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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Namoro a três

Desde o primeiro período de faculdade, sempre vi as duas pelos corredores. Elas tinham muito em comum fisicamente… Ambas tem cerca de um metro e 60, são magras (tem um bonito corpo, porém sem serem “boazudas”), tem seios pequenos e só viviam juntas. Sempre as achei bastante interessantes e tive um tesão reprimido por elas. Porém, só neste período é que fomos nos encontrar na mesma turma.
Raquel é a mais velha. Com 20 anos, seus cabelos são alourados. Ela se maqueia com muito cuidado diariamente (pelo que pude perceber, ela tem algumas poucas espinhas e um pouco de olheiras, o que pode explicar o pó-de-arroz), vive bem arrumada e com um perfume de enlouquecer. Como já disse, é magra e tem seios pequenos, porém seus quadris são surpreendentemente largos, embora seu bumbum não seja arrebitado. Já Renata tem 19 anos, olhos verdes e usa aparelho nos dentes. Não usa quase maquiagem, mas seus olhos ajudam muito num rosto que é mediano, nem bonito nem feio. Seus cabelos são castanho-escuros, e seu corpo é mignon, com seios e quadris pequenos mas proporcionais.
Elas são um pouco arredias, e só as via conversando com umas poucas pessoas. Puxei papo algumas vezes, mas nunca tive muito sucesso, embora pudesse jurar que já havia visto as duas falando algo e me olhando, como se comentassem sobre mim. Raquel, em especial, parecia me observar de vez em quando, e já a havia surpreendido me olhando por mais de uma vez. Como disse, as duas andavam sempre juntas. Outra coisa que eu achava estranho era o fato de as duas simplesmente “desaparecerem” de vez em quando, para voltarem algum tempo depois. Porém, isso nunca me chamou tanto assim a atenção, pois poderiam estar em dezenas de lugares, principalmente em nossa faculdade, com prédio grande e lanchonetes diversas…
Um dia, porém, eu estava chegando e vi as duas passarem pelo hall de elevadores em direção a um corredor que àquele horário (estudava à noite) normalmente deveria estar vazio. Curioso, disfarcei e fui atrás delas, tomando o cuidado de não ser visto. Em alguns poucos minutos, as duas viraram em um segundo corredor e entraram em uma das salas. Aguardei um pouco, ainda preocupado em ser descoberto, e fui até a sala. Quando olhei pelo vidro, quase caí para trás! As duas se beijavam apaixonadamente, e suas mãos percorriam o corpo uma da outra, embora as duas estivessem completamente vestidas… Me abaixei pensando o que deveria fazer, e após um debate (bem curto) com minha consciência, a excitação venceu.
Voltei a me levantar e novamente espiei pelo vidro. Agora, Raquel havia abaixado as alças do vestido de algodão que usava e Renata lambia e beijava seus seios pequenos, enquanto Raquel acariciava sua cabeça. Depois de algum tempo, foi a vez de Raquel pedir a Renata que levantasse a blusa e então passar a mordiscar e beijar os mamilos duros dos seios quase adolescentes de Renata, que gemia baixinho.
Minha cabeça girava de excitação, e eu já estava quase gozando. Pensei que eu não poderia simplesmente ir embora dali, que eu tinha que aproveitar aquela chance… Então, quase sem pensar, abri a porta e entrei. Por um momento, as duas não perceberam minha presença. Renata, então, abriu os olhos e quando me viu deu um pulo para trás, empurrando Raquel e se recompondo. Raquel, ainda mais assustada, olhou para trás e ficou mais branca que o pó de arroz que usava quando me viu. As duas recuaram um pouco e ficaram me olhando. Renata deixou escapar algumas lágrimas de nervosismo de seus belos olhos verdes, mas Raquel, embora nervosa, conseguiu falar:
- “O que você quer? O que está fazendo aqui?”, disse Raquel. – “Ora, eu vi vocês vindo para cá e como queria saber se vocês tinham uma matéria que eu perdi resolvi vir atrás. Só que quando cheguei aqui…”, respondi. – “Você… Você n-não vai contar nada prá ninguém, né?” – perguntou Raquel – “Não, não se preocupem. Não tenho nada com a vida de vocês… Mas agora que vocês tem um segredo comigo, eu acho que posso perguntar umas coisas para vocês sem medo…” – “Sim, pode…”, disse uma desconfiada Raquel. – “Sabe, eu sempre achei que vocês me olhavam e comentavam algo entre si. Além disso, sempre achei que você em especial vivia me olhando disfarçadamente…”
Raquel ficou vermelha… Renata também estava pouco à vontade, mas desta vez foi ela quem falou, ainda chorando um pouco:
- “Nós… nós sempre achamos você uma gracinha. Além disso, como você é mais velho (tenho 32 anos) que a gente a gente ficava… fantasiando umas coisas…” – “Fantasiando? Como assim?” – perguntei.
As duas se entreolharam, envergonhadas. Percebendo que eu estava prestes a ganhar na loteria, me aproximei dela e tirei um lenço do bolso, passando a enxugar as lágrimas que ainda molhavam o rostinho de Renata. Então, perguntei:
- “Vocês… tem fantasias sexuais? Comigo???”
As duas se olharam mais uma vez, e finalmente Raquel confirmou, olhando para o chão. Eu quase caí sentado de imaginar que enquanto eu passara um ano de pau duro por causa daquela duplinha, as duas cochichavam sobre mim… Após alguns segundos meditando, falei:
- “Mas… vocês não são…” – “Não, não somos. A gente se gosta, e de uns meses para cá tem “namorado” escondido. Mas a gente gosta de homens, também. Já tivemos namorado. Na verdade… Na verdade sempre tivemos a vontade de ficar com o mesmo cara… Ao mesmo tempo…”
Sim, sim, claro. Estava eu ali com duas meninas bonitinhas, de 19 e 20 anos, e as duas praticamente se ofereciam para ir, juntas, para a cama comigo… Quase olhei em volta para ver se não era pegadinha!
Depois de um tempo, falei:
- “E… E se eu fosse esse cara?” – “Mas você… você não é casado?” – respondeu Raquel – “Isso não tem nada a ver”, disse, sorrindo.” – “Eu… eu não sei… Uma coisa é fantasia… A outra…” – disse Renata – “Ora, Renata! A gente sempre falou disso! Não vai querer dar para trás agora, né?”, disse Raquel – “Mas, Raquel…” – “Que mas o que!” – disse Raquel. – “Sabe o que é?” – disse Raquel para mim – “Renata ainda é virgem. Ela só teve experiências comigo…”
E uma das duas ainda era virgem!!! Isso estava bom demais para ser verdade! Mas, como eu não tinha mais nada a perder mesmo…
- “E porquê a gente não faz o seguinte” – disse, acariciando o rosto de Renata enquanto olhava em seus olhos – “a gente pega meu carro, vai a um motel e entra. E eu prometo que nada que vocês duas não queiram vai acontecer. Se vocês quiserem ir embora, nós vamos. Se quiserem ficar, ficamos. Se você, Renatinha, quiser só brincar com a Raquel, não vou obrigar você a nada…”
Renata olhou para o chão, depois me olhou de novo nos olhos e fez que sim com a cabeça. Raquel, então, deu um sorriso e olhou para o relógio. Então, disse:
- “É melhor a gente ir! Está na hora da aula”, disse Raquel – “Posso pedir uma coisa antes?” – perguntei. – “Fale…” – “Queria um beijo. Só um beijo, de cada uma de vocês, para ter no que pensar até o dia em que a gente vai ao motel…”
Dei então um beijo molhado e gostoso em Renata, que parecia ser muito romântica. Quando terminamos, Raquel se aproximou e passou a mão por trás de meu pescoço, me dando um beijo quente e erótico. Por fim, sem tirar o braço de trás de minha cabeça, ela puxou Renata e a beijou na minha frente, com sua língua percorrendo a de Renata, e eu quase gozei ali mesmo…
Ao final da aula, descemos juntos e no pátio marcamos o dia: Seria na quarta-feira (era uma segunda), dia em que tínhamos aulas de 16 as 22:40. Todos sairíamos mais cedo do trabalho e nos encontraríamos as 13 horas na própria faculdade, de onde iríamos no meu carro a um motel. Eu fiquei responsável por encontrar um motel que aceitasse mais de duas pessoas em um quarto e que fosse confortável e discreto, coisa que fiz com gosto.
Na quarta-feira, as 13 horas em ponto cheguei à faculdade. Quando vi as duas, quase caí para trás! Raquel estava mais produzida do que nunca, com um vestido preto delicioso, muito bem maquiada e com os cabelos presos. Renata, por sua vez, parecia uma menininha: De saia curta, camiseta e rabo-de-cavalo, era a imagem de uma fantasia erótica. Nos cumprimentamos e entramos no carro, eu dirigindo, Raquel no banco da frente e Renata atrás.
O caminho até o motel foi silencioso, embora se pudesse sentir no ar a excitação. Reservei uma grande suíte, com sauna, piscina, uma grande banheira de hidro, entre outras coisas. Comprei também quatro vibradores, que levei comigo. Entramos no motel e fomos para o quarto. Ao entrarmos, as duas andaram por toda a suíte, olhando cada detalhe. Sentei na cama e fiquei observando as duas passearem, de mãos dadas, pelos cômodos. Depois de alguns minutos, ambas voltaram ao quarto e ficaram conversando baixinho. Depois, começaram a se acariciar no rosto, sempre se olhando, até que começaram a trocar um beijo apaixonado, bem de leve. Em pouco tempo suas mãos começavam novamente a percorrer os corpos uma da outra, e finalmente as roupas iam sendo tiradas.
Primeiro, Raquel tirou a blusa de Renata, revelando um par de seios maravilhosamente pequenos mas com mamilos durinhos. Depois, raquel tirou a sainha de Renata, deixando à mostra uma calcinha de renda branca. Por fim, Raquel deixou cair seu vestido, revelando que era o que se chama uma “falsa magra”. Seus seios eram pequenas laranjas, e seus quadris ao vivo e à cores eram muito melhores do que pareciam sob a roupa, tornando-a uma menina muito apetitosa. O beijo das duas continuava, até que Raquel (que parecia ser a que tomava as iniciativas naquele gostoso relacionamento) começou a beijar o pescoço de Renata, descer pelo seu ombro e finalmente chupar um daqueles seios lindos. Renata, de olhos fechados, gemia baixinho, mostrando muita excitação.
Eu aproveitei aqueles momentos e tirei toda a roupa, ficando nú e com meu mastro já mais do que ereto. Renata apertava a cabeça de Raquel contra seus seios, e Raquel lambia e chupava cada vez mais rápido. Quando Raquel colocou Renata sentada na cama e se abaixou para continuar a lambê-la, pude ver aquelas ancas deliciosas viradas para mim, com a calcinha enfiada entre os dois lados do paraíso.
Me aproximei e encostei em Raquel por trás, começando a beijar sua nuca e a sentir aquele perfume que tantas vees me excitara na sala de aula. Raquel virou para trás, me deu um beijinho de leve e voltou ao trabalho em Renata, desta vez descendo pela barriga da menina e finalmente chegando à vagina, afastando a calcinha para poder lamber. Aproveitando que ela se agachara, tirei sua calcinha e me coloquei por baixo dela, com o rosto para cima, tentando chegar à sua grutinha. O cheiro de Raquel era algo de maravilhoso. Nunca havia estado com alguém tão cheirosa, em cada pedacinho do corpo. Sua vagina cheirava a flores, e seu clítoris, maior do que o “normal”, era um ponto rosa no meio de poucos pelos, já que ela se depilava. Comecei a lamber devagar os grandes lábios de Raquel, enquanto ela fazia o mesmo com Renata. Éramos uma sinfonia de gemidos, com línguas, saliva e suco vaginal por todos os lados.
Após algum tempo nesta posição, Raquel se levantou e deitou na cama, de barriga para cima. Abrindo as pernas, ela fez sinal para Renata, que se deitou de bruços e começou a lamber a vagina de Raquel. Raquel, então, fez sinal para que eu fizesse o mesmo em Renata. Tirei sua calcinha devagar, quase como se Renatinha fosse de vidro, e me coloquei na mesma posição que estivera antes. Bem devagar, me aproximei da rachinha de Renata e comecei a lamber delicadamente. No primeiro toque de minha língua, Renata estremeceu e acelerou os movimentos na vagina de Raquel, que a essa altura já gritava de prazer. Eu lambi um pouco mais e finalmente senti que era a hora. Me levantando, cheguei perto do ouvido de minha virgenzinha e perguntei baixinho se ela queria que eu a fizesse mulher.
Ela parou de lamber Raquel por alguns instantes e me olhou nos olhos. Quase pude sentir faíscas saindo daqueles olhos verdes brilhantes, de tanta excitação que Renata sentia. Ela deu um lindo sorriso com seu aparelho e disse: “Eu quero ser sua mulher. Só sua. Seja meu homem, por favor!” Quando escutei suas palavras, quase gozei ali mesmo. Aquela menina tão recatada estava muito além da excitação que um dia imaginara ter!
Enquanto Renata voltava a seu trabalho com a língua, me posicionei por trás dela e encostei a cabeça de meu pênis na entrada de sua grutinha virgem, sentindo os pelinhos me roçarem. Encostei a cabeça por trás da sua, e disse baixinho em seu ouvido: “Meu amor, você vai virar mulher agora.”. Então, empurrei bem devagar, com cuidado para não machucar.
Apesar da virgindade da rachinha, meu pau entrou fácil, pois o que não faltava era lubrificação. Quando senti o hímem de Renata, parei e disse a ela que ia doer um pouquinho. Ela fez que sim com a cabeça, e eu então empurrei com força, de uma só vez. Renata soltou um grito de dor, enquanto eu deixava meu pau dentro dela para acostumar sua vagina. Lágrimas saíram de seus olhos, e Raquel se levantou e veio beijá-la sofregamente. Renata olhou para trás e disse para mim: “A dor está passando. Eu… eu esperei tanto por isso! Me come! Me faz gozar!”
Sob os olhares atentos de Raquel, comecei um entra e sai na vagina de sua namoradinha, acelerando cada vez mais. Nossos corpos já pareciam um só, de tão ritmado estavam nossos movimentos. Renata gritava cada vez mais alto, enquanto Raquel ora beijava a ela, ora a mim, sempre acariciando com as mãos os seios de Renata. Finalmente, Renata começou a gritar ainda mais alto e a estremecer, até que deu um urro e depois de dez segundos tremendo como louca se deixou cair na cama, exausta depois do gozo. Raquel deitou do lado dela, e a cena me tocou: As duas se beijaram apaixonadamente, e Raquel disse a Renata: “Viu, eu não disse que não doía, amor?”. Renata sorriu para ela, se virando para mim e me mandando um beijo, dizendo: “Obrigado. Você foi delicado comigo”
Como eu ainda estava em ponto de bala, deitei-me ao lado das duas e puxei Raquel até que ela ficasse de lado. Meti de uma só vez em sua vagina, e ela começou a rebolar, mostrando que já tinha alguma experiência. Renata nos observava atenta, acariciando o rosto e o corpo de sua namorada. Logo Raquel também começava a gritar e a gozar feito louca, se remexendo, o que aumentou mais ainda minha excitação e finalmente eu gozei um rio de esperma em sua vagina, caindo exausto sobre ela e sobre Renata.
Ficamos os três ali, deitados, por algum tempo, um acariciando o outro. Depois de alguns minutos, me levantei e fui até a banheira de hidro, ligando-a e colocando espuma. Em breve, minhas duas meninas vieram também, de mãos dadas, e entraram. Conversamos por alguns minutos, falando sobre nós e sobre nossas relações.
Raquel e Renata me confessaram que eram apaixonadas uma pela outra, mas que sentiam necessidade de ter também um homem na cama. Eu, obviamente, disse a elas que comigo seu segredo estaria seguro, e que sempre que pudesse seria o homem que elas tanto queriam. Elas sorriram e me abraçaram ao mesmo tempo, começando a me beijar a boca, o rosto, o pescoço… Em breve meu mastro estava de novo em pé, e Raquel o segurou por baixo d’água e começou uma gostosa punheta. Me sentei na borda da banheira, encostando na parede, e deixei meu pau à vista. Raquel entendeu o que eu queria, e lavou-o com a água para tirar a espuma. Depois, começou a acariciá-lo e finalmente beijou a pontinha dele. Meu pau estremeceu, e Renata deu um risinho nervoso, certamente pela excitação. Raquel finalmente abriu a boca e colocou a cabeça para dentro, começando um delicioso vai-e-vem.
Eu me recostei e fiquei observando. Raquel, então, olhou para Renata como se observasse se ela estava prestando atenção. Logo depois, parou de me chupar e puxou a namorada para perto de mim. Renata olhou para ela, segurou meu pau e, devagar, baixou sua cabeça até ele. Então, começou a me chupar exatamente como Raquel fizera, só que olhando nos meus olhos. A visão daqueles olhos verdes lindos me olhando nos olhos enquanto aquela menininha me chupava me levou às nuvens! Perguntei a Raquel se aquela era também a primeira vez que Renata chupava alguém, e ela disse que sim, e que ela estava ensinando ela para que ela pudesse me dar prazer.
Isso me excitou ainda mais, e eu segurei o rabo-de-cavalo de Renata e comecei a fuder sua boca. A menina pareceu assustada a princípio, e olhou para Raquel. Rquel, porém, deu a ela um olhar de “é isso mesmo!”, e ela se manteve firme. Meu pau entrava e saía da boca de Renata, enquanto Raquel acariciava meu peito e me beijava, até que eu estava prestes a gozar. Então, falei com dificuldade para Raquel que ia gozar, para ela avisar a Renata. Ela, então, desceu e ajudou Renata a chupar ainda mais rápido e ao mesmo tempo começou a tocar punheta em mim com aquela mão delicada.
Não resisti e comecei a gozar como louco na boca de Renata, que tomou um susto e arregalou os olhos quando sentiu o primeiro jato de porra na boca. Porém, incentivada por Raquel ela esperou até que eu terminasse de gozar. Relaxei, então, e me reclinei, mas ainda tive tempo de ver quando Raquel puxou renata e ambas se beijaram sofregamente, com minha porra escorrendo entre seus lábios e molhando queixo e seios das duas… Aquela tarde e noite foram maravilhosas, com muitos gozos. Ainda comi a bundinha de Raquel (mas não a de Renata, que ficou com medo) e transamos por diversas vezes. Ao final, ficamos quase meia-hora deitados nos acariciando, e fizemos juras de amor à três.
Depois deste dia, conviver com as duas na faculdade é uma tortura. A cada minuto que estou com elas tudo o que quero é levá-las para algum lugar e transar. Estamos os três “namorando” até hoje, e já saímos juntos por outras vezes. Saí também com cada uma das duas em separado, por várias vezes. Renata, aliás, tem se mostrado cada vez mais safada e mais louca por sexo, e sua bundinha também já não é mais virgem…
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