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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O Cuzinho por uma Sandália Nova

creme anestesico extra forte,otimo para um sexo anal gostoso +

Tava louca pra compartilhar a fantasia que realizamos essa semana.
Meu meio namoradinho é um homem safado demais da conta e pensa
em sexo o tempo todo, especialmente em cú !!
Eu também não fico atrás.... adoro uma sacagem.
.
Segunda feira, minha prima Paola apareceu lá em casa, a coitadinha
estava triste, reclamona... Reclamou muito especialmente do marido
que nunca satisfazia seus desejos de compra de roupas, e ainda
por cima tinha chegado na noite passada com o pau assado e quando
ela lhe perguntou a razão do machucado, alegou simplesmente que
tinha sido uma punheta muito forte... Pois sim.. ele estava certamente
colocando um bom par de chifres nela.
.
Eu tentei animá-la e disse: Fica feliz, sábado que vem tem a festa da
Érica. Ela então comentou que queria muito uma sandália nova para ir
à festa mas não tinha dinheiro pra comprar e o filha da puta do marido
dela se negava a comprar mesmo ela sabendo que ele tinha dinheiro,
e ainda por cima ficava dizendo que ela já tinha muitos sapatos e podia
escolher qualquer outro .Como podia ficar animada?
Então eu tive a brilhante idéia !!!!!!!! Vejam qual foi:
.
Por minha sugestão..., Paola ligou para o meu namoradinho que naquele
momento estava almoçando com suas duas irmãs e disse exatamente o
que eu mandei:
.
- Olá Rafael, aqui é a prima da Natália. Meu nome é Paola e hoje eu
comentei com ela que queria muito uma sandalia para ir a uma festa no
próximo sábado, mas que não tenho dinheiro para comprar, então ela
disse que você provavelmente.... me daria... a sandálinha.. se eu te
ligasse e oferesse meu cuzinho em troca da sandália. É verdade ?
Daria mesmo?...
.
Coitado, ele não podia responder muita coisa pois estava com suas duas
irmãs mas sentiu um tesão danado e já com o pau duro respondeu:
- é claro, vamos ver isso!!
.
Alguns minutos depois, já desvencilhado do almõço familiar, ele me
ligou e disse: Você é maluca !! É a namorada mais sacana que eu já
tive !! É sério o que tua prima propôs ? Quando vamos fazer isso ?
Pode ser na quinta ?? - Sim pode, eu respondi!
.
Imagino que o coitado não dormiu direito os dias que antecederam ao
grande sacrifício da Paola em troca da sandálinha !! rsrsrs.
Na quarta quando ele me ligou eu estava no sexshop comprando um
pau para tabem comer a minha priminha, pois sempre tive este desejo.
Planejamos os mínimos detalhes, o que fez com que eu e ele
sentíssimos um tesão danado...estávamos muito ansiosos, principal-
mente porque Paola jamais havia traído seu marido e confessava que
só tinha experimentado pau no rabo com um namorado anos atrás
e a experiência tinha sido dolorosa, e por consequência nunca tendo
admitido seu marido pela porta de trás, apesar das inúmeras tentativas
do infeliz prestes a receber um par de chifres !!
.
O grande dia chegou ! Encontrei com a Paola pertinho da minha casa,
para irmos juntas.Eu estava animadíssima mas ela tadinha, estava
assustada e morrendo de medo ! Encontramos o Rafa, que alertado
por mim sobre a malfadada experiência anal de minha prima, passou
primeiro por uma farmácia e comprou um tubo de xilocaina (anestesica)
além é claro de um graaande tube de vaselina KY e várias camisinhas
tamanho 55 (as mais largas) face ao diametro avantajado do meu
principe. E fomos os 3 para um motel lindo com piscina e ampla
vista para o mar, o que já deixou minha prima mais confortável e
deslumbrada.
.
Mais que depressa eu tirei toda a minha roupa e comecei tirar a dele,
mas ela, ah ela estava MORRENDO DE VERGONHA, disse um milhão de
vezes que não sabia se conseguiria, que só tinha dado o cuzinho uma
vez na vida e que doeu muito... !! Quando então ela viu pela primeira vez
o tamanho do pau do Rafa, aí que ela ficou louca mesmo !
- Ai meu Ddeus ! Seu pau é muito grande... Caramba.. Não vai entrar
mesmo na minha portinha de trás.. Acho que não vou ganhar minha
sandalinha... !! rsrs
Parecia que estávamos fazendo uma grande maldade com a Paolinha.
.
Tiramos a roupa dela bem devagarzinho, exceto a calcinha e pedimos
que ela se sentasse naquela cadeira especial de motel e colocamos os
pezinhos dela sobre os aparadores de metal numa posição quase
genicológica... Ela fechou os olhos de vergonha....
Daí passamos nós dois a examiná-la como se médicos fossemos,
afastando a calcinha e dedilhando sua rachinha e seu grelinho como
que estudando sua anatomia... Sua bucetinha era dessas raras que
mesmo com mulheres adultas ainda parece o de uma garotinha nova,
sem qualquer babado para fora. Uma gracinha.
.
Alternadamente chupamos a bocetinha da Paola e pela primeira vez
senti o sabor delicioso da bocetinha da minha priminha, e mesmo com
vergonha ela ficou toda molhadinha. Depois invertemos as posições
e meu namorado encorajou ela tambem (que nunca tinha posto a boca
numa boceta) a me chupar, e... ela me chupou.. e como chupou bem..
enquanto o Rafa enfiava pela primeira vez a sua lingua naquele cuzinho
praticamente virgem. Ele comentou, para mais vergonha ainda de
Paola, que o cuzinho dela era fechadinho e parecia uma cornetinha,
e que o gosto era salgadinho e danado de bom. A seguir ele enfiou
fundo a sua língua agil e comprida no ânus da coitadinha.
.
Ele então a levou para a cama e pediu para que ela ficasse de quatro, no
que ela atendeu prontamente... e ele disse:
- Então você nunca traiu seu marido ?
- Não, até hoje sempre fui fiel, mas aaaacho...êle tá merecendo....
- Então prepara pra colocar o primeiro chifre nêle, agacha bem, arqueia
sua bunda, enfia sua cabeça no travesseiro e com suas mãozinhas abre
bem esta bucetinha de ouro, que eu vou começar a atarrachar o
artifício na cabeça do teu marido.
.
A esta altura Rafa já tinha colocado a mega camisinha no seu cacête
rombudo e eu estava alí ajudando passando mais um pouco de vaselina
KY no mastro para que ela já não se assustasse ali mesmo.
Êle então esfregou a cabeça agora arroxeada do seu 'poste' na racha da
minha priminha que começou a tremer com a bunda aberta, e então a 90
graus com a entrada da buceta dela, iniciou a exploração de petróleo
enfiando centimetro a centimetro aquela vara grossa e comprida na
buceta de Paola, ao mesmo tempo em que puxou seus cabelos e
sussurou no seu ouvido...
- Tá sentindo o chifre sendo colocado nêle, putinha.... ?
- Ai que vergonha prima.... por que que eu fui na tua onda... ui ui ui..
Aiiiii meu Deus... Eu não vou me perdoar por este sacrilégio... Ai minha
Nossa Senhora... Este pau é grosso demais moço... Aí que quentura que
tá me dando na xota... Enfia fundo... mais... mais.. fode agora com força.
Não para não... Aaaaaaaaaaiiiiiiii. Me arrombou toda..... Caraaaaaalho !!
.
- Agora vamos ao outro chifre. Uma piquinha no cú se faz necessário
minha filha, pois nenhum chifre é completo sem uma enrabada na
esposa safada.
- Ai não..... No cú não... Num vô aguentá... É muito grosso... Na buceta
já foi quase impossível, imagina no meu rabo.. De jeito nenhum
E se virou de frente inibindo a enrabada.
Daí resolvi me intrometer...
- Priminha, se tá com medo do pau do Rafa, deixa pelo menos eu tentar
com o meu cacetinho de borracha. É menorzinho...
- Sei não... Acho que vai doer...
- Deixa de frescura menina...
- Tá bom, mas só um pouquinho.
.
Então vesti o cinto com o cacete de borracha adaptado que era mais
fininho que o pau do Rafa, mas compridinho. Pus Paola de quatro
novamente, chupei o cú dela com bastante saliva, mas esqueci que
o cú dela já tava com aquele creme anestesiante e sem querer anestesiei
minha lingua passando a falar com dificuldade...
- Hamo Phaola, Hica quetina que eu ha vo timhabá.. Caraho, minha linga
tá anestesiada com eha poha de vahelina anestehiante.... mas hamo lá.
.
Daí montei nela e tentei enraba-la. O sacana do Rafa pegou a câmera
fotográfica e danou a bater fotos da gente.. Que vergonha....
Eu só gritava....
- O hosto naum, o hosto dahente naum... só pohe fotograhá a buheta
e a hica di hlastico, hinão nós hamo fuhida na comunihade....
.
O Ráfa então cooperou e tirou várias fotos só dos nossos corpos,
mas cada vez que eu começava a enrabar Paola pra nós sermos
fotografadas a danada contraía o cú e a pica saía. Rafa não conseguiu
tirar nenhuma foto com a pica dentro.
Quando finalmente consegui por um pouquinho da cabeça da pica
de borracha no cú de Paola, ela começou a choramingar dizendo que
não ia aguentar, que preferia não ganhar a sandalinha e ficar mesmo
só com uma havaiana, daí eu desenrabei o tiquinho que tinha colocado
no rabinho dela e falei:
- Então venha assistir como se dá o cú direito. Senta aí atrás de mim
pra ver o pau entrar desde o começo.
.
Neste momento, Rafa já estava com a rola encapadinha e vaselinava
com barulho o cacete fazendo Paola arregalar os olhos com a cena.
Fiquei de bunda pra cima, enterrei a cara no travesseiro, abri minhas
bandas da bunda ao extremo expondo meu orifício rugoso e me
preparei pro sacrificio. Rafa subiu em cima da cama e comandou
Paola pra ajudar e ajustar a cabeça da rola certinho no meu cú, no
que ela fez com prazer e ainda falou....
- Pimenta e pica no cú dos outros é facil né prima. Agora vamos ver
se no seu continua fácil...
.
Senti a pica forçando a entrada, relaxei, o esfíncter foi abrindo para
aquela grossura toda e senti uma dorzinha .. um desconforto
inicial, mas autorizei:
- Vai Rafa ! Arromba sua putinha... Come meu cú como você gosta.
E ele não pestanejou. Me enrabou com muito carinho mas sem
piedade. Não é que o caralho é grosso mesmo. Tadinha da priminha
virgem de cú... Cheguei a sentir uma lagriminha rolando minha face
mas continuei abrindo o cú ao maximo e relaxando.
E minha prima a tudo assistia estupefata por trás de nós dois
chegando até a acariciar o saco de Rafa que então não aguentou
e esporrou todo meu cú por dentro enfiando até o talo.
Eu como adoro dar o cú, já estava tocando uma siririca voraz
e gozei farto tambem com o talude no rabo.
.
Fomos os 3 pro chuveiro e aí rimos a bessa com o acontecido, mas
o Rafa foi taxativo: - Sandalinha ? Só havaiana pra quem não deu o cú.
- Quer dizer então que minha prima vai ganhar uma sandalinha bonita
e eu vou ficar com uma havaina de merda é ?
- Parece que sim...
Daí Paola saiu brava do chuveiro e foi pro quarto.
Nós dois continuamos brincando no chuveiro nos lavando, beijando
daí Rafa resolveu sair e foi pro quarto me deixando debaixo daquela
água gostosa.
.
Chegando no quarto encontrou Paola recostada na cama pensativa..
- Pôxa.. tô chatiada... Botei só um chifre no meu marido, e o sacana
merece o par completo, e nem vou ganhar a sandalinha ? Ah não..
Quero tentar de novo. Você quer me ajudar Ráfa ?
Pela fresta entreaberta da porta vi o milagre da resurreição dos mortos
e o pau do meu namorado imediatamente engordou e levantou perante
meus olhos... Que coisa bonita.
.
Fiquei só vendo de longe ele colocar ela novamente de quatro, chupar
o cú dela (não deu pra avisar sobre a pomada anestesiante e a lingua
dele tambem foi pro brejo... ahahahahaha...), e alojar o rombudo no
olhinho do cuzinho da próxima vítima dele.
.
Como berrou a sacana.. Parecia uma bezerra desmamada.
Saí do banho e fui observar. Ráfa fez a menina carinhosamente e
pude ver como o cuzinho dela se dilatava pra acomodar aquele monstro
e recebia centimetro a centimetro, rangendo aquele rolo de carne,
veias e nervos.. Que cena. Ela berrava mas pedia:
- Aiiiii.. Puuuuuuuta quiospariu.... Caraaaaaaalho que coisa grossa....
Acho que nunca mais meu cú vai fechar...
Daí Ráfa tirava o pau de dentro para eu olhar o estrago .. Caramba que
túnel estava... E enterrava de novo tudo no cú da cachorra falando...
- Iho mia crianha... Forha pra ahuentá que eu tô ahahachando o
úhtimo hifre na cabeha do heu mahido...
E olhava pro alto como se estivesse falando com o marido dela e dizia:
- Caha.. tua mué tem um cuhinho delihioso. Vohê não consehia
enhabá ela, mas de agoha em hiante com o meu serviho vai ser fáhil,
mas de hez em huando tem que heixá eu har uma paheada nehe
habo de novo pra amahiar e hazer a manuhenção.
.
O Ráfa é um autentico radialista... Fala o tempo todo durante a trepada
e isso me dá o maior tesão. E deve ter dado tambem na Paola pois
derepente ela começou a berrar:
- Caraca... Agora tá uma quentura incrível no rabo. Num é que tá gostoso
Puxa.. tô gostando. Cárca mais Ráfa. Fode... Enfia... Enraba meu gato.
Meu marido que vá pra puta que o pariu com seu pau avariado.
Mete no meu cú...
- Natália, tua hrima está homando no cú ihual a hente hrande...
Aho que ahrendeu
- Afffffff... Aaaaaaaaaaaai.. tô gozando Ráfa.. Soca.... Mais.. Afffffff
Puta kiuspariu !!!!!!!!!!! Tô gozando.. Tô gozando... Ahhhhhhhhhhh....
.
O que me faz adorar o Rafa é que mesmo sendo garota de programa e
tranzando com um monte de homens, ele é "o cara" na cama ele sabe
fuder como quase ninguém no planeta terra e principalmente, ele sabe
comer cú (que é o que eu adoro) como ninguém mesmo !!
Quando ele mete aquele pau super grosso no meu cú, fico louca, me
sinto uma garotinha de colégio sendo enrrabada pelo professor...sempre
gozo assim!!
.
- Isso Paolinha, não quer a sandálinha ?
Então tem que dar o cuzinho...
Dá o cú sem reclamar senão não ganha a sandália !
Então ele não aguentou mais, encheu cú dela de porra!
- Pronto !!! O Sacrifício foi grande mas a sandália está garantida!!
.
No sábado seguinte fomos as duas à festa de sandalinhas novas,
pois o Ráfa deu sandalinha pra ela e pra mim tambem.. Que bonitinho.
Adoro esse cara...
E na festa eu sempre que podia chegava perto de Paola e do marido
corno e perguntava...
- Que sandalinha bonita Paolinha... Foi muito cara ????
- Ah foi Natalia.... Custou um bocado mas consegui...
E o babaca do marido ria com sorriso amarelo....
.
Não sei ela, mas eu e o Rafa adoramos a brincadeira...
Vamos nos lembrar muito desse dia de sacrifício da Paola...
.
Abaixo estão fotos deste conto
... que apesar de não parecer... foi real...
.acesse www.prazersecreto.com.br
 

Gozou na boca da amiga

creme otimo para sexo anal extra forte
Essa foi minha primeira vez com uma mulher, e por sinal definitivo.
Fui pra uma festa americana e levei a cunhada da minha irmã. Eu sabia que ela era do babado, já até dormiu em casa algumas vezes, e comigo, mas nunca tinha acontecido nada.
o:p>
Na véspera da festa ela dormiu comigo de novo, eu senti tesão dessa vez, mas apenas deitei ao lado dela sentindo o cheiro do pescoço, e coloquei minha perna em cima dela, da pra imaginar onde. Dava pra sentir a xaninha dela pulsando, mas ela não tomou atitude nem eu. O dia amanheceu deitei no colo dela e ela ficou me fazendo cafuné, que só aumentava meu tesão, fomos pra festa, e minhas amigas percebiam como eu tinha uma conexão com ela, afinal eu era a única hétero no lugar e tava dando uma bandeira! E ela também, depois de um tempo agente se olhava de um jeito tão gostoso! Malicioso, e com uma sintonia que tava me enlouquecendo, então a gente começou a jogar cartas e eu fiquei sentada no colo dela, vai vendo...o:p>
Ela começou a caçar assunto na minha nuca, cheirando primeiro, der repente eu vi minha outra amiga fazendo sinal com a cabeça pra ela ir adiante, senti uma boca quente na minha nuca, encostando de leve eu me derreti e acabei indo pra trás um pouco quando ela colou a boca de vez e deu uma chupadinha, levantei do colo dela, e falei se você fizer isso outra vez eu vou devolver. Sentei outra vez no colo dela e ela deu outra chupada no meu pescoço, levantei e fui por trás dela e chupei a tatuagem da rosa que ela tem no pescoço. De um jeitinho bem safado nem forte nem fraco o suficiente pra deixa La louquinha.o:p>
Pronto a gente ficou atiçada de vez, mas continuei no colo dela jogando baralho e ela acariciando minha coxa e beijando meu pescoço, não demorei muito eu acabei gozando bem ali na frente de todos, quase morri de vergonha. Mas não foi escandaloso, foi algo sutil ao ponto de uma amiga só perceber. E agora? O que faço? Pensei mil coisas menos no meu namorado! Pois é ele era um cara muito legal e a gente tinha um grande entrosamento na cama, íntimos demais eu nunca tinha traído (ainda), mas aquele momento era tão mágico e tão fora do comum que me deixei levar sem pensar em mais nada. Só fui deixando.o:p>
Depois de um tempinho, a gente foi pra um salão que estava só eu ela e minha amiga que tava ligada em tudo. Ela me pegou e levantou no braço encostada na parede com uma facilidade me ergueue colocou minhas coxas no ombro dela e me deu uma cheiradinha na minha xaninha com se fosse fazer sexo oral, foi tudo tão rápido que nem deu tempo de pedir pra me colocar no chão. Minha amiga rolava de rir, mas logo depois ela me colocou no chão e quase na hora de ir embora a gente se beijou e nesse momento tiraram foto, sacanagem né?o:p>
Fomos pra casa da minha amiga e pra piorar a gente tinha bebido além da conta a ponto de se beijar no caminho todo! Nem acredito que fiz isso até hoje. A gente acabou ali no carpete da casa de uma amiga tomamos banho e deitamos (daqueles de lã de carneiro) no chão, ela tava nos dias cruéis e realmente teve que ficar de calcinha, mas tinhas seios lindos que pude sentir eles quentes por cima de mim! A gente se beijou bastante interminável beijo gostoso e intenso que acabei gozando mesmo antes de tudo, ficava louca vendo como eu tava respondendo daquela forma só de beijar minha boca e encima de mim começou a se esfregar bem gostoso e quente. Então ela desceu a mão bem de vagar até meu sexo e sentiu que escorria tudo e deu um gemido juntinho comigo ao mesmo instante que me tocava e eu sentia aqueles dedos experientes acariciando meu grelinho pequeno, mas extremamente fogoso, eu delirava de prazer, mas não gemia alto pra não acordar minhas amigas, e isso me deixava mais excitada sem saber se alguém ouvia a gente ou não. E pude sentir o dedo dela entrando bem de vagar dentro de mim e saindo bem de vagar me torturando tanto que eu explodia por todo tempo gozando a ponto de expulsar o dedo dela de dentro de mim, ela amando saber que eu gozava daquele jeito diferente, e acabava me penetrando com mais força e afundando dentro de mim que eu nem sabia mais o quanto tinha gozado, só senti minha boca adormecida anestesiada e quando pensei que ela pararia ela voltava e me penetrava outra vez e gemia bem no meu ouvido me enlouquecendo de vez, naquele instante realmente percebi que não tinha mais volta que eu nunca mais seria a mesma senti medo desejo e fui me entregando toda pra ela como se a gente já tivesse feito antes, parecia que esta cena era uma repetição de algo que já tinha vivido, de tão completa e entregue que eu estava! Nunca imaginei ficar tão à vontade e confiante como naquele momento. Quando eu pensei que ela iria parar ela me beijando sem parar e acaba descolando os lábios carnudos da minha boca e sobe o dedo que me penetrava cheira dando um suspiro de prazer em sentir meu perfume dando um suspiro e depois chupa, deu uma risadinha, e ela fala bem baixinho, seu cheiro é tão delicioso quanto seu gosto, delícia! E foi descendo chupando meus seios e descendo até meu sexo encarou meu grelinho e deu um selinho depois uma bela lambida que eu senti meu corpo tremer, depois colocou aquela boca quente, carnuda e extremamente experiente no meu grelinho, que pensei que iria morrer de prazer, ouvia os gemidos dela abafados no meu sexo e eu gemia junto, eu gozei tanto naquela boca que quando ela levantou tava com o queixo o nariz tudo ali ao redor branco! Ela deu uma gargalhada gostosa e disse; noossa! Que delicia que é vc ! que que isso mulher?o:p>
Fiquei sem jeito, mais eu dei risada também e nos beijamos bastante quando vi o dia já estava claro eu fui pra casa, minha filha tava dormindo na casa de uma amiga, acabei descendo junto com minha amiga que não disse uma só palavra, mas com um sorriso no rosto com o olhar de eu sabia!
Não demorei em casa voltei e fui me despedir dela, acabamos não se desgrudando mais depois disso, ela vinha todo fim de semana em casa pra terminar comigo e a gente pulava na cama, sentia o cheiro dela olhava aquela bunda sexy e fiava louca, no dia que ela resolveu acabar tudo de vez, eu deitei de conchinha por trás dela sentia o cheiro dela e acabei tendo um orgasmo de maneira mais louca e inusitada que a fez agir imediatamente, se virou e nos amamos como loucas, era um vício uma com outra que se tornou impossível se separar. Só foi ficando maior ao ponto de todos perceberem, terminei com o namorado, tive uma conversa com minha irmã que era casada com o irmão dela, como foi ela quem incentivou a gente se conhecer e dizendo que a gente se parecia muito e principalmente que iria gostar uma da outra, nem preciso dizer que ela tinha razão. Minha família se assustou no começo, mas aceitou a dela já não gostou porque condenam dizendo que ela era a culpada e quem disse que eu liguei pra família dela? Não ligaria nem pra minha.
o:p>
Eu só tinha que seguir a diante e ver no que dava, e depois de muito esforço eu consegui enfim possui La, e não foi nada fácil, ela não deixava nem chegar perto, eu odiava isso não me conformava mesmo! Nem hoje entenderia, afinal de contas ela já tinha transado com homem também, teve muitas mulheres, mas não as deixava possui La, mas eu nunca deixaria por isso mesmo. Eu sei que tentar ir direto nunca conseguiria então usei estratégia mais gostosa do que perder tempo tentando tocar ou falar com ela. Fui deixando ela atiçada sempre, em todas às vezes eu ficava fazendo algo pra despertar a fêmea fogosa que eu percebia nela, hora passando meus seios no corpo dela até nas regiões que com certeza eu sei que a deixaria louca, hora falando besteirinhas gostosas ao pé do ouvido, chupando os dedos dos pés que até hoje nunca vi um pé tão lindo como o dela, perfeito, perece até que foi desenhado a mão, e depois de chupar os dedos lindos eu colocava eles dentro de mim, e gozava nele, ela ficava louquinha, depois de tirar o dedo do pé dela de dentro de mim eu o chupava, me esfregava pelo corpo dela e gozava, por ele todinho, assim que ela raspou a cabeça não perdoei gozei na careca dela também. Na bucetinha, no cuzinho, até na rosa tatuada no pescoço, que foi o lugar que eu dei o primeiro beijo safado nela, por que não gozar? Não poderia deixar de fazer isso!o:p>
E é claro eu lambia logo em seguida a deixava louca, só deixei o melhor pro final, um belo dia eu tava gozando nos seios dela bem no biquinho ui, depois eu chupei eles e aproveitei e desci bem de vagar minha boca pelo corpo dela até chegar ao grelinho ela tentou reagir, mas dessa vez eu fui mais rápida e desci com tudo do nada, coloquei minha boca nela, e senti algo muito diferente juro que senti uma explosão enorme no meu grelinho que parecia querer sair do meu corpo, então entendi tudo o que ela tinha dito antes, ela queria retirar minha boca pra tirar o excesso do mel dela, mas não deixei, era muito tarde. Dalí eu não sairia mais, chupei todinho, e ela deu um gemido tão gostoso! E relaxou bem e eu pude gozar fazendo o que sei que mais gosto agora, chupar e chupar sentindo o calor o cheiro e o gosto do da orquídea quente saborosa se derretendo na minha boca até o final pulsando em minha língua me fazendo sentir como se fosse a minha. Aaaai como é bom! Depois de chupar a deixando bem à vontade eu coloquei meu dedinho dentro dela, e pude sentir como era mais gostoso ainda, e mais do rápido eu fiz um 69, o nosso primeiro de muitos, e nossos gemidos abafados por estar com a boca preza no sexo melado cheiroso e todo gozado da gente!o:p>
Daí em diante foi só melhorando, muito tesão, muito prazer e é claro loucuras, transamos na rua, no ônibus, na cozinha da minha irmã, na sacada da minha mãe, no quintal, mudei de casa e transamos no telhado! Eu dou risada quando me lembro das loucuras que fizemos, foram tantas, a três, com alguém olhando pra tentar contar meus orgasmos! Esse não deu certo. Kkkkk. Então comprei brinquedos, ficou ainda mais quente, mas eu prefiro os dedos mesmo, acho muito mais gostoso, sempre fica no lugar certo, não é? E fantasias! Como é bom realizar! Ela gravata nua vestida com a cinta de couro! Ui, quase enfartei! Com certeza foi uma das vezes que mais gozei aos berros.o:p>
Não sei o que aconteceu, a gente se perdeu no caminho o ciúme dela então! Acabamos amigas, agora estou pensando realmente que é impossível sermos amigas nesse momento, eu a amo muito, mas tenho que seguir em frente e deixa La ir. Do jeito que está não dá pra ficar.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Na bundinha de mamãe

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Em casa somo em número de 4, minha mãe (41), meu pai (46), meu irmão (19) e eu (15). Nós não temos muita grana pois apenas papai trabalha. Meu irmão está fazendo cursinho para o vestibular (pela terceira vez) e isso aumenta as despesas da casa. E foi graças as despesas de casa que me dei bem. Mamãe levou um baita tombo quando eu e ela lavavamos a casa. Ela caiu sentada e machucou o final da coluna, o final mesmo. Fui com ela até o posto de saúde próximo a nossa casa. Eu já sentia ciúmes de mamãe (meu irmão mais ainda) mas fiquei louco da vida quando o médico fez questão de deitar mamãe de bruços na maca e baixar sua bermuda e a calcinha para "olhar o machucado", e para acabar de lascar ainda me mandou ficar atrás do biombo para curtir a bunda de mamãe sozinho. Mamãe é uma mulher bonita, tem uma barriginha lisinha que combina com os grandes seios (quando ela usa blusas apertadas fica um encanto), tem belas pernas mas seu carro abre alas é a sua bundinha. Não é grande mas é tuda arrebitadinha (feita sob medida para mamãe). É uma bundinha tão linda que o médico demorou quase uns 10 minutos com mamãe do outro lado do biombo. O médico ainda recomendou seções de fisioterapia (na clinica dele é claro) mas como estavamos mal de grana mamãe resolveu comprar a pomada e me pediu para que não contasse nada para papai para não preocupá-lo. Eu não contei nem para meu irmão pois dar massagem naquele local ela não conseguiria e com certeza me pediria para fazer a massagem. Dito e feito, a tarde, quando meu irmão saiu para o cursinho, mamãe aproveitou que minhas aulas são pela manhã e me chamou no meu quarto. Eu a seguí já adimirando o seu rebolado naquela saia. Chegando lá no quarto dela, ela deitou-se de bruços e baixou a saia e a calcinha até o final da bunda e inicio das coxas. Eu peguei a pomada e me posicionei como ela mandou. Eu ficava ajoelhado sobre as costas dela e de frente para sua bunda. Cara que visão. Eu massageava desde um palmo acima da bunda até bem próximo ao cu de mamãe. Sempre que massageava próximo ao cu de mamãe eu fazia questão de deixar a mão bem espalmada pois isso afastava as nádegas dela e me dava uma exelente visão do cu dela. De cara deu para perceber que mamãe não era virgem alí. O cu dela parecia que tinha carne demais e assim ficava com um lado tipo inchado (ou enrrugado, não sei descrever bem). Com as massagens eu ficava mais excitado ainda e passamos a agir como dois pirralhos que tem um segredinho. Ficamos mais íntimos, conversavamos muito durante as massagens e muitas das conversas eram bem escrotas, eu de vez em quando chegava a tocar no cu dela. Eu adorava ver aquele cuzinho se contraindo com meu toque. Mamãe começou a dizer que eu estava gostando daquilo e eu passei a tratar a bunda de mamãe como a minha paciente. Tipo: eu abraçava mamãe, ou chegava por trás dela, pousava minha mão em sua bunda e perguntava, olhando nos olhos de mamãe, - Como vai minha paciente? Mamãe apenas ria e quando percebia que eu não iria tirar a mão dalí ela me afastava (mas continuava sorindo). Outro dia meu irmão chegou em casa cedo e nos flagrou. Cara, eu sinto ciúmes de mamãe mas meu irmão me superou facilmente. Ele queria porque queria continuar a masagem mas mamãe não deixou. A noite meu irmão queria saber de mim tudo (com todo o respeito que ele conseguia fingir), quando tinhamos iniciado as massagens, como que era a massagem e coisa e tal. Eu vendo o ciúmes dele e percebendo a excitação também (o cara me escutava de pau duro) contava de forma mais picante que conseguia imaginar. Ele ficou tão enciumado que me disse que daria a próxima massagem e que era para eu inventar uma mentira e sair naquela hora da tarde. Eu nada comentei naquela hora mas ele vacilou e comentou isso com mamãe durante a manhã, e mamãe quando me viu chegar foi logo me dizendo que era para eu não sair sem dar a massagem para meu irmão não perder aula. Ele ficou pocesso e deu a porra e nao foi ao cursinho naquela tarde. Mamãe que a essa hora já estava adorando aquela cena de ciúme quis deixá-lo ainda mais doido e me pediu para ficarmos conversando após a massagem para demorar mais ainda. Nós conversavamos justamente sobre o meu irmão quando sem nem mesmo me dar conta, eu, que já estava doido de tesão, pedi para alisar a bunda de mamãe. Mamãe pareceu um pouco espantada com meu pedido mas como também estava excitada me respondeu dizendo que eu alisava a bunda dela todas as tardes, não poderia esperar até amanhã? Eu apenas fiquei calado mas aí ela continuou. -Você está me saindo um verdadeiro tarado. Eu cheguei a me assustar com a espressão "tarado" mas me assustei mais ainda quando ela disse: -Pensa que eu não percebo as suas tentavivas de me dedar o meu rabo? (ela falava das vezes que eu, durante a massagem, chegava a tocar seu cu). Eu, que estava calado, fiquei mudo. Mas ela me pediu para abraçá-la. Ficamos deitados na sua cama, abraçados um de frente p/ o outro. Ela disse que eu poderia alisar sua bunda mas só um pouco. Enquanto eu alisava ela me encarava e ria. Aquilo me inibia e eu não alisava como queria. Foi quando ela me pediu para massageá-la novamente só que desta vez ela não quis que eu ficasse ajoelhado na costas dela e sim ajoeljado na frente dela. Para alcancar a bunda dela meu pau ficava encostando em sua cabeça. Foi aí que ela baixou minha bermuda e começou uma chupada. Eu tinha me esquecido do mundo quando ela me mandou enfiar um dedo no cu dela. Emquanto ela me chupava eu fingia que meu dedo era um gancho e a puxava pelo cu para mais para perto de mim. Eu só tirei o dedo do cu dela quando gosei pois eu segurei sua cabeça e fiquei bombando na boca de mamãe. Ao segurá-la pela cabeça eu, sem querer, a obriguei a engolir meu esperma. Eu fiquei meio envergonhado mas ela ria e dise que aquilo tinha sido melhor do que eu esperava e qua amanhã teria mais. Ao sair do quarto meu irmão me encheu de perguntas. Eu contei parecido com o que já tinha contado a ele para não levantar suspeitas mas ele ficou com a pulga atrás da orelha. Novamente ele me pediu para eu sair para ele dar a massagem mas mamãe, durante o jantar, contou a papai sobre a falta do meu irmão ao cursinho e papai o obrigou a ir no outro dia sem falta. No outro dia durante o almoço parecia que meu irmão sabia o que iria acontecer. Aquela cara de desespero dele me deixava com mais tesão ainda. Quando ele saiu eu lavei a louça e fui para o quarto de mamãe. Chegando lá, mamãe lá do banheiro, me mandou deitar. Quando eu deitei ela saiu do banheiro com uma blusinha e uma mini saia que eu nunca tinha visto. Ela disse que estava melhor das costas e como agradecimento iria me presentear com um stripe-tease. Mamãe dançava e tirava as roupas com uma naturalidade que quase me fez gosar. Ela não tinha calcinhas pequenas mas tinha enfiado uma no rego dela que mais parecia uma tanguinha. Eu não me aguentei e fui dançar com ela. Nós nos beijamos e quando ela se despiu eu já estava nu de tanta vontade de meter. Eu não tinha muita esperiência em sexo pois só tinha fodido uma vez e minha parceira me disse que eu não fui bem. Mas era mamãe que orientava a situação. Ela foi em direção a penteadeira se ajoeljou no banquinho, se apoiou na penteadeira, ficando de costas para mim, e olhando para o meu reflexo no espelho a sua frente me ordenou que vinhesse para ela. Eu tentei enfiar meu pau na boceta dela mas ela disse:- Ei, eu quero na bunda. Cara, eu enlouqueci. Encaixei a cabeça e como mamãe estava com seu cu um pouco suado e meu pau já estava melecado, a penetração foi façil até demais, mostrando que mamãe já tinha se divertido muito dando a bundinha. Enquanto a enrrabava eu a observava pelo espelho. Mamãe fazia caretas e mais caretas de prazer, fechava os olhos, voltava a abri-los, e mexia a cabeça sem parar. Ela estava tão doida que já tinha derrubado quase tudo de cima da penteadeira. De repente ela me mandou parar. Eu parei mas continuei com o pau cravado na bundinha de mamãe. Ela me olhou pelo espelho e com uma voz meio rouca me disse que o que eu estava fazendo com ela meu pai jamais tinha feito. E disse-me mais. Disse que tinha namorado com papai duas vezes (papai foi o anti-penúltimo e o último namorado dela) e que ele foi o único que não comeu a bundinha dela. Ouvindo aquilo eu fiquei muito mais macho. Eu fazia parte da lista dos cara que ajudaram a arrombar a bundinha de mamãe. Neste momento eu comecei a bombar forte. Retirava quase todo pau do cu de mamãe e enfiava novamente. A penetração era tão fácil que meu pau não ardeu, e acho que o cu de mamãe também, pois ela só aumentou as caretas e urrava mais alto ainda. Gozei feito um louco naquela bundinha. Mamãe estava tão excitada que gosou antes de mim. Quando ela percebeu que eu tinha gosado ela olhou para trás com a cara mais safada que eu já vi. Naquela tarde não fodemos mais. Mas toda as tardes nós transamos. Realizamos várias fantasias. Meu irmão não me trata mais como antes. Ele não obedeceu a ordem que papai o dera e, fingindo que iria para o cursinho, voltou e nos escutou atrás da porta(ele até ameaçou contar a papai mas não teve nem tem coragem para isso). E sabendo disso eu fico cada vez mais excitado e inovo nas fantasias com mamãe. O fato do meu irmão ser o único homem da casa que não se diverte com mamãe e o fato de que eu sou o único cara da casa que mete em todos os buracos de mamãe me faz sentir como se eu fosse mais macho que meu irmão e inclusive que meu pai.
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Mulher de amigo e só na bundinha

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Tenho 26 anos, moro no litoral norte do Rio de Janeiro, tenho um pequeno comércio, tenho minha namorada e amigos, moro sozinho, em uma casa bem grande que em épocas como carnaval alugo, como se fosse pensão...
Bom... Acontece que tenho um amigão mesmo e ele tem sua namorada também, estamos sempre juntos, eu, minha namorada e meu amigo com a namorada, ele sempre vai ao Rio pelo menos duas vezes na semana, pois compra coisas lá para vender aqui na cidade, já que também tem comércio e, em um certo dia que ele foi ao Rio quando chego em minha casa, vejo o carro de sua namorada estacionado em frente de minha casa, abro o portão e mando que ela entre com o carro também, entramos em casa e não percebi nada, pois era costume sermos visitados era normal, só que este dia vi que ela estava com os olhos de quem havia chorado muito e lhe ofereci um trago de cachaça, que todos os dias tomo quando venho do trabalho, só pra relaxar, não para ficar bêbado, ela não aceitou, tomei o meu e pedi que esperasse um pouquinho, pois iria tomar um banho rapidinho estava muito suado e se quisesse pegar qualquer coisa na geladeira podia ficar à vontade...
Entrei no chuveiro tomei meu banho e saí apenas de sunga, pois é assim que se anda por aqui, sem maldade nenhuma lhes garanto, só que vi Carol, abri uns olhos tão grandes para meu pau que me senti meio constrangido...
Perguntei-lhe então o que tinha acontecido, ela começou a falar:
- Jairo me trai e eu sei com quem foi... Por isso vou terminar com ele...
Perguntei:
- Com quem?
Ela respondeu:
- Foi com sua prima, mas eu também vou traí-lo e com uma pessoa que lhe toque o sentimento também...
Eu perguntei:
- Quem?
Ela disse:
- Você - e correu até mim, me deu um tremendo beijo na boca que foi correspondido...
Mas eu disse:
- Tá doida?
- Não, não estou não, quero dar pra você, há muito tempo quero fazer isso, tenho o maior tesão em você - e me deu outro beijo, já segurando no meu pau que ficou duro na hora...
Ela o colocou pra fora e começou a chupar, me levando até o sofá e me jogando nele, mamava sem parar, levantou-se e tirou a roupa... Nunca tinha notado aqueles peitos tão gostosos, aquela boceta meio raspadinha, aquele bundão, sim eu já tinha notado, pois estava sempre de fio dental, eu já tinha até batido umas punhetas por ele...
Me chupou, subiu em cima do meu pau, enfiou a bocetona nele e começou a se alisar os peitos... Às vezes enfiava meu rosto neles para que mamasse, levantou se jogou no chão de costas e eu então vendo aquela marca branca do biquíni de Carol, aquele fiozinho branquinho não pude resistir e caí por cima dei-lhe três linguadas no cu ela sentiu que eu ia penetrar nele e pediu:
- Na bunda não...
Eu lhe disse:
- Mulher de amigo eu só como a bunda - e abrindo com as mãos as partes da bunda, finquei meu pau no orifício anal de Carol...
Ela pediu de novo:
- Não... Na bunda não...
Mas com força enfiei e deu uma entradinha ela gritou:
- Não... Aí não...
Dei-lhe então dois tapas fortes na bunda e resmunguei:
- Fica quieta que agora seu macho vai comer seu cu - e dei mais dois tapas com força...
Ela enfiou a cara na almofada e eu subi sua bunda e enfiei o cacete naquele cu, custou um pouco a entrar, mas quando foi a cabeça, o pescocinho e o corpinho logo entraram...
Dei lhe mais uns tapas na bunda que já estava bem vermelha e mandei que ela tocasse em sua buceta, para se masturbar, assim feito, ela levantou a cabeça se apoiando no chão com uma mão a outra na boceta, agarrei seus cabelos para trás e mandei que cavalgasse pela sala, sempre dando uns tapas na bunda ela foi caminhando na sala eu mandava ela relinchar e fazia dizendo já estava gostando, mandei que parasse e que mexesse de novo em sua boceta voltasse a se masturbar...
Fiquei naquele vai e vem com seus cabelos em minhas mãos e dando uns tapinhas na bunda, quando ela gritou:
- Não tira cavaleiro, esta gostoso pra caralho, não tira, não tira, me bate de novo - e dei-lhe uns tapinhas, penetrando e tirando o pau daquele cu...
Gozamos feito dois animais, ela uivava de prazer...
- Era tudo que eu queria - gritava ela - queria ser dominada, com seu pau que delicia...
Depois disso ela fez as pazes com meu amigo, nunca lhe dissemos nada, .mas de vez em quando ela vem aqui a noite e fazemos tudo aquilo de novo, só que é sempre no cu da namorada do meu amigo.
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Na Bunda da Priminha Inocente

Minha prima era muito gostosa quando tinha seus 15/16 anos. Ela entrou na adolescência pensando que ainda estava na infância, por isso tinha hábitos misturados. Andava só de biquíni pela casa de praia, onde toda a família passava o verão. Sentava no colo da gente. Vivia sem sutiã, os peitinhos duros encostados na blusa fina... Agia, enfim, como criança, sem saber que já não era - na verdade, parecia que também os outros ainda não haviam percebido que ali estava uma mulher.
Lembro que um dia, nas férias de anos atrás, fomos jogar frescobol. Ela estava com um biquíni até comportado, branquinho. Tinha um corpinho forte, todo durinho, cheio de carne, uma bundinha arrebitada, peitinhos pontudos e um pouco fartos. Era branca, muito branca, de cabelos pretos escuríssimos. Comecei a reparar que ela gostava de se abaixar, de bunda pra mim, quando ia pegar as bolas que eu mandava fora. Ela corria, balançando aquelas ancas deliciosas, depois de abaixava, deixando eu ver o volume da bocetinha espremida no pano. Não sei se ela fazia aquilo inocentemente ou por malícia, mas de fato tudo se repetia e se demorava mais que o normal, e ela sempre voltava com uma certa cara de safada; e a bola na mão... De repente, do nada, ela deu uma bolada forte na minha barriga, sorriu e correu pra água.
- Nem me pega!
Corri atrás dela, peguei-a e a joguei na água. Nisso de agarrá-la e rodá-la no ar, meu pau deslizou entre suas nádegas, e quando caí na água ele já tava duro. Depois ela sorriu e mergulhou, fazendo sua bundinha molhada subir à superfície, mostrando a bocetinha preta e a roelinha rosa debaixo do biquíni, que ficou um pouco transparente quando molhou.
Brincamos por um tempinho de jogar água, meio de longe e tal. Foi o tempo de meu fogo baixar. Então fomos pra casa.
A partir disso, nossa relação se estreitou, e ela vivia brincando comigo, sempre com algum contato físico. Ou me agarrava por trás e me prendia, ou batia na minha cabeça e corria, ou sentava no meu colo pra comer salgadinho e não me deixar ver TV.
Não sei bem como aquilo aconteceu, mas um dia, estando a casa cheia de gente, ela passou, deu um tapa nas minhas costas e correu pro andar de cima. Todos que estavam na sala começaram a o sorrir. Corri atrás dela de chinelo na mão.
- Sua moleca!
Ela entrou no quarto em que minha tia estava hospedada e caiu na cama. Sem bem pensar, fechei a porta e caí por cima dela, beijando-lhe a boca profundamente. Ela me pegou pela nuca, meio assustada, mas sugou minha língua a quase arrancá-la. Botei o pau de fora, ela pegou, apertou, alisou, olhou pra mim e depois pra porta.
- E se alguém subir? - perguntei.
- Eles pensam que a gente te brincando. Qualquer coisa você passa pro seu quarto pela varanda...
Travei a porta, louco de tesão, botei o pau para fora, enfiei tudo na boca dela e enchi a mão com seus peitinhos deliciosos. Ela não reagiu, ficou chupando, aprendendo, agarrando a base do membro, sentindo-o com a língua e os dentes e os lábios. Não me agüentando de tesão, gozei em dois minutos. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça da minha pica, ajeitou os peitinhos no biquíni, deu um tapa nas minhas costas e saiu correndo pra sala.
Fui direto pro meu quarto, atônito. Bati uma punheta e me acalmei. Respirei um pouco mais. Estava sem acreditar nem entender nada. Depois desci.
Ela estava com as primas menores, na areia, brincando, e me tratou com total naturalidade.
À noite todos saíram prum parquinho de diversões que estava na cidade, mas eu fiquei em casa. De repente batem à porta. Era ela, com uma prima mais velha. Haviam voltado antes dos outros. Foram dormir. Me deitei, pensando: “Ela vem; ela vem... Vai bater na porta quando a outra dormir. Vou meter o pau na boca dela de novo!!!”
Mas nada aconteceu. Fui dormir tarde, olhando pra porta o tempo todo, mas nada.
Bem cedinho, pelas seis da manhã, com todo mundo ainda dormindo, alguém bate no meu quarto. Era ela, me chamando pra jogar. Tomo um leite com chocolate e vou nessa. Ela estava usando o mesmo biquíni branco, e o mesmo jeito natural de agir. Descemos, passamos pelo jardim e seguimos. Quando passávamos pela churrasqueira, não resisti: empurrei-a pruma pequena despensa que havia por ali, atrás das mesas de jogo, meti-lhe um beijo e saquei o pau. Mas ela não chupou. Ficou em pé, me afastou e me olhou bem fundo nos olhos. Lentamente, virou-se de costas pra mim, abaixou o tronco e segurou-se em uma prateleira, enfiando o biquíni todo no reguinho. Meti o pau entre aquelas nádegas lindas, esfreguei muito. Ela começou a suspirar, a respirar fundo e rebolar. Abaixei o biquíni, esperando que ela o levantasse, mas ela não fez nada. Tremendo de tesão, encostei a cabeça da pica no anelzinho rosado, pressionei um pouco; não dava pra tentar a boceta, tirar o cabaço era fria – ah, foda-se, eu confesso que nem pensei nisso, queria era sacanagem mesmo, e notava que era o que ela também queria. A cabeça do meu pau beijava seu anelzinho, dilatando-o de leve, aumentando o contato quente, espremendo-se entre as nádegas brancas e macias. Ela virou a cabeça pra olhar, lambeu os lábios, tonta de tesão. Não me agüentei: gozei em seu reguinho. Esfreguei tudo em sua bunda e na roelinha. Ela passou a mão na porra, depois lambeu, e se ajoelhou para me fazer um boquete. Gozei de novo, rapidamente, quase sem querer. Enchi sua boca outra vez, e então fomos jogar frescobol, como se nada tivesse acontecido.
À noite, eu conversava na varanda com meus tios, pais dela, quando ela chegou e se sentou em meu colo, com total naturalidade, que tentei imitar, me concentrado pra evitar uma ereção. Ela olhou pros pais e disse:
- Sabe o que eu quero?
- O quê, minha filha?[
- Tomar sorvete e passear na praça!
- Tá, mas só seu primo quiser levar você; sozinha você não vai!!!
Que puta sorte. Nem refleti. Meti-a no carro e fomos prum motelzinho de beira de estrada. Entrei já beijando a boca dela. Saquei seus peitinhos, chupei-os, mordisquei, lambi o biquíni cor-de-rosa, duro. Tirei a calcinha e pude ver de novo aquela bunda farta, dura, branca, e a bocetinha de pentelhinhos pretos, lisos. Chupei seu grelinho, lambi seu cu; ela quase se acabou de gemer e gritar. Do nada, sem dizer palavra, ela virou de quatro e abriu as nádegas, deixando o cuzinho rosado e molhadinho de saliva exposto, piscado-o, a cabeça no travesseiro, os olhos fechados e a boca entreaberta numa respiração profunda e dilatada – um convite irresistível.
Besuntei o pau de saliva, encostei a cabeça no roelinha e fui massageando seu clitóris, com cuidado pra não mexer no cabacinho intacto, que era nosso grande álibi. Ela endoidou, empurrou a bunda pra trás; a cabeça do meu pau rompeu a roelinha, entrou no cuzinho, ela gritou, quase chora, mas pediu mais, suplicou por mais. Meti devagar, entre sussurros e gemidos, naquela carne branca e gostosa, quentíssima e apertada. E fui enfiando, lento, pra não machucar o cuzinho virgem; que se abria, devorava a pica inteira. Ela mordia o travesseiro, apertava a fronha nos dedos, lambia os lábios. De repente ela veio com tudo pra trás e gozou, como um animal, bafejando, surpreendida pela novidade, um gozo demorado. Enquanto gemia, pediu pra eu meter com força. Obedeci e, depois de cinco estocadas profundas, gozei também, largando um monte de porra naquele cuzinho ardido e deflorado.
Deitei ao lado dela, que me disse antes de eu respirar:
- Agora quero meu sorvete...
Ela me fez ficar em pé, ajoelhou-se e chupou meu pau pacientemente; e nem quis lavá-lo: o cacete foi direto de seu cu pra sua boca. Gozei de novo, paguei a conta e voltamos.
No dia seguinte jogamos frescobol, naturalmente.
O resto? O resto fica pra depois...
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A primeira vez que Ana fez sexo anal

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Ana gemia sem parar. Por mais que eu tentasse enfiar a cabeça do meu pau no cu dela, não tinha jeito. A dor era muito grande e as pregas não relaxavam o suficiente para a cabeça do meu caralho entrar. Era a primeira vez que Ana tentava dar o cuzinho
Ana era uma colega de trabalho. Morena jambo. Linda. Parecia a Camila Pitanga. Possuía uma pele macia e sempre cheirosa. Tinha 21 anos, mas os seios eram de uma adolescente, naquele momento da vida das mulheres quando os seios estão despontando e apontado para o céu. Naquele tamanho que você pode colocá-los quase todos na boca. Deliciosos.
O melhor de tudo, contudo, era a bunda. Como toda boa mulata, Ana tinha uma bunda generosa, farta, durinha e arrebitada. Era impressionante. Toda vez que saímos na rua, era um virar de pescoços que me deixava sem jeito. Os homens a comiam com os olhos.
Apesar da idade, Ana praticamente não tinha experiência sexual. Antes de mim, ela só tinha transado uma vez com um ex-gerente dela, e tido um breve affair com um outro colega de trabalho, quando tinha 20 anos. Foi com esse último que ela havia perdido a virgindade. Contudo, com nenhum dos dois ela tinha liberado a bundinha.
No trabalho, Ana estava sempre bem vestida e cheirosa. Era sensual, mas não tinha nada de vulgar. Nessa época, nós dois trabalhavamos juntos. O trabalho na empresa era feito a dois e eu trabalhava com ela. Lembro do meu gerente no dia que ele me avisou que íamos trabalhar juntos: "Vou te dar um grande presente, a partir de hoje você vai trabalhar com a Ana. Você fica me devendo essa". Ana era a mulher mais gostosa e sensual da empresa. O sonho de consumo de todo mundo. Sendo realista, eu sabia que ela era muito areia para o meu caminhão. Porém, trabalhando juntos ficamos muito amigos. E, mas do que amigo, virei seu confidente e passei a compartilhar dos seus segredos.
Ela me contou que sempre fora muito, muito tímida e que por isso nunca tinha tido namorado. Só depois que ela começou a trabalhar é que as coisas mudaram. No antigo emprego dela, ela tinha tido uma chefe que sempre a incentivava a se soltar. Com essa chefe, ela começou a sair à noite e começou a beber para perder a timidez. Foram em noites de happy-hour, na qual ela havia bebido muito, que ela acabou na cama com os dois colegas de trabalho. E foi também numa noite dessas que a nossa história começou.
Numa sexta-feira quente, fomos todos depois do trabalho beber num barzinho. Para se soltar, Ana também bebeu, porém um pouco além da conta. Como eu estava sem carro esse dia e a minha casa era no caminho da casa dela, ela me ofereceu uma carona. Contudo, mal havia dirigido 500 metros, ela quase bateu o carro. Percebendo que não estava em condições de dirigir, ela pediu que eu dirigisse. Trocamos de posição e fomos embora. Nesse dia, ela estava vestindo só uma saia na altura do joelho, que subia um pouco quando ela sentava. Eu também havia bebido um pouco além da conta e fui ficando excitado de tanto olhar para as pernas dela. Numa hora em que precisei trocar a marcha, aproveitei para passar a mão nas pernas dela, como quem faz um carinho. E a reação dela para minha surpresa foi um sorriso de aprovação. Estávamos os dois querendo a mesma coisa. Encostei o carro numa rua deserta e escura e começamos a maior sacanagem. Em poucos minutos já tava com os peitos dela na minha boca e com os dedos na xaninha dela. Ao mesmo tempo que ela batia uma punheta para mim. Nessa noite, contudo, não fomos muito além da sacanagem no carro. Mas deixamos de ser simples colegas de trabalho.
Na sexta-feira seguinte, saímos do trabalho direto para o motel. Escolhemos um motel dos mais luxuosos e caros, pois planejamentos uma noite especial. Até então só tínhamos ido ao motel para uma rapidinha. Desta vez, estávamos planejando passar a noite toda. No motel, transamos animadamente e depois fomos tomar um banho juntos. Durante o banho, enquanto ensaboava as suas costas fui ficando excitado ao olhar para aquela bunda durinha e empinada. E, mais do que isso, virgem, pois já tinha sondado durante a transa se ela tinha alguma experiência em fazer anal. E a resposta fora NÃO.
Durante o banho, falei que tava louco de tesão para comê-la de novo e pedi para ela empinar a bundinha e se apoiar na parede com as mãos, debaixo do chuveiro. Com a cabeça do meu pau latejando, meti na bocetinha e começamos um vai e vem gostoso. Ao mesmo tempo que a comia e a deixava excitada, continuei a passar minha mão ensaboada nas suas costas e fui descendo devagarinho. Fiquei um tempo massageando a sua bunda e testando a reação. Ela só gemia de prazer. Aos poucos comecei a passar os dedos no rabinho dela e pouco a pouco fui massageando ao redor do cuzinho, sem parar de comê-la. Para minha surpresa ela só gemia, consentindo. Fui para o teste final, e comecei a pressionar o dedo na entrada do cuzinho, nessa hora ela gemeu e perguntou o que eu estava fazendo. Beijei o seu pescoço e sussurrei no seu ouvido "estou te preparando para a uma novidade". Ela ficou tensa e calada. Não disse nem sim, nem não.
Por ser virgem no cuzinho, eu sabia que não ia conseguir enrabá-la no banho sem machucar. Desliguei o chuveiro, sequei-a com todo cuidado e a levei no colo para a cama, junto da qual eu tinha posto um tubo de KY, que sempre carrego para caso precise. Deitei-a de costas para mim e meti na bocetinha. Voltamos a mesma posição do chuveiro, agora deitados. Quando ela já estava de novo bem excitada, comecei a passar um pouco de KY na sua bunda e comecei de novo o processo de massagem de fora para dentro naquele rabinho maravilhoso.
Além de inexperiente, Ana era muito curiosa. Por ter começado muito tarde a transar, ela tinha muito vontade de experimentar de tudo um pouco e de preferência o mais rápido possível. Além disso, por termos nos tornado amigos, antes mesmo de ficarmos juntos, ela confiava muito em mim.
Durante a nossa foda inicial, logo que chegamos no motel, ela havia me pedido que ensinasse tudo sobre sexo para ela. Ela sempre dizia que ouvia as histórias das amigas sobre sexo e não tinha o que contar. Agora ela ia ter algo bem picante para contar, se quisesse.
Durante a massagem, comecei a pressionar o dedo na entrada do cuzinho, que se contraiu na mesma hora. Ela voltou a perguntar, como se não soubesse a resposta "o que você está fazendo?", "te ensinando algo novo como você me pediu", respondi. Sem parar de comer a xaninha dela falei "agora eu preciso que você empine a bundinha e tente relaxar". A essa altura meu tesão tava nas alturas. Não conseguia parar de pensar que eu ia ser o primeiro a comer aquele cuzinho virgem maravilhoso. Comer um cu virgem, já é uma delícia. Um lindo e gostoso daquele é só uma vez na vida.
Tirei o pau da buceta, passei bastante KY e comecei a pressionar na entrada do cuzinho, que não dava o menor sinal de ceder. As preguinhas estavam todas no lugar. Comecei a forçar e pedi para ela rebolar bem devagarinho. Com uma das mão eu a excitava na xaninha. Com a outra eu pressionava a cabeça latejante do meu caralho.
Ela gemia sem parar e por mais que eu tentasse enfiar a cabeça do meu pau no cu dela, não tinha jeito. A dor era muito grande e as pregas não relaxavam o suficiente para a cabeça do meu caralho entrar.
Aquele cu virgem e super-apertado me deixou completamente louco. Resolvi que a hora tinha chegado, pois mais um pouco ela ia desistir por causa da crescente dor das tentativas de penetrar. Virei Ana de bruços e comecei a deixar o peso do meu corpo ajudar na pressão do meu caralho, enquanto a masturbava. A cabeça entrou e nessa hora Ana deu um berro. Falei para ela tentar relaxar e respirar fundo. Fiquei parado esperando ela acostumar, mas ela disse que tava doendo muito. Dava para sentir o cuzinho dela piscando e pressionando o meu caralho. As preguinhas tinham sido arrebentadas. Era um prazer enlouquecedor. Senti que ia gozar logo, logo, tamanho era a pressão do cuzinho dela sobre a minha pica.
Sabia que ao mesmo tempo que ela tava sentindo dor ela também estava excitada, pois eu continua acariciando a xanhinha dela, que estava completamente ensopada. Nessa hora, dei um beijo na boca e comecei a enterrar toda a pica no cu dela. O corpo dela se contraiu todo. Ela deu um berro que morreu dentro da minha boca. O cuzinho pressionou a minha pica como nunca. Sem deixar de beijá-la comecei um vai e vem, enquanto ela deixava correr lágrimas de dor e prazer.
Comi aquele cuzinho por mais ou menos um minuto. Não conseguindo segurar por muito tempo, tamanho o prazer, tamanha a pressão que as preguinhas faziam sobre o meu caralho. Era uma coisa de louco. Gozei como nunca e fiquei lá, deitado, em cima do corpo quente e macio dela.
Depois de gozar, minha pica ainda ficou um tempo dentro do cuzinho, enquanto meu pau amolecia. Nesse meio tempo, ainda podia sentir o cu dela piscando e pressionando o meu pau. Maravilhoso. Ela ainda chorou um pouco de dor. Eu expliquei que a primeira vez é sempre mais difícil. Perguntei se ela também tido sentido prazer. Ela falou que sim. Que era estranho, pois ao mesmo tempo que a dor era intensa, a minha mão a deixava completamente excitada.
Depois dessa noite, continuamos saindo juntos, fizemos sexo anal várias vezes, mas com certeza, nunca mais foi tão excitante quanto aquela primeira vez.
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Tomando muito gosto pelo sexo anal!

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Sempre gostei de ler contos eróticos, mas esta é a primeira vez que me atrevo a ser escritora de um. Bem, na verdade, não se trata de um conto e sim do relato de experiências pessoais.
Os homens têm fixação por sexo anal. Isso é um fato. Tanto que os contos que recebem as maiores notas neste site têm como tema principal a foda de um cuzinho. Por outro lado, nós, mulheres, não temos essa mesma empolgação. Mas, de uns tempos para cá, a história tem sido diferente lá em casa e é isso que eu vou contar agora.
Sou casada com um homem delicioso: moreno, 1,86m, ombros largos, peito peludo e másculo, braços fortes (na medida exata para pegar uma mulher de jeito!), coxas grossas e um bumbum lindo. Enfim, tenho a sorte de dividir a cama com um marido excelente, um pai exemplar e que, de quebra, ainda é um belo exemplar de macho e um amante dedicado! E, considerando o fato dele ter 1,86m de altura, nem preciso dizer que ele é um brasileiro acima da média no quesito “tamanho das extremidades”. Já eu sou a típica brasileira: morena, cabelos castanhos ondulados, baixinha (1,60m), cintura fina, quadril largo, um bundão digno de assovios quando ando na rua, peitos de tamanho médio para grande, redondinhos e firmes.
Geo, meu marido, foi o único homem a quem dei o meu cuzinho. Eu nunca fui muito fã dessa prática, mas às vezes topava fazer, para não desagradá-lo. Porém, por várias vezes, me recusei a dar a bundinha, já que aquilo era muito desconfortável e eu não sentia muito prazer. À noite, quando íamos fazer amor, eu rezava para que ele não pedisse meu cu, pois seria obrigada a negar e contrariar a sua vontade. Ele tentava facilitar as coisas com pomadas, vaselina, gel lubrificante, mas ainda assim eu sentia muita dor – afinal, a rola dele é imensa! Até que numa noite...
Eu tinha ido me deitar mais cedo, pois estava muito cansada. Ele ficou na sala, vendo tv. Já passava da meia noite quando Geo entrou no quarto. Tinha acabado de tomar banho, estava com um cheiro delicioso. Eu estava sonolenta, mas senti quando ele se deitou ao meu lado e enfiou a cabeça sob o edredom. A sensação seguinte foi muito gostosa: eu estava de bruços e ele começou a dar mordidinhas na minha bunda e a alisar meu corpo com as mãos grandes e quentes.
Eu me virei e ele beijava minha barriga, enquanto tirava minha camisola. Nesse instante percebi que ele já estava nu e com o caralho duro, que empurrava entre minhas coxas. Senti minha boceta ficar molhada quando ele arrancou meu sutiã, jogando-o no canto do quarto, e começou a chupar meus peitos com volúpia. Puta-que-o-pariu! Eu adoro quando ele me chupa desse jeito! Mama num peito, enquanto segura e acaricia o outro. Em seguida, Geo passou a alternar lambidas nos meus biquinhos já durinhos e beijos no meu pescoço.
Já estava molinha de tanto tesão e gemia como uma gata no cio toda vez que ele encostava aquela língua quente no meu corpo. Cheguei a sentir um arrepio na pele quando ele encostou a boca no meu ouvido e sussurrou que naquela noite queria o meu cuzinho, mas que seria diferente e eu iria adorar.
Puxou minha calcinha com força e abriu minhas pernas. Não quero no cu, eu disse manhosa. Minha xaninha já latejava, pedia rola. Come minha boceta, pedi. Geo veio por cima de mim, segurou meus cabelos pela nuca, com força e falou com um jeito que eu não sei explicar se cafajeste ou carinhoso, “confia em mim”.
Meu marido me beijava gostoso, enfiava a língua fundo na minha boca, mordia, chupava meus lábios, sugava minha língua num vai-e-vem delicioso. Enquanto isso, enfiou a mão direita entre minhas pernas e brincava com minha vagina. Corria os dedos pelos pequenos e grandes lábios, alisava meu grelinho, metia o dedo na minha gruta lubrificada, melada de tanta vontade.
E assim, Geo enfiou um dedo molhado no meu próprio suco dentro do meu cuzinho apertado. Gostei. Gemi de tesão. Toda aquela ralação preliminar me deixou mais receptiva. Hum... e ele fazia uns movimentos tão gostosos. Mais beijos na boca, no pescoço, chupadinhas nos biquinhos dos meus seios... os dedos enfiados na minha bunda agora já eram dois. Não reclamei e ele continuou a movimentá-los.
Quando sentiu que eu já estava relaxada o suficiente, ele me virou de lado, de maneira que eu ficasse de costas para ele. Ficamos na posição de conchinha e Geo encostou a cabeça do pau no meu buraquinho. Era a primeira vez que tentávamos fazer anal daquele jeito, geralmente eu ficava de quatro. Meu marido empurrou um pouco a pica para dentro do meu cu e eu, numa reação natural, me afastei, mas ele me apertou junto ao corpo dele e disse de novo “confia em mim”.
Ele me segurou pelo quadril com uma das mãos, me puxando de encontro ao pinto dele, que entrava de vagar. Foi aí que ele me propôs algo que achei bem estranho: “tenta empurrar meu pau para fora, faz força!”. Confiei. Obedeci. E foi mágico! Eu fazia força para expulsar o pau dele e, em seguida, relaxava o esfícnter. Nessa hora, ele colocava mais um centímetro de rola dentro de mim. Fazia força novamente, depois relaxava meu anelzinho e ele metia mais um pouco. Fizemos isso, até que eu senti que as bolas dele encostavam nas minhas nádegas. Nossa! Nunca tinha conseguido agüentar todo o caralho do meu marido na minha bundinha.
Ao sentir que estava inteiro dentro de mim, meu marido começou a bombar e, ao mesmo tempo, ele me acariciava. Uma mão movia meu quadril para frente e para trás e a outra percorria meu corpo, apertava meus peitos, puxava meu cabelo. Ele também beijava minha nuca e meu pescoço. Falava ao meu ouvido coisas românticas, que me amava, que eu era completa, que era a mulher da vida dele e depois me xingava, dizia que eu era uma puta, uma cachorra vadia, me mandava rebolar em cima do cacete dele.
As mãos dele me apalpando, as palavras ora doces ora agressivas sendo sussurradas na minha orelha, o perfume dele, a respiração, o cheiro de sexo que enchia o quarto, o jeito que ele metia gostoso no meu buraquinho, tudo aquilo me fazia experimentar um prazer até então inédito, eu estava tão excitada que chegava a ficar tonta, como que em transe. Depois disso, bastou que ele encostasse a mão na minha boceta – que nessa hora já escorria mel – para que eu tivesse o gozo mais incrível da minha vida! Eu gemia alto, gritava palavrões... que loucura!
Eu ainda estava com as pernas meio bambas, quando meu marido tirou o caralho do meu cuzinho bem devagar. Ele se deitou de barriga para cima, com o pau em riste e mandou que eu sentasse sobre ele. Com a ajuda das mãos, conduzi aquela pica maravilhosa novamente para dentro da minha bunda. Agora, por cima, eu tinha controle do entra-e-sai, da profundidade e da velocidade do pau dele em mim.
Ai, como era gostoso! Eu remexia meu quadril, rebolando em cima daquela trolha, enquanto meu macho dava tapas sonoros na minha bundinha ou tocava em meus seios. Meu cuzinho ardia, espalhando em mim ondas de prazer e dor.
Ali, sentada sobre meu marido, eu sentia meu clitóris roçar nos pêlos da virilha dele e aquilo me deixava excitada demais! Com a rola toda enfiada no meu cu, eu esfregava a xoxota no corpo dele.
Quando estava quase chegando ao ápice do prazer de novo, mandei ele chupar meus peitos, no que fui prontamente atendida. Ao sentir os braços dele apertando seu corpo junto ao meu, vê-lo me chupando, me lambendo, mamando com força nos meus biquinhos, gozei novamente e, dessa vez, gozamos juntos e pude sentir os jatos de líquido quente que saíam dele me inundando.
Desabei na cama sobre ele, exausta. Ele, também ofegante, me deu um beijo longo e carinhoso, me abraçou e dormimos ali, juntinhos, nus.
Dessa noite em diante, meu marido aprendeu direitinho que uma mulher precisa de uma sessão gostosa de sarro para “ficar no ponto” e, depois de umas boas preliminares, fazer sexo anal não é mais um martírio – é um prazer imenso!!
Agora ele nem precisa mais pedir com insistência, pois sou em quem, às vezes, o surpreendo pedindo, toda dengosa:
– Come meu cu com jeitinho, come!
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Sexo anal é demais (real)

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Meu nome é Camila, sou casada há 22 anos, tenho 42 anos, o que vou relatar a vocês é uma experiência que para mim foi o que ajudou-me a despertar o prazer que o ânus pode proporcionar.
Começarei relatando como foi minha primeira vez, tinha 16 anos, meu namorado chamava-se Edgar, 21 anos, forte, um tesão de homem, namorávamos há 2 meses e ele insistindo para fazer sexo comigo, quando seus pais não estavam em casa, despiamos, mas não deixava ele comer minha bucetinha pois era virgem e não queria que fosse assim.
Ele implorava para meter em mim e eu nada, até que um dia ele pediu meu cuzinho e mesmo com mêdo, resolvi dar para ele, que colocou-me de quatro em sua cama e sem carinho nenhum colocou na portinha de meu buraquinho e foi empurrando, mergulhei meu rosto em seu travesseiro e gritei abafada, jamais senti uma dor tão horrivel, ele detonou meu rabinho, por sorte ele gozou rapidinho e sacou seu pau para fora dizendo que eu era muito gostosa, sai chorando dali e corri para o banheiro, meu cuzinho pegava fogo e ardia, sentei na patente e eliminei todo seu esperma que acumulara dentro de mim, fazia força e sentia meu cuzinho esguichar, limpei-o com papel higiênico que ficou vermelho de sangue, ele simplesmente estuprou-me, sai dali, vesti minha roupa e nunca mais olhei para sua cara, tomei nojo dele.
Passaram-se 2 anos e comecei a namorar Carlos, um rapaz de 26 anos, minha familia achou estranho por ele ser bem mais velho que eu, mas sua simpatia cativou a todos, na primeira semana, nos amassavamos em seu carro, ele mamava em meus seios deixando-me maluca ergueu minha saia afastou minha calcinha e molhou seu dedo em minha raxinha, tentou enfiar o dedo e não permiti dizendo que era virgem, ele muito gentil aceitou numa boa, apenas friccionou seu dedo e me fez gozar gostoso, depois abriu minhas pernas e secou minha bucetinha com sua boca, bebeu toda aquela baba que saia dela, ele era um cara experiente e muito educado, percebi o volume em sua calça e precisava retribuir os carinhos recebidos, abaixei o ziper de sua calça e assustei-me com o que saltou para fora, era um pênis gigantesco e grosso, bem maior que o do meu último namorado, que nem gosto de lembrar, coloquei minha boca nele meio sem jeito, pois era muito grosso, mamava e chupava e com a mão o punhetava, ele gemia de prazer, aquilo começou a inchar em minha boca e explodiu em jatos de esperma, já fiz vários boquetes, mas foi a primeira vez que deixei gozar em minha boca, fiquei com aquilo na boca e não sabia o que fazer, criei coragem e engoli, um gosto esquisito que não dá nem para descrever.
Numa noite após sairmos para jantar fora, ele cantou-me para irmos a um Motel, resolvi aceitar, pois poderiamos ficar mais á vontade, chegamos fomos á suite e logo estávamos nús, seu pau parecia estar maior, aquilo era demais, ele tentou colocar em minha xaninha cabacinho e disse-lhe que ali não queria, ele então começou a beijar meus seios, estava enlouquecida de tesão, mordiscou minha barriguinha e foi até meu cuzinho, sentia sua lingua roçando nele, aquilo estava dando-me um prazer indiscritivel, ele colocou-me de ladinho e disse que queria comer meu cuzinho, contei-lhe sobre minha trágica experiência, ele falou que faria com carinho, lambuzou seu pau com lubrificante, melecou o dedo e ficou brincando na porta de meu cuzinho e aos poucos foi enterrando, sentia meu esfincter abrindo e dando passagem para seu dedo, ele com muito carinho enterrou o dedo repetidas vezes no meu rabinho, deixando-o internamente lambuzado de lubrificante.
Ele deitou-se de costas e pediu para eu sentar em seu pau, se doesse eu poderia sair, ele não se moveria, somente eu faria a penetração.
Subi em cima dele, ajeitei seu pau, que por estar lambuzado, escapava do buraquinho anal, com muito esforço consegui mira-lo no local certo, fui rebolando aos poucos, sua glande foi deslizando aos pouquinhos, ele com as mãos alizava meu quadril, sentia um pouco de dor , mais não era tão intensa, ele conseguiu tirar meu mêdo, aos poucos meu ânus engoliu a cabeça de seu pau, admito que senti uma dor forte, como algo se rasgando, mas no fundo queria satisfazer aquele homem que estava apaixonada, deitei meu corpo sobre o dele e procurei sua boca, beijava-o apaixonadamente com a cabeça de seu pênis atoxa em meu rabo, só rebolava em sua pica, ele com suas mãos macias agora alisava minha costa, ele beijava muito gostoso, sentia seus pentelhos esfregar em minha bucetinha, aquilo excitava-me mais ainda, os minutos foram passando e meu calor cada vez maior, meu corpo queimava, bem devagar fui sentindo meu cuzinho engolindo aquela vara enorme, a dor não era mais tão intensa, meu cuzinho estava dilatando-se e engolindo aquele pênis, faziam cerca de 20 minutos que estava naquela posição e seu pau chegou ao final, finalmente consegui ser penetrada completamente, estiquei minha perna para trás e fiquei totalmente deitada sobre ele, dai comecei a rebolar freneticamente, meu tesão aumentava cada vez mais ouvindo seus gemidos de prazer, estava dando prazer aquele homem e senti algo lá no fundo de meu cuzinho, algo acendeu-se dentro de mim, sentia meu primeiro orgasmo anal, em seguida fui banhada por seu esperma, continuei rebolando até que ele soltasse a ultima gotinha, fiquei engatada nele descansando depois daquela fôda alucinante, nossa respiração estafa esbofada, estávamos exaustos, tomamos uma ducha e dei meu cuzinho novamente para ele, percebi que mesmo com carinho sentimos dor, mas é uma dor prazeirosa, uma dor gostosa, uma dor que compensa o prazer que sentimos e damos para nosso macho.
Namoramos durante 2 anos, e só dava o cu para ele, nos casamos e perdi minha virgindade na bucetinha na lua de mél, logicamente que também dei-lhe o cuzinho que é preferência nacional dos homens.
Hoje continuo casada com ele e com toda certeza digo que dou mais o cu para ele que a buceta, meu cu acostumou-se com o tamanho de sua verga e é so prazer, gozar pelo cu é bem mais gostoso.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Comi minha prima inocente em sua casa

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Minha prima é branca, 16 anos, 1.75 de altura, Daquelas magras falssas que têm uma bundinha impinadinha de matar... Ela é de Família muito conservadora, ela mora com sua mãe, dois irmãos e uma irmã... mas vamos ao que interessa... Certo dia eu tava lá na casa dela(pois desde pequenos somos muito apegados, como irmãos), então tava eu, ela sua mãe e seu irmão, então de repente o telefone toca... era a tia de camila ligando e falando que tava passando mal e pedindo ajuda, então todos rapidamente se prepararam e pediram pra mim fazer companhia a camila pra ela não ficar sozinha em casa... eu rapidamente concordei... todos então entraram no carro e foram embora... daí eu fiquei sozinho com camila... A maior vitima de minhas masturbações... então eu e ela fomos ver tv na sala eu no sofá de frente para o dela... ela usava uma minisaia daquelas de um palmo... coisa que até me surpreendeu por conta do ciume dos irmãos... então agente começou a falar sobre relacionamento, nisso conversa vai e conversa vem ela me pergunta sobre vanessa minha outra prima que eu tracei , ela falou que vanessa havia converssado com ela e que tinha dito tudo sobre os dois... e que havia se enpougado com a história... mas que ela queria ouvir com minhas próprias palavras... então eu pedi pra ela vir até meu sofá pra contar mais de perto... ele sentou-se exatamente do meu lado com as pernas cruzadas e se olho vidrado no meu que olhara rapidamente pro meu pau latejando... eu falei que eu tava sentado com vanessa no sofá mais ou menos daquele jeito e que ela tinha tomado a iniciativa e pegago no meu pau... Então eu perguntei se ela nunca teve curiosidade de sentir um pau? ela falou que sim, pro meu delírio... então segurei em sua mão e a coloquei em minha barriga e fui descendo até chegar no meu pau ela então fechou os olhos e o apertou com força por cima da calça mesmo e deu uma gemidinha... então perguntei se ela já havia visto um pau antes, ela falou que não... daí eu perguntei se ela queria ver? ela falou que não devia... mas eu afastei o calção e tirei ele pra fora da cueca... ela olhou um pouco... eu peguei sua mão e passei sobre a cabeça do meu pau... ela respirava mais forte, então pedi pra ela segurar firme e bater pra cima e pra baixo, ela assim o fez então eu passei a mão de leve em seus peitinhos ela ficou em duvida se deixava ou não mas acabou sedendo e levantago um pouco a blusa... enquanto ela batia e alisava meu pau eu mamava naqueles peitinhos rosados, lindos, nisso ela gemia muito e se contorcia um pouco... nisso eu tentei passar a mão em sua bocetinha... ela tirou minha mão e falou que isso não... daí eu falei que só queria ver se ela estava molhadinha... então ela falou, só olhar... eu concordei... ela então colocou as duas pernas em cima do sofá abriu bem e foi afastando a calcinha devagar... então eu vi aquela visão que eu tanto sonhei aquela bocetinha bem depiladinha, apenas com poucos cabelos na parte de cima, toda molhadinha... então eu pedi pra eu ver ela se masturbando alguns instantes, então ela começõu a se tocar e pouco depois enfiou o dedo e continuou a bater pra mim também, isso com os olhinhos fechados... então eu coloquei a mão na barriga dela e fui descendo logo ela tiro a mão dela e deixou que eu a masturbasse... então eu deitei e mandei ela deita ao contrário fazendo assim um 69 ela já estava louca deitou... ela começou a chupar meu pau que naquele instante era uma pedra... e eu chupando aquele pinquelinho pequeneninho as vezes enfiava o dedo então gozei e ela tb como marido e mulher depois coloquei ela com uma perna em cima e outra embaixo do sofá ficando de 4 e meti em sua bocetinha ela gritava mas logo se acostumou então gozamos mais uma vez, me vesti e fui embora, continuei indo pra casa dela depois mas nunca tive outra oportunidade c/ela...
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

COMEÇOU COM UMA SIMPLES AMIZADE

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Dany é uma garota que acabou de chegar do estado de Santa Catarina, e com isto entro no chamada Eja para concluir os seus estudos que deixa la em sua cidade natal, segundo a mesmo por vir morar aqui e por a cidade ser pequena assim fazer amigos mais rápidos, mais notei que por mais que quissee aparentar sua alegria era muito triste, e foi assim que acabei me aproximando desta linda catarinense, com meu jeito brincalhão mais cheio de segundas intenção, pois Dany com aquele seu corpo tipo pêra sempre me causo desejo já que adoro mulheres fofinhas e uns peitos grandes de coxas torneadas e um lábios carnudo e um sorriso lindo, ficava imaginar como seria aquela garota nua em uma cama.
Sem lhe dizer pega o meu MSN para nos conversar ao perguntar aos amigos sobre seus e-mail fui até a lousa e coloquei o meu e notei que a mesma anotou o que fiquei contente pois era isto que na verdade era o meu objetivo, em que a mesma anotasse o meu e-mail para que pudéssemos conversar.
Demorou um pouco mais um dia ao entrar em meu MSN notei que havia uma pessoa me pedindo para mim adicionar e pela foto notei que era Dany o que acabei fazendo adicionei e fiquei a sua espera para para começarmos a conversar, certo dia ao entrar notei que a mesma esta em online e chamei para uma conversa o que acabou aceitando, no começou foi só aquelas conversas bobinhas já que Dany e uma moça dos seus 18 anos e pelo visto agora que esta saindo para vida, mais não demorou para que a nossa conversa virasse para sexo onde lhe perguntei se tinha algo contra ter amizade ou algo mais com uma pessoa mais velha o que me falou que sempre teve curiosidade de se relacionar com uma pessoa mais velha que ela, e que não haveria problemas já que não interferisse na minha relação minha com minha esposa, o que lhe expliquei que temos um casamento aberto e que se houvesse algo entre a gente não iria interferir em nada com o meu casamento o que Dany me falou que então podemos começar algo, mais queria muita descrição pois alem de ser nova também fazia pouco tempo que estava morando aqui e já tinha um namorado e não queria misturar as coisas o que lhe tranquilisei lhe dizendo que não era minha intenção deixar em mal lençóis. ai nossa conversa descambou para pornografia onde lhe perguntei como gostaria ser tratada na cama e a mesma me falou que tinha perdido sua virgindade com um amigo da escola onde estudava e que foi muito ruim pois foi uma coisa meio rápido e em pé no banheiro da escola, e depois ficou decepcionada que percebeu que o mesmo tinha feito uma aposta com seus amigos que a teria ai isto a broqueou um pouco em termos de manter relação que até seu namorado percebeu mais disse que isto e normal já que o mesmo acha que foi o primeiro, e me pediu para manter segredo entre nos desta conversa pois viu em mim alem de um amigo uma pessoa quem poderia confiar o que lhe falei que poderia ficar tranquila que tudo que estávamos conversando iria ficar entre a gente, lhe pedi a maior descrição ao nos encontrar na escola para não causar suspeitas nos outros amigos o que concordou e assim passamos a fazer e notei que a mesma já estava mais relaxada em termos de amizade e mais solta.
Ficamos um bom tempo só conversando pelo Msn até que um dia notei que a mesma estava meu triste ai lhe perguntei o que estava acontecendo onde me falou que tinha brigado com seu namorado e lhe falei só por isto, já te falei que aqui você tem um amigo use e abuse deste seu amigo, foi ai que Dany me perguntou o que estava fazendo o que lhe falei nada e ai me convidou para ir até a sua casa o que lhe perguntei se estava em casa só o que a mesma me falou que só estava a sua mãe mais não tinha nada pois a mesma já tinha falado de minha pessoa com a mesma, e deu a entender que me considerava como fosse como seu pai, lhe falei ai que mora o perigo pois tem pai que come a filha o que riu e me falou então vem paizinho comer sua filhinha vem, aquilo foi a deixa para tudo começar entre nos.
Assim que acabamos de nos falar Dany me falou estou a sua espera paizinho, quando cheguei na sua casa de fato sua mãe estava lá e ao me receber foi muito carinhosa e me falou vê se consegue por algo na cabeça dessa menina que não pode ver alguém que já se apaixona o que lhe falei pode deixar, ai Dany pediu a sua mãe se poderia me levar até seu quarto pois la ficaria mais tranquilos para estudar o que a mãe lhe falou que sim e assim que entramos Dany fechou a porta e me abraçou me falou estou carente hoje paizinho o que acabamos nos beijando e com isto acabei ficando de pica duro onde Dany me falou acho que tem mais gente carente e passou a mão por cima da minha calça e me falou nossa que coisa linda e grossa e grande deixa ver melhor ai abri o'ziper e tirei para fora o que Dany olhou me falou nossa e maior do que a do meu namorado acha que me dei bem lhe chamar aqui, se abaixou e passou alisar e fazer um carinho nele e logo colocou na boca passando a língua na cabeça dele e dizendo acha que me dei bem hoje vou ficar com minha bucetinha cheia, e depois de dar uma chupada gostosa se levantou e foi tirando a roupa e me dizendo vamos ver se vai gostar do que vai ver e quando ficou só de calcinhas e sutiã nossa que corpo pois adoro mulher com o corpo dele e cai nele e comecei a beijar lhe deixando com o maior tesão e foi ai que sua mãe veio até a porta e nos perguntou o que estava acontecendo ai notemos que a mesma estava gemendo alto e assim respondeu para sua mãe nada e que o Paulo esta tirando um espinho que estava na minha mão e assim que viu que sua mãe se afastou sentou no meu colo e me falou nossa que tesão que fiquei só de ouvir minha mãe na porta, olhei para ela e falei sua safadinha adora saber que tem alguém observando nê safadinha o que me olhou e com a cabeça disse que sim e voltou a me beijar.
Como percebi que sua mãe não entraria ali fiquei mais a vontade e acabei ficando nu junto com Dany e ai deitei na cama e com o maior carinho fui lhe beijando todo o seu seu corpo e lhe falando para minerar os gemidos e assim cheguei em sua bucetinha e meti a ponta da língua a mesma deu um estrimilique me falou nossa nunca ninguém colocou a boca na minha boceta você esta sendo o primeiro e com isto acabei sendo carinhoso o que Dany adorou me me pedia para chupar mais o que adorei quando acabou gozando na minha boca e me pediu desculpa dizendo que não aguento por estar sendo carinhoso com a mesma olhei e falei adorei sentir seu leite na minha boca e subindo para cima dela e ajeitando minha pica na entrada da sua bucetinha fui lhe penetrando onde Dany dizia nossa como e grossa sua pica que esta doendo para entrar Paizinho mais não para viu que esta gostoso, coloquei tudo dei uma parada para que Dany acostumasse com minha pica e ai me pediu vai mexe quero sentir esta pica gostosa dentro de mim, com umas duas bombada não demorou para nos dois gozar como uns loucos, pois como era nossa primeira vez juntos nos satisfazemos com aquelas primeiras brincadeira e ai nos recompomos para não despertar a curiosidade da sua mãe e fizemos que estava estudando e Dany colocou um senso acesso ali para esconder o cheiro de nossas porras e abriu a porta e com isto sua mãe vendo aberta veio nos perguntar se queríamos um lanche o que aceitei.
Deu para perceber no rosto da mãe de Dany que sabia o que aconteceu quando a porta estava fechada mais não falou nada, depois fui embora e quando foi a noite ao conversar com Dany sozinho a mesma me falou que sua mãe pediu para que quando estivesse no quarto com um amigo fosse mais cautelosa pois a mesma ouviu os nossos gemidos la da sala e sabia que não era gemidos de quem estava tirando espinhos, e para tomar cuidado para que seu pai não a pegasse com um homem em seu quarto e fosse mais discreta, mais que era melhor ela esta dentro de casa do que pela rua, com isto dando a aprovação para que nos continuasse a nos encontrar sobre suas vistas.
E assim quando o seu pai sai em viajem vou para casa de Dany onde passamos horas agradável agora com o consentimento de sua mãe que o que da para notar fica na sala nos ouvindo e se masturbando no sofá, pois teve um dia que ao ir ao banheiro notei que ao me percebe a mesma teve que se ajeitar no sofá e notei que sua calcinhas estava no chão.
Agora estou tentando convencer a Dany para convencer sua mãe a participar das nossas brincadeira mas a mesma tem medo que a mesma fique brava com ela mais estou armando uma para comer as duas, e quando isto acontecer volto aqui para lhes contar...
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Dei na biblioteca do colégio

Fantasia - Colegial - (Coleção nova)fantasia colegial

Meu nome é Saory e tenho 23 anos. Vou contar algo que aconteceu comigo.
Eu estva no 3° ano e tinha o costume de estudar com uns colegas na biblioteca do colégio eu sempre tive a bunda grande, os seios grandes e empinados as pernas grossas e malhadas e sabia que os meninos eram loucos para me comer. Numa sexta-feira, dia D no colégio, todos os alunos do 3° ano deveriam ir fantasiados, então resolvi ir de colegial para provocar os meninos. Fui com uma blusa branca meio transparente e uma sainha bem curtinha.
Decidi tirar este dia para provocar o garoto mais gato do colégio, Edu, que era da minha turma e sempre me comia com os olhos durante as aulas. Apesar do uniforme minha bunda e meus seios sempre ficavam evidentes e eu fazia questão de colocar calças bem apertadas que valorizassem meu bumbum para deixar Edu mais louco ainda.
Toda sexta-feira os meninos jogavam futebol depois da aula, mas pedi a ajuda de Edu para estudar com a desculpa que tinha ido mau na prova, o q era mentira, pois eu sempre fui muito boa aluna e Edu concordou meio desconfiado pq sabia disso. Durante toda aula eu me exibi para ele. Depois da aula chegamos na biblioteca e procuramos um lugar bem tranquilo, pois eu disse que não conseguia concentrar com barulho. Me sentei na mesa do lado de Edu e percebi que so tinha ficavado a bibliotecária dentro da biblioteca. O Edu começou a me expliar a matéria, mas se desconcentrava quando via meu decote que desixavam meus seios quase a mostra. Eu encostava minha perna na dele para ver sua reação e vi que ele estava com bastante tesão. Falei que o livro q eu não gostva amuito do livro q ele usava e disse que ia procurar outro. Me abaixei fingindo que ia pegar um livro na pratileira deixando minha buda toda a mostra e minha calcinha minúscula de tão enfiada, quase não aparecia. Percebi que ele passava a mão no seu pau que pelo volume da calça parecia grande e grosso. Pedi que ele me ajudasse a pegar um outro livro numa prateleira bem alta e qdo ele foi pegar, passei "sem querer" na sua frente, esfregando minha munda no seu pau. O Edu já tinha entendido o joguinho e disse que tinha um outro livro muito bom na prateleira ao lado. Quando me abaixei para pegar Edu fingiu que ia colocar o livro que estava usando na prateleira e esfregou seu pau na minha bundinha, Me levantei e ele começou a passar a mão na minha bunda por baixo da saia e depois me agarrou por trás e enquanto me encoxava ele apertava meus seios ele desceu uma das mão e começou a alisar meu grelinho. Eu já estava toda molhadinha. Me virei para Edu ele me encostou na parade, abriu minha blusa e começou a chupar meus seios alternadamente. Ele mordia os biquinhos que estvam bem durinhos, os chupava como um bezerro desmamado e passava a lingua como se brincasse com eles. Comecei a alisar seu mebro que parecia que ia estourar a calça. Ele puxou minha calcinha de lado e se baixou para me chupar. Fiquei louca de tesão qdo senti aquela língua na minha buceta. Ele passava a língua lentamente nas minhas coxas, chegava no grelinho, dava algumas mordinhas e depois me chupava vorazmente. Eu segurava sua cabeça e e rebolava passando minha buceta molhadinha em sua boca enquanto gozava.
Ele abriu sua calça, colocou seu pau enorme para fora e mandou que eu o chupasse. Eu lambia seu pau lentamente, passava a língua pela cabeça, enfiava as duas bolas na boca chupando-as com vontade enquanto o punhetava. Enfiava seu pau ate na garganta e chupava sugava com vontade enquanto o ouvia gemer baixinho. Ele então me levantou, me forçou contra a parede e começou a passar seu pau entre as minhas pernas. Começou a brincar de passar a cabecinha na porta da minha buceta que já estva pegando fogo e quando eu já não estva aguentando mais, enfiou tudo e começou a bombar com vontade. Eu não acreditava que aquele pau daquele tamanho tinha entrado todo. Enquanto ele metia, ela apertava minha bunda e chupava meus seios com vontade. Senti, então aquele jato quente dentro de mim e gemi alto. Me abaixei e começei a laber seu pau até não ficar uma gotinha do seu leitinho sem me preocupar se a bibliotecária pudesse aparecer.
Ele disse que eu era muito gostosa e safada e que aquela tinha sido a melhor foda da sua vida. Nos arrumamos e eu agradeci pela ajuda "no estudo" e perguntei se ele gostaria de me ajudar mais vezes. Ele sorriu e disse qui sim, mas que da próxima vez seria na casa dele.
Bom, isso eu conto para vcs depois...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Ela me Ligou gemendo

Bullet  (vibrador cápsula) - c/ pilha

Bullet (vibrador cápsula) - c/ pilha

Ela me ligou gemendo…
Ola! Somos um casal feliz e liberal e já tivemos algumas experiências com casais e algumas vezes ela vai sozinha com minha aprovação é claro.
Bom o que venho aqui relatar é o ocorrido há uns dois meses atrás.
Ela é uma oriental muito gostosa e tem uma bumbum grande fora do padrão oriental que vamos chamar de Neusa. Onde passa todos dão aquela olhadinha para traz para apreciar sua bunda arrebitada, principalmente quando esta de salto alto.
Neusa andava muito stressada do corre do dia a dia e eu percebendo isso, falei a ela que deveria relaxar porque estava muito stressada e que poderia fazer mau.
Ela concordou, e no final de dia ela me liga avisando que chegaria mais tarde pois iria tomar uma cerveijinha com um amigo.
Paulão já era conhecido nosso de outras baladas e era de confiança, então concordei com ela.
La pelas Dez da noite o celular toca e era Neusa me avisando que iria demorar mais umas duas horas, porque estava realmente relaxando ou melhor dando para o Paulão.
Ai perguntei a Neusa onde ela estava, ela respondeu falando:
- Você não pediu para tirar stress? Então estou fazendo isso e muito gostoso com Paulão.
Ela me disse que ele tem uma rola muito grossa e comprida 20 cm por 7 cm de diâmetro, pois ela já mediu.

Então ela simplesmente fala para não desligar o celular e ouvir tudo, então foi o que fiz….
Ela começou gemendo baixinho e depois foi aumentando o gemido, e começou a pedir para o Paulão chupar mais forte e ela dizia:
– Vai chupa gostoso, vai ta muito gostoso…
E ficou falando uns cinco minutos assim até que deu um gemido forte e alto, logo percebi que ela tinha gozado na boca dele, pois ela goza muito alto é daquela escandalosa.
Nesta altura meu pau já estava duro como uma pedra, então fiquei só ouvindo a safada, mas logo ela ficou meio que gemendo e com a voz presa, ai já imaginei ela fazendo um boquete pois ele falava:
- Que boquinha mais gostosa…
Passado uns instantes ela fala:
-Vai gostosão me come quero agora!!!

Ela começou a gemer tão alto que imaginei que iria ter um treco, mas ela as vezes falava:
- Vai gostosão mete, mete com força seu pau é muito gostoso ta me entupindo inteirinha ….vou gozar!!!
E dava uns berros muito gostosos de ouvir, pois ela é multiorgasmica e deve ter gozado unas 5 vezes que ouvi.
Ai ouvi Paulão dizendo:
- Fica de quatro, quero você por traz…
E começou tudo de novo, aqueles gemidos todos e eu ouvindo tudo.
Então ela grita falando:
- Ai que gostoso!!! Fode mais com força minha buceta, me dá, bate na bunda!
Ai ouvi uns tapas e ela gemendo… Parecia que ia ficar rouca de tanto gritar… ouvi ele gemendo muito alto também e ela dizia:
- Vai goza, goza tudo dentro da bucetinha porque vou gozar também. Dito e feito, depois ficaram num silêncio….pois acho que caíram pro lado para relaxar.
Nessa altura, desliguei o telefone e fui para o banheiro bater uma punheta, gozei feito doido, espirrou até ao tecto.
Passado uns 20min ela me liga perguntado se ouvi tudo…

Disse, claro que sim, ai ela pergunta se poderia ficar mais um pouquinho e concordei claro, mas não desliguei o telefone para ouvir que iria rolar…
Ouvi ele pedindo para comer o cuzinho e ela não queria, dizendo que iria machucar pois era muito grosso e ele implorando….mas ela nada…depois de tempinho escuto novamente ela gemendo, cada vez mais alto e eu feito doido só na imaginação…
Ai escutei ela pedindo:
- Enfia o dedo no meu cuzinho porque vou gozar!!! E deu uns berros escandalosos…
Tinha gozado novamente e ouvi ela falando:
- Seu safado você primeiro colocou um dedo depois dois e agora acho que agora esta com três, seu safado …ai ta gostoso ..mexe este dedos vai…
Ai ele falava:
- Ta vendo, ta começando a gostar. Deixa eu colocar no seu cuzinho vai! Te prometo que vou colocar só a cabecinha e vou lubrificar bem com KY.
Nisso ela responde:
- Você promete?
Ai pensei: já era!!! e era mesmo!!!
Ouvi ela dizendo:
- Devagar, devagar!
E ele:
- Calma, relaxa, só mais um pouquinho…

E ficaram nessa uns 5 minutos, depois ouvi ele dizendo:
- Está vendo? Passou a cabecinha e está até a metade….
Ela começou a gemer e dizer:
- Ai meu cuzinho, ta gostoso, vai mete mais um pouco vai mete!!!
Ele responde:
- Vai, rebola no meu pau…. e ela gemendo e falando coisas que não entendia …e gritava:
– Ai meu cu, ai meu cuzinho, me rasga seu puto é isso que queria é ta gostoso ta?
E ouvi ele dizer:
- Vou gozar!!!! E ela:
- Vai goza, goza gostosão vai!!! E aquela gemeçao toda e depois silencio novamente ….
Ai desliguei o telefone. Depois de meia hora ela chega em casa me dando beijos e agradecendo.
Trazamos gostoso… mas não muito porque ela estava sem folego.

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