada de susto e começou a respirar curto...
- “Você tem que dar um jeito nisso (olhei para o pinto dele) antes que alguém veja!”, eu disse pausadamente olhando em seus olhos, enquanto bombava rápido, e dei um selinho em sua boca no fim da frase.
Nisso a Gaby se mexeu no sofá, rolando para o outro lado, eu saltei do colo dele no susto, para me sentar no sofá novamente, ele levantou num pulo e saiu correndo e se trancou no banheiro.
Ainda sentada, coloquei a calcinha de volta, então tentei levantar o mais naturalmente possível do sofá, indo em direção ao DVD para tirar o filme de lá, aí não sei o que eu fiz que derrubei alguma coisa para o lado de trás da estante, fazendo a Gaby despertar e um garoto que nem lembro o nome se mexer no chão. Ela olhou pra mim com o DVD do filme na mão, perguntou que filme era, depois da minha resposta me perguntou se tinha gostado e só respondi “Nem sei, só assisti o começo!”.




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