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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ensinando o amigo a enrrabar a esposa

Meu conto é real aconteceu a algumas semanas atrás,estou grávida na verdade no final da minha gestação praticamente, trabalho em uma empresa já 4 anos e tenho certa liberdade de conversar algumas coisas com meu colega de trabalho mais próximo.
Estava reclamando de um pouco de dores nas costas estes dias e engatamos uma conversa estranha, na verdade ficou curioso prá saber se eu ainda estava fazendo sexo normalmente com meu marido apesar da gravidez, então falei a verdade que sim , que tirando dias que eu tinha alguma indisposição normal a gestação nosso sexo era normal , senão melhor que antes até.
Percebi que ele não estava contente e perguntava cada mais, inclusive se era verdade que muitas grávidas faziam sexo anal por causa da gravidez, da barriga e etc.. falei que das outras eu não sabia , mais que eu fazia anal com meu marido frequentemente que ao longo dos 5 anos de casamento aprendemos a tirar o maior prazer do anal, demorou um pouco mais agora era delicioso e quando passava muito tempo sem fazer sentia falta de algo no sexo.
Finalizamos aquele papo ali, pois nossa encarregada chegou próximo e paramos aquela conversa . No horário de almoço ele perguntou se poderia almoçar comigo pois tinha algo importante prá me dizer, concordei e fomos até um Buffet próximo da empresa, nos servimos fomos prá mesa e notei que ele estava tenso prá caramba, pois no geral era sempre extrovertido , quando questionei sobre o que ele queria falar de tão importante veio a bomba: Ele confidenciou que a mulher jamais topou fazer anal com ele e que ele tinha muito tesão em fazer com ela, natural uma vez que são marido e mulher e tem intimidade prá isto, fiquei até com pena dele, e então ele prosseguiu falando que a mulher já havia dito que gostaria de ter uma experiência com outra mulher, alguém que estivesse disposta a aceitar acaria-la, xupar , enfim curiosidades de mulheres, que ele participasse somente como expectador durante sua iniciação e transasse somente com ela pois não o dividiria com outra, portanto ele havia pensado em mim, por me conhecer, saber que eu era casada Tb, e pelo nosso papo eu era alguém liberal no sexo, resumindo queria que eu xupasse a mulher dele e a convencesse a dar o tão sonhado cu pra ele.
Na hora confesso que fiquei chocada, meio sem palavras e imaginando será que ele pensou que sou uma puta? Bom voltamos ao trabalho , quase no final do expediente ele me enviou uma mensagem via e-mail interno: “Prometa que vai pensar sobre o assunto”, alguns instantes se passaram e respondi : “OK”.
No outro dia no trabalho tentei ser o mais natural possível, comentando com os colegas inclusive ele que ainda faltavam algumas coisas para o bebê que não tínhamos comprado, a grana curta e o tempo havia passado rápido , vc pensa que tem 9 longos meses pela frente mais quando vê a hora está chegando e muita coisa vc não fez.
Nova saída de almoço e ele novamente queria falar comigo, pensei : Pronto agora o cara vai pegar no pé com esta história eu não vou poder nem comer mais em paz, chegamos no Buffet novamente nos servimos e quando chegamos na mesa ele foi direto ao assunto: Tá bom sei que vcs estão precisando de dinheiro eu te ofereço R$ 300,00 prá vc topar aquele lance. Na hora fiquei “P” da cara, perguntei se tinha cara de puta ? Ele falou não , não queria me ofender mais me ajudar e ser ajudado por mim Tb, afinal uma mão lava outra. Prá encurtar a história topei. Não sou uma ninfeta, sou gordinha, seios muito grandes, baixinha e ainda grávida, tenho um rosto bonito e procuro estar bem , mais não sou linda e perfeição está longe de mim. Pensei a mulher vai se assustar a hora que me ver, de repente tá esperando uma gatinha de 18 com tudo em cima e chego eu com quase 40 , bom exigi que fossemos a um motel pago por ele Tb, meu marido não poderia nem sonhar e quem diria participar , ele tem ideia completamente diferente sobre sexo e eu prefiro respeitar e não magoá-lo.
Marquei num sábado, meu marido trabalha horário comercial normal, então nos encontramos e fomos , a mulher estava bem tímida , pouca conversa, tentei quebrar o gelo falando de amenidades, coisas comuns e ela foi melhorando, chegamos na suíte todo mundo meio sem graça, então fiz um giro no quarto e vi a banheira, falei logo: Vamos encher a banheira e tomar um banho? Prá relaxar nada melhor no mundo que uma água bem quente faz bem prá tudo até prá alma.
A banheira ficou enchendo e então coloquei minha bolsa na mesa e comecei tirar minha roupa , vi que ela não sabia o que fazer então me aproximei carinhosamente e fui tirando a roupa dela Tb, enquanto tirava passava a língua no lóbulo da orelha dela, dava selinhos na boca e meu colega olhando, tirei seu soutien acariciei todo pescoço dela , seios sem pressa , então me aproximei e comecei a beijar ela na boca, beijo de língua mesmo, ela foi cedendo e participando, meu colega foi tirando a roupa e se masturbando sentado próximo, fui beijando e descendo até alcançar os seios onde mamei vigorosamente por muito tempo, ela foi ficando louca de tesão, peguei na mão dela e fui andando em direção a banheira, chegando fui beijando e tirando a calcinha dela, entramos na banheira e lá dentro beijos de língua muito quentes e então comecei a penetrar ela com os dedos , no inicio 2 depois 3 dedos , meu colega tava louco vendo aquilo pedi que ela se sentasse no beiral da banheira, fui mamando , beijando e acariciando aquela buceta sedenta , fiz sinal prá ele que viesse e mostrei os sei dela que ele claro caiu de boca , eu me encarreguei da buceta dela como ela sempre sonhou , afinal era o sonho dela , fui linguando lambendo como uma cadela faz, deixando ela louca gemendo , A cada lambida deixava um pouco mais de saliva prá execução do plano “B”, ela deitada gemendo gostoso ele beijando ela e mamando nos seios dela e eu chupando aquela buceta gostosa, abri bem e comecei a xupar o rabinho dela que receberia o caralho do marido logo logo,pedi que ele deitasse ela ficasse de 4 e chupasse ele ,enquanto eu xupava o rabo dela , na buceta enfiei os 2 dedos do meio ,prá fazer ela gozar esguichando, que imaginava que ela jamais havia provado aquilo também, lambia bem com saliva e manipulava com os dois famosos dedos , ela foi gemendo e se contorcendo muito , gemia alto mesmo, apesar do pau dele na boca.
Fiz ela deitar de frente novamente prá enfiar os dedos com mais precisão enquanto beijava e mamava nos seios dela , ele foi xupar ela e eu a masturbava sem parar, isto durou um tempo até que ela esguichou como um chuveirinho, meio pouco , mais prá primeira vez até que estava bom , ele gemia e se contorcia muito, me beijou como uma louca quase arrancando pedaço da minha boca , tanto era o tesão dela, e a sensação duvido que ela vai esquecer na vida inteira dela, é um gozo extremamente intenso que depois que uma mulher prova fica louca querendo todo dia, fica ninfomaníaca por sexo, pois é fazendo e praticando muito que é possível chegar nisto, ejacular como os homens fazem é delicioso e viciante, vc não quer mais sexo sem isto.
Bom falei prá irmos para a cama, chegando lá mais uma vez abri as pernas dela e xupei muito aquela buceta , passando a mão no corpo dela todo, virei ela de costas e fui lambendo ela toda , abri a bunda dela e xupei muito o rabo dela Tb, ela ficou doida, meu colega já tinha gozado umas 2 vezes só de olhar tudo aquilo, pedi prá ele deitar com as pernas fora da cama , ela sentada eu atrás abraçada com ela acariciando muito e massageando os seios dela, pedi que ficasse em pé e chupasse ele na posição que ele estava, ela obedeceu , fui na bolsa peguei meu óleo , passei abundantemente no rabo dela enquanto ela xupava ele, fui massageando costas e tudo, e devagar fui sentando ela no pau dele enquanto ela mamava nos meus seios, ele acariciava a buceta dela, ela foi gemendo de dor mais foi cedendo e sentando, quando sentou tudo , empurrei suavemente o corpo dela em cima dele e comecei a xupar a buceta dela e levantar a bunda dela com as mãos prá que ela deslizasse no pau dele, assim a dor foi sumindo sendo comida, xupada ele com uma mão no grelo dela junto com minha boca e outra nos peitos dela prá segurar e meter ,parei um pouco e fiquei olhando, ela tava dando o cu gostoso, aposto que nunca mais vai se negar e se duvidar vai procurar ele prá dar, ele mesmo começou a levantar a bunda dela prá fazer o movimento de sobe e desce, voltei xupando ela ela gozar na minha boca e até ele gozar dentro dela , afinal fiz minha parte, fiz ela feliz ele mais ainda e meu bolso também.
Já tem algumas semanas, ele está no céu e me agradece todo dia, ela me liga a fofa ficamos amigas e acho que boas amantes também, depois que o BB nascer e tudo estiver no seu lugar eles querem repetir a dose, pois até lá segundo ele terão dinheiro novamente prá eu comprar outras coisas prá mim e pro meu BB.
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Traindo o marido dentro da construção

Oi ! Nós somos realmente casado há 14 anos e formamos um casal liberal, estamos na faixa dos 35 anos, nos chamamos Jony e Shirley, gostamos muito de sexo e fantasias, em todos esses anos que estamos juntos já realizamos muitas fantasias e loucuras, temos o hábito de documentar e escrever todas as nossas tranzas e fantasias que já realizamos, temos 21 relatos publicados nesse site e a medida que as nossas fantasias vão sendo realizadas logo em seguida agente posta pra vocês lerem, a Shirley adora me trair independente de eu estar presente ou não e eu adoro ser corno, ela já tem alguns amantes fixos e alguns deles trazam com ela na minha frente, quando isso não é possível ela sai sozinha e depois me conta tudo em detalhes antes mesmo de tudo acontecer, tudo é planejado cuidadosamente com sigilo e segurança, depois de aprovado, minha putinha sai para fazer o que mais gosta que é colocar um par de chifre no corno do maridão.
O fato que vamos contar hoje é bem interessante. Há alguns meses atrás se iniciou uma construção de uma casa ao lado da nossa, nosso quarto fica no primeiro andar da nossa casa e tem janelas viradas para essa construção, na janela há película escura devido ao sol forte e de lá de cima dar pra ver toda movimentação dessa construção sem ser visto devido a película escura, todos os operários dessa construção são de outra cidade, dentre eles um chamou a atenção da minha mulher, o Junior, ele é um rapaz simpático, alegre e extrovertido, aos poucos ele foi ganhando a nossa confiança e amizade pois, estava sempre a nossa porta pedindo para encher a garrafa d’água gelada e as vezes uma garrafa de café para os operários da construção, em um dia de domingo pela manhã, estávamos em nosso quarto eu e a minha esposa quando ouvimos um barulho vindo da construção, achamos estranho pois no domingo ninguém naquela construção trabalhava, fomos para a janela do nosso quarto e vimos o que não esperávamos, o Junior, aquele nosso amigo havia arrumado uma namorada e estava no maior amasso com ela dentro da construção, no cômodo onde eles estavam havia dois cavaletes e umas tábuas de andaime por cima ficando no formato de uma mesa e no chão havia um enorme papelão, parecia mais uma caixa de papelão de uma geladeira, o Junior parecia ter arrumado todo o cenário dentro daquela construção para tranzar com aquela moça, eu e a Shirley passamos a observar tudo, aos poucos eles foram retirando suas roupas até ficarem completamente nus, Junior continuou em pé e a moça se ajoelhou no chão em cima do papelão, em seguida ela pegou no pau dele e começou a chupar, em poucos instantes o pau dele estava duro, era grande e grosso, a Shirley, minha mulher estava com água na boca, babando, vendo aquele cena, ela me pediu para lhe abraçar por trás e nós continuamos a ver aqueles dois se comendo, em seguida, Junior colocou uma camisinha em seu pau e pediu pra moça ficar de quatro em cima do papelão, logo em seguida, ele se ajoelhou por trás dela, enfiou seu pau na buceta dela e começou a meter, eu e a minha mulher assistíamos a tudo de dentro do nosso quarto, em pé por trás da janela, aos poucos nós dois fomos ficando excitados, eu retirei a parte de baixo da nossa roupa, continuamos agarradinhos eu por trás dela, não demorou muito e eu peguei meu pau, enfiei na buceta da minha mulher e comecei a meter lentamente enquanto nós assistíamos o Junior metendo naquela moça, em poucos minutos a Shirley, minha mulher, começou a falar putarias me dizendo que o Junior tinha um pau grande e grosso do jeito que ela gostava e que ela estava morrendo de vontade de estar no lugar daquela moça, dando a buceta pro nosso amigo, depois disso, ela se virou para trás e me perguntou se eu gostaria de ver ela tranzando com o Junior e quando eu respondi que sim ela começou a rebolar no meu pau e a gemer me pedindo para meter mais forte na sua buceta, enfiando tudo, feito isso, não demorou muito e ela acabou gozando no meu pau, alguns segundos depois, eu retirei meu pau da buceta dela e enfiei no seu cuzinho, bombei um pouco e acabei gozando dentro dele enchendo o cu dela com meu esperma, foi muito gostoso, depois disso, eu e a Shirley paramos de olhar o Junior comendo aquela moça e fomos pro banheiro tomar banho, durante o banho, a minha esposa mais uma vez me falou que depois de tudo que viu ficou louca para tranzar com o Junior dentro da construção, no mesmo local que aquela moça estava dando pra ele, eu mais uma vez aprovei a idéia e disse a ela que aos poucos fosse começando suas investidas e assim aconteceu, todas as vezes que o Junior vinha buscar água na nossa casa a Shirley puxava mais assunto com ele fazendo com que ele ficasse mais um tempinho sozinho com ela, aos poucos a Shirley foi lhe dando mais confiança e com o passar do tempo ele próprio entrava na nossa casa e com suas próprias mãos iria encher a sua garrafa d’água na nossa conzinha, o tempo foi passando e eles foram ficando bastantes amigos e as intimidades entre o Junior e a Shirley começaram a surgir, ela me falou que um certo dia em que eu estava trabalhando, o Junior veio pegar água, os dois começaram a conversar sozinhos na conzinha, como eles dois já estavam intimos, ela acabou falando pra ele que havia visto ele tranzando com uma moça dentro da construção, ele ficou meio sem jeito e perguntou se a minha mulher havia gostado de que viu, ela disse a ele que gostou muito ao ponto de ficar molhadinha com o que viu, em seguida, o Junior falou que era uma pena ela ser casada pois ele poderia fazer do mesmo jeito com ela, a Shirley, minha mulher falou pra ele que ser casada não era problema e que se isso chegasse a acontecer não precisaria ninguém saber de nada principalmente eu que era seu marido, Junior gostou do ouviu e sentindo a intenção da minha mulher passou a abraçar ela, os dois começaram a se beijar, ela me falou que em seguida o Junior levantou sua blusa e começou a chupar seus seios, enquanto isso, ela abriu o zíper da calça dele, colocou seu pau pra fora e começou a punhetar enquanto ele chupava os seios dela, não demorou muito e o Junior queria tranzar com ela ali mesmo, ela disse pra ele que naquele momento não era possível pois estava se aproximando o horário da minha chegada e o que ela queria mesmo era tranzar com ele dentro da construção, ele entendeu tudo o que ela falou mas não quis perder a viagem, a Shirley me falou que depois disso, o Junior pediu pra ela se sentar em uma cadeira, em seguida ele pediu pra ela retirar a sua blusa, depois colocou seu pau entre seus seios e passou a fazer uma espanhola, ela me disse que depois disso pegou o pau dele e começou a punhetar e chupar ao mesmo tempo, ela também me disse que o pau dele era uma delícia e chupava ele com vontade tentando engolir tudo que podia, Junior estava adorando e não demorou muito e acabou gozando no pescoço e nos seios da minha mulher, depois disso, ela me falou que eles dois combinaram de se encontrar dentro da construção no próximo domingo, as 09:00 da manhã, em seguida o rapaz foi embora para a construção, quando eu ia chegando em casa ainda pude ver ele saindo de dentro da minha casa mais jamais eu poderia imaginar que tudo isso tivesse acontecido, quando entrei dentro de casa fui em direção da conzinha, minha mulher estava sem a blusa e com um rolo de papel higiênico na mão, seus seios estavam todo melado e brilhando, perguntei a ela o que tinha acontecido e ela me contou tudo o que eu acabei de dizer pra vocês, ela também me disse que por pouco eu não peguei ela chupando o pau do Junior, em seguida, ela soltou o rolo de papel e veio em minha direção, me abraçou e começou a me beijar na boca, logo senti o gosto de rola em sua boca, achando pouco, ela ainda me fez chupar seus seios cheio de esperma limpando toda a porra que o Junior havia gozado nos seios dela, que esposa puta e safada que eu tenho, bom depois de uma dessas só restava mesmo esperar o final de semana chegar, os dias e as horas foram se passando até que final de semana chegou, era domingo, acordamos cedinho, tomamos banho e a Shirley se arrumou todinha, estava toda cheirosa, vestiu um shortinho jeans curto e uma blusinha branca sem sutiã deixando visíveis os biquinhos dos seios, ela estava muito gostosa, tomamos café e depois disso ela foi ao encontro do nosso amigo na construção, eu corri pro nosso quarto, coloquei uma cadeira próximo da janela e me sentei para assistir a tudo de camarote, ela me falou que quando entrou dentro da construção o Junior lhe chamou para conversar, ele estava um pouco nervoso com medo de que eu chegasse ou descobrisse tudo entre eles dois mais ela tratou logo de tranqüilizar o rapaz dizendo que eu não desconfiava de nada e que eu havia saído cedo para jogar futebol com os amigos em uma cidade vizinha e que eu só retornaria no final da tarde, depois disso ela me falou que o rapaz ficou mais tranqüilo, enquanto os dois não chegavam no local, eu retirei a minha roupa e inicinei levemente uma punheta imaginando o que viria por a frente, não demorou muito e o Junior e a Shirley chegaram no local combinado, rapidamente os dois se abraçaram e começaram a se beijar intensamente, ao mesmo tempo foram retirando suas roupas até ficarem completamente nus, em seguida, ele caiu de boca nos seios dela chupando com vontade e ao mesmo tempo massageava sua buceta, passado alguns minutos, Shirley se ajoelhou no chão em cima do papelão e começou a chupar o pau do rapaz que em poucos tempo estava duro, grande e grosso dentro da boca dela, a safada caprichava no boquete, passava a língua em volta da cabeça, chupava as bolas, lambia todo o pau e depois tentava engolir tudo chegando até se engasgar no pau dele, depois disso, Junior estendeu sua camisa sobre as tábuas e colocou minha mulher sentada de pernas abertas em cima das tábuas que estava sobre os cavaletes, ele se ajoelhou no chão entre as pernas delas e passou a chupar sua buceta com gosto por vários minutos, depois disso, ele ficou de pé, colocou uma camisinha em seu pau, se posicionou entre as pernas dela e foi enfiando seu pau na buceta dela lentamente até entrar tudo, em seguida começou a meter, eu assistia a tudo pela janela do meu quarto, batendo uma deliciosa punheta vendo aquele macho comendo a buceta da minha mulher, a safada estava adorando pois ela é fanática por paus grandes e grossos, ela estava agarrada ao pescoço do rapaz e os dois se beijavam enquanto ele metia tudo dentro da buceta dela, do jeito que ela estava de pernas abertas dava pra perceber que o pau dele entrava todo mesmo dentro da buceta dela e a safada da minha mulher estava adorando, depois disso, eles resolveram mudar de posição, a Shirley desceu de cima das tábuas e ficou em pé de costas pro Junior, ela apoiou seus braços em cima das tábuas e empinou sua bunda para trás, o Junior em pé mesmo colocou sua pau na buceta da minha mulher, segurou ela pelos seus ombros e passou a meter forte na buceta dela, estava uma loucura, eu batia punheta a mil por hora assistindo a minha mulher sendo fudida por aquele rapaz, pena que não dava pra escutar seus gemidos e as putarias que ela adora falar quando estar dando sua buceta, depois de vários minutos nessa eles resolveram mudar mais uma vez, ela ficou de quatro no chão sobre o papelão e ele se ajoelhou por trás dela, novamente ele enfiou seu pau na buceta dela e passou a meter dessa vez puxando ela pelos cabelos, pela expressão facial da Shirley ela estava gostando muito de estar sendo comida daquela forma, de vez enquanto ele abria a bunda dela e ficava observando seu pau entrando e saindo da buceta dela, depois de um certo tempo eu notei que os dois haviam perdido um pouco o ritmo, logo a Shirley se virou e se deitou no chão sobre o papelão, de pernas abertas, o Junior foi pra cima dela e mais uma vez enfiou seu pau na buceta dela, ela laçou ele com as suas pernas, segurou o rapaz pela sua bunda e ficou puxando ele contra o corpo dela, ajudando ele a meter tudo dentro dela, a Shirley adora gozar nessa posição e logo logo isso aconteceu, Junior passou a meter forte e rápido na buceta dela e os dois acabaram gozando juntos e eu também gozei batendo uma deliciosa punheta por tras da janela, foi uma loucura. Depois de tudo eles se vestiram e a Shirley veio para casa féliz e realizada, eu fiz questão de chupar ela inteirinha enquanto tomávamos banho. Depois desse dia, o tempo foi passando e o Junior se tornou amante fixo da minha mulher, os dois passaram a se encontrar com freqüência em motéis e até mesmo na nossa casa, ele pensa que eu não sei de nada sobre ele e a minha mulher. A Shirley me falou que estar tentando arrumar um jeito de convencer ele a tranzar com ela na minha frente, se ela conseguir e isso chegar a acontecer, eu vou fazer questão que ela mesma conte pra vocês, vamos aguardar. Até a próxima.
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Acordei naquele dia como de costume às seis e meia em ponto. Sai de casa para o trabalho como em um dia qualquer. Como sempre, quase sou atropelado, enlatado num metrô extremamente entupido, trepido em um ônibus que por fora é lindo, mas que por dentro o conforto é nulo, durante a jornada de trabalho stress e mais stress e como não fosse novidade, trabalhos em cima da hora para entregar. Enfim, estava sendo um dia completamente corriqueiro, se não fosse um detalhe. Meu telefone tocar aproximadamente ao meio dia de um número que nunca me passou pela cabeça que iria aparecer na minha bina.
- Vai fazer o que hoje à noite, Dyas?
- Hoje é meu aniversário? Você me telefonando, Dara? Ou aconteceu algo muito sério ou é uma grande pegadinha.
- Não me respondeu. O que vai fazer hoje à noite?
- Nada. Vou sair do serviço e ir para casa.
- Vem me comer. Estou precisando de um macho.
Aquelas palavra soaram como um gatilho avassalador na minha mente. Por um lado eu teria que entregar as tarefas naquele dia, por outro eu precisava de uma noite com aquela mulher. Conhecemos-nos em um barzinho BDSM. Batemos um bom papo, tomamos cerveja, trocamos telefones e vez ou outra eu a telefonava para tentar marcar um novo encontro. Dara, sempre ocupada, nunca tinha conseguido ir, sempre desmarcando horas antes devido sua profissão ter horários bem mais alternativos que o meu. Mesmo ela sendo ocupada, passávamos por umas boas duas horas conversando e conhecendo um ao outro. Dara era do tipo de mulher que gostava de apanhar. Se o sexo não tivesse uns bons tapas, ela preferia ter ficado em casa assistindo televisão. Uma loba, com seus quase trinta e nove anos, de corpo com grandes proporções. Alta, seios grandes, bunda grande, uma voz de mulher firme e segura e um sorriso de mulher decidida. Dara além de ostentar uma inteligência afrodisíaca carregava uma enorme gula por sexo, e como há muito não via um pau, sentia a fome de um vampiro recém-acordado.
Por um momento titubeei querendo dar mais atenção ao meu trabalho, mas aquele momento era único. Não saberia quando Dara teria tempo livre novamente, e como ela adorava ser subjulgada, eu teria o prazer de descontar todo o stress do dia naquela deliciosa vadia. Depois de ouvir por sua última súplica minha voz mudou na hora.
- Acha que eu vou te comer só porque você quer vadia?
Ela emudeceu nesse momento. Eu apenas ouvia a sua respiração forte como se quisesse me dizer algo, mas que tinha entendido o recado. Eu sentia que ela estava completamente diferente das vezes que conversamos. Sem muita pausa, continuei.
- Acha mesmo que eu vou te comer só porque você se acha no direito de ganhar uma rola?
- Nã… Não… – Gaguejando me respondeu.
- Não o que, vadia? Põe-te no teu lugar. Pra você eu sou senhor, quem manda sou eu, e o máximo que você pode fazer, é implorar e sonhar que eu um dia vá satisfazer as tuas vontades.
- Perdão senhor. Por favor, preciso de você. Preciso te ver. Permita-me lhe mostrar que posso ser uma boa vadia pra você, meu senhor.
- Seis horas. Você no teu carro. Na estação perto da tua casa.
Desliguei o telefone na cara dela e tentei esconder o sorriso que começava a me tomar a face. Uma transa com aquela mulher prometia e muito. Concentrei-me no serviço para que minha rola não me fizesse passar vergonha dentro do escritório. Quando percebi que o relógio estava se aproximando das quatro e meia, me arrumei e de fininho dei o fora de lá.
O relógio se aproximava das seis horas quando cheguei à estação. Meu celular vibrou logo em seguida com uma mensagem dela informando que estava para chegar e me pedindo para esperar em uma rua próxima. Ajeitei meu chapéu e esperei próximo a um poste fumando um cigarro. Ela chegou quase quinze minutos depois, me olhando e sorrindo. Eu de cara fechada entrei no carro, e minha primeira ação foi desferir-lhe um tapa no rosto dizendo:
- Se eu disse seis horas, são seis horas, puta.
E logo em seguida beijei-lhe a boca. Ela pediu perdão pelo atraso, e prometeu me recompensar pelos minutos perdidos e por todas as vezes que não pudemos nos encontrar. Paramos em uma padaria próxima e comprou algumas cervejas. Continuamos o trajeto trocando poucas palavras, mas vez ou outra acabávamos com as mãos um na coxa do outro em algum semáforo fechado.
Em pouco tempo chegamos a um motel barato, porém bonito. Peguei a chave e começamos a andar por um longo corredor. Ela andava a passos curtos, tentando ajeitar algo dentro da bolsa, quando de súbito tomei-lhe pelos cabelos e segui a arrastando até a porta do quarto. Ela entendeu o recado, e sem reclamar caminhava no meu ritmo sem tentar se livrar. Abri a porta do quarto com ela me olhando com um sorriso de vadia na cara. Ainda pelos cabelos a joguei brutalmente pra dentro do quarto. Fechei a porta e ela se mostrava realizada com tudo aquilo. Tirei meu chapéu calmamente e coloquei em uma mesa próxima. A olhei e ela me fitava quase que me desafiando. Tirei seu sorriso do rosto em mais um tapa. Dessa vez forte, estralado. Forte o bastante a ponto de fazer seus cabelos voarem e cobrir parte do seu rosto. Antes que Dara se recobrasse do susto, a puxei mais uma vez pelos cabelos, e a puxando junto ao meu corpo comecei a lhe falar ao pé do ouvido com uma voz rouca beirando o ameaçador:
- Era isso que tu queria, não, vadia? Achava que eu não fosse capaz de te tratar do jeito que você merece.
O que era um sorriso safado na boca se tornou um rosto de temor. Ela me pedia desculpas por ter sido uma péssima puta, e me dizia que iria me recompensar. Eu não mudava o tom de voz. Dizia que eu era o dono dela, e que depois daquela noite ela aprenderia a ser a vadia que eu mereço. Numa puxada mais forte a coloquei de joelhos no chão. Ainda a segurando pelos cabelos, esfreguei sua cara na minha calça. A fiz sentir minha rola dura como aço enquanto perguntava se era aquilo que ela queria. Quando lhe dava um tempo, ela me olhava e dizia que sim. Dei-lhe mais uns três tapas na cara até que aprendesse a me chamar de senhor. Depois de domá-la do jeito que ela tinha tanto sonhado, comecei a subjugá-la da forma que ela tanto queria. Olhei pra cara dela, e ríspido disse:
- Abre.
- Mas eu devo meu senhor?
Com força dei-lhe outro tapa na cara:
- Você está aqui para me obedecer, não para perguntar. Abre!
- Desculpa senhor. Me perdoa.
Dei-lhe ainda mais alguns tapas na cara antes que abrisse minha calça. A disse para nunca mais agir daquela maneira, e ser mais eficiente. Ela ainda com uma feição assustada começou a abrir minha calça devagar. Eu me mostrava insatisfeito com aquela demora e a desferia ainda mais tapas. Quando abriu minha calça, mandei tirar minha rola de dentro da cueca. Mais prestativa agora, tirou meu pau da sua prisão de pano me falando o quanto era bonito ver minha rola tão dura, mas dessa vez sempre me chamando de senhor. Sem lhe ser nem um pouco bondoso, ordenei que chupasse. Seus lábios tomaram a cabeça inchada do meu pau em uma sugada. Seguia um movimento de vai e vem lento, cadenciado. Deixei que provasse um pouco do meu caralho até que a puxei novamente pelos cabelos e com outro tapa lhe disse para chupar direito. Ela começou a aumentar o ritmo, mas ainda via muito do meu pau para fora de sua boca. Resolvi tomar controle da situação, e a puxando forte pelos cabelos a fiz engolir meu pau até que seu nariz encostasse ao meu corpo.
- Eu te disse pra me chupar direito, vadia! Parece que não entende puta! Chupa direito o meu caralho, porra!
Ela engasgava com a minha rola tocando sua garganta. Era uma delícia sentir seus dentes tocando a base do meu caralho e ouvir a puxada forte de ar quando eu liberava sua cabeça. Dara suava da cabeça aos pés. Ela já havia me confessado que quando sentia um tesão forte, ela vertia em suor e no momento, ela parecia que desidrataria mesmo com o ar condicionado ligado na temperatura mais baixa.
Livrei-me de toda a roupa que ainda sobrava no meu corpo e sentei-me na cama. Ela não tirava o pau da sua boca por um segundo sequer. Sentado na cama, me apoiei com as mãos, enquanto ela continuava aquele maravilhoso boquete que já bem instruída, engolia meu cacete sem precisar mais que eu a guiasse. Eu delirava enquanto ela mostrava o porquê merecia ser a minha vadia particular. Ela por dados momentos tirava a boca do meu pau e me lambia, passava a boca na cabeça do meu pau me olhando só pra provocar, e depois engolia com gosto ela inteira novamente. Numa das vezes que tirou meu pau por completo resolveu me pedir uma cerveja. Eu quase que me deixei levar pela sua arma sedutora de me pedir lambendo a cabeça da minha rola, mas consegui não sucumbir e lhe dei mais outro tapa na cara e falei para pegar a cerveja, que abrisse e que me entregasse. Ela levantou e voltou abrindo a cerveja me olhando, esperando que eu aprovasse o fato dela dar um gole. Estendi a mão para que ela me entregasse a latinha e ela o fez. Dei um severo gole seguido de um suspiro, e mandei que voltasse a me chupar. Ela ainda tentou relutar, me disse que estava com a boca seca, e eu, como um malvado mestre continuei com a ordem anterior. Ela ainda tentou insistir, o que me fez novamente levantar, a pegar pelos cabelos, a jogar no chão e dizer:
- Vadia. Vou resolver esse teu problema de boca seca, mas vou resolver com porra! Chupa vadia!
E aos tapas cada vez mais fortes ela me chupava. A segurei pelos cabelos, peguei firme minha rola e lhe dei uma surra de pica dura na cara. Ela gemia cada vez mais alto, conforme a intensidade aumentava. Sentei novamente na cama ainda com seus cabelos enrolados na minha mão e comecei a bater uma punheta. Ela lambia a cabeça do meu pau para ajudar com que minha porra viesse com gosto. Quando senti que estava para chegar, coloquei minha mão na frente do meu pau. Queria dar a ela minha porra de concha, mas os jatos voaram de uma forma tão violenta que passavam pela minha mão e lhe molhava a boca, cabelo, rosto. Por fim o que sobrou em minha mão esfreguei na sua cara, lhe estapeei um pouco mais, a puxei com voracidade, beijei-lhe a boca e lhe permiti tomar uma cerveja. Aquela noite só estava em seu delicioso começo.

 



Tive uma surpresa

O que vou contar aconteceu neste sábado...bem como ja contei em outros contos, minha cunhada, uma linda ninfeta , resolveu fassar as ferias da faculdade em minha casa e no sábado, minha esposa estava de folga e eu ia ajudar um amigo a colocar um portão.Bom ficou só as duas em casa, tomei um café e sai umas 08:30hs, fui a pé mesmo, pois ele mora a 5 quarteirões de casa mas chegando la, o cara tava com uma gripe forte, com febre e não ia poder fazer o concerto do portão, fiquei ali por quase uma hora conversando com ele e depois fui embora, pra por uma carninha pra assar e tomar umas cervejinhas...bom quando cheguei, notei que a casa estava muito silenciosa, entrei, tomei um copo de agua, fui pra sala quando ouvi uns gemidos, que vinhãm do meu quarto....aaa fui pé por pé e quando cheguei na porta...putzzzzzz, tive a visão maravilhosa de ver minha mulher deitada na cama de pernas abertas e minha cunhada de 4, com a quela bunda de ninfeta deliciosa empinada para traz e xupando com força minha esposa...minha noooosa, aquilo me deixou muito excitado e de pau duro entrei mais um pouquinho, foi quando minha esposa, ali gemendo como uma cachorrona de olhos fecjhados, abriu por alguns segundoe e me viu ali , em pé, e disse : " meu deus...ele pegou a gente " , nisso minha cunhada olha pra traz e fala " olha só, posso explicar tudo, mas se vc quiser vim aqui bem pertinho seria melhor...pode ser ??? " e olha pra minha mulher meio que pedindo autorização...RSRS.Bom...olhei pra ela tbm e sem palavras, somente sorrisos bem safados , fui tirando minha roupa, deitando no meio das duas e elas comessaram a me chupar...mais que delicia, as duas bocas no meu pau, e na ponta as bocas se encontravam e elas se beijavam...até que minha mulher subiu em cimade mim e comessa a cavalgar..minha cunhada abre as pernas em cima de mim, senta no meu peito e soca a xota dela na minha boca.....ooo delicia, minha vontade era de gozar logo, mas segurei...depois de algum tempo, elas trocartam de lugar....comessei a comer minha cunhada e minha esposa sentou no meu peito e esfregou a xotona dela na minha cara...em seguidaminha mulher da a ordem pra minha cunhada " fica de 4, ele vai te comer e eu fico embaixo te xupando...e foi feito...ficquei quieto, só ouvindo os pedidos da minha esposa...quando meu gozo ja estava por xegar...minha esposa ali em baixo de nós, xupando minha cunhada e passando a lingua nas minhas bolas, meu cuzinho e no meu pau toda vez que saia da xota da cunhada...quando não aguentei mais...comessei a ficar ofegante, indicando que ja ia goza quando atendo o ultimo pedido da minha esposa " amor, goza dentro dela , que depois vou beber tudinho da xana dela "..putzz atendi na hora...dei uma das mais gostosas gozadas..parecia que não ia acabar mais...o tezão era tanto que meu pau demoro até um pouco a mais pra amolecer doque o normal...mas quando tirei pra fora, a safada da cunhada empurra tudo pra fora, caindo toda minha porra na cara e na boca da minha mulher..depois deitamos nos 3 na cama, ficamos em silencio por alguns minutos e minha mulher é que quebra o silencio, explicando que sempre teve vontade de tranzar com outra mulher, mas pelo medo, vergoonha, deixou pra lá até o dia de hoje...enfim...resumindo, foi uma conversa bem gostosa, pra todos..e melhor pra mim, pois assim ficou muito mais fassil de tranzar com minha cunhada agora e não prescisa ser escondido nééé...rsrsrs.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O enfermeiro me comeu


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Realmente, vim perceber que meu primeiro conto foi extenso demais. Prometo ser mais objetivo nessa nova história. Reforço que todos os relatos meus são verdadeiros. Me chamo Felipe (fictício) 20 anos, branquinho, não sou alto, e confesso que nem lembro minha altura, mas sou sarado, pois faço malhação, sem nenhum pêlo no corpo e ombros largos devido a natação, olhos pretos e cabelo moicano. Humildemente me considero bonito.
Isso aconteceu em 2008, quando eu precisei ir ao hospital fazer um curativo pois tinha levado uma queda sobre o braço e minha mão esquerda arranhou bastante. Entro na sala do hospital, e como se tratava apenas de um curativo simples, o próprio enfermeiro de plantão faria o serviço. Quando escuto meu nome entro na sala. Um homem aparece na porta, aparentando uns 26 anos com um jaleco branco, onde se via poucos pêlos saindo de sua camisa, e uma calça branca bastante apertada. Era um homem mulato, muito apresentável. Quando entro na sala, ele me convida a sentar, e já suspeitava do motivo de estar ali, pois viu minha mão arranhada. Ele começa a escrever, e segundos depois se levanta e tranca a porta de chave. Juro,que fiquei com bastante medo. Pois todas as minhas tranzas até então tinham sido com pessoas que eu conhecia. Ele após ter trancado a porta, pega a chave e guarda no jaleco.
- Sente-se na maca por favor Felipe.
Obedeci, e sentei.
- Estenda sua mão por favor.
Ele viu, e foi logo colocando o par de luvas, e pegando os acessórios para limpar minha mão.
QUANDO MENOS ESPERO, ELE DIZ:
- Se fosse com a mão direita, eu diria que você se masturbou e a mão explodiu.
Eu apenas ri, mas meu pau começou a ficar duro, ali em cima da maca. E como estava de bermuda, ele iria ver.
Aquele enfermeiro, era muito gato. A cada movimento, seus músculos se destacavam naquela camisa pólo por dentro do jaleco. Comecei a entrar no jogo dele, quando ele de propósito ficava roçando meu joelho no pau dele, que visivelmente estava duro. Foi quando ele percebeu que eu estava excitado, e pegou na minha bermuda na cara de pau e disse: - TÁ GOSTANDO DO CURATIVO?
Dessa vez, não teve como ficar calado, e apenas balancei a cabeça num gesto de sim. Terminado o serviço, pensei que ele iria me liberar, mas disse:
- Pronto Felipe, tudo certinho. Pode sair da maca e ficar de pé encostado na parede.
Mais uma vez obedeci. Ele tirou as luvas, e lavou as mãos. Chegou perto de mim, e levantou a minha camiseta
- Pela sua ficha, você tem 18 anos né verdade? Porém, pra um garoto da sua idade, está bem magrinho.
DEPOIS DISSO, ELE ALISOU BASTANTE MINHA BARRIGA, QUE NAQUELE TEMPO JÁ ERA DEFINIDA, MAS ME CHAMAR DE MAGRO SÓ FOI UMA DESCULPA DELE PARA INICIAR A SEDUÇÃO.
Ele pediu pra eu tirar a camisa, e bermuda e ir para balança, para conferir meu peso. Eu estava com muita vergonha, e fui mesmo assim. Ele anotou meu peso. E passou suas mãos na parte de trás das minhas pernas.
- Que saúde enh? Joga futebol ? Malha ? Suas pernas são lindas demais.
- Eu treino bastante doutor.
- Não me chame de doutor, assim fico sem jeito.
- Posso ir embora?
- Ainda não. Encoste na cama, de bunda pra cima que eu já volto.

Eu nesse momento só tinha que obedecer a tudo, mas eu estava com medo, e se alguém chega? Lá estava eu, só de cueca, esperando pelo melhor ou pior ...
Sou surpreendido com um beijo quente no pescoço, daqueles que sugam de verdade, que deixam marca. Gelei na hora, e no mesmo instante virei de frente. Estava beijando aquele enfermeiro, com toda vontade. Sua barba ainda pequena, roçava em mim. E ele disse:
- Quando você entrou, eu já fiquei com vontade de te comer.
E o medo aumentava, vai que alguém tenha escutado isso do lado de fora? Ou tenha reparado a demora de eu estar lá dentro?
- Vem cá, e tira minha roupa! - sugeriu ele.
Parecia até um filme que eu assiti, de botão em botão eu tava tirando o jaleco dele, e não demorei para tirar a camisa dele, para minha surpresa um corpo super bem cuidado, com alguns pêlos, mas um peitoral forte, costas largas. Comecei a tirar a calça dele, embora o tesão estivesse me consumindo, o medo já estava no passado. Deixei ele só de cueca, e ele me colocou na maca novamente, e começou a beijar minhas costas, até chegar na bunda. Não demorou muito, e lá estava ele com um lubrificante. E foi ali, que ele tirou minha cueca, e foi metendo a língua no meu cuzinho, que já explodia pedindo rola. Ele começou a enfiar um dedo, e depois dois. E abafava meu gemido com sua outra mão. Eu estava consumido por ele. Depois de tantas dedadas, ele me colocou de frente novamente, e alí estava um pau pedindo pra ser chupado. Comecei pelas bolas, e ele só dizendo: -nossa, que boca safada. Quando comecei a chupar o pau dele, me deparo com seus olhos virando de tanto tesão. Ele segurava minha cabeça e enterrava pra valer. Chegando até garganta, e me fazendo engasgar. Logo depois, foi até a sua calça jeans e tirou uma camisinha. Não demorou, e alí mesmo começou a meter forte em mim. - Que cuzinho quente, e já foi arrombado que eu sei. Ai que delícia. Toma safado!
QUE CENA INUSITADA, EU COM UMA ROLA DENTRO DE MIM, EM UM HOSPITAL !

Ele tinha uma rola grande, mas não tão grossa. Mas, foi uma foda inesquecível.
- Vou gozar ! Vem que vou te dá leitinho na cara.
EU FIZ O PAPEL FINAL, E FIZ UM NOVO BOQUETE NELE, ONDE JORROU EM MIM UM JATO QUENTINHO DE PORRA, QUE LAMBUZOU MINHA CARA , CAINDO ATÉ MEU PEITORAL. Ele apenas chupou meu pau no momento final, e não chupava tão bem, para minha tristeza. Mas gozei na boca dele, e o vi engolindo tudinho.
Nos trocamos, limpamos tudo e eu sai de lá. Porém, aquele meu curativo já estava todo bagunçado. Por medo, nem voltei mais lá e nunca mais o vi .

Fui estuprada pelo encanador

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Oi, pode me chamar de lua. esse é o primeiro conto que escrevo e prometo só escrever histórias verídicas ou que fazem parte do meu universo de fantasias! não irei poupar detalhes, espero que gostem. essa história se passou hoje pela manhã em minha casa(já é noite). acordei com a campainha tocando, era o encanador que eu havia chamado para consertar a pia da cozinha que tinha um vazamento, ele era negro, alto e bem musculoso, além disso tinha uma cara de bravo que começei a me excitar(adoro quem me pega de um jeito mais selvagem!). levei-o a té a cozinha, mostrando onde ele deveria fazer o serviço, enquanto me sentava para observa-lo...seu nome era erivan. depois de alguns minutos, meu negão percebeu que eu estava olhando-o, e notei seu cacete endurecendo dentro da calça apertada. aquilo me deixou molhadinha, fechei os olhos pra fantasiar transando com ele,e quando abri, ele estava na minha frente, com a calça abaixada e o cacete apontado bem pra minha cara e falou: -chupa! me recusei, apesar de estar com tesão, não queria dar pro encanador, além disso tenho namorado. só que ele pegou minha cabeça com força e puxou pra perto dele, fazendo eu engolir todo o cacete duro dele. começei a ter medo, pedindo para ele parar, mas erivam ria e dizia que ia me deixar toda arrombada, que eu era uma cadela vadia! logo em seguida ele rasgou minha blusa, mordendo meus seios com desejo, já metendo a mão por baixo da minha saia. meteu um dedo na minha buceta, depois dois e quando eu menos esperei ele me apoiou na mesa e começou a me comer por trás. o pau dele entrou gostoso, mas doeu, pois estava muito tensa. e no momento que quis gritar, ele bateu na minha bunda com força e falou que ia arrombar meu cu se eu não calasse a boa! ele me fodia feito louco, com força, metendo tudo, deixando minha buceta ardida. se eu diza que estava doendo, ele metia com mais força ainda, então tive de ficar calada... finalmente ele prou de meter e senti que ele saiu de cima de mim, mas quando me recompus, lá vinha ele com um pote de manteiga, tirou um pouco e passou no meu cuzinho virgem. senti uma pontada forte que me fez chorar, e sem pena, o negão meteu tudo de uma vez só, mes rasgando completamente! entre gritos e socadas fortes, ele gozou em cima de mim. eu estava toda arregaçada...meu cu e minha buceta ardiam em dor. o negão simplesmente se vestiu e falou que o serviço saía de graça pra mim. foi até onde eu estava, quase desmaiada, falou que eu era a putinha mais gostosa e apertada que ele já tinha fodido, deu um tapa na minha bunda e se foi... foi uma experiência meio traumática, mas ainda com o cu e a boceta doídas, penso em qualquer dia chamá-lo novamente, pois não vou mentir: adorei ser estuprada pelo encanador!!!!

Comi minha cliente casada...

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Meu nome é Fábio, tenho 28 anos e sou técnico em eletricidade em São Paulo. Sou moreno, porte grande (1,85 m e 90 kg), e modéstia à parte, considero-me bem apessoado. Recentemente fui contratado por um casal para reformar o home theater de um apartamento no Alto de Pinheiros. Já conhecia a dona da casa, Cinthia, da época em que ainda era solteira, pois havia feito um serviço na casa de seus pais.
Fui num sábado me reunir com ela e seu marido, Fred, para conhecer a obra e propor um orçamento. Cinthia estava ainda mais gostosa do que quando a conhecera 6 anos antes: agora com 32 anos de idade, tinha ganho mais corpo. Pele branca como o leite, cabelos castanhos, puxando para o ruivo e na altura dos ombros, olhos verdes, peitos grandes e duros e uma bunda de fechar o trânsito. O tamanho era, em minha opinião, o ideal para meter – 1,55 m, com peso proporcional. Nesta reunião ela vestia legging e top, pois tinha voltado da academia, e tive que disfarçar minha ereção quando percebi a xoxota gordinha sob o tecido de lycra. O marido dela, como não poderia ser diferente, era um mala: típico empresário que viveu crendo que era o tal e portanto poderia comprar a todos. Felizmente, como ele viajava muito a trabalho, Cinthia ficou encarregada de acertar todas as questões da reforma comigo.
Na semana seguinte, começaríamos as tarefas. Cinthia me ligou no domingo à noite dizendo que poderíamos ir juntos à casa de materiais de construção. Como ela não dirigia e eu não tenho carro, ela deixaria a chave do carro do marido na portaria do prédio, pois ele estava fora da cidade. Eu deveria pegar o carro e buscá-la num endereço próximo, e então iríamos às compras. Passei às 10:00 no condomínio e, enquanto o garagista ia buscar o carro, conversei por uns 10 minutos com o porteiro, um nordestino gente boa chamado seu Francisco:
- Vai levar a dona Cinthia para passear? Hoje ela tá foda de tão gostosa...
- Nossa, seu Francisco, ela é boa mesmo. Será que pula a cerca?
- Isso eu não sei, nunca soube nada dela. Tem duas patroa daqui do prédio que são dadeira que só, eu já passei a vara, guardo até as calcinha delas como troféu. Mas a dona Cinthia nunca deu trela e eu que não sou doido de arriscar sem ter certeza, e pegar uma justa causa...
- Pois então, seu Francisco, se eu conseguir alguma coisa, trago a calcinha dela prá aumentar tua coleção!
- Há! Duvido, negão. Tu é boa pinta, mas acho que ali não rola não! Aposto uma grade de Brahma!
Ri da safadeza do tiozinho quando o Fusion novinho chegou. Tesão de carro, ainda com cheiro de fábrica. “Esse bosta do Fred é sortudo mesmo, com uma máquina destas na garagem e outra na cama!”.
Segui para o endereço combinado e me surpreendi que se tratava de um salão de depilação! “Que safada, deve estar se embelezando para mim!”. Mandei um SMS e ela logo apareceu na porta, com um vestido leve de alcinha até metade das coxas. A silhueta estava bem desenhada pelo tecido, que por ser fininho e colado, permitia a visão do contorno da calcinha.
- Fábio, desculpe fazê-lo vir aqui, mas eles são super lotados neste salão, e só tinha esse horário!
- Imagina, dona Cinthia, o importante é você ficar bonita!
Ela corou levemente e nos dirigimos à loja de material elétrico de um camarada, próximo ao Largo de Pinheiros. Paramos o carro numa duas quadras da loja e fomos conversando até o estabelecimento. Marmanjo que passava do lado chegava a andar de costas só para contemplar aquela delícia: um par de coxas brancas torneadas, uma bunda esculpida e peitos que desafiavam princípios básicos da física – o seu Francisco não tinha errado no diagnóstico, ela estava de matar!
Entreguei a lista para o atendente e perguntei pelo meu amigo, o dono da loja. Paulão apareceu em seguida, todo galanteador pra cima da Cinthia.
- Bom dia, senhorita, seja benvinda ao meu estabelecimento. Aceita uma água, um refresco?
O puto falava segurando a mãozinha delicada da Cinthia. Ri das investidas do meu amigo, que sabia por conhecimento de causa que nessa conversa mole, muita dondoca casada ia às compras e terminava pagando a conta com a xoxota ou o cuzinho.
Depois de uns 30 minutos, todos os componentes estavam separados e encaixotados. Na hora de pagar, fomos surpreendidos por um trovão ensurdecedor. Botei a cabeça para fora da loja e vi que o céu estava preto, e pingos grossos já caíam ao chão. Após cinco minutos, a cidade já estava sob um verdadeiro dilúvio típico do final do verão paulista. Sugeri que corrêssemos ao carro, pois havia perigo de inundação. Os dois quarteirões foram suficientes para que nós ficássemos ensopados. Saímos em direção ao apartamento dela e terminamos pegando a Marginal Pinheiros parada por causa da chuva, que castigava a cidade impiedosamente. Graças ao sistema de drenagem podre de São Paulo, em menos de 20 minutos a rua ia se tornando a extensão do rio. Cinthia olhava angustiada, e segurou forte no meu braço quando a passagem de um caminhão fez uma onda que sacudiu um Uninho que estava na frente.
- Dona Cinthia, temos que levar esse carro para um lugar alto, pois a coisa vai piorar...
- Concordo, você acha que consegue subir no canteiro, como estão fazendo aqueles carros?
- Acho que o Fusion é baixo, vai pegar na lataria... tenho uma ideia melhor.
Falando isso, embiquei o carro na entrada de um motel perto da ponte Euzébio Matoso.
- Não posso entrar num motel com você, está louco?
- Calma, é só para esperar a chuva passar!
Ela estava ainda mais pálida quando entregou o RG para a tia da guarita. Quem visse aquele casal tão diferente, ela toda empetecada e com aliança na mão esquerda e eu despojadão, com calça jeans e camiseta Hering, ia supor tratar-se de um casal de amantes fugindo para uma trepadinha vespertina básica. Pedi um quarto normal e fomos para lá, eu pensando que a tempestade só podia ser explicada por um alinhamento perfeito entre Júpiter e Vênus...
Guardei o carro na garagem e subimos ao quarto. Meu pau endureceu de novo quando percebi o vestidinho colado e transparente pela água, com um lado da calcinha enfiado na bundinha...
Sugeri que ela tomasse uma ducha, pois estava tremendo (de medo do que estava por vir, talvez...). Ela hesitou um pouco, mas cedeu e foi. Como não havia uma porta no banheiro, eu conseguia vê-la se banhar por de um espelho na parede. Meu pau já estava latejando. Pude ver também quando ela saiu, vestiu a calcinha, pendurou o vestido molhado e o soutien e se enrolou na toalha. Fui tomar uma chuveirada em seguida. Fiz questão de deixar o bicho já bem durango, pois não estava disposto a sair daquele quarto sem traçar aquela madame. Saí enrolado na toalha, e ela estava sentada na cama, tentando ligar para o marido no celular.
- Não consigo falar com ele, dá caixa postal direto...
Aproximei-me dela e, subitamente, deixei a toalha cair, revelando meu cacete moreno de 21 cm na altura do rosto dela.
- Por favor, pare com isso! Cubra-se! Sou casada, só subi aqui por causa dessa enchente!
- Cinthia, eu acho que as coisas não acontecem por acaso... somos adultos e temos a obrigação de aproveitar essa oportunidade única que nos foi oferecida.
- Mas eu amo meu marido, e não quero trair ele, nunca fiz isso!
- Isso não tem nada a ver com amor. Fique sossegada que eu não vou fazer nada contra a sua vontade, não sou nenhum bandido. Só peço que segure nele um pouco e então vamos embora.
Peguei sua mãozinha e coloquei no meu pau, que parecia ainda maior e mais preto junto daquela delicadeza. Ela não conseguia nem fechar a circunferência da jeba! Ela tentou puxar mas eu segurei firme, e logo comecei a fazer movimentos de vai e vem com a sua mão. O bicho foi ficando maior e mais duro, cheio de veias salientes, e com a cabeçona inchada, do tamanho de um pêssego. Ela parecia hipnotizada com o tamanho pau, tanto que não percebeu que parte da toalha tinha caído, deixando a mostra seu peito direito. E que peito! Branquinho, duro e com um bico rosa. Livrei de vez aquela escultura de marfim e comecei a mamar como um recém-nascido esfomeado. Que delícia! Uma pessoa poderia gozar só de chupar aqueles peitões. Depois de deixá-los bem vermelhos e com várias marcas de chupão, resolvi prosseguir para coisas mais sérias. Ela já me punhetava espontaneamente. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto em direção à piroca:
- Olha como você deixou ele, agora bota na boca e chupa, sua gostosa!
Ela encostou os lábios de leve, como se fosse dar um beijo na cabeça da pica. Empurrei o bicho boca adentro e ela quase engasgou, mas em pouco tempo assumiu a chupeta com maestria. Aqueles lábios carnudos e molhados pareciam uma bucetinha sendo fodida. Tive que me controlar para não gozar.
Estava na hora de retribuir a chupada. Deitei a gostosa de barriguinha para cima e vi uma pequena mancha na parte inferior da calcinha, formada pelos sucos que escorriam da xoxota. “Gostou de mamar, né putinha?” – pensei. Tirei sua calcinha devagar, para me deparar um pequeno retângulo de pelos castanhos acima dos lábios vaginais. A xoxotinha tinha uma entrada bem justinha, com pequenos lábios róseos e estava pingando de tão lubrificada. O perfume era tão inebriante quanto a visão. Chupei aquela buceta como nunca tinha feito em toda minha vida, socando minha língua bem no fundo. Botei o dedo indicador na vagina e pude perceber o quanto era apertada, parecia virgem! Ela se contorcia, gemia, apertava o próprio seio com a mão e mordia a fronha do travesseiro. E assim foi intensificando os gemidos até gozar.
Depois de um belo trato naquela bucetinha, eu estava pronto para passar-lhe a vara. Puxei-a para a beira da cama e levantei suas pernas, apoiando-as nos meus ombros. Encostei a chapeleta na entradinha e fiquei assim brincando, torturando a madame. Melava a cabeça da pica no seu gozo, deixando-a reluzente. Enfiava então um pouco na portinha e puxava para fora. Ela rebolava para frente e para traz, e cada vez que eu enfiava mais fundo ela suspirava mais alto.
- Pede, safada! Pede para eu te comer!
- Ahn?
- Você entendeu! Quer que eu coma sua xoxota, não quer? Então diga!
- Sim... venha, por favor! Venha logo!
Foi o suficiente para eu enfiar a mangueira quase toda. Só não entrou tudo de uma vez porque Cinthia puxou o quadril para traz:
- Calma, tudo não, machuca!
- Já levou uma rola destas, princesa? A do chifrudo é assim?
Ela virava o rosto de lado, evitando me olhar enquanto eu me esbaldava.
- Responde, puta! Ele tem um pau que nem o meu?
- Não, é menor...
- Então se prepara para ser comida por um macho pela primeira vez!
Naquela posição quem controlava a metida era eu. Conforme a xoxota foi se acostumando com o volume, eu metia mais e mais. Acelerei os movimentos, enquanto seus peitos balançavam no ritmo da trepada. Não ia conseguir segurar muito mais, e falei:
- Tesão, vou te encher o útero de porra!
- Por favor, não faça isso, não estou tomando pílula e posso engravidar!
- Não quer que eu te faça um mulatinho lindo? Deixa eu te embuchar, neném!
- Pelo amor de Deus, tira antes!
- Mas eu não vou desperdiçar todo esse leitinho... viu o tamanho dos meus ovos? Tão cheios de leite! Se não for gozar dentro, quero ver você beber tudinho!
Tirei rapidamente o pau e coloquei-a sentada na cama. Mandei ela abrir bem a boca e colocar a língua para fora, onde apoiei a chapeleta. Bati uma punhetinha de leve, bem rápida, pois o gozo já tava chegando. Ela me fitava, apreensiva, com aqueles olhões, quando o primeiro jato saiu, branco e viscoso, batendo no céu da boca e escorrendo garganta adentro. O segundo jato, mais forte ainda, bateu direto na goela, e ela quase engasgou, chegando a ficar com os olhinhos cheios de lágrimas. Mais uns três jatos se seguiram, enchendo-lhe a boca de porra.
- Bebe tudo! Não quero ver uma gota fora da boquinha! – eu dizia isso recolhendo com os dedos um tanto de porra que tinha caído no peito e levando até a sua boca.
Deitamos na cama, exaustos, ela apoiada no meu peito e ainda com cara de nojinho por ter engolido tanto esperma. Fiquei contemplando o contraste da cor de nossas peles e da delicadeza de seu corpo com a brutalidade do meu.
Fomos tomar uma ducha juntos, pois ela estava toda esporrada e não poderia ir embora daquele jeito. No chuveiro começou a putaria de novo. Ensaboando aqueles peitões e aquela xoxota meu pau renasceu rapidinho. Ela também estava excitada, pois tinha gozado na minha boca mas não na hora da trepada, e estava bem acesa. Saímos do chuveiro e continuamos os amassos no banheiro. Eu a encoxava por trás, e disse em seu ouvido:
- Linda, sua pombinha tá larguinha depois da xuxada, e eu acabei de gozar. Se for meter lá vou demorar 1 hora para gozar de novo, e acho que não temos tempo para isso.
- Ah, então vamos embora, a gente se encontra outro dia...
- Não, tenho uma ideia melhor. Vou botar no teu botãozinho que é mais apertado...
- Mas vai doer, sou virgem aí...
- Jura que se guardou para mim? – dizia mordendo sua orelha – não se preocupe que vou só botar um pedacinho, não vai machucar. Se doer eu tiro.
Já massageava o anelzinho, cheio de preguinhas, rosinha e raspadinho, com um creme hidratante que estava na pia. Os dedos entravam com dificuldade, mas fui tocando uma siririca junto e ela foi relaxando. Pedi que ela apoiasse as mãos na parede e afastasse um pouco os joelhos, enquanto eu me posicionava por trás. Neste momento, meu celular que estava na calça pendurada do lado começou a tocar. Olhei e era o corno que me ligava. Fiz questão de atender:
- Dr. Fred, tudo bom? Que é que manda?
- Fábio, tô tentando falar com a Cinthia há um tempão, mas o celular chama e ela não atende. Cheguei aqui em Aracaju e tinha umas dez chamadas dela não atendidas. Você já deixou ela em casa?
- Então doutor, caiu o maior pé d’água aqui em São Paulo, a Marginal Pinheiros virou um rio. Para fugir da enchente entramos aqui no Shopping Eldorado para esperar a chuva passar. Aí aproveitamos para fazer uma boquinha. Dona Cinthia tomou um leite batido e eu vou comer uma rosquinha agora...
Cinthia me olhava absorta, mal conseguia respirar para não levantar suspeitas que tinha passado a tarde dando para um empregado e estava prestes a levar no rabinho um cacete gigantesco.
- Ah, ok. Por favor, espere a chuva passar antes de sair, o carro é novo e a última coisa que eu quero é carro de enchente. Depois peça para a Cinthia me ligar. E aí no Eldorado tem o Outback, eles têm uma bisteca ótima, peça por minha conta.
- Obrigado, doutor, mas hoje estou mais para carne branca – disse, afastando as nádegas com as mãos e expondo o buraquinho convidativo da mulher dele, no ponto para ser deflorado.
- Ok, e fique tranquilo que eu vou pagar seu dia por ter perdido a tarde inteira aí.
- Já pagou, otário – disse eu após desligar e forçar a chapeleta no anelzinho virgem.
Cinthia teimava em contrair o cuzinho quando eu empurrava. Fui massageando seu grelo com uma mão e apertava um peito com a outra, enquanto a anaconda parecia criar vida própria e achar seu caminho estreito entre aquelas duas bolas duras e perfeitas de carne branca. Cinco minutos e o bicho já estava aninhado em território inexplorado. Agora era hora de chacoalhar até babar. Segurei seus braços para traz, metendo até os ovos baterem na xoxota. Pedi que ela ajudasse, segurando uma nádega com cada mão. Assim, minhas mãos ficavam livres para dar umas palmadas naquelas coxas brancas e beliscar aqueles peitões. Vez por outra ela dava um gritinho, que eu já não sabia mais se de dor ou de puro prazer.
Levei-a para a cama de novo e deitamos de lado, ela de costas para mim, suspendendo uma perna no ar. O grosso já entrou mais fácil no cuzinho, e ela já não reclamava mais, Enfiei dois dedos na xotinha e assim ela gozou pela segunda vez, com múltiplos espasmos do seu ânus comprimindo meu cacete. Só aí gozei de novo, entupindo seu reto de porra.
Enquanto nos vestíamos, peguei sua calcinha e disse que ia levar como lembrança. Ela protestou, mas meu argumento foi irrefutável:
- Neném, para quem acordou como esposa-exemplo e vai dormir com a xoxota fodida, o cuzinho alargado e o estômago cheio de porra, ir para casa sem calcinha é refresco!
Nem ouvi o que tinha para dizer. Saímos e a chuva já tinha passado. Passei para ela a maquininha do cartão de crédito na portaria do motel, pois nem fodendo que eu ia morrer com quase 300 pilas por uma trepadinha.
Encostei o carro e orientei o garagista sobre o material que estava no porta-malas. Ela saiu andando torta, com dificuldade por causa do cuzinho e a xoxotinha esfolados, e dos litros de porra que provavelmente escorriam pelas pernas. Fui para a portaria feliz, e ao encontrar o Seu Francisco, estendi minha mão entregando-lhe um pequeno volume e disse:
- Meu chapa, xoxota e cuzinho em uma tarde. E ainda bebeu porra. Tá aqui teu presente, depois vamos tomar aquelas Brahmas que te conto com detalhes.
Afastei-me ao som das gargalhadas do tiozinho, que esbravejava: “nego feladaputa! nego feladaputa!”

Troquei meu marido por uma mulher

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- Nanda, esta é a minha caçula... Ana Lúcia! Lembra-se dela?
- Nooossa, Lurdinha! Claro que me lembro. Ela está liiinda! Uaaau... Como você cresceeeu, menina!
- Ééé... O tempo passa! Fale oi, Lucinha?
Ana Lúcia ficou hipnotizada enquanto nos olhávamos. Logo, falou:
- Oooi, tudo bem, Sra. Fernanda? Quanto tempo, né?
- Sim... Quanto teeempo!
- A senhora é muito liiinda!
- A senhora está no céu!
- Amééém! (risos)
E ficamos as três conversando e fofocando. Tomamos café para acompanhar o papo durante o final de tarde de inverno. A minha empregada, Lurdinha, é um doce de mulher... Minha confidente!.
Este reencontro aconteceu em junho de 2004, na sala da minha casa. Havia ficado dois anos sem vê-la. Eu senti calor dentro de mim assim que revi a jovenzinha toda sorridente e saltitante. Uma linda menina! Pele branquinha, sorriso meigo, cabelos longos, compridos e negros. Olhos esverdeados e narizinho arrebitado. Boquinha de lábios carnudos e bem desenhados. Brincos de argolas. Blusinha rosinha com detalhes bordados. Cheirosa estava! Calça jeans modelando seu corpo feminino e de curvas perigosas. Tamanquinhos rosa. Seios pequenos e quadril largo. Aos 18aninhos, Ana Lúcia me encantou!
Eu tinha acabado de me separar. Casei muito cedo, grávida, . Meu ex marido é muito bem estabelecido aqui em Mogi das Cruzes, grande São Paulo. Um bom homem. Não deixava faltar alguma coisa em casa, nem para mim e muito menos para nossos filhos. O ponto negativo dele é ser boêmio! Nos anos de casamento perdi as contas de quantas vezes saiu com amigos na sexta feira e voltou no começo da noite de domingo. Cheirando bebida e perfumes de mulher. Criamos quatro filhos. Adultos, estudam e trabalham em cidades do interior do estado de São Paulo.
Ao longo dos dezoito anos de casada acostumei-me a dividir meu marido com outras. Fiquei amortecida pelos acontecimentos. Por um lado, tive tempo para curtir meus filhos e me conhecer cada vez mais. Graças a Deus, me encontrei. Dei forças a mim e me transformei. Não perdi o doce pela vida e nem a vontade de viver. Aprendi a me amar cada vez mais. Sou religiosa e serva do Senhor.
Ana Lúcia passou a vir com mais frequência buscar sua mãe no final do dia. Entre nossas conversas a ofereci trabalho. Sou artista plástica. Precisava de alguém para me ajudar no dia a dia. Ana Lúcia aceitou e deu-se super bem. Menina alegre, meiga e muito prestativa. Um doce! Estranhei-me e custei a aceitar sentimentos carnais e sentimentais pela jovem garota. (misericórdia)
Meses depois, começamos a ficar juntas nos finais de semana. Amigas. O máximo que acontecia era dormirmos abraçadas e uma esquentando a outra. Nem selinhos havia. Ela sempre dormia de camisete e calcinha de algodão. Eu? Apenas de calcinha. Eu me encantava cada vez mais! Seu corpo todo lisinho, quente e sensual mexiam demais com minhas taras. Cheiros, dos cabelos e da pele, excitavam-me. Eu ficava ensopada sob edredom junto com minha belezinha! Sentia-me correspondida.
Ana Lúcia nunca falava sobre homens. Eu? Menos ainda. (risos) Reconheço que houve um tempo de aceitação, entre nós, para consumarmos o amor. Conflitos! Avançávamos sempre até certo ponto. Trocas de olhares antes de aconchegar-se nos meus peitos para adormecermos grudadinhas. Noites e noites nos agarramos e nos esfregamos no escurinho da madrugada. No dia seguinte, agíamos como se nada tivesse acontecido.
A mamãe dela sempre discreta. Não questionava nosso grude. Vira e mexe, Ana Lúcia me trazia flores e me paparicava. Meu ex marido começou a notar meu interesse pela garota. Safado do jeito que é, pediu-me para conhecer a minha anjinha. Olhei bem na cara dele e esbravejei:
- Não se meta com ela. Você já tem suas putinhas pra fazer orgias. Pode parar com isso... Respeito com a minha menina.
Ele não mais falou sobre Ana Lúcia.
Um ano depois, convidei-a para morar comigo. Ela aceitou... A mamãe dela também. Consegui, para ela, uma bolsa de estudos no curso de Pedagogia numa universidade aqui na nossa cidade. Era o sonho da vida dela! Os olhinhos dela brilhavam. Recebeu como presente pelos 18 anos de idade. Dias depois, tivemos um maravilhoso final de semana. Esquentamos os dias frios de inverno. Eu e Lucinha.
Apesar de me sentir à vontade com ela, eu ainda estava muito insegura comigo mesma. Sentia medo de fazer amor. Medo dela não gostar do meu corpo. Acho que a diferença de idade me assustava. Passamos o sábado inteiro assistindo comédias românticas e nos amassando sob edredom. Ficamos ensopadas! Eu dava um jeitinho e escapava dos braços dela. Corria para tomar banho e me tocar pensando nela. Lucinha procurava me deixar tranquila, mas eu era só insegurança. No final da tarde, tentei me levantar mais uma vez e ir ao banheiro. Ela me segurou e disse:
- Amor, aonde vai?
- Eu vou ao banheiro fazer xixi!
- Fazer xixi ou tomar outro banho?
Eu sorri e disse meio sem jeito:
- Fazer xixi.
- Mentira. Porque irá tomar banho de novo? Tá doida é?
- Eu não gosto de ficar com a calcinha úmida. Deixe-me ir, fofa?
- Não... Você é minha! Fique aqui comigo, amor. Não gosto de ficar sozinha. Você demora demais lá no banheiro!
- Aaah, mas preciso fazer minha higiene.
- Amor, deixe-me fazer sua higiene íntima? Vem cá?
Lucinha me agarrou e partiu pra cima de mim em meio ao edredom e travesseiros. Deu-me realmente banho de língua inesquecível. Ela se esfregava em mim, lambia e me chupava sem parar. Eu sentia a xana ficar ainda mais molhada. Nossos corpos quentes, macios, aveludados enroscando-se no ninho de amor e prazer. Lucinha estava encharcada! Pude sentir assim que esfregou a calcinha na minha. Tirou minha camisola e a sua camisete branca. Beijos de língua e lábios enfrentando-se maliciosamente. Seios amassavam-se e os bicos deslizavam no corpo da outra. Pernas se encaixavam e permitiam sexos se unirem. Corações acelerados, rostos avermelhados, corpos quentes, contrações cada vez mais fortes... Minha vagina chegava doer! Gemíamos nos braços uma da outra. Peles arrepiadas. O calor nas entranhas não nos permitia pensar... Apenas nos entregar!
Lucinha virou-me de barriga pra baixo. Massageou minhas costas. Mordia-me nos ombros enquanto buscava-me no sexo. Lambia-me nas costas e deslizava a língua até minha lombar. Beijava as bandas do meu bumbum e descia lambendo coxas, pernas e pés. Eu morria de cócegas... E ela fazia mais! (risos) Abriu minhas pernas e veio me cheirar na calcinha. Foi quando eu senti dedos entrando sob lingerie e puxando-a para o lado. Lambeu-me no ânus... Até minha xoxota! Afastei pouco mais as pernas e me libertei. Lucinha me lambeu... Maliciosamente... Enfiou a língua e eu comecei a gozar apertando o travesseiro entre minhas mãos. Que delírio, Senhor! Veio até meu pescoço e me beijou. A língua corria na minha pele. Virei meu rosto e nos beijamos loucamente!
Dedos pressionavam-me na vagina. Beijos molhados e gostosos com minha gata. Deu-me tapinhas no bumbum e pediu-me que ficasse de cachorrinha. Por trás, abaixou e tirou minha calcinha de algodão. Eu delirei! O rosto enfiou entre as bandas do meu grande bumbum. Forçou a língua no meu ânus. Ameeei! Cheirou. Desceu passeando pelas minhas coxas e xana. Cheirou. Afundou dedos e depois a língua no meu sexo. Que gostoso! Eu me tocava nos seios e sentia-os inchados. Gozei!
Enquanto ajeitei-me para deitar ao lado dela, percebi que ela estava cheirando minha calcinha úmida. Deu-me tesão ao vê-la fazendo aquilo! Fui pra cima dela e nos divertimos cheirando e lambendo lingerie entre beijos de língua. Coloquei dedos na boca dela. Ela na minha. Eu chupava... Ela também! Beijei-a no pescoço e orelhas enquanto contorcia-se sob meu corpo. Lambi os maravilhosos peitos e suguei-a nos bicos. Saborosos! Desci pelo seu corpo a beijando e a lambendo. Inspirei na calcinha... Doce perfume exalava! Mordisquei-a nas coxas. Percorri as pernas e pés acarinhando-os. Tirei a calcinha dela. Cheirei... Huuum! Fui dar-lhe beijos de língua... Na boca e depois na xana! Segurei-a pelas coxas macias e degustei-a. Há tempos me instigava nos momentos íntimos. Enfiei dedos e língua. Sexo melado. Lábios grandes... Inchados! Clitóris durinho... Pulsando. Lambi entre os lábios... Na entrada da vagina. Lisinha. Líquidos de gozo grudaram na minha língua. Saborosa estava... Azedinho... Ora salgadinho... Picante! Adorei o cheiro e sabor da Lucinha... Fiquei viciada! (risos)
Enquanto a chupava na xoxota observei que ela quase fez xixi de tantas contrações... Apertavam meus dedos! Gemia alto... Liberava líquidos quentes! Lucinha me puxou pelo quadril e o ajeitei sobre o rostinho angelical. Eu enfiava a língua nela e ela dentro de mim. Meia nove. Ela arreganhou minhas pernas e matou a sede no meu sexo. Enfiou dedo no meu cu e na boceta. Balançava o grelo com a língua que ficava impossível não tremer o corpo gozando. Meus seios estavam quentes e eu os esfregava na barriguinha dela. Ergui seu quadril e chupei até o buraquinho. Enfiei dedos nos orifícios... Que gostoso! Em dado momento, inclinei meu corpo para trás e fiquei sentada sobre o rostinho lindo. Sufoquei-a! (risos) Eu sentia o nariz me apertando no cu enquanto a língua estava enterrada na minha boceta. Eu gozava como cadela no cio... Lambuzei-a no rosto!
Invertemos as posições e também pude apreciar o maravilhoso e carnudo bumbum da Lucinha. Adorei os cheiros... Tanto do ânus quanto da xana. Adorei me lambuzar no melado de mulher! Gata manhosa e quente. Ficamos nos beijando aos cheiros das bocetas. Loucura! Esfregamos os grelos. Lucinha passava as mãos na minha bunda. Fiquei de quatro e ela de lado. Abriu as pernas e posicionou a xana na minha. Meu Deus, como foi gostoso me esfregar, de quatro, no sexo dela. Gozamos na boceta da outra. Lucinha me comeu bem gostoso! Ela estava super molhada e eu ainda mais. A mesma sensação de estar fazendo banho de assento. Lucinha confidenciou-me entrar em êxtase quando viu minha bunda engolir sua xana. Os grelos se esfregavam e os lábios nos penetravam. Meu cu abria e fechava durante meus movimentos sobre a vagina dela. Eu me soltei e me libertei de neuras e pudores. Cheiro de sexo invadia-me nas narinas... Cheirinho da bunda, da xana, do suor e do gozo da minha mulher... Sentia-me puta!
Cabelos caídos, marcas de batom e gozo no lençol úmido e amassado. Marcas de mordidas e chupadas em nossos corpos suados. Ficamos doloridinhas no clitóris de tanto que nos chupamos. Bão demais!
Meu nome é Fernanda, 42 anos, 1,64m, 69Kg (abafa o caso!), pele branca, olhos esverdeados, cabelos loiros, lisos, abaixo dos ombros, coxas grossas, seios e quadril grandes. Eu nunca tive muita barriga e nem estômago alto... Tenho bastante quadril. Lucinha tem 25 anos, 1,55m e 61Kg.
De sete anos para cá, estamos vivendo juntas.
Meus filhos, exceto minha caçula, torceram o nariz quando souberam do meu amor por Lucinha. Ao longo do tempo, aceitaram. Respeitam-nos. A minha filha mais nova é encantada pela minha relação com Lucinha. Será que ela também é? Tomara que sim!
A mãe da Lucinha está feliz pela nossa união. Quer, apenas, que a poupemos dos detalhes íntimos. (risos) Lucinha estudou e se formou Pedagoga. Prestou concurso e hoje trabalha na prefeitura da cidade em que vivemos.
No último ano de faculdade da Lucinha, consultamos nossa ginecologista. Lucinha queria engravidar. Tadinha... Sofreu muito... Ela é infértil. Foi diagnosticada ovariana prematura. É uma disfunção ovulatória que normalmente ocorre por falha na produção hormonal, problemas no ciclo menstrual ou nos próprios ovários. Não desistimos... Através da inseminação artificial, Lucinha engravidou. Meus óvulos foram fecundados, em laboratório, com sêmen de doador anônimo e o embrião, assim formado, implantado no útero da Lucinha. E não é que o embrião se dividiu e originou gêmeas? Ficamos maravilhadas quando soubemos das meninas idênticas que estavam a caminho! Nossos bebês de proveta estão com três aninhos de vida. Eu amo a Ana Lúcia... Ela me ama... Amamos, também, nossas filhas... Isso nos basta! Muito obrigada, Senhor.
Pessoal, por hoje é só! Fique em paz e obrigado pela leitura. Beijos.

A crente safada

Eu tenho um amigo, dentre os meus amigos P.As ( PAUS AMIGOS) que eu e minhas amigas o apelidamos de “ O TUDO DE BOM”
 Bom, e é óbvio que nós demos este apelido a ele por já termos comprovado e provado pessoalmente... E diga-se de passagem provamos que lambemos os beiços... Esse apelido carinhoso faz jus a fama dele, pois além dele ter comido todas nós ele passa a rola em todas que cruzam pelo caminho dele... aliás, e que rola, hein!! Isso mesmo, o cara além de mandar bem na foda é roludo, 20 e tantos centímetros de uma deliciosa rola bem grossa e sempre ereta quando necessitamos... isso mesmo, o cara é um comedor profissional, costuma fazer o serviço completo e muito bem caprichado, e se precisar ele até repete... Eu conheço mulher casada que nunca deu a bundinha pro marido, mas pra ele deu que chorou de satisfação... não é a tôa que tem muita mulher aqui em Niterói brigando por ele de tão viciada na pica e na pegada do safado...
  Mas o que eu irei contar a seguir, não se trata da foda que eu e ele tivemos, que aliás, foi uma das melhores que eu tive... foi detrás do muro da associação dos moradores do bairro dele, as 12 da tarde de baixo de 40 e tantos graus, nooosssaaa, gozei pra caaraaaalhooooooo. Enfim, deixo pra contar isso em outra oportunidade... pois quero relatar mesmo é sobre a transa que ele teve com a Dagmar... uma morena de pele clara, olhos grandes, boca vermelha carnuda, cabelos negros cacheados, 1 e 72 de altura, ancas largas e corpo meio cheinho sem um pingo de barriga... e o principal, é que ela é crente... pois é, a mulher é crente, dessas bem fervorosas.
  Pois é, gente, pra vocês verem como nos enganamos fácil com as aparências das pessoas, pois essa crente, a Dagmar, ela é uma típica e exemplar religiosa... fervorosa e praticante ao extremo... nota-se claramente no seu jeito de ser a sua escolha religiosa e o respeito que ela tem as suas crenças e costumes... ela se veste sem luxo ou vaidade... sem maquiagem, cabelos presos, roupas cobrindo as pernas e nada de decotes... apesar de que dá pra notar, mesmo com suas roupas folgadas e compridas que ela tem um baita corpão por baixo daquilo tudo...
  Bom, ele falou que quando começou a investir nela, ele sempre passava por ela na rua e dava piscadinhas de olho, ria sinicamente e as vezes fazia elogios a ela, chegava até convidar ela pra tomar uma cervejinha no “bar do bigode”...  e ela jamais reclamou, nem chamava ele de tarado... ela simplesmente se mantinha quieta e evitava olhar pra ele... mas isso foi só no início, pois, aos poucos ela foi mostrando os dentes pra ele... se acostumando com as cantadas obscenas dele, quer dizer: “Água mole em pedra dura tanto bate como fode... digo, fura!”
  Ele me disse que a primeira palavra que ela dirigiu diretamente a ele foi chamar ele de tarado, com um certo sorriso sínico estampado no seu rosto... Ele também me contou que certa vez tava dando uns amassos numa garota, encostados no carro dela, tarde da noite na rua, e ele então notou que a crente, a Dagmar, estava no portão da casa dela, bisbilhotando ele encoxando a garota... ele botou essa tal garota de barriga encostada na porta do carro e mandou ver na buceta dela por baixo de sua saia levantada, ali mesmo na rua... e viu que a Dagmar assistiu a tudo do outro lado da rua, encostada no portão de sua casa, encoberta pela escuridão por conta das folhagens de uma árvore.
  Então, quanto mais os dias passavam mais ele dava em cima dela descaradamente e ela correspondia dando liberdade pra ele... até que ele decorou o caminho e a hora que ela sempre voltava da igreja a noite... foi aí que ele pegou ela de jeito numa esquina enquanto ela voltava da igreja, segurando ela pelo braço... e ela assustada pediu pra ele largar... eles dois estavam de baixo de uma árvore, na calçada de uma casa de esquina, estava escuro, pois, os galhos da árvore atrapalhavam a luz do poste iluminar o local aonde elas estavam... e por conta desse escuro ela se deixou ser beijada por ele... ele disse que ela abria a boca exageradamente como se quisesse engolir a cabeça dele, tamanha a gula e a fúria dela em beijar ele... foram de cinco a oito minutos de chupadas e lambidas afoitas... ele disse que essa crente gemia e ronronava feito uma gata... parecia que jamais havia beijado um homem na vida... ele passou as mãos nos peitos dela por sobre sua blusa e apertou a sua bunda por sobre sua saia jeans cumprida, puxando ela de encontro a virilha dele que já estava de pau duro por dentro da sua calça... disse que ela tinha um cheiro muito gostoso de um perfume bem suave... só que pelo fato da saia dela ser muito grossa e comprida impossibilitou a mão dele de invadir a sua calcinha por baixo e apalpar a sua bucetinha... Ela pediu pra ele parar, pois, seu marido, pastor, estava vindo logo atrás com sua mãe e com seus dois filhos pequenos... sim, a safada além de crente era casada e mãe de duas crianças... mas o meu amigo não tava nem aí, a função dele era mandar ver e consumir o ato... tava maluco pela mulher e obcecado pela ideia de cumer ela... de saber o que ela tinha debaixo daquela roupa toda e como era ela na cama... Então ele perguntou se ela podia ir na casa dele, e ela disse que pela manhã o marido dela iria pra igreja e ela iria deixar as crianças na escola... e quando voltasse da escola certamente iria passar na casa dele... portanto ele podia esperar...
  Meu amigo disse que nunca uma mulher criou tanta expectativa nele, e mexeu tanto com a imaginação dele como essa Dagmar... ele disse que mal conseguiu dormir... ficou aceso a noite toda e só foi relaxar lá pras 4 da manhã... sendo que ele acordou as 6 e 30 em ponto... a aula das crianças seria as 7, e ela teria que ir deixá-los na escola muito antes... ele disse que tratou logo de tomar uma ducha e se preparar pra possível foda com a Dagmar...
  As 7 e 46 ou mais ela tocou a campainha da casa dele... e quando ele abriu o portão, ela entrou rápido, pois tava com medo de alguém flagrar... ele empurrou o portão e fechou... em seguida puxou ela pela cintura de encontro ao seu corpo e tascou um beijo da sua boca... bem molhado e apressado, afoito e faminto... e assim eles entraram casa a dentro... travando uma guerra entre seus lábios ardentes e esbarrando em móveis pelo caminho até o quarto dele... e chegando em seu quarto... ele cumeu ela durante duas horas e meia...
  Eu particularmente não acreditei quando ele me confidenciou que cumeu ela... mas não é que o safado me mostrou um vídeo que ele carrega em seu celular dele fudendo bem gostoso a safada da crente... é que ele é do tipo exibicionista, que adora pegar as idiotas desprevenidas com câmeras escondidas em seu quarto... e a idiota caiu direitinho... na cama do quarto dele, e no vídeo ela tá com calcinhas que jamais imaginei que uma crente usava... sendo que o momento máximo do vídeo é ela segurando o cacete dele todo lambuzado de porra entre as mãos... rindo com a cara mais safada do mundo e falando em alto e bom som as piores baixarias... E a tonta nem desconfia que ele anda pra cima e pra baixo com esse tal vídeo... Bem, espero que ele use o bom senso e não jogue esse vídeo na net, pois vai desgraçar a vida da garota, inclusive eu aconselhei a ele não postar em site nenhum, afinal, ele pode se dar mal por isso, visto que ela saberá fácil que foi ele...  e o marido dela é o pastor da igreja...
  Então, ao invés de imaginar como foi e inventar tudo, eu pedi pra ele me passar o tal vídeo pra eu poder assistir e relatar cena a cena para o deleite dos leitores do CONTOS ON LINE ter uma noção de como foi a foda deles... e ele então repassou para meu celular, e neste exato momento estou aqui... vendo e revendo várias vezes o tal vídeo enquanto digito detalhadamente o que vejo, pois bem... tudo começa assim:
  Eles entram no quarto aos beijos e abraços, ele está com suas mãos no zíper de sua calça enquanto ela tira a blusa pela cabeça, nossa, que peitos enormes ela tem... seu sutiã é grande e parece sutiã de velha, mas seu peitos são grandes e gostosos... ela empurra ele na cama, ele cai esparramado e de pernas abertas, ele puxa a calça ficando só de sunga e continua olhando pra ela, ali, parada de frente pra ele enquanto desce o zíper de sua saia cumprida que fica na parte lateral... nossa, que corpo maravilhoso, a safada tem um corpão típico de uma morena carioca... bem salientado nas curvas, com bundão empinado, coxão, ancas largas, peitão natural e sem um pingo de barriga... não dá pra ver direito as feições do rosto dela, pois a imagem da câmera exibe ela por completa, ele tá com o pau dele na mão, pra fora da sunga, tocando uma punheta pra ela... ela põe as mãos nas costas e desabotoa o sutiã, puta que o pariu, que peitão delicioso a safada guardava dentro daquele sutiã de velha... olha só isso, são grandes, mas, não são caídos... os bicos são morenos e pontiagudos, agora ela desce a calçola bege dela... uau... porque essa garota esconde tudo isso... que maldade... que rabo redondo delicioso, que buceta rechonchuda e espaçosa, parece semi raspada, tem pelugem negra, mas, dá pra ver a racha no meio... confesso que agora eu tô me tocando, pois, quem acompanha meus relatos aqui sabe que sou bissexual... e eu daria tudo pra provar do gosto da buceta dessa garota agora mesmo.... uhmmmmmm, deu água na boca e coceirinha na minha xoxota... Bom, melhor me concentrar no vídeo... agora ela tá de joelhos entre as pernas abertas dele, mandando ver um boquete gostoso nos 20 e tantos centímetros de rola grossa dele... ela segura com as duas mãos... daqui eu vejo a boquinha dela se esforçando em acolher tudinho... socando e mamando a cabeçona da pica dele por sobre a língua... que gulosa... será que ela faz isso com o pastor??
  Bom... antes de continuar quero dizer que tive que parar momentaneamente o vídeo e também parar de digitar para poder tirar minha roupa todinha... afinal, estou muito excitada e quero aproveitar a oportunidade pra tocar uma siririca bem gostosa em homenagem ao meu amigo e a essa crente safada e gostosa... agora ela tá subindo em cima da cama, por sobre o corpo dele, eles se beijam, ele tá acariciando as costas dela enquanto ela rebola esfregando as nádegas no pau dele... que safada... ela sabe fazer... sabe seduzir e conduzir a transa... daqui dá pra ver o pau dele latejando e cutucando ela... ela não para de rebolar debruçada por sobre o corpo nu dele... agora ela se senta com seus joelhos dobrados por sobre a barriga dele, coloca uma mão pra trás de sua bundona, tá pegando no pau dele, agora ela sobe um pouco o quadril pra encaixar a sua pica em baixo, na buceta dela... nossa, eu vejo entrando... entrando... ela tá gemendo e rindo de felicidade... agora a safada tá rebolando e remexendo sentada em cima do pau do meu amigo sortudo... ela segura e aperta os peitões e remexe o quadril pra frente e pra trás... rebolando e socando, socando, mexendo pra cima e pra baixo com rapidez, socando sua buceta no pau dele, engolindo cada centímetro... deslizando a bucetinha dela pra cima e pra baixo... ela acelera... uau, como é que ela faz isso?? Que vadia... tá muito rápido, ela vai quebrar o pau dele... e ela não cansa... que danada... que foda mais deliciosa... que surra de buceta ele tá levando no pau.... que inveja dele... espera um pouco... não... não acredito nisso agora... ela tá gozando.... como ela conseguiu gozar tão rápido assim?... ela geme e grita muito... eu escuto os gemidos dela claramente... ela diz:
“-Aaaaiiieehhhrr, que foda gostosaaaaahhhrr... me fode vai, me fode safadooooohhhrr!!”
Ela recomeça a rebolar... agora é ele que tá gozando dentro dela.... ela tá dizendo:
“-Aaaahhhhh.... puta que o pariu, que buceta gostosaaaaahhhrr...”
  Ele tá com seus pés apoiados no chão, sentado, e continua com ela sentada no colo dele, com seus peitos na altura da boca dele, e ele tá abraçando ela pela cintura, pelas costas, por sobre o pau dele, socado na buceta dela... ele agora tá remexendo o quadril dele muito rápido, chega a levantar a bunda da cama, erguendo ela junto a medida em que ele soca de baixo pra cima, parecendo uma britadeira... ele tá bombando a pica na buceta dela sem dó... a safada empina a bunda enquanto a pica dele desce e sobe, desce e sobe, socando, socando, socando... nossa, que inveja... esse é o meu amigo que eu conheço, eu sabia que ele ia mandar ver nessa vagabunda... dá pra escutar as estocadas: CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP.... e ela grita e geme muito... rosto pro alto e prendendo a cara dele entre seus peitões... agora ela pede ao gritos pra ele não parar, que tá gostoso e diz pra ele fuder bem  gostoso a bucetinha dela... agora ela tá perguntando pra ele se ele tá gostando de fuder a buceta dela... que vadia, que devassa... quem diria, hein??
  Agora ele levantou... ele tá muito suado... ela tá deitada, massageando a buceta, de pernas abertas olhando pra ele que toca no pau dele, punhetando... ele tá pedindo pra ela virar a bunda pra ele... nossa, a safada fica mais gostosa ainda de quatro...ela colocou os cotovelos na cama, abriu as pernas e empinou o rabo pra ele... ele deu uns quatro tapas bem fortes nas nádegas dela... ela sentiu dor e chamou ele de filho da puta... agora ela pede pra ele bater mais... ele bate, bate de novo... de novo... nossa, ele não para de estapear as nádegas dela... ela geme de tesão, parece gostar de levar tapas na bunda.... daqui dá pra ver que a bundona dela tá vermelha.... ele agora tá segurando ela pelas ancas... tá esfregando a cabeça do pau dele na racha... não... acho que é no cu... não dá pra ver aonde ele tá metendo... ela começa a gemer e gritar... nossa, é no cu... ele tá cumendo o cu da safada da crente, pois ela tá berrando:
”-Comeeeeehhh... comeeeehhh, come meu cu filho da putaaaahhh... ai que pau deliciosoooooooohhhr,soca essa rola no meu cu, socaaaahhh... aaaaiiiiieeeee, que delícia é dar o cuuuuuuhhhhhrrrr....”
E ele não deixa por menos na baixaria e também fala:
“-Tu gosta, né vadia... gosta de tomá no cu, né sua filha da puta gostosaaaaa... então toma, toma, toma pica no cu, toma, safada... tá gostando de levá rola no cu, tá safadaaaa... fala pra mim que tu gosta de tomá no cu, fala??!!”
“-Simmmmmhhh, eu gostoooooohhhrr... ai que rola gostosaaaaa... come meu cu comeeeehhhrr... come esse cu que o corno do meu marido não comeeeehhrr... ai, ai, ai, come, comeeee... mete tudooooohhhhrrr....”
  Bom... mas um tempo... tive que parar mais um pouquinho de digitar, pois, a foda tá muito louca e eu não aguentei.... tive que me tocar até gozar na minha mão... nossa, tô ofegando muito agora... meus dedos estão elados de meu suco vaginal...
  O meu amigo tá feito um maluco atrás dela...  puxando ela com força de encontro a sua virilha, ela gosta de ser puxada pelos cabelos... e ele puxa com força... estocando, mandando ver no cu da vadia... se acabando no cu da safada.... que cena mais animal... ela tá com a cara no colchão, cabelos esparramados por sobre o rosto, gemendo de dor e tesão, as vezes ela morde os lençóis da cama, suando e aguentando mais de 20 centímetros de rola grossa estocando o seu cu... não dá pra ver mas, aposto que o cu dela tá em carne viva... do lado avesso, pois, não é possível aguentar uma sessão de arrombamento como essa e sair com as pregas ilesas.... Fiquei até com vontade de ligar agora pra ele e pedir pra ele vir imediatamente aqui em casa pra fazer o mesmo comigo... que tesão...
  Eles estão em pé agora... e ele não solta ela... tá atrás dela, segurando ela pelos peitões e puxando o corpo dela, socando nela por trás... daqui eu vejo a rola dele entrando atrás dela... não sei se na buceta ou no cu... e ele se movimenta rápido batendo sua virilha forte nas nádegas dela, segurando ela pelos peitos... a safada empina o rabão enquanto ele soca... ela já não aguenta mais ficar em pé... ela geme e pede aos gritos pra ele não parar, pra ele socar e meter... ela é insaciável, incansável... que cavala de mulher... que fogo latente e quantos orgasmos extravagantes... ele coloca ela de novo por sobre a cama, deitada de ladinho, e ele também deita, encostando nela por trás, segurando ela pelas ancas e socando... agora eu vejo nitidamente a rolona dele arregaçando os lábios da bucetona dela... ele soca muito rápido... ela apalpa os peitões dela enquanto goza... ele diminui a velocidade... ela se treme toda e vira seu rosto pro alto... daqui noto seus peitões inflados... ela massageia o grelo enquanto ele dá suas últimas estocadas...
  Mais uma vez paro de digitar e volto a me tocar por conta dessa maavilhosa cena... e mais uma vez gozo... só que dessa vez foi mais intenso... fiquei bamba e lesada... tô suada pra caralho entre os peitos, na testa, e entre as coxas... tô afogueada e excitadíssima aqui dentro do meu quarto e em frente pro meu computador...
  Agora ela tá sentada na quina da cama e ele tá em pé... ela tá dando um boquete nele... parece que ele tá gozando, ele não fala só geme e bambeia as pernas... ela aperta o pau dele, espreme e lambe a cabeça... parece ter engolido tudinho... ele puxa ela da cama e beija a sua boca... estão abraçados... ele enche suas mãos na bundona gostosa dela... aperta e mete os dedos entre suas nádegas... ela desliza as mãos no peito peludo e suado dele enquanto o beija... são beijos estalados e barulhentos... agora ela recolhe suas roupas do chão e sai do quarto junto com ele... não vejo mais nada... foram pra sala... Alguns minutos depois ele retorna ao quarto e desliga a câmera...
  Bom... ele disse que até hoje come ela escondido... já foram até em motel... agora ele tá tentando convencer ela pra ir com ele numa casa de swing... ela ainda não topou, mas se agradou com a ideia. Sempre quando eu vou até a casa desse meu amigo eu a vejo passar na rua... e quando olho par sua figura discretíssima e vestida da cabeça aos pés... reservada e de fisionomia séria... tenho certeza e a prova em vídeo de que por baixo daquelas roupas recatadas existe uma puta que geme, grita e adora xingar enquanto dá o cu.
 Mas, enfim... sexo é para todos, e para acontecer independe até de religião... pois é a vontade em fazer que nos faz cometer exageros e inconsequências...

Obrigada por lerem este relato e comentem,por favor!!Beijos!!

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Me fizeram de prostituta..

Pois bem, como sabem E. era casado, mas um dia sua esposa precisou viajar e ele me pediu para ficar com ele na casa deles, e eu aceitei. Assim que cheguei, fui ao quarto deles. E. me deu um presente e era um vestido lindo, branco, super justo, curto e bem decotado, axei que o presente era para jantarmos os 2 em sua casa. Antes que o colocasse, E. se sentou na cama e me pediu para sentar em sua perna, então ele keria conversar comigo. Ele começou dizendo que me amava e que eu era a mulher da vida dele, disse tb que queria se divorciar mas tinha mtas dividas e não tinha o dinheiro, nesse momento ele perguntou se eu realmente o amava e se faria qualquer coisa para ajuda-lo, qualquer coisa mesmo. Eu, mto apaixonada disse sim, ele sorriu, me beijou e disse para q eu me vestisse e q iria me esperar na sala. Assim que ele saiu do quarto eu tomei um banho, peguei a calcinha e o sutiã branco que havia comprado para aquela noite, o sutiã era de bojo branco transparente e possuía renda nas bordas, já a calcinha era de lacinho, fio dental e transparente, deixando ver tudo. Colokei o vestido, uma meia calca ate as coxas e um scarpan e fui descendo, cheia de tesão, pronta para ser possuída por meu amado. Assim que desci vi que E. conversava com 5 homens, o H1 e H2 eram bem velhos, um era gordo e outro magro e poderiam ser meu avô. H3 e H4 eram da idade de E. (pra quem não leu o conto anterior ele era amigo do meu pai, e tinham quase a mesma idade), mas eram feios e nada atraentes. H5 já era jovem, deveria ser pouco mais velho que eu, sarado, loiro e realmente me chamou a atenção. Assim que E. me viu, ele me olhou como se visse uma princesa e foi se aproximando, pegou minha mão e a beijou e disse: Senhores, ai está a mulher da minha vida, da qual estava falando. Fiquei mto feliz com akelas palavras e fui cumprimentar os homens, mto educadamente, todos foram educados, mas reparei que ambos me olhavam de uma forma indiscreta. E assim que os vi perguntei a E.: O que esta acontecendo ?? E ele me braçou e disse: Vc não disse que faria tudo por mim ??? Seja obediente e me ajude, preciso do dinheiro pra ficarmos juntos. Ele então me beijou na boca, na frente de todos e disse que me amava, eu apenas sorri e sabia que deveria ajudá-lo, pois ele precisava de mim. E. pediu que eu fosse ate a cozinha e servisse uma bebida a eles, fiz o que ele pediu, e enquanto servia a bebida reparei q eles olhavam pra minha bunda e pros meus seios, sem qualquer discrição. E. agradeceu e pediu que eu bebesse com eles, dps de algumas garrafas foi a vez dele pedir que eu dançasse um pouco para animar a reunião. Eu o fiz e fui dançando, rebolando, me exibindo. E. se aproximou e foi dançando comigo, se esfregando e ate levantando minha saia, de repente quando percebi E. estava tirando meu vestido e eu estava ali, apenas de lingerie que deixava tudo a mostra. Como já tinha bebido um pouco, akilo não me incomodou e continuei dançando.E. dps me fez desfilar entre eles e nesse momento me senti uma rainha, com aqueles homens loucos por mim. Eles jogavam beijo, tentavam tocar em mim, gritavam coisas do tipo gostosa e etc. Foi quando E. me pegou no colo e fomos para o quarto, os 5 nos seguiram. E. me deitou na cama e tirou meus sapatos, ele me beijou e sussurrou lembra q tudo isso é para ficarmos juntos para sempre. De repente, senti uma mão em minha coxa e vi o H1 me acariciando, olhei para E. e ele sorriu e disse com os lábios TE AMO. Eu fiquei deitada, pensando q aquilo era pra ajudar o homem que amava e q assim seriamos felizes para sempre. H1 acariciou minha barriga, meu rosto, me disse q eu era bonita e me beijou. Ele foi descendo a alça do meu sutiã e dps o tirou, lembro que alguém gritou: Que delicia, vo chupar mto esses peitinhos. O velhinho então, os acariciou com cuidado, dps esfregou seu dedo polegar nos bicos dos meus seios e eu virei o rosto e fiquei ali deitada, esperando que ele terminasse o q sabe se la, ele ia fazer. Então ele xupou meus seios e foi beijando minha barriga, descendo ate minha buceta. Foi então que ele tirou minha calcinha e se ajoelhou no chão, na beira da cama. Lembro que abriu minhas pernas e passou sua língua dento de mim, ele ficou me xupando até cansar, dps tirou minhas meias e nesse momento eu o olhei e vi se despindo, e eu continuei deitada, parada sem reação. O velho começou a esfregar seu pênis na minha vagina, dps deitou sobre mim e me beijou e disse: Vai ser bem gostoso, prometo. O velhinho então colokou o penis na entrada da minha vagina e foi me penetrando devagar, ficou um bom tempo metendo devagar e gemendo louco de tesão. Nesse momento os homens gritavam: Ae, come essa vadia, que delicia, vai vovô goza na netinha. E o velhinho parecia não se importar, continuava metendo devagar, foi quando parou e me pediu que ajoelhasse e o xupasse, foi o que eu fiz. Quando ele quase gozava, ele me pediu que parasse e se deitou na cama e me pediu que deitasse sobre ele e seu pênis. Eu me deitei, e o senti me penetrar novamente, dessa vez ele ia mais rápido, e estava com a mão na minha cintura me fazendo senti-lo dentro de mim. Ele começou a gemer cada vez mais alto, até gozar. Então eu sai de cima dele e me deitei ao lado dele. E. então disse: Acabou sua vez, espero que tenha aproveitado. H1 riu e disse: Uma delicia, valeu a pena cada centavo gasto. Nesse momento percebi o que E. me dizia, ele precisava de mim, pois eles estavam pagando e ele estava endividado. De repente, vi H2 se aproximar e pegou minha mão e me puxou, me levou ate uma cadeira, ele se sentou de perna aberta e foi abrindo o zíper de sua calça. Mandou-me ajoelhar e xupá-lo. Enquanto o xupava, ele segurou minha cabeça e me fez xupá-lo violentamente, esse era diferente do outro, era violento e estava cheio de tesão. De repente empurrou minha cabeça e me pediu para parar, se levantou e desceu suas calças e sentou, pediu que eu montasse nele, e conforme eu descia e subia em seu pau, ele ia revezando em apertar com força meus seios, me beijar com violência e gritar: Cavalga puta, cavalga. Lembro que até me bateu na bunda. Dps de um tempo ele pediu para parar e que eu ficasse de 4 no chão, foi quando ele se ajoelhou, colocou a mão na minha cintura e foi me penetrando com violência, essa transa foi bem dolorida, e eu até soltei um grito de dor q ele axou ser um gemido. Lembro dele gritar pros amigos, assim que se faz, tem que meter até as bolas. Ele estava tão excitado que logo gozou, mas pra mim aquilo durou uma eternidade, quando ele ainda estava gozando E. disse acabou o tempo cara, e quase o arrancou de dentro de mim. E lembrou a todos que cada um tinha um tempo. Percebi que pagavam de acordo com o tempo que transavam comigo. Veio a vez do H5, era o jovem bonito. Ele sorriu e se aproximou de mim, segurou minha mão e eu levantei, ele me abraçou e me beijou com carinho. E esse beijo, me deixou excitada, eu fui tirando sua roupa e lembro de acariciar seu peitoral, dps eu mesma o beijei e nisso ele me levantou pelas coxas e me colocou sentada na mesinha que tinha no canto da salinha, eu ri e por um momento esqueci do que estava acontecendo. Colokei os pés sobre a mesa e fiquei com a buceta exposta o chamei com o dedo e ele riu, ele me beijou e disse quem manda sou, vc só obedece. Ele me beijou loko de tesão, como 2 apaixonados, ele segurava meus cabelos pela nuca e me beijava, senti ele beijar meus seios com delicadeza e gemi de prazer, ele foi descendo com a língua ate minha buceta e a chupou e eu fui ao delírio de tanto prazer. De repente ele me penetrou e eu colokei os braços em volta de seu pescoço e nos transamos com mto prazer e tesão. Até sussurrei em seu ouvido, segura não goza não. Então E. disse que o tempo havia acabado e eu sussurrei para H5 não para, continua até gozar, e assim ele o fez, continuou até gozar. Akilo foi perfeito e ele disse a E. que eu era incrível e sorriu pra mim. Chegou a vez de H3, esse tinha menos tempo que o anterior, então ele não perdeu tempo. Me fez descer da mesa, e pediu que ficasse de bruços na mesa, e eu o fiz ficando apenas com a bunda para o ar. Ele que já estava excitado vendo tudo akilo, estava de pau duro e desceu as calças. Ele foi logo enfiando no meu anus, com força e sem piedade, foi penetrando como pode e do nada, ele tirou o pau do meu ânus e pôs na minha vagina foi penetrando cada vez mais rápido e logo gozou, essa foi bem rápida. Foi então que chegou a vez de H4 e todos riram, foi quando E. disse apenas um boquete e todos riram. Ele abaixou as calças e eu o xupei, até ele gozar dentro da minha boca. Mas os demais não aparavam de rir dele, mas ele não se importou. E. disse: Espero que tenham gostado, mas acabou. E. foi com eles, até o andar de baixo e eu deitei na cama, toda gozada. Assim que ele voltou eu o olhei e disse: Como vc pode fazer isso comigo ? Mas antes de terminar a frase ele me bateu no rosto e me chamou de vadia, disse que estava adorando transar com o loiro e que não valia um centavo. Eu comecei a chorar pelo tapa e fiquei louca de raiva, afinal foi violentada por 5, pra arrumar dinheiro pra ele, e ele ainda me bate. Eu então o chamei de veado e disse que provavelmente ele gostava de ver outros homens transando comigo. E. ficou louco de raiva e disse que ia me mostrar quem era veado. Ele tirou a roupa e veio pra cima de mim, segurou meus braços e disse: Foi vc que pediu. Ele então começou a me penetrar com raiva e violência, eu comecei a chorar e pedi: E. por favor assim não, assim não. Ele estava com mta raiva e mto tesão, achei que fosse desmaiar pela dor de transar com 6 homens diferentes. E. metia como um louco, como se estivesse sem mulher a séculos e quando gozou foi pior ainda, já que meteu com mais força. Quando terminou ele se deitou e eu me encolhi e comecei a chorar, ele passou as mãos em seu cabelo e disse: Vai tomar banho, vc so cheira a gozo. Entrei no banho e comecei a me lavar, com a boca machucada do tapa que levei, de repente senti alguém no box, ele me abraçou e eu o abracei e chorei em seu braços. Ele pediu perdão, disse que nunca deveria ter me batido e que não me merecia. Ele me beijou com carinho e dps o abracei. Ele me ajudou a tomar banho e passou o sabonete pelo meu corpo todo, até ficar de pau duro. Ele me levou ate a cama e eu me deitei, dps ele se deitou ao meu lado e começou a chupar meu seios. Eu disse a ele: Não por favor, estou dolorida demais. Ele fez sinal de silêncio e disse que eu precisava lembrar como era ser amada e então ele me beijou e novamente me penetrou, dessa vez ele foi carinhoso, mas como eu estava bastante dolorida, a penetração me machucou. Mas transamos novamente até ele gozar. Dps ele me abraçou e nos dormimos de conchinha. Nunca mais conversamos sobre aquilo, e ele me trouxe café na cama no dia seguinte. Mas aquela não foi a última vez que ele precisou de dinheiro.
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