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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

pequena escrava

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Acordei naquele dia como de costume às seis e meia em ponto. Sai de casa para o trabalho como em um dia qualquer. Como sempre, quase sou atropelado, enlatado num metrô extremamente entupido, trepido em um ônibus que por fora é lindo, mas que por dentro o conforto é nulo, durante a jornada de trabalho stress e mais stress e como não fosse novidade, trabalhos em cima da hora para entregar. Enfim, estava sendo um dia completamente corriqueiro, se não fosse um detalhe. Meu telefone tocar aproximadamente ao meio dia de um número que nunca me passou pela cabeça que iria aparecer na minha bina.
- Vai fazer o que hoje à noite, Dyas?
- Hoje é meu aniversário? Você me telefonando, Dara? Ou aconteceu algo muito sério ou é uma grande pegadinha.
- Não me respondeu. O que vai fazer hoje à noite?
- Nada. Vou sair do serviço e ir para casa.
- Vem me comer. Estou precisando de um macho.
Aquelas palavra soaram como um gatilho avassalador na minha mente. Por um lado eu teria que entregar as tarefas naquele dia, por outro eu precisava de uma noite com aquela mulher. Conhecemos-nos em um barzinho BDSM. Batemos um bom papo, tomamos cerveja, trocamos telefones e vez ou outra eu a telefonava para tentar marcar um novo encontro. Dara, sempre ocupada, nunca tinha conseguido ir, sempre desmarcando horas antes devido sua profissão ter horários bem mais alternativos que o meu. Mesmo ela sendo ocupada, passávamos por umas boas duas horas conversando e conhecendo um ao outro. Dara era do tipo de mulher que gostava de apanhar. Se o sexo não tivesse uns bons tapas, ela preferia ter ficado em casa assistindo televisão. Uma loba, com seus quase trinta e nove anos, de corpo com grandes proporções. Alta, seios grandes, bunda grande, uma voz de mulher firme e segura e um sorriso de mulher decidida. Dara além de ostentar uma inteligência afrodisíaca carregava uma enorme gula por sexo, e como há muito não via um pau, sentia a fome de um vampiro recém-acordado.
Por um momento titubeei querendo dar mais atenção ao meu trabalho, mas aquele momento era único. Não saberia quando Dara teria tempo livre novamente, e como ela adorava ser subjulgada, eu teria o prazer de descontar todo o stress do dia naquela deliciosa vadia. Depois de ouvir por sua última súplica minha voz mudou na hora.
- Acha que eu vou te comer só porque você quer vadia?
Ela emudeceu nesse momento. Eu apenas ouvia a sua respiração forte como se quisesse me dizer algo, mas que tinha entendido o recado. Eu sentia que ela estava completamente diferente das vezes que conversamos. Sem muita pausa, continuei.
- Acha mesmo que eu vou te comer só porque você se acha no direito de ganhar uma rola?
- Nã… Não… – Gaguejando me respondeu.
- Não o que, vadia? Põe-te no teu lugar. Pra você eu sou senhor, quem manda sou eu, e o máximo que você pode fazer, é implorar e sonhar que eu um dia vá satisfazer as tuas vontades.
- Perdão senhor. Por favor, preciso de você. Preciso te ver. Permita-me lhe mostrar que posso ser uma boa vadia pra você, meu senhor.
- Seis horas. Você no teu carro. Na estação perto da tua casa.
Desliguei o telefone na cara dela e tentei esconder o sorriso que começava a me tomar a face. Uma transa com aquela mulher prometia e muito. Concentrei-me no serviço para que minha rola não me fizesse passar vergonha dentro do escritório. Quando percebi que o relógio estava se aproximando das quatro e meia, me arrumei e de fininho dei o fora de lá.
O relógio se aproximava das seis horas quando cheguei à estação. Meu celular vibrou logo em seguida com uma mensagem dela informando que estava para chegar e me pedindo para esperar em uma rua próxima. Ajeitei meu chapéu e esperei próximo a um poste fumando um cigarro. Ela chegou quase quinze minutos depois, me olhando e sorrindo. Eu de cara fechada entrei no carro, e minha primeira ação foi desferir-lhe um tapa no rosto dizendo:
- Se eu disse seis horas, são seis horas, puta.
E logo em seguida beijei-lhe a boca. Ela pediu perdão pelo atraso, e prometeu me recompensar pelos minutos perdidos e por todas as vezes que não pudemos nos encontrar. Paramos em uma padaria próxima e comprou algumas cervejas. Continuamos o trajeto trocando poucas palavras, mas vez ou outra acabávamos com as mãos um na coxa do outro em algum semáforo fechado.
Em pouco tempo chegamos a um motel barato, porém bonito. Peguei a chave e começamos a andar por um longo corredor. Ela andava a passos curtos, tentando ajeitar algo dentro da bolsa, quando de súbito tomei-lhe pelos cabelos e segui a arrastando até a porta do quarto. Ela entendeu o recado, e sem reclamar caminhava no meu ritmo sem tentar se livrar. Abri a porta do quarto com ela me olhando com um sorriso de vadia na cara. Ainda pelos cabelos a joguei brutalmente pra dentro do quarto. Fechei a porta e ela se mostrava realizada com tudo aquilo. Tirei meu chapéu calmamente e coloquei em uma mesa próxima. A olhei e ela me fitava quase que me desafiando. Tirei seu sorriso do rosto em mais um tapa. Dessa vez forte, estralado. Forte o bastante a ponto de fazer seus cabelos voarem e cobrir parte do seu rosto. Antes que Dara se recobrasse do susto, a puxei mais uma vez pelos cabelos, e a puxando junto ao meu corpo comecei a lhe falar ao pé do ouvido com uma voz rouca beirando o ameaçador:
- Era isso que tu queria, não, vadia? Achava que eu não fosse capaz de te tratar do jeito que você merece.
O que era um sorriso safado na boca se tornou um rosto de temor. Ela me pedia desculpas por ter sido uma péssima puta, e me dizia que iria me recompensar. Eu não mudava o tom de voz. Dizia que eu era o dono dela, e que depois daquela noite ela aprenderia a ser a vadia que eu mereço. Numa puxada mais forte a coloquei de joelhos no chão. Ainda a segurando pelos cabelos, esfreguei sua cara na minha calça. A fiz sentir minha rola dura como aço enquanto perguntava se era aquilo que ela queria. Quando lhe dava um tempo, ela me olhava e dizia que sim. Dei-lhe mais uns três tapas na cara até que aprendesse a me chamar de senhor. Depois de domá-la do jeito que ela tinha tanto sonhado, comecei a subjugá-la da forma que ela tanto queria. Olhei pra cara dela, e ríspido disse:
- Abre.
- Mas eu devo meu senhor?
Com força dei-lhe outro tapa na cara:
- Você está aqui para me obedecer, não para perguntar. Abre!
- Desculpa senhor. Me perdoa.
Dei-lhe ainda mais alguns tapas na cara antes que abrisse minha calça. A disse para nunca mais agir daquela maneira, e ser mais eficiente. Ela ainda com uma feição assustada começou a abrir minha calça devagar. Eu me mostrava insatisfeito com aquela demora e a desferia ainda mais tapas. Quando abriu minha calça, mandei tirar minha rola de dentro da cueca. Mais prestativa agora, tirou meu pau da sua prisão de pano me falando o quanto era bonito ver minha rola tão dura, mas dessa vez sempre me chamando de senhor. Sem lhe ser nem um pouco bondoso, ordenei que chupasse. Seus lábios tomaram a cabeça inchada do meu pau em uma sugada. Seguia um movimento de vai e vem lento, cadenciado. Deixei que provasse um pouco do meu caralho até que a puxei novamente pelos cabelos e com outro tapa lhe disse para chupar direito. Ela começou a aumentar o ritmo, mas ainda via muito do meu pau para fora de sua boca. Resolvi tomar controle da situação, e a puxando forte pelos cabelos a fiz engolir meu pau até que seu nariz encostasse ao meu corpo.
- Eu te disse pra me chupar direito, vadia! Parece que não entende puta! Chupa direito o meu caralho, porra!
Ela engasgava com a minha rola tocando sua garganta. Era uma delícia sentir seus dentes tocando a base do meu caralho e ouvir a puxada forte de ar quando eu liberava sua cabeça. Dara suava da cabeça aos pés. Ela já havia me confessado que quando sentia um tesão forte, ela vertia em suor e no momento, ela parecia que desidrataria mesmo com o ar condicionado ligado na temperatura mais baixa.
Livrei-me de toda a roupa que ainda sobrava no meu corpo e sentei-me na cama. Ela não tirava o pau da sua boca por um segundo sequer. Sentado na cama, me apoiei com as mãos, enquanto ela continuava aquele maravilhoso boquete que já bem instruída, engolia meu cacete sem precisar mais que eu a guiasse. Eu delirava enquanto ela mostrava o porquê merecia ser a minha vadia particular. Ela por dados momentos tirava a boca do meu pau e me lambia, passava a boca na cabeça do meu pau me olhando só pra provocar, e depois engolia com gosto ela inteira novamente. Numa das vezes que tirou meu pau por completo resolveu me pedir uma cerveja. Eu quase que me deixei levar pela sua arma sedutora de me pedir lambendo a cabeça da minha rola, mas consegui não sucumbir e lhe dei mais outro tapa na cara e falei para pegar a cerveja, que abrisse e que me entregasse. Ela levantou e voltou abrindo a cerveja me olhando, esperando que eu aprovasse o fato dela dar um gole. Estendi a mão para que ela me entregasse a latinha e ela o fez. Dei um severo gole seguido de um suspiro, e mandei que voltasse a me chupar. Ela ainda tentou relutar, me disse que estava com a boca seca, e eu, como um malvado mestre continuei com a ordem anterior. Ela ainda tentou insistir, o que me fez novamente levantar, a pegar pelos cabelos, a jogar no chão e dizer:
- Vadia. Vou resolver esse teu problema de boca seca, mas vou resolver com porra! Chupa vadia!
E aos tapas cada vez mais fortes ela me chupava. A segurei pelos cabelos, peguei firme minha rola e lhe dei uma surra de pica dura na cara. Ela gemia cada vez mais alto, conforme a intensidade aumentava. Sentei novamente na cama ainda com seus cabelos enrolados na minha mão e comecei a bater uma punheta. Ela lambia a cabeça do meu pau para ajudar com que minha porra viesse com gosto. Quando senti que estava para chegar, coloquei minha mão na frente do meu pau. Queria dar a ela minha porra de concha, mas os jatos voaram de uma forma tão violenta que passavam pela minha mão e lhe molhava a boca, cabelo, rosto. Por fim o que sobrou em minha mão esfreguei na sua cara, lhe estapeei um pouco mais, a puxei com voracidade, beijei-lhe a boca e lhe permiti tomar uma cerveja. Aquela noite só estava em seu delicioso começo.

 



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